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Avaliação de Tecnologias em Saúde na Área da Genética Médica

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  1. Avaliação de Tecnologias em Saúde na Área da Genética Médica Métodos de Avaliação Econômica: Uma Introdução Prof. Ricardo Letizia Garcia Curso de Avaliação de Tecnologias em Saúde do PPGE/UERGS

  2. Parte 1 O que avaliar em uma nova Tecnologia em Saúde?

  3. Propriedades técnicas; Segurança clínica; Eficácia e/ou efetividade; Atributos ou Impactos econômicos; Impactos Sociais; Impactos éticos e legais O que avaliar?

  4. a) PROPRIEDADES TÉCNICAS Características de performance; Conformidade com especificações de: design composição manufatura Confiabilidade; Facilidade de uso; Manutenção. O que avaliar?

  5. b) SEGURANÇA CLÍNICA Julgamento da aceitabilidade do risco Medida da probabilidade de efeitos adversos e da severidade destes efeitos associados ao uso da tecnologia em uma dada situação: determinado problema de saúde profissionais com certo nível de treinamento condições específicas de operação/tratamento O que avaliar?

  6. c) EFICÁCIA e EFETIVIDADE Referem-se aos benefícios trazidos pela tecnologia na melhoria da saúde dos pacientes EFICÁCIA É uma medida do resultado de uma intervenção em situações em que todas as condições são controladas para maximizar o efeito do agente (condições “laboratoriais”). EFETIVIDADE Medida do resultado de uma intervenção em situações normais, não controladas (“vida real”). O que avaliar?

  7. O que avaliar? c) Eficácia x Efetividade em Testes Diagnósticos

  8. d) ATRIBUTOS OU IMPACTOS ECONÔMICOS d.1) Microeconômicos Custos Preços Níveis de reembolso Avaliação econômica (ACM, ACB, ACE, ACU) O que avaliar?

  9. d)ATRIBUTOS OU IMPACTOS ECONÔMICOS d.2) Macroeconômicos Impacto das tecnologias nos gastos nacionais em saúde; Efeitos da alocação de recursos entre diferentes programas de saúde / setores sociais e econômicos; Efeitos das políticas de saúde na inovação tecnológica, competitividade, na transferência tecnológica, na geração ou não de emprego. O que avaliar?

  10. d) ATRIBUTOS OU IMPACTOS ECONÔMICOS EFICIÊNCIA Relação entre os custos decorrentes da provisão de um cuidado (custos monetários; dor; desconforto; absenteísmo; incapacidades; estigmas sociais, etc) e os benefícios advindos do mesmo. O que avaliar?

  11. e, f) IMPACTOS SOCIAIS E ÉTICOS Critérios de seleção de pacientes e de suspensão / oferta de tratamento; Alocação de recursos escassos a tecnologias custosas e/ou não curativas; Acesso não eqüitativo as novas tecnologias; Novas tecnologias Testagem e terapia genéticas; Tratamentos de fertilidade; Órgãos artificiais; Sistemas de suporte à vida. O que avaliar?

  12. AVALIAÇÕES PARCIAIS Poucas AT englobam toda a faixa de possíveis impactos tecnológicos; Maioria concentra-se na avaliação de certos conjuntos de impactos, na dependência de quem conduz e dos recursos e dados disponíveis; Utilizadas em situações de interesse em impactos específicos ou limitação de recursos. Avaliação de Tecnologias

  13. Parte 2 Impacto Econômico: Mensuração dos Custos

  14. Estudo dos custos na área da doença justifica-se: - pelo crescente aparecimento de novos fármacos; pela elevação do gasto em saúde no total dos orçamentos públicos e na renda familiar (envelhecimento da população, crescimento das doenças crônico degenerativas, mudanças culturais...); e pelo crescimento abusivo dos preços dos medicamentos em algumas regiões do mundo (Ex: África e América Latina); CUSTOS EM SAÚDE

  15. Custo de Oportunidade Custos associados às oportunidades deixadas de lado, caso o agente econômico (governo, empresa, profissional autônomo...) não empregue seus recursos da maneira mais rentável. CUSTOS EM SAÚDE

  16. a) Custo de Oportunidade Reflete o volume de recursos usados, sejam humanos, materiais ou monetários. Admitindo que existam dois programas (A e B) de saúde diferentes e os recursos disponíveis permitem a execução de apenas um deles. Assim, o custo de oportunidade de A é dado pelos benefícios econômicos que o programa B poderia determinar se fosse implantado. CUSTOS EM SAÚDE

  17. a) Custo de Oportunidade Os custos de oportunidade em economia da saúde referem-se aos benefícios perdidos quando selecionamos uma terapia alternativa, comparando-a com uma outra melhor alternativa existente. O que importa aqui não é o quanto a intervenção em saúde custa, mas o que nós devemos abrir mão quando usamos tal intervenção. CUSTOS EM SAÚDE

  18. CUSTOS EM SAÚDE Médicos Diretos Não-Médicos Diretos Intangíveis Indiretos

  19. CUSTOS EM SAÚDE CATEGORIAS DE CUSTOS • CUSTOS DIRETOS • São os recursos consumidos diretamente no tratamento ou na intervenção. Podem ser médicos ou não-médicos. • CUSTOS INDIRETOS • Custos indiretos estão relacionados as perdas para a sociedade resultantes da doença ou seu tratamento (impacto na produção) ex. perda de produtividade CUSTOS Ñ-MÉDICOStransporte do paciente, etc CUSTOS MÉDICOShospitalizações,medica-mentos, exames, próteses, honorários etc

  20. b.1) Custos diretos médicos contemplam produtos e serviços desenvolvidos para prevenir, detectar e/ou tratar uma doença, por exemplo: - honorários profissionais; - atendimento, diagnóstico; - admissões hospitalares (Hotelaria); - Home health care; - Consultas, ambulância, medicações; - Próteses, órteses, cirurgias, exames; - Uso e taxas de salas, intervenções preventivas; - P&D, treinamento e educação continuada da equipe. CUSTOS DIRETOS EM SAÚDE

  21. b.2) Custos diretos não médicos são decorrentes da doença, resultam do processo de adoecimento, mas não envolvem os serviços médicos, exemplos: - custo de alimentação; - transporte para consultório ou hospital; - adaptações no lar; - reparos domésticos (alcoolismo); - residência temporária ... CUSTOS DIRETOS EM SAÚDE

  22. CUSTOS INDIRETOS EM SAÚDE • c) Custos Indiretos – referem-se à perda de renda e/ou produtividade trazida pela doença ou enfermidade. Eles representam: • dias de trabalho perdidos; • incapacidade de realizar as atividades profissionais; • tempo gasto em viagens para receber cuidado médico; • tempo do paciente e membros da família ou amigos na procura do e no atendimento de sua condição/doença.

  23. CUSTOS INDIRETOS EM SAÚDE • c) Custos Indiretos • - perda da capacidade produtiva do indivíduo ante o processo de adoecimento ou mortalidade precoce; • redução do tempo disponível para lazer; • morte prematura decorrente da doença; • Perda temporária e permanente de produtividade.

  24. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS EM SAÚDE Custos Diretos Custos Indiretos Remédios, consultas, reabilitação p/paciente (médico-hospitalar) Nº de dias afastado da atividade profissional Procedimentos Ambulatoriais (médico-hospitalar) Queda da produtividade do trabalho Contratação de serviços domiciliares (não médico-hospitalar) Pagamento e benefícios com o auxílio-doença Alimentação, Transporte no dia de consulta (não médico-hospitalar) Pagamento c/ aposentadoria p/invalidez Reformas na casa para adaptação ao paciente (não médico-hospitalar)

  25. d) Custos Intangíveis: custos psicológicos da doença (ansiedade e depressão) associado à perda de trabalho ou incapacidade de trabalhar, da dependência física, do isolamento social, dos conflitos familiares, da alteração de suas atividades da vida diária, da piora da qualidade de vida (custos do sofrimento, da dor, do stress, da tristeza, da redução da qualidade de vida e custos psicológicos com o preconceito por seqüelas deixadas pela doença). CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS EM SAÚDE

  26. d) Custos Intangíveis:Os custos intangíveis são custos de difícil mensuração monetária. Embora muito importantes para os pacientes, ainda necessitam de significado econômico. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS EM SAÚDE

  27. CUSTOS DAS DOENÇAS EM SAÚDE

  28. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS EM SAÚDE

  29. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS EM SAÚDE

  30. Parte 3 Métodos de Avaliação Econômica?

  31. Métodos de Avaliação Econômica Economia Humanistico Consequência dos custos Custo benefício Custo efetividade Custo Minimização Custo utilidade Qualidade de vida Preferência dos pacientes. Satisfação dos pacientes.

  32. AVALIAÇÃO ECONÔMICA Avaliações econômicas são técnicas analíticas formais para comparar propostas alternativas de ação, tanto em termos de seus custos como de suas conseqüências, positivas e negativas. Elas ponderam os “valores” dos recursos aplicados e dos resultados obtidos.

  33. Lidam tanto com os insumos quanto produtos custos e conseqüências - das atividades Dizem respeito a escolhas Preocupam-se com o uso eficiente dos recursos, entendido como a melhor relação entre insumos e produtos, isto é , com a produtividade dos recursos alocados AVALIAÇÃO ECONÔMICA CARACTERÍSTICAS Análises econômicas servem para identificar e tornar explícitos um conjunto de critérios que podem ser úteis na decisão entre diferentes usos de recursos escassos

  34. AVALIAÇÃO ECONÔMICA A medida central de qualquer avaliação econômica é uma relação custo/resultados entre diferentes alternativas de intervenção. CUSTOS AE = CONSEQUÊNCIAS OU RESULTADOS Uma relação custo/resultado é essencialmente o preço incremental de se obter uma unidade de efeito em saúde de uma dada intervenção em saúde quando comparada com uma intervenção alternativa. custos da intervenção A custos da intervenção B X resultados da intervenção A resultados da intervenção B

  35. a identificação dos resultados de saúde relevantes para as intervenções sob comparação; seleção das unidades de medida apropriadas para estes resultados; consideração dos efeitos colaterais decorrentes das intervenções. AVALIAÇÃO ECONÔMICA Todos os tipos de análise econômica envolvem:

  36. Médicos e outros profissionais de saúde Pacientes Sociedades profissionais médicas Grupos de consumidores Instituições de saúde Autoridades governamentais Seguradoras de saúde Escolas Médicas Pesquisadores (biomédicos e da área de serviços) Indústrias da área da saúde Firmas individuais AVALIAÇÃO ECONÔMICA USUÁRIOS POTENCIAIS

  37. Definir claramente o problema e as possíveis soluções Identificar e detalhar alternativas concorrentes Diferenciar perspectivas de análise (pacientes individuais, instituições de saúde, sociedade) Mensurar custos e conseqüências Custos: custos de organização e operação com o setor saúde custos diretamente desembolsados por pacientes e familiares Efeitos / benefícios: mudanças físicas, sociais e psicológicas alterações na qualidade de vida alterações no uso dos recursos AVALIAÇÃO ECONÔMICA PRINCÍPIOS GERAIS DE ANÁLISE

  38. Identificar importância dos custos e conseqüências de acordo com o período do tempo (“discounting”) Realizar a análise incremental dos custos e conseqüências das alternativas Analisar incertezas (análise de sensibilidade) Responder questões éticas Interpretar resultados AVALIAÇÃO ECONÔMICA PRINCÍPIOS GERAIS DE ANÁLISE

  39. Qualidade da Análise: Limitações dos dados (quantitativa e qualitativa) Tecnologia Doença / problema de saúde Outros possíveis efeitos da intervenção Limitações metodológicas inerentes Dificuldade de identificar e medir todos os custos e benefícios Quantificação e valoração de benefícios intangíveis Influência da taxa de desconto escolhida Inabilidade de incorporar considerações políticas e de equidade adequadamente Erros / Omissões Ausência de análises de sensibilidade ou de desconto AVALIAÇÃO ECONÔMICA AFETAM UTILIDADE DOS RESULTADOS

  40. Capacidade dos usuários em implementar resultados Controle sobre tecnologia ou situação Experiência / familiaridade dos usuários com tipo de análise conduzida Aceitabilidade dos resultados Habilidade em aplicar apropriadamente resultados Existência de incentivos econômicos no meio de decisão AVALIAÇÃO ECONÔMICA FATORES QUE AFETAM O USO

  41. Todos os tipos de análise econômica lidam com custos, mas diferem na maneira como as conseqüências dos programas / tecnologias de saúde são medidas e valoradas COMPONENTES DAS AVALIAÇÕES ECONÔMICAS Consumo de Recursos Resultados em Saúde Programas e Tecnologias de Saúde • Custos • Diretos • Indiretos • Intangíveis Efeitos Efeitos em saúde em unidades naturais • Benefícios • Econômicos • Diretos • Indiretos • Intangíveis Utilidade Efeitos em anos de vida ajustados por qualidade

  42. Mudanças nas funções físicas, sociais e emocionais dos indivíduos Refere-se a capacidades individuais para uma dada função e não ao significado, preferência ou valor dado a estas capacidades pelo indivíduo ou por outros. Medidos de forma objetiva: anos de vida ganhos (sobrevida) mortes evitadas casos de doença diagnosticados ou evitados incapacidades evitadas index de estado de saúde RESULTADOS DAS INTERVENÇÕES EFEITOS Unidades naturais

  43. São usados para medir segurança, eficácia e efetividade das tecnologias. Incluem: Medidas tradicionais Mortalidade – tx de mortalidade Morbidade – taxas de doença Sobrevida – anos Incidência de eventos Medidas de efeito do tratamento – risco absoluto, odds ratio (proporções desiguais) RESULTADOS DAS INTERVENÇÕES

  44. Medidas relacionadas à qualidade de vida (HRQL) Fornecem uma visão mais completa das formas como o cuidado de saúde afeta os pacientes, capturando dimensões como: Função física Função social Função cognitiva Ansiedade / stress Dor Sono/repouso Energia/fadiga Percepção geral de saúde Geral ou doença-específica Unidimensional x Multidimensional RESULTADOS DAS INTERVENÇÕES

  45. A avaliação econômica é um excelente instrumento para auxiliar o gestor na tomada de decisão, mas é preciso ter cuidado nas conclusões, pois, diferentemente de um experimento de laboratório, em programa ou projetos sociais não é possível controlar todas as variáveis. AVALIAÇÃO ECONÔMICA

  46. O universo existente de tecnologias em saúde excede, consideravelmente, a capacidade de oferta por parte da sociedade; Fazem-se necessárias escolhas difíceis quanto ao uso de recursos mais ou menos escassos; As regras de decisão existentes são inadequadas para guiar a escolha àquelas intervenções prováveis de oferecer maiores benefícios para a população; Informações sobre custos e resultados das intervenções em saúde auxiliam o estabelecimento de prioridades para a alocação de recursos. AVALIAÇÃO ECONÔMICA

  47. - Avaliaçõa custo-mínimo (ACM) - Avaliação custo-benefício (ACB) - Avaliação custo-efetividade (ACE) - Avaliação custo-utilidade (ACU) AVALIAÇÃO ECONÔMICA Quais são os tipos de avaliações econômicas?

  48. AVALIAÇÃO ECONÔMICA 1 – todas as mudanças possíveis nas condições de saúde que podem ocorrer para uma população definida ou pode estar associado com a exposição para uma intervenção. Isto inclui mudanças na qualidade e quantidade de vida como um resultado de detecção ou tratamento de doenças quando presentes.

  49. TIPOS DE ESTUDOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICASEGUNDO AS MEDIDAS DOS CUSTOS E CONSEQUÊNCIAS Tipos de Avaliação dos Identificação das Avaliação das Estudo custos das conseqüências conseqüências alternativas Custo - Unidades Idêntica em todos os Nenhuma Monetárias aspectos relevantes Minimização Efeito único d e interesse, Custo - Unidades Unidades Naturais Monetárias comum a ambas alternativas, Efetividade mas atingido em graus diferentes Custo - Unidades Efeito único ou múltiplo, não Unidades Monetárias comum às alternativas ou Monetárias Benefício efeitos comuns atingidos em graus diferentes pelas alternativas Custo - Unidades Efeito único ou múltiplo, não Dias em bom Monetárias comum às alternativas ou estado de saúde Utilidade efeitos comuns alcançados ou anos de vida em graus diferentes pelas ajustados por alternativas qualidade

  50. AVALIAÇÃO ECONÔMICA