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Destaques Fevereiro/2013. Estratégia de Investimentos.

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Destaques fevereiro 2013

Destaques

Fevereiro/2013

Estratégia de Investimentos


Destaques fevereiro 2013

  • Mês levemente negativo para classes de ativos de risco e curvas de juros fechando. Debates no Fed sobre o quantitative easing, indefinição política na Itália e início dos cortes automáticos de despesas nos EUA foram os principais fatores para o menor apetite ao risco

  • Nos EUA, as minutas da reunião de janeiro do Fed revelaram um menor consenso interno sobre o QE do que o mercado acreditava existir. Discursos posteriores de Bernanke e Yellen ajudaram a acalmar os mercados. Dados macroeconômicos continuaram apontando para a recuperação econômica, em especial do setor industrial e imobiliário residencial

  • Resultado das eleições italianas apontam para a fadiga da população com o programa de austeridade e devem dificultar a formação de um novo governo, dada a ausência de maioria no Senado. Mercados reagiram negativamente com abertura se spreads e queda nas ações

  • Curva de juros nominais fechando (-11 bps no 10y dos EUA e -23 bps no de Alemanha), juros reais também (-9 bps no 10y norte-americano). Crédito positivo, apesar de pequenas aberturas nos spreads (+3 bps no HY e +1bps no IG). Destaque para a variação das moedas no mês, com forte valorização do USD

  • Ações com retornos levemente negativos, mas com destaque positivo para ações defensivas. Novamente mercados desenvolvidos performaram melhor que emergentes, com destaque positivo para os EUA e negativo para a Europa. Destaque positivo para os setores de Consumo Não Cíclico, Industrial e Saúde e negativo para as ações Cíclicas

Sumário - Global


Destaques fevereiro 2013

Retornos Benchmarks - Global curvas de juros fechando. Debates no Fed sobre o

Fonte: Bloomberg, GPS


Destaques fevereiro 2013

  • Mês negativo para renda variável e para os ativos de renda fixa pré-fixada e indexada à inflação. Destaque para a mudança de discurso do Banco Central e governo, indicando um provável aumento de juros

  • PIB encerrou 2012 com baixo crescimento, de apenas 0,9%. Apesar disso, investimento voltou a crescer no quarto trimestre, após 4 trimestres de crescimento negativo

  • IPCA novamente acima do esperado, acumulando alta de 6,15% nos últimos 12 meses. Alimentação foi o destaque de alta, enquanto energia elétrica apresentou deflação, incorporando parte da reestruturação tarifária. 75% dos preços do IPCA apresentaram variação positiva no mês. Inflação deverá continuar alta ao longo do primeiro semestre

  • Banco Central continuou sua mudança de discurso, indicando que aumento de juros é o instrumento mais eficaz no combate à inflação e provocando forte mudança nas expectativas de mercado, que já precifica elevação de juros em 2013. Curvas de juros nominais e reais abriram (a primeira apenas na parte curta), provocando retornos negativos.

  • Esperamos aumento na taxa Selic de 1% a 1,5% até o final de 2013

  • Ações caíram, destaque negativo para petróleo e cíclicas, positivo para transportes e educação. Segundo mês consecutivo de fluxo positivo de estrangeiros na Bovespa no ano e quinto mês positivo para FIAs. Temporada de resultados do 4º Tri continua surpreendendo negativamente, apontando para queda de -20% nos lucros, expectativas para 2013 apontando para crescimento de 25%

Sumário - Brasil


Destaques fevereiro 2013

Retornos Benchmarks - Brasil fixa pré-fixada e indexada à inflação. Destaque para a mudança de discurso do Banco Central e governo, indicando um provável aumento de juros

Fonte: Bloomberg, Risk Office, GPS


Destaques fevereiro 2013

  • Próximos eventos: fixa pré-fixada e indexada à inflação. Destaque para a mudança de discurso do Banco Central e governo, indicando um provável aumento de juros

    • Europa:

      • Reunião Eurogroup & Ecofin (04 e 05/03/2013)

      • Reunião do ECB (07/03/2013)

      • Reunião European Council (14 e 15/03/2013)

    • China:

      • Congresso Nacional do Povo (05 a 17/03/2013)

    • EUA:

      • Reunião FOMC (20/03/2013)

      • Potencial Fechamento do Governo Federal (27/03/2013)

    • Brasil:

      • Reunião Copom (06/03/2013) e Ata da Reunião (14/03/2013)

      • Relatório de Inflação (28/03/2013)

Sumário


Destaques fevereiro 2013

Fluxo Líquido por tipo de Fundo fixa pré-fixada e indexada à inflação. Destaque para a mudança de discurso do Banco Central e governo, indicando um provável aumento de juros

(em R$ milhões)

Fluxo Líquido por tipo de Investidor

(Bovespa, em R$ milhões)

Fluxo para Ações

Fonte: BTG Pactual, Bovespa, Anbima


Destaques fevereiro 2013

Um título de renda fixa remunera o investidor através de fluxos financeiros futuros. Os fluxos são conhecidos de antemão e podem ser descontados para valor presente

A somatória do valor presente desses fluxos futuros define o preço de um título de renda fixa

Quanto maior a taxa de juros, menor o valor presente desses fluxos

Exemplo: um título paga $100,00 daqui a um ano. Se a taxa de juros (desconto) for de 10% ao ano o valor presente (preço do título) é:

= $100/1,10 = $90,91

Se a taxa subir para 15% ao ano, o valor presente cai para:

=$100/1,15 = $86,96

Ou seja, o preço de um título de renda fixa varia na direção oposta à da taxa de juros. Quanto maior a taxa de juros, menor o preço de um título de renda fixa. Quanto menor a taxa de juros, maior o preço.

Estratégia de Investimentos

Preçificação de um título de renda fixa


Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos fluxos financeiros futuros. Os fluxos são conhecidos de antemão e podem ser descontados para valor presente

Duration

É o prazo de um título ponderado pelo seu fluxo de caixa

Na prática, o duration funciona como uma aproximação da variação de preço de um título em relação a variação na taxa de juros

Exemplo – cálculo do duration:

Fluxos de um título de 2 anos (720 dias) com cupom de 6% ao ano

Preço do título hoje: $100,00

Fluxo de Caixa: Em 6 meses (180 dias): $3,00

Em 12 meses (360 dias): $3,00

Em 18 meses (540 dias): $3,00

Em 24 meses (720 dias): $103,00

O prazo médio ponderado dos fluxos de caixa (duration) é:

= [($3,00*180)+($3,00*360)+($3,00*540)+($103,00*720)] ($3,00+$3,00+$3,00+$103,00)

= 691,1 dias ou 1,86 anos


Destaques fevereiro 2013

Queda de -0,92% fluxos financeiros futuros. Os fluxos são conhecidos de antemão e podem ser descontados para valor presente

Estratégia de Investimentos

Exemplo – variação de preço

Valor presente de um título de 2 anos (720 dias) com cupom de 6% ao ano e taxa de retorno de 6% ao ano, cujo preço de mercado é $100,00

Fluxo de Caixa:Valor Presente:Em 6 meses (180 dias): $3,00 + $2,91

Em 12 meses (360 dias): $3,00 + $2,83

Em 18 meses (540 dias): $3,00 + $2,75

Em 24 meses (720 dias): $103,00 + $91,51

= $100,00

Caso a taxa de juros suba para 6,50% ao ano, o valor de mercado do título passa a ser de:

Fluxo de Caixa:Valor Presente:Em 6 meses (180 dias): $3,00 + $2,91

Em 12 meses (360 dias): $3,00 + $2,81

Em 18 meses (540 dias): $3,00 + $2,73

Em 24 meses (720 dias): $103,00 + $90,63

= $99,08


Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos fluxos financeiros futuros. Os fluxos são conhecidos de antemão e podem ser descontados para valor presente

Exemplo – variação de preço aproximada

No caso do nosso título exemplo, o duration é de 1,86 anos. Como a taxa de juros passou de 6,00% ao ano para 6,50% ao ano, a aproximação da variação de preços pelo duration é:

Variação de preço = -1,86 x (6,50% - 6,00%) = -0,93%

No slide anterior, a variação de preços calculada com base nos fluxos de caixa foi de -0,92%. Como o cálculo da variação de preços pelo duration é uma aproximação, ele funciona melhor para pequenas variações na taxa de juros

Na prática, o duration é um indicador do risco de um título de renda fixa em relação a variações na taxa de juros


Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos fluxos financeiros futuros. Os fluxos são conhecidos de antemão e podem ser descontados para valor presente

Títulos Indexados à Inflação

Os títulos indexados à inflação (TIIs) são títulos de renda fixa cujo valor do principal é corrigido por um índice de inflação

Ao contrário dos títulos nominais, que se baseiam em taxas de juros nominais, os títulos de juros indexados à inflação se baseiam em taxas de juros reais

No Brasil, os títulos indexados à inflação emitidos pelo Tesouro Nacional (NTNs-B) são baseados no IPCA e, na maior parte dos casos, pagam um cupom semestral de 6% ao ano

Além do impacto da variação da taxa de juros real sobre o retorno destes títulos, a inflação corrente afeta diretamente (em menor escala) o resultado das NTNs-B


Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos fluxos financeiros futuros. Os fluxos são conhecidos de antemão e podem ser descontados para valor presente

Títulos Indexados à Inflação

A mudança de expectativas de inflação futura afetam indiretamente o preço destes títulos, uma vez que afetam as expectativas das taxas nominais e das taxas de juros reais

A diferença entre as taxas de juros pagas por um título nominal e por um título indexado à inflação são conhecidas como breakeveninflation, ou seja, o nível de inflação que igualaria o retorno nominal e o retorno real mais inflação

Exemplo: o título pré-fixado (nominal) emitido pelo Tesouro Nacional com vencimento em 10 anos paga 11,60%, enquanto o título indexado à inflação paga 5,60% de taxa real. Neste caso, de forma simplificada, o breakeveninflation (BE) é de:

BE = 11,60% - 5,60% = 6,00%

o que equivale a dizer que a expectativa do mercado é de que a inflação pelos próximos dez anos seja de 6% ao ano


Destaques fevereiro 2013

A inflação (IPCA) no mês XX/YY foi de +0,5%. Para diferentes cenários de variação nas taxas reais, o retorno de um título indexado à inflação que paga 6,0% e tem duration de 5 anos seria de aproximadamente:

Podemos observar que:

Para títulos longos (de duration alto), a variação nas taxas de juros reais (e de preço) são mais importantes para o retorno total do que a inflação corrente

Mesmo que a inflação seja positiva no período, é possível que o título apresente retorno negativo, caso as taxas de juros reais tenham subido

Estratégia de Investimentos

Exemplo – cálculo do retorno de um TII


Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos diferentes cenários de variação nas taxas reais, o retorno de um título indexado à inflação que paga 6,0% e tem

Movimentos recentes na curva de juros


Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos diferentes cenários de variação nas taxas reais, o retorno de um título indexado à inflação que paga 6,0% e tem

Todos os estudos realizados pela GPS têm como fontes de informação fontes públicas do mercado, consultorias e dados fornecidos por instituições financeiras. As projeções de rentabilidade utilizadas neste estudo se baseiam na análise estatística da rentabilidade passada, não sendo, portanto, nenhuma garantia de rentabilidade futura.

Muitas ilustrações deste documento envolvem o uso de números, de forma a tornar mais eficiente a apresentação de situações financeiras. Estes números podem induzir a uma falsa precisão. Números que indiquem situações financeiras futuras não têm a intenção de assegurar resultados, mas de apenas apresentar projeções, baseadas em um conjunto de pressupostos. Estas projeções são úteis somente para comparação das diversas alternativas possíveis.

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É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento dos fundos pelo Investidor ao aplicar seus recursos. Para obter informações sobre o uso de derivativos, conversão de cotas, objetivo e público alvo, taxa de saída, taxas de administração e performance, consulte os prospectos e regulamentos dos fundos.

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Destaques fevereiro 2013

Estratégia de Investimentos diferentes cenários de variação nas taxas reais, o retorno de um título indexado à inflação que paga 6,0% e tem