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Psicologia do Desenvolvimento e Análise do Comportamento

Psicologia do Desenvolvimento e Análise do Comportamento. Viviane R. Duarte Psicóloga - CAISM. Psicologia do Desenvolvimento. Como me tornei o que sou?. Desenvolvimento. Mudanças que ocorrem ao longo do tempo. Desenvolvimento físico.

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Psicologia do Desenvolvimento e Análise do Comportamento

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Presentation Transcript


  1. Psicologia do Desenvolvimento e Análise do Comportamento Viviane R. Duarte Psicóloga - CAISM

  2. Psicologia do Desenvolvimento • Como me tornei o que sou?

  3. Desenvolvimento • Mudanças que ocorrem ao longo do tempo. • Desenvolvimento físico. • Desenvolvimento psicológico – necessário uma definição mais adequada. • Bijou e Baer (1961, 1978): Mudanças progressivas nas interações entre os comportamentos de uma pessoa e os eventos do seu ambiente. Esta definição enfatiza a importância das modificações das interações. A partir dessa afirmação pode-se esperar que um dado comportamento ocorra ou não, a ocorrência deste dependerá do ambiente em que a criança está inserida.

  4. Desenvolvimento • Não se pode analisar uma criança sem referencia ao seu meio e nem é possível analisar o ambiente sem referir-se a criança, ou seja, o comportamento altera o ambiente e o ambiente afeta o comportamento. • Criança e ambiente formam uma unidade inseparável, constituindo um conjunto interligado de variáveis ou um campo de interação que é o objeto de análise.

  5. Desenvolvimento • Desenvolvimento pode ocorrer de maneira típica ou atípica • Desenvolvimento Típico: caracterizado pela criança apresentar um sistema biológico intacto concomitante a um ambiente que facilita o desenvolvimento padrão

  6. Socialização (1 a 2 anos) -Imita adulto em tarefa simples - Brinca ao lado de outra criança, cada uma realizando uma tarefa diferente - Toma parte de brincadeira com outra criança 2-5min (ex: empurra carrinho ou rola bola) - Explora ativamente seu meio ambiente - Repete ações que produzem risos e atenção - Dá um livro para que o adulto o leia ou para que ambos o compartilhem - Cumprimenta colegas ou adultos familiares quando lembrado Desenvolvimento Típico Linguagem (1 a 2 anos) - Diz cinco palavras diferentes (pode usar a mesma palavra para se referir a diferentes objetos) - Pede “mais” - Diz “acabou” (“cabô”) - Obedece a três ordens diferentes, que não são acompanhadas de gestos indicativos - Consegue “dar” ou “mostrar”, quando solicitado - Aponta para 12 objetos conhecidos, quando nomeados - Aponta para três a cinco figuras de um livro quando nomeadas - Aponta para três partes de seu corpo - Diz seu nome ou apelido, quando solicitado - Responde à pergunta “o que é isto?” com o nome do objeto

  7. Desenvolvimento Atípico • Caracterizado pela criança apresentar um sistema biológico prejudicado concomitante a um ambiente que falha em desenvolver comportamentos normatizados. • A relação desses dois aspectos (biológico e ambiental) tornam as oportunidades para aprender abreviadas.

  8. Desenvolvimento Atípico • Caracterizam-se com desenvolvimento atípico crianças que apresentam diagnóstico de trantorno invasivo do desenvolvimento (TID), síndrome de tourette, transtorno de déficit de atenção (TDAH), síndrome de down, deficiência mental... • O desenvolvimento atípico também pode ocorrer em indivíduos dotados de um aparato biológico intacto, mas pertencentes a um ambiente que não favorece o desenvolvimento típico.

  9. Fatores ambientais que podem causar atraso no desenvolvimento • Fatores sociais e econômicos que podem reduzir a oportunidade de aprendizagem. • Estimulação aversiva excessiva ou inapropriada. • Reforçamento de comportamento inapropriado.

  10. Análise do Comportamento • Determinantes do Indivíduo: 1- História filogenética: características herdadas interage com o ambiente. 2- História ontogenética: história de aprendizagem de cada indivíduo; determina como uma pessoa se comportará em um dado momento. 3-Cultura.

  11. Análise do Comportamento • Comportamento é relação. • 2 tipos de comportamento: Comportamento respondente: SR Comportamento operante: Sd R C • Relação causal e bidirecional – não mecanicista.

  12. AUTISMO • Prejuízo qualitativo na interação social: - falha em desenvolver relacionamentos com seus pares; - falta de reciprocidade social ou emocional; - prejuízo no contato visual, expressão facial, gestos para regular a interação social; - falta de tentativa espontânea de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoa (ex: não mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse);

  13. AUTISMO • Prejuízo qualitativo na comunicação: - atraso ou ausência total do desenvolvimento da fala; - prejuízo na capacidade de iniciar ou manter conversação; - linguagem repetitiva ou estereotipada; - falta de jogos ou brincadeiras de imitação social variados e espontâneos.

  14. AUTISMO • Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividade: - preocupação persistente com partes de objetos; - maneirismos motores estereotipados e repetitivos; - adesão aparentemente inflexível a rotinas ou rituais específicos; - preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse, anormais em intensidade ou foco.

  15. AUTISMO – ETIOLOGIA • Kanner, L (1943) – Autistic Disturbances of Affective Contatc. Nervous Children, 2:217-250. • Início precoce, entre o segundo e terceiro ano de vida. As crianças de seu estudo tinham em comum: isolamento extremo, obsessividade, estereotipia e ecolalia. • Em contato com os pais dessas crianças identificou: frieza nas relações (entre casais e entre pais e filhos), pais extremamente inteligentes e obsessividade.

  16. AUTISMO – ETIOLOGIA • Descreve o quadro como uma “psicose”. • Questiona a natureza causal entre os aspectos familiares e a patologia da criança.

  17. AUTISMO – ETIOLOGIA • A partir das observações realizadas por Kanner, desenvolve-se o conceito de “mães geladeiras”. • Década de 50 e 60 – Bruno Bettelhein e Francis Tustin, “refrigeração emocional”, “mães geladeiras”, causa emocional ou psicológica para o fenômeno – referencial psicanalítico.

  18. AUTISMO – ETIOLOGIA • Ritvo (1976) – relaciona o autismo a um déficit cognitivo. Considerando-o não uma psicose, mas um distúrbio do desenvolvimento. • Gillberg (1990) – “Autismo como uma disfunção orgânica e não como um problema dos pais – isso não é matéria para discussão. O novo modo de ver o autismo é biológico”.

  19. AUTISMO – ETIOLOGIA • Final da década de 90 - Ramachandran e Oberman – estudam uma possível conexão entre autismo e células nervosas: a) os neurônios-espelho; b) distorção do mapa topográfico emocional: deformação nas conexões entre as áreas corticais e a amígdala ou entre as estruturas límbicas e os lobos frontais.

  20. AUTISMO – ETIOLOGIA • Subconjuntos de neurônios, no homem e no macaco, respondem quando o indivíduo realiza uma ação ou quando apenas observa os outros realizando os mesmos movimentos. • Podem estar relacionados a capacidade de imitar a ação de outra pessoa.

  21. AUTISMO – ETIOLOGIA • Experimentar uma náusea e testemunhar o nojo no rosto de outra pessoa ativam a mesma estrutura neural. • Os mesmos resultados foram obtidos entre as emoções sentidas e as observadas no contexto de dor (análise do córtex cingular).

  22. AUTISMO – ETIOLOGIA • Um mecanismo - espelho para entender as emoções, não explica completamente tudo na cognição social, mas fornece uma base neural de algumas das relações pessoais. • A disfunção no sistema espelho pode ter relação com falta de empatia, déficits de linguagem e imitação, características apresentadas por crianças autistas.

  23. Análise do Comportamento • Foco na relação entre o que acontece ao organismo (estímulo) e o comportamento do organismo (resposta). O objetivo é o de identificar quais eventos levam a tais resultados e como. • Ambiente diferencia e modela a forma e função dos comportamentos de um indivíduo. • Interação indivíduo – ambiente diferencia e molda circuitos e redes neurais (plasticidade neural).

  24. INTERVENÇÃO ANALÍTICO COMPORTAMENTAL • Para o analista do comportamento (terapeuta comportamental) o autismo é visto como uma síndrome de déficits e excessos comportamentais que tem bases neurológicas. • A abordagem analítico comportamental entende que tais comportamentos podem ser passíveis de mudança via interações específicas com o ambiente em que as crianças e seus familiares estão inseridos.

  25. INTERVENÇÃO ANALÍTICO COMPORTAMENTAL • Comportamento como relação de pelo menos três termos: condição antecedente – comportamento – conseqüência. • Cada resposta que a criança com autismo não apresenta, como respostas relativamente simples (contato visual) e ação complexa (comunicação espontânea e interação social) é quebrada em pequenos passos.

  26. Habilidades de Atenção - sentar na cadeira independente - fazer contato visual (ao chamado do nome e “olha pra mim”) Habilidades de Imitação - movimento motor grosso - ação com objeto - motor fino - fonoarticulatória Linguagem Receptiva - seguir instrução - identificar partes do corpo - identificar objetos - identificar figuras - identificar pessoas da família Linguagem Expressiva - apontar ao item desejado em resposta “O que você quer?” - imitar sons - fazer escolha - nomear objetos - nomear figuras - nomear ações Habilidades Pré-Acadêmicas - pareamento - identificar cor, letra, número Habilidades de Auto-Cuidado - beber no copo - vestir-se - uso de banheiro Elaboração de Programas e IntervençãoCurrículo Básico

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