1 / 41

Cibernética

Cibernética. Prof. Christiano Lima Santos. Sumário. Por que estudar Cibernética? O que é? Origens Conceitos Relacionados Propriedades dos Sistemas Cibernéticos Cibernética na Administração Sociocibernética. Por que Estudar Cibernética?.

Download Presentation

Cibernética

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Cibernética Prof. Christiano Lima Santos

  2. Sumário • Por que estudar Cibernética? • O que é? • Origens • Conceitos Relacionados • Propriedades dos Sistemas Cibernéticos • Cibernética na Administração • Sociocibernética

  3. Por que Estudar Cibernética? “O desenvolvimento tecnológico sempre constituiu a plataforma básica que impulsionou o desenvolvimento das organizações e permitiu a consolidação da globalização. Todavia, foi a invenção do computador na segunda metade do século XX que permitiu que as organizações passassem a apresentar as atuais características de automatização e automação das atividades.” (CHIAVENATO, 2002, p. 387)

  4. Por que Estudar Cibernética? • E o computador tem sua origem na Cibernética!

  5. O que é? • Ciência que estuda informações dos sistemas, integrando pessoas, organismos e máquinas; • Ciência da comunicação e do controle, seja no animal (homem, seres vivos), seja na máquina; • Teoria dos sistemas de controle baseada na comunicação (transferência de informação) entre o sistema e o meio e dentro do sistema, e do controle (retroação) da função dos sistemas com respeito ao ambiente.

  6. O que é? • As máquinas de que a cibernética cuida são os autômatos, isto é, capazes de realizar operações que, durante a execução, podem ser corrigidas, de tal modo que cumpram melhor seu objetivo. Correção esta que requer controle e retroalimentação (feedback); • Exemplo: movimento consciente do braço com o intuito de pegar ou tocar um objeto – a partir de informações sensoriais, o cérebro ajusta o movimento.

  7. O que é? Exemplo detalhado: Se, ao ver um objeto em certa direção (ou seja, ao receber dele uma mensagem visual), eu estendo o braço para pegá-lo e erro a direção ou a distância, logo a informação desse erro retifica o movimento de meu braço e permite que eu o dirija exatamente para o objeto: tanto a operação quanto a correção da operação, neste caso, são guiadas por mensagens, ou seja, por informações recebidas ou transmitidas pelo sistema nervoso que dirige o movimento do braço.

  8. O que é? Representação de um sistema cibernético

  9. Origens • Palavra cibernética deriva do substantivo grego kybernytikys, significava timoneiro, leme ou pilotar; • Provável origem na mitologia grega, onde Teseu fez uma viagem para Creta conduzido por dois pilotos de barco pelo mar; • Significado ontem x Significado hoje: • Ontem, cibernética = governo, controle; • Hoje, cibernética = automação, informática.

  10. Origens • Foi criada por Norbert Wiener entre os anos de 1943 e 1947; • Ciência interdisciplinar para relacionar todas as ciências, preencher espaços vazios não pesquisados por nenhuma delas (as áreas brancas) e permitir que cada ciência utilizasse conhecimentos desenvolvidos pelas outras; • Uma de suas contribuições é o surgimento do computador (união de esforços da Psicologia, Matemática, Física, Engenharia e outras ciências com o intuito de desenvolver um “cérebro eletrônico”).

  11. Origens • No início, limitou-se à criação de máquinas de comportamento auto-regulável, semelhante a aspectos do comportamento humano ou do animal; • Posteriormente, foi estendida da Engenharia para a Biologia, Medicina, Psicologia etc. até alcançar a teoria administrativa.

  12. Conceitos Relacionados • A Cibernética baseia-se em: • Sistemas; • Existência de modelos e equivalências; • Troca de informações entre componentes; • Mecanismos de controle e readaptação.

  13. Sistemas • Componentes: • Entradas; • Processos; • Saídas; • Retroação, realimentação ou feedback.

  14. Modelos e Equivalências • Modelo: • Representação simplificada de uma entidade, seja ela concreta ou abstrata; • Deve preservar ao máximo as funções e proporções da entidade representada; • Pode até mesmo ser uma representação de outro modelo! • Pode apresentar isomorfismo ou homomorfismo.

  15. Modelos e Equivalências • Razões para uso de modelos: • A manipulação de certas entidades reais (pessoas e organizações) é socialmente inaceitável ou legalmente proibida; • O volume de incerteza com que a administração está lidando cresce rapidamente e faz aumentar desproporcionalmente as consequências dos erros; • A capacidade de construir modelos que constituem boas representações da realidade aumentou enormemente.

  16. Modelos e Equivalências • Sistemas Equivalentes: • Sistemas que, apesar de possuírem naturezas distintas, podem substituir-se mutuamente no desempenho de certas atividades.

  17. Exercício Como gerente do Departamento de Sistemas da QuimPaulista, Severo Bento está montando um sistema de informações em rede capaz de interligar os vários departamentos da empresa: produção, finanças e marketing. Severo quer um sistema global que integre a companhia como um todo. O problema é convencer a diretoria. Severo está elaborando o material de apresentação. Como você faria?

  18. Troca de Informações • O sistema de troca de informações entre elementos subtende que todas as partes de um sistema interagem direta ou indiretamente trocando informações. • A comunicação é que torna os sistemas integrados e coerentes e o controle é que regula o seu comportamento.

  19. Troca de Informações • Os seis elementos do sistema de troca de informações: • Fonte: pessoa, coisa ou processo que emite ou fornece as mensagens por intermédio do sistema; • Transmissor: processo ou equipamento que opera a mensagem, transmitindo-a da fonte ao canal; • Canal: equipamento ou espaço intermediário entre o transmissor e o receptor;

  20. Troca de Informações • Os seis elementos do sistema de troca de informações (cont.): • Receptor: processo ou equipamento que recebe a mensagem no canal; • Destino: pessoa, coisa ou processo a quem é destinada a mensagem no ponto final do sistema de comunicação; • Ruído: quantidade de perturbações indesejáveis que tendem a deturpar e alterar, de maneira imprevisível, as mensagens transmitidas.

  21. Troca de Informações Canal Receptor Destino Fonte Transmissor Ruído

  22. Troca de Informações

  23. Mecanismos de Controle e Readaptação • Mecanismos que interpretam informações, identificando anomalias e reconduzindo o sistema ao equilíbrio; • Exemplo: sistema de defesa de um elevador; • Exemplos de componentes de controle e readaptação: termostatos, válvulas de pressão, reostatos etc. • Quanto maior o nível de controle ou supervisão que uma máquina exerce sobre seu próprio funcionamento, maior é sua automação.

  24. Propriedades dos Sistemas Cibernéticos • São excessivamente complexos, portanto devem ser focalizados através da caixa preta; • São probabilísticos, portanto devem ser focalizados através da estatística para a Teoria da Informação; • São auto-regulados, portanto devem ser focalizados através da retroação que garante a homeostase.

  25. Propriedades dos Sistemas Cibernéticos • Homeostase; • Regulação; • Aprendizagem; • Auto-Organização; • Adaptação; • Evolução.

  26. Exercício Seguindo a tendência da grande maioria das organizações, a Simposium substituiu o seu centro de processamento de dados (CPD) por uma rede de microcomputadores. A ideia é descentralizar o sistema de informações para proporcionar agilidade e flexibilidade nas comunicações. Quais as vantagens e desvantagens dessa descentralização?

  27. Cibernética na Administração • A mecanização iniciada na Revolução Industrial migrou o esforço muscular do homem passou para a máquina; • Entretanto, a automação provocada pela Cibernética, levou à migração de muitas tarefas que cabiam ao cérebro humano passaram aquela também! • Principais consequências na Administração: Automação e Informática; • A não adoção destas em uma empresa pode significar o fracasso de suas atividades.

  28. Automação • Ultra-mecanização; • Controle automático de processos; • Produção de bens; • Prestação de serviços; • Distribuição de insumos; • Gestão de indústrias ou organizações em geral. • O mesmo ocorre em organização cujas atividades ou operações são relativamente engenhos que contém dispositivos capazes de tratar informações que recebem do meio exterior e produzir ações.

  29. Informática • Tratamento racional e sistemático da informação por meios automáticos, associado ao uso dos computadores; • A informática é um dos fundamentos da teoria e dos métodos que fornecem as regras para o tratamento da informação; • O processamento de informação levou ao surgimento do computador eletrônico, o qual deu início a era da informática.

  30. Informática • Quanto ao uso da Informática em Administração, podem-se destacar: • Tecnologias de Informação e Comunicação; • Sistemas de Informação.

  31. Tecnologias da Informação e Comunicação • Representam a convergência entre o computador (e outros dispositivos informáticos) e as telecomunicações; • Responsáveis por uma série de transformações: • Compressão do espaço; • Compressão do tempo; • Conectividade; • Hipermobilidade.

  32. Sistemas de Informação • Sistemas que se utilizam de informações e recursos informáticos para um determinado fim.

  33. Cibernética como Paradigma de Gestão de Organizações • Uma organização pode ser considerada um sistema cibernético que se adapta ao meio a partir de um processo de perceber o mesmo e o meio ambiente e retroalimentar seus processos e decisões a partir desta percepção; • Para tal, é necessário que mude sua estrutura dinamicamente a cada momento, possível através de um processo recursivo de agir, perceber o meio e o resultado de suas ações (feedback), reprojetaras ações e agir novamente.

  34. Cibernética como Paradigma de Gestão de Organizações • Para ampliar sua percepção do meio em que se insere, deve-se ampliar e validar a comunicação informal que ocorre entre os membros que compõem esse sistema, aumentando assim a consensualidade e a coordenação entre os mesmos; • Existem diversos tipos de técnicas e métodos que possibilitam este tipo de comunicação e aprendizagem informal nas organizações, dentre eles as Metodologia Cibernética.

  35. Metodologia Cibernética • Desenvolvida por RaúlEspejo, no ano de 1980; • Aprendizagem relacionada ao processo de resolução de problemas administrativos; • O processo é representado por dois ciclos: Ciclo do aprendizado e cibernético.

  36. Metodologia Cibernética

  37. Metodologia Cibernética • Ciclo de Aprendizado • Observar – Identificar a situação-problema; • Avaliar – Estruturar a situação-problema; • Projetar – Modelar a situação-problema; • Implementar – Administrar o processo de resolução de problemas.

  38. Metodologia Cibernética • Ciclo Cibernético • Concentra-se em estudar e melhorar o contexto estrutural dos problemas; • Pretende diagnosticar comunicações inadequadas; • Projetar estruturas de comunicação efetivas, como meio de “aprender a aprender”.

  39. Metodologia Cibernética • O ciclo cibernético é a base para o ciclo do aprendizado; • Os ciclos cibernéticos devem ser desenvolvidos para cada situação-problema; • Os ciclos estão presentes no aprendizado individual e em grupo.

  40. Sociocibernética • Ou Ciência Sistêmica em Sociologia e outras Ciências Sociais (como definido pela InternationalSociologicalAssociation); • Ramo independente da sociologia que estuda a sociedade através do conceito de sistemas; • Origina-se em textos de Auguste Comte sobre diferenciação funcional.

  41. Sociocibernética • TalcottParsons foi um dos principais pesquisadores; • “A Estrutura da Ação Social” - buscou uma simplificada “teoria da ação baseada na suposição de que a ação humana é voluntária, intencional e simbólica”; • Defensor da "Grande Teoria", tentativa de integrar todas as ciências sociais em um amplo trabalho teorético; • Defendeu que os sistemas relevantes tratados na ciência social e comportamental eram "abertos".

More Related