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Planejamento e Programação em Saúde

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Planejamento e Programação em Saúde

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  1. Planejamento e Programação em Saúde l

  2. Histórico do movimento pelo planejamento em saúde na América Latina 1º Momento – (1960 – 1965) – Elaboração. 2º Momento – (1966-1970) – Difusão e Autocrítica. 3º Momento – (1971-1974) – Revisão. 4º Momento – ( 1975-1980) – Reatualização. 5º Momento – (1980 -1985) - Produção Teórica. 6º Momento – ( 1985 ~1990) – Produção Metodológica. 7º Momento – (Anos Noventa) – Produção Tecnológica. Paim, J. S. (2002)

  3. INSTRUMENTOS DE GESTÃO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO

  4. PLANEJAMENTO

  5. PLANEJAMENTO Procura identificar as necessidades sentidas de uma determinada população. Tem a finalidade de maximizar a oferta de assistência médica e não a de saúde. Define os problemas, identifica os nós críticos, define a imagem-objetivo e identifica o caminho estratégico.

  6. - Pode dizer-me que caminho devo tomar? - Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) - Não tenho destino certo. - Neste caso qualquer caminho serve. (“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol)

  7. “ É uma técnica utilizada para alcançar os objetivos de forma mais adequada e eficaz, ao mesmo tempo em que se une pensar ao agir, o intelectual ao manual, procurando estabelecer a inseparabilidade entre os que planejam e aqueles que executam.” (Luiz Antonio) PROGRAMAÇÃO

  8. PROGRAMAÇÃO Procura intervir objetivando que essas necessidades sejam satisfeitas, quando isto ocorre de uma forma estruturada, leva a uma legitimação social; É uma técnica utilizada para alcançar os objetivos; organizar tecnologicamente o processo de trabalho.

  9. PROGRAMAÇÃO A ação programática só é consistente quando determina os meios possíveis e indispensáveis à concretização do planejamento formulado. É o momento em que se procura dar vida ao plano, é o momento de operacionalização das estratégias. Para operacionalizar este caminho, é preciso objetivar cada passo, delinear as metas, alocar os recursos necessários para intervir na realidade objetiva que se pretende melhorar.

  10. PROGRAMAÇÃO A programação é uma etapa complementar do planejamento. Trabalha com a inseparabilidade entre os que planejam e aqueles que executam. É, sem dúvida, o espaço para as prováveis mudanças que se fazem necessário a uma nova forma de pensar a gestão da saúde.

  11. Busca o resgate das ações de saúde. O ato do “bom programador”, além de desmantelar os infundados e improváveis argumentos sobre a ineficiência dos serviços públicos, ao mesmo tempo, possibilita, apesar das limitações dos recursos existentes, a consolidação do espaço da gestão. PROGRAMAÇÃO

  12. PROGRAMAÇÃO avaliar PROGRAMAÇÃO Verificar viabilidade das estratégias Redefinir se necessário processo contínuo de reprogramação implantação avaliação reajuste do plano

  13. TECNICA DE PROGRAMAÇÃO AÇÃO MODELOS ASSISTENCIAIS

  14. PROGRAMAÇÃO LOCAL O Planejamento e Programação Local em Saúde - PPLS, foi elaborado por Carmem Teixeira - 1993 Experiências no nível local tem-se mostrado extremamente rica no sentido de incorporar os métodos, as técnicas e o ferramental oriundos do planejamento, da epidemiologia e das demais ciências sociais. É essencial que programação local em saúde aproxime-se cada vez mais da condições de saúde como um todo, refletindo os seus determinantes e condicionantes, e não apenas danos e agravos já instalados.

  15. Pressupostos básicos que direcionem a atuação da gestão do sistema local: a) Inseparabilidade entre o modo de planejar, o instrumento de programar e a forma de gerenciar; b) redefinição permanente das ações e metas propostas; c) utilização de métodos de avaliação e de acompanhamento; d) e a busca constante da viabilidade técnica e política.

  16. “O aperfeiçoamento do processo de planejamento e gestão do sistema em todos os níveis demanda, portanto, o acesso a informações de natureza técnico-científica e político-institucional que contribuam para a incorporação de conhecimentos e tecnologias de formulação, implementação e avaliação de políticas, planos, programas, projetos, destinados a intervir sobre o estado de saúde da população e sobre o próprio sistema de serviços de saúde.” (Teixeira, C. e Vilasboas, A. L.)

  17. R A C I O N A L I Z A Ç Ã O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA MÚLTIPLOS TRABALHADORES MÚLTIPLAS INSTITUIÇÕES COLETIVO

  18. Programação Operativa Consiste na organização lógica e temporal das atividades a serem desenvolvidas, com a definição dos responsáveis, recursos envolvidos e prazos de execução. PROBLEMA PRIORIZADO ATIVIDADES ATIVIDADES MÓDULO OPERACIONAL ATIVIDADES OBJETIVO PRETENDIDO

  19. Sistematização da Programação Objetivo Geral Objetivos específico Metas Atividades Responsável / Participante Recursos Necessários Prazo Indicadores de avaliação È realizado através de uma matriz, onde se reproduz os objetivos para cada problema detalhando a operacionalização das ações.

  20. Elementos da Matriz Objetivo - Intenções e os resultados esperados do projeto ou programa orientando o seu desenvolvimento. Exemplo: Diminuir o número de casos novos de DST e HIV no município de Vitória da Conquista. Metas - Estabelecem os efeitos esperados em um tempo determinado. Devem ser específicas, mensuráveis, apropriadas, realistas e temporais. Exemplo: Reduzir em um ano 50% o número de casos novos de DST e HIV no município.

  21. Atividades -Procedimentos do projeto ou programa que são direcionados à obtenção dos resultados desejados. Exemplo: Realizar campanhas de prevenção com distribuição de preservativos. Responsáveis/ Participantes– dirigentes e ou grupos de trabalho que conduzirão e executarão as atividades. Recursos ou Insumos- Recursos usados no projeto ou programa, inclui recursos financeiros, humanos ou materiais. Exemplo: Profissionais do serviço, preservativos.

  22. Prazo –tempo proposto para execução da atividade; Indicadores -são medidas quantitativas que permitem monitorar o desempenho das ações realizadas. Os indicadores podem ser: De resultado permitem verificar os efeitos imediatos das estratégias de prevenção e assistência prestadas. De produto permitem verificar os efeitos imediatos da utilização dos insumos nas estratégias de prevenção e assistência prestadas. De impacto permitem verificar os efeitos de longo prazo acumulados das ações.

  23. Execução, Acompanhamento e Avaliação da programação Monitorar significa coletar rotineiramente informações sobre o trabalho desenvolvido, acompanhando os custos e o resultados das atividades. O monitoramento provê informações que podem ser utilizadas para avaliação do trabalho. Avaliar significa realizar uma coleta rigorosa de informações sobre as atividades, as características e os resultados do trabalho desenvolvido, determinando seu mérito ou valor. Por meio da avaliação é possível aprimorar cada vez mais o trabalho.

  24. O que deve ser avaliado após a execução da programação? Eficácia – O trabalho do grupo atingiu seus objetivos e metas? Eficiência – As estratégias e procedimentos utilizados para atingir os objetivos e as metas foram adequados? Impacto – Quais foram os efeitos do trabalho sobre o contexto social, ou seja, os efeitos de longo alcance do trabalho?

  25. Acompanhamento e avaliação Deve ser realizado através de um conjunto de mecanismos de controle: Controle administrativo: procedimentos burocráticos obedecendo as leis e normas vigentes. Controle gerencial: alcance da eficiência alocativa(custo beneficio) e da efetividade (uso das tecnologia = bons resultados) Controle qualidade: eficácia técnica e qualidade na execução das ações Controle social: participação dos colegiados, é a aferição da satisfação dos usuários(população)