slide1 n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
Atenção psicossocial e apoio matricial em saúde mental: conceitos e noções para a organização do processo de trab PowerPoint Presentation
Download Presentation
Atenção psicossocial e apoio matricial em saúde mental: conceitos e noções para a organização do processo de trab

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 40

Atenção psicossocial e apoio matricial em saúde mental: conceitos e noções para a organização do processo de trab - PowerPoint PPT Presentation


  • 302 Views
  • Uploaded on

Atenção psicossocial e apoio matricial em saúde mental: conceitos e noções para a organização do processo de trabalho. Especialização em Saúde Mental com ênfase na atenção básica Mônica Lima (colaboração). Articulação entre a saúde mental e a atenção básica: princípios fundamentais.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'Atenção psicossocial e apoio matricial em saúde mental: conceitos e noções para a organização do processo de trab' - lark


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
slide1

Atenção psicossocial e apoio matricial em saúde mental: conceitos e noções para a organização do processo de trabalho

Especialização em Saúde Mental com ênfase na atenção básica

Mônica Lima (colaboração)

articula o entre a sa de mental e a aten o b sica princ pios fundamentais
Articulação entre a saúde mental e a atenção básica: princípios fundamentais
  • Noção de território
  • Organização da atenção à saúde mental em rede;
  • Intersetorialidade;
  • Reabilitação psicossocial;
  • multiprofissionalidade/interdisciplinaridade;
  • Desinstitucionalização;
  • Promoção da cidadania dos usuários;
  • Construção da autonomia possível de usuários e familiares.
diretrizes para o apoio matricial
Diretrizes para o apoio matricial...
  • As ações de saúde mental na atenção básica devem obedecer ao modelo de redes de cuidado, de base territorial e atuação transversal com outras políticas específicas e que busquem o estabelecimento de vínculos e acolhimento;
  • A responsabilização compartilhada dos casos exclui a lógica do encaminhamento, pois visa aumentar a capacidade resolutiva de problemas de saúde pela equipe local
matri cial
Matri - cial
  • Matri (lat matre) – encerra idéia de mãe: matriarca.
  • Matriz (lat matrice) – lugar onde alguma coisa se gera ou cria; aquilo que gera. Dir – estabelecimento principal, que centraliza a administração dos negócios... Subordinando-se-lhe as filiais.
  • Matricídio – (lat matricidiu) ato de quem mata sua própria mãe.
aten o psicossocial
ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

COMPLEMENTARIEDADE

INSERÇAO

APOIO

REABILITAÇÃO

INTEGRALIDADE

CIDADANIA

CLINICA AMPLIADA

MODO DE ENTENDER

E FAZER

COMPLEXIDADE

AUTONOMIA

CUIDADO

RESPEITO

DIREITOS

CONTRATUALIDADE

ATENÇÃO

desinstitucionaliza o a experi ncia de trieste it lia rotelli et al 2001 p 18
Desinstitucionalização: a experiência de Trieste - Itália (ROTELLI, et. al., 2001, p. 18)
  • “Processo social complexo que tende:
  • a mobilizar como atores os sujeitos sociais envolvidos,
  • a transformar as relações de poder entre os pacientes e as instituições,
  • a produzir estruturas de Saúde Mental que substituam inteiramente a internação no Hospital Psiquiátrico:
  • e que nascem da desmontagem e reconversão dos recursos materiais e humanos que estavam ali depositados”.
desinstitucionalizar o paradigma rotelli et al 2001 p 29
Desinstitucionalizar o paradigma(ROTELLI, et. al., 2001, p. 29)
  • “Desinstitucionalizar é um trabalho prático de transformação que, a começar pelo manicômio, desmonta a solução institucional existente para desmontar (e remontar o problema)...
  • Concretamente se transformam os modos nos quais as pessoas são tratadas (ou não tratadas) para transformar o seu sofrimento, porque a terapia não é mais entendida como perseguição da solução-cura, mas como um conjunto complexo, e também cotidiano e elementar, de estratégias indiretas e mediatas que enfrentam o problema em questão através de um percurso crítico sobre modos de ser do próprio tratamento”.
desinstitucionalizar o paradigma rotelli et al 2001 p 45
Desinstitucionalizar o paradigma(ROTELLI, et. al., 2001, p. 45)
  • Investir recursos nas pessoas (operadores em saúde mental), mais do que nas instituições;
  • A profissionalidade se explica mais em relação à “capacidade de escolher, utilizar e combinar uma ampla variedade de modalidades e de recursos de intervenção”:
  • A centralidade no trabalho em equipe;
  • A auto-avaliação (no interior do trabalho cooperativo)
  • A formação (ancorado no trabalho operativo nos centros)
  • O “case management”
vertentes no campo te rico pr tico da reforma psiqui trica
Vertentes no campo teórico-prático da reforma psiquiátrica
  • a desinstitucionalização,
  • a clínica institucional e
  • a reabilitação psicossocial
  • (TENÓRIO, 2001).
vertentes no campo te rico pr tico da reforma psiqui trica1
Vertentes no campo teórico-prático da reforma psiquiátrica
  • 1- enfatiza a dimensão política e social da transformação almejada frente ao lidar e ao compreender a loucura. Propõe a “superação da clínica”.
  • 2 - influenciada pela psicoterapia institucional francesa, que afirma positivamente a clínica, (“clínica institucional”).
vertentes no campo te rico pr tico da reforma psiqui trica2
Vertentes no campo teórico-prático da reforma psiquiátrica
  • reabilitação psicossocial, tem caráter pedagógico, de educação para a vida social, buscando-se a competência social do louco
vertentes no campo te rico pr tico da reforma psiqui trica3
Vertentes no campo teórico-prático da reforma psiquiátrica
  • O autor também adota a expressão “campo da atenção psicossocial” para designar as transformações mais gerais que ocorrem no setor psiquiátrico, a partir do movimento da reforma psiquiátrica que propõe um novo paradigma de cuidados em saúde mental.
  • Entende que “atenção psicossocial não é exclusivamente nem reabilitação, nem clínica institucional, mas o conjunto de dispositivos e instituições que fazem com que o cuidado em saúde mental tenha uma incidência efetiva no cotidiano das pessoas assistidas” (TENÓRIO, 2001, p. 55).
aten o psicossocial e a cl nica
Atenção Psicossocial e a clínica
  • atenção psicossocial e clínica do sujeito não são a mesma coisa. Mas uma pode tornar a outra possível – desde que a primeira evite dois riscos: impor ao psicótico ideais de funcionamento que nossos e aos quais ele muitas vezes não pode corresponder, e o de acreditar que o bem estar psicossocial torna menos relevante o trabalho subjetivo na palavra;
  • e que a segunda (clínica do sujeito) reconheça os limites de qualquer prática ligada à palavra e a necessidade, em certos casos prioridade, na psicose grave, de uma ajuda concreta e cotidiana ao viver (TENÓRIO, 2001a, p. 87)
preconceito tecnol gico
Preconceito tecnológico
  • cristalização dos papéis profissionais impeditivos à renovação do cuidado em saúde mental;
  • preconceito tecnológico enfatiza uma certa maneira de se realizar práticas, que cada profissional adota a partir de um repertório comportamental modelado por sua profissão, sem se preocupar com o sujeito que está sob os seus cuidados, muitas vezes blindado em um não tratar tudo o que se fizer fora deste repertório. Goldberg (2001)
tecnologias de cuidado merhy 1999 1997
Tecnologias de cuidado(MERHY, 1999; 1997).
  • Tecnologias duras reflete o conjunto das intervenções assistenciais que contam com instrumentos específicos (a exemplo, no caso da saúde mental, das tomografias, ressonâncias magnéticas, contenção química, testes psicológicos, etc.)
  • Tecnologias leve-dura, alicerçada pelo vários saberes profissionais estruturados (clínicas psiquiátrica, psicológica, da enfermagem, do serviço social, etc), é assim denominada por ser:
  • [...] leve ao ser um saber que as pessoas adquiriram e está inscrito na sua forma de pensar os casos de saúde e na maneira de organizar uma atuação sobre eles, mas é dura na medida que é um saber-fazer bem estruturado, bem organizado, bem protocolado, normalizável e normalizado (MERHY, 1999).
tecnologias de cuidado merhy 1999 19971
Tecnologias de cuidado(MERHY, 1999; 1997).
  • Tecnologia leve se remete ao processo de relações inerente a qualquer encontro entre usuário e profissional, pelo seu caráter relacional, que anuncia certa forma de agir entre os sujeitos, implicados com a produção de saúde (MERHY, 1997).
  • Sobressaem as tecnologias leves quando se “opera um jogo de expectativas e produções, criando-se intersubjetivamente alguns momentos interessantes como momentos de falas, escutas e interpretações” (MERHY, 1999).
poder contratual
Poder contratual
  • “no universo social, as relações de trocas são realizadas a partir de um valor previamente atribuído para cada um indivíduo dentro do campo social, como pré-condição para qualquer processo de intercâmbio” (Tykanori, 2001, p.55)
  • Qual é o valor de alguém com transtorno mental?
poder contratual1
Poder contratual
  • as ações terapêuticas, do ponto de vista do “poder contratual” de cada sujeito, visam redimensionar a troca de bens, a troca de mensagens e a troca de afetos
poder contratual2
Poder contratual
  • “ações práticas que modifiquem as condições de vida, de modo que a subjetividade do usuário possa enriquecer-se, assim como, para que as abordagens terapêuticas específicas possam contextualizar-se” (TYKANORI, 2001, p. 57).
autonomia
Autonomia
  • “capacidade de um indivíduo gerar normas, ordens para a sua vida, conforme as diversas situações que enfrente” e de uma das suas observações de que “dependentes fomos todos nós […] a dependência restrita/restritiva é que diminui a autonomia do usuário” (TYKANORY, 2001, p. 57).
  • não deve ser confundida nem com independência nem com auto-suficiência.
cl nica e reabilita o
Clínica e reabilitação
  • Não havendo clareza do papel e importância da clínica dentro da perspectiva da reabilitação psicossocial, todas as intervenções aí desenvolvidas serem tomadas como clínica, o que, de acordo com Bezerra-Júnior (2001), diluiria suas particularidades e sua riqueza heurística.
slide23

PARADIGMA DA EXPLICAÇÃO (EX-PLICAR; DES-ENROLAR; EX-TERNALIZAR)

ANÁLISE – CIÊNCIA = OBSERVAÇÃO/EXPERIMENTAÇÃO

DISCIPLINA

RIGOR NA ATUAÇÃO, UM CERTO ASCETISMO, UMA CONTINUIDADE OU PERSERVERANÇA NO ENFRENTAMENTO DE PROBLEMAS.

DISCIPULI = SEGUIDORES DE UM MESTRE

DISCIPLINA = MATÉRIA ENSINADA, RAMO PARTICULAR DO CONHECIMENTO = CIÊNCIA.

DISCIPLINA ≡ A PRINCÍPIOS, REGRAS E METODOS CARACTERÍSTICOS DE UMA CIÊNCIA EM PARTICULAR.

MÉTODOS

DISCIPLINAS

PRINCÍPIO DA PARCIMONIA

SIMPLIFICAÇÃO REDUCIONISTA

OBJETOS SIMPLES

“DEMONSTRAÇÃO”

DISSOLUÇÃO, DECOMPOSIÇÃO, DESTRUIÇÃO.

DISCIPLINADO

CIÊNCIA E TÉCNICA

RELAÇÃO SIMBIÓTICA

SÁBIO-ARTISTA-CIENTISTA

IMPLANTAÇÃO DE UMACIÊNCIA INSTITUCIONAL BASEADA NAFRAGMENTAÇÃODO OBJETOE

NUMA CRESCENTEESPECIALIZAÇÃO DO SUJEITO CIENTÍFICO.

CAMPOS CIENTÍFICOS – ESPECIALISTAS – ESPECIALIDADES – DISCIPLINARIDADES

SÉC. XVIII – XIX

slide24

PARADIGMA DA ELUCIDAÇÃO (BUSCA DE INTEGRAÇÃO TOTALIZADORA)

“AQUELES QUE NÃO SE SUBORDINAM A NENHUMA APROXIMAÇÃO MERAMENTE EXPLICATIVA, E QUE NEM POR ISSO MERECERIAM SER EXCLUÍDOS DO CAMPO DE VISÃO DA CIÊNCIA JUSTAMENTE POR SEREM... INDISCIPLINADOS”

SÍNTESE– REUNIR, COMPOR, JUNTAR.

OBJETOS COMPLEXOS

“ELUCIDAR SIGNIFICA ABORDAR AS ESPECIFICIDADES E OS ENIGMAS DOS EVENTOS, PROCESSOS, FENÔMENOS, NATUREZA, NA HISTÓRIA E NA SOCIEDADE, ENQUANTO UMA SÍNTESE PROVISÓRIA DE MÚLTIPLAS DETERMINAÇÕES”

APAGAMENO DE FRONTEIRAS / ABERTURA DE FRONTEIRAS

RECURSO À POLISSEMIA RESULTANTE DO CRUZAMENTO DE DISTINTOS DISCURSOS DISCIPLINARES:

MULTI; PLURI; META; INTER; TRANS... DISCIPLINARIDADE.

“CIÊNCIA SE CONFIGURA CADA VEZ MAIS COMO UMA PRÁTICA DE CONSTRUÇÃO DE MODELOS, DE FORMULAÇÃO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS NUM MUNDO DE CONSTANTE MUTAÇÃO”

sa de objeto complexo setor sa de
Saúde Objeto Complexo ≠ Setor Saúde
  • objetos complexos: “aqueles que não se subordinam a nenhuma aproximação meramente explicativa, e que nem por isso mereceriam ser excluídos do campo de visão da ciência justamente por serem... indisciplinados” (Almeida-Filho, 1997, p. 10 )
  • “o objeto complexo é multifacetado, alvo de diversas miradas, fonte de múltiplos discursos, extravasando os recortes disciplinares da ciência” (Almeida-Filho, 1997, p.11).
transdisciplinaridade almeida filho 1999
TRANSDISCIPLINARIDADE (Almeida Filho, 1999)
  • Oc = OBJETOS COMPLEXOS
  • X; Y; V; Z = CAMPOS DE
  • CONHECIMENTO
  • a; b; c; d = SUJEITOS ANFÍBIOS
  • e; f; g; h = ESPECIALISTAS
operadores transdisciplinares da ci ncia e da sa de mental
Operadores transdisciplinares da ciência e da saúde mental

Profissionais e pesquisadores, “operadores transdisciplinares da ciência”, que transitam, durante a sua formação e experiência de trabalho, em áreas diversas de conhecimento, desenvolvendo uma sensibilidade privilegiada para a articulação de saberes e manejo da complexidade dos fenômenos (Oc).

slide28

Sujeitos Anfíbios (Almeida-Filho, 1997)Beija-flores (Jairnilson Paim, menção oral )

A formação desses agentes será essencialmente “anfíbia”, com etapas sucessivas de treinamento-socialização-endoculturação em distintos campos científicos. Esta “metáfora biológica” [...] é atraente para ilustrar a questão, pois os anfíbios são animais que passam parte da vida em meio biológico e parte em outro meio ambiente e que, por isso mesmo, possuem uma enorme capacidade adaptação. Não se trata obviamente de ecletismo ou hibridação, na medida em que (para continuar com metáforas biológicas) conhecemos largamente a infertilidade dos híbridos (Almeida-Filho, 1997, p. 19).

o case management rotelli et al 2001 p 46 47
O “case management”(ROTELLI, et. al., 2001, p. 46-47)
  • Valoriza a dimensão afetiva;
  • Busca-se instrumentos para contextualizar a relação médico-paciente;
  • Esforço para garantir a presença de “figuras não profissionais” nos serviços;
  • Maior flexibilidade nas regras de funcionamento dos serviços, discussões abertas;
  • Os espaços devem ser abertos ao bairro e “atravessados” pelas pessoas;
  • Reforça a relação com o território, e não com o hospital;
  • Não há separação entre pacientes agudos e crônicos.
perspectiva da aten o psicossocial
Perspectiva da atenção psicossocial…
  • “a crítica ao asilo deixa de visar seu aperfeiçoamento ou humanização, vindo a incidir sobre os próprios pressupostos da psiquiatria, a condenação de seus efeitos de normatização e controle” (TENÓRIO, 2002, p. 27)
  • Toma a “cidadania como valor fundante e organizador” da reforma, vista como um “campo heterogêneo que abarca a clínica, a política, o social, o cultural e as relações com o jurídico” (TENÓRIO, 2002, p. 28)
conceito correlato
Conceito correlato?
  • REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL: “uma abordagem ética do problema saúde mental [...] que implica numa mudança total de toda a política dos serviços de saúde mental” (SARACENO, 2000: 14).
  • Além disso, a possibilidade de exercício da cidadania, considerando a capacidade de contratualidade dos sujeitos nos cenários da casa, do trabalho e da rede social (SARACENO, 2000).
reabilita o psicossocial
Reabilitação psicossocial
  • Espaços, atividades, experimentos que propiciem maior capacidade de produzir valor social nos três cenários: na casa, no trabalho e na rede social;
  • Esta construção passa por, não termina em (fazer artes plásticas; teatro; pintar; fazer terapia)
  • Destruir a cronicidade;
  • Aumentar a capacidade do paciente na comunidade;
  • Evitar que os serviços virem espaço de entreterimento (manter dentro)
slide33
TERRITORIALIDADE (PITTA, 2001, p. 278)
  • “espaço-suporte, que delimita a área de atuação de uma equipe, um serviço, um programa, cumprindo a missão de materializar uma acolhida, um vínculo”
  • “espaço-humano”, mais subjetivo e fenomenológico, “com todas as suas expansões de referência, signos e significados [...] rede de iniciativas múltiplas agenciam cuidados e inclusão social”
integralidade da sa de rubem matos roseny pinheiro
Integralidade da Saúde(Rubem Matos; Roseny Pinheiro)
  • Versão teórico-prático-política de Atenção Integral
  • Imagem-Objetivo
  • Atitude a ser desenvolvida na formação (que deve ser permanente)
    • No contato com os usuários/cidadãos
    • Na organização dos processos de trabalho
  • Atitude que recusa:
  • o reducionismo do processo saúde-doença-cuidado;
  • a objetivação dos sujeitos;
  • Propõe a abertura para o diálogo.
manejo das crises pesquisa nisam isc
Manejo das Crises (Pesquisa NISAM/ISC)
  • Significados da crise:
    • a) Significados que se direcionam a descrição de um estado apresentado pelo usuário.
    • b) Significados que remetem às conseqüências decorrentes do seu estado de alteração para ela e para os outros.

[Não há muita diferença nas concepções de profissionais e familiares].

  • A confluência de critérios clínicos e sociais (JUCÁ, 2003).
manejo das crises pesquisa nisam isc1
Manejo das Crises (Pesquisa NISAM/ISC)
  • Estratégias de manejo da crise:
    • a) Acolhimento diurno e noturno;
    • b) Observação continuada;
    • c) Atenção domiciliar (visita domiciliares);
    • d) Responsabilização pelo cuidado medicamentoso;
    • e) Garantia da prescrição;
    • e) Negociação com os familiares para que o internamento seja o último recurso utilizado;
    • f) Elaboração de cartilha de orientação sobre como lidar com a crise de pessoas com transtornos para profissionais não especializados em saúde mental e para familiares.
manejo das crises pesquisa nisam isc2
Manejo das Crises (Pesquisa NISAM/ISC)
  • Não contar com outros dispositivos de suporte à crise, fragiliza o processo de efetivação da reforma.

Reforço do modelo encarnado

pelo hospital psiquiátrico.

(DELL’ ACQUA; MEZZINA, 1991)

tecnologias e intensifica o do cuidado
Tecnologias e intensificação do cuidado.
  • Recepcionar e acolher a pessoa em crise remete à noção de tecnologia como investimento humano que requer intensificação de cuidado, cuja finalidade é:
  • [...] promover um intenso investimento humano, cuidado como investimento humano, em prol das necessidades do sujeito que está em crise ou deste sujeito psicótico no mundo, e ver o que a gente pode fazer, através deste investimento, para produzir uma mudança em sua qualidade de vida, em sua posição no mundo, em sua liberdade (OLIVEIRA; MOTA, 2007).
lidar com a crise em modelos substitutivos
Lidar com a Crise em modelos substitutivos
  • “lidar com a crise, não se trata de um lugar, de uma instituição, mas de uma atitude clínica compatível com as exigências de quem vai substituir o hospital psiquiátrico” (Oliveira (2007, p. 16);
  • É preciso considera o que tudo isso pode significar para mudança dos modos de cuidados em saúde mental vigentes.
slide40
PITTA, A. Tecendo uma teia de cuidados em saúde mental. VENÂNCIO, A; CAVALCANTI, M (org.). Saúde Mental: campo, saberes e discursos. Rio de Janeiro: Edições IPUB/ CUCA, 2001.
  • TENÓRIO, F. A reforma psiquiátrica brasileira, da década de 1980 aos dias atuais: história e conceitos. História, Ciências, Saúde. Rio de Janeiro: v. 9(1): 25-59, jan-abr., 2002).
  • SARACENO, B. Reabilitação psicossocial: uma estratégia para a passagem do milênio. In: PITTA, A (org). Reabilitação Psicossocial no Brasil. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2001a.
  • SARACENO, B. Reabilitação psicossocial: uma prática à espera de teoria. In: PITTA, A (org). Reabilitação Psicossocial no Brasil. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2001b.
  • ROTELLI, F; LEONARDIS, O.; MAURI, D. Desinstitucionalização. 2 ed. Saõ Paulo: Hucitec, 2001.