Aula 1 – - PowerPoint PPT Presentation

slide1 n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
Aula 1 – PowerPoint Presentation
play fullscreen
1 / 96
Aula 1 –
175 Views
Download Presentation
ciara
Download Presentation

Aula 1 –

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript

  1. PLANEJAMENTO PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Aula 1 – António Albano Baptista Moreira

  2. Aula4 – 19/02/2014 OBJETIVOS • Planejamento, conceitos • Programação • Controle

  3. Material de apoio • Cópias de apostilas, indicação de capítulos de livros, sites, etc. • Uso do site, http://antonioabmoreira.pbworks.com • Login e senha • Como usar

  4. Ao final o que levaremos ? PPCP PLANEJAMENTO CONTROLE

  5. De que se trata ... • Conceitos de planejamento, programação e controle; • Tarefas do planejamento e do controle; • Programação empurrada e puxada.

  6. Competências

  7. Competências

  8. Apoio bibliográfico

  9. Apoio bibliográfico

  10. Apoio bibliográfico - Livros de trabalho

  11. Nossos encontros

  12. JOGO DE EMPRESAS

  13. Material adicional • Livros digitalizados

  14. Na internet ... • Links de páginas, blogs, etc

  15. 1. Fechamento atividade

  16. Revisar a atividade • Processo – etapas, tarefas • Matéria prima/Componentes • Ferramentas • Materiais indiretos • Estrutura de do produto • Folha de processo/Ordem de produção • Capacidade de produção

  17. O que responder • Conceitos de planejamento, programação e controle? • Tarefas do planejamento e do controle?

  18. Vamos ao conteúdo Planejamento Programação

  19. 2. Jogo Entrega dos relatórios até Formato TGP_Equipe_xx.doc TGP_Equipe_xx.xls

  20. 3. Conceitos teóricos

  21. Capacidade de produção • Chamamos de capacidade à quantidade máxima de produtos e serviços que podem ser produzidos numa unidade produtiva, num dado intervalo de tempo. Por unidade produtiva entendemos tanto uma fábrica, como um departamento, um armazém, uma loja, um posto de atendimento médico, uma simples máquina ou posto de trabalho, etc • Fatores determinantes da capacidade das diferentes unidades produtivas, esta seção se focará nos seguintes: • (1) instalações; (2) composição de produtos ou serviços; (3) projeto do processo; (4) fatores humanos; (5) fatores operacionais; e (6) fatores externos.

  22. Determinação da capacidade • Instalações - O tamanho da unidade produtiva é obviamente importante. Sempre que possível, ao projetar a unidade, tenta se deixar um espaço vago para futuras expansões. Dadas às dimensões gerais das instalações, o arranjo físico do local ou dos locais de trabalho pode restringir a capacidade ou favorecê-la (um bom arranjo pode muitas vezes resolver um problema imediato de capacidade). Certos fatores como aquecimento, iluminação, e ruído também exercem influência positiva ou negativa, dependendo de como atuam sobre os funcionários, de forma apropriada ou não.

  23. Determinação da capacidade • Composição dos produtos - Em geral, a diversidade reduz a capacidade. Produtos uniformes (relativamente padronizados) dão oportunidade para padronização de métodos e materiais, reduzindo tempos de operação e aumentando a capacidade. Produtos diferentes podem exigir, e geralmente o fazem, constantes preparações das máquinas quando se passa de um produto a outro. Tais preparações, evidentemente, deixam as máquinas paradas por algum tempo e assim reduzem sua capacidade (este efeito pode ser substancial, dependendo dos tempos de preparação e da quantidade de diferentes produtos). Esse é um dos principais motivos que levam os técnicos a buscar sempre diminuir o tempo de preparação das máquinas: minimizar a redução da capacidade produtiva.

  24. Determinação da capacidade • Projeto do processo - Os processos de produção, em teoria, variam desde aqueles totalmente manuais até os totalmente automatizados (é claro que na prática existem graus de intermediários de automação). • Fatores humanos - Dada uma certa quantidade e composição de recursos técnicos, o quadro e a habilidade dos funcionários podem aumentar a capacidade da unidade produtiva. • Operacionais - Dada uma certa quantidade e composição de recursos técnicos, o quadro e a habilidade dos funcionários podem aumentar a capacidade da unidade produtiva. • Externos – Legislação, fornecedores, clientes.

  25. MEDIDAS DA CAPACIDADE • Produção ou Insumos

  26. Planejamento e controle de capacidade • Planejamento e controle da capacidade é a tarefa de determinar a capacidade efetiva da operação produtiva de forma que ela possa responder à demanda. Isto normalmente significa decidir como a operação deve reagir às flutuações da demanda. Como dito anteriormente, a demanda pode variar tanto no longo prazo (devido às condições gerais do negócio) quanto no curto prazo (devido aos diferentes fatores sazonais): • Estratégias de longo prazo • Estratégias de curto e médio prazo

  27. Planejamento e Controle da Produção Administração da Produção e Operações João Gustavo Ritter

  28. Introdução • À semelhança dos seres vivos, pode-se dizer que as empresas são organismos com vida própria, em constante transformação, sujeitos as leis do mercado. • Quanto mais livre e dinâmico este mercado for, mais forte e resistente estas empresas serão, pois terão que conviver diariamente com oportunidades e ameaças ao seu desempenho produtivo. • Nos EUA a vida média de empresas de capital aberto é de 45 anos, e a das empresas familiares é de 24 anos. • Das 500 maiores empresas que operavam no Brasil em 1973, apenas 223 empresas (44,6%) sobreviveram até o ano de 1992. Das que sobreviveram, apenas 95 delas (19%) melhoraram de posição. Os Sistemas de Produção

  29. Introdução • O que levou estas empresas a desaparecerem? • Uma parte desta resposta pode estar associada à fatores externos a empresa; • Porém, um outro lado está relacionado a como as empresas administram seus recursos financeiros, tecnológicos e de gestão para fazer frente as ameaças do mercado. • Um ponto importante desta discussão está ligada à administração, ou não, dos preços dos produtos ofertados ao mercado: • Preço = Custo + Lucro (economias fechadas) • Lucro = Preço - Custo (globalização) Os Sistemas de Produção

  30. Introdução • Dentro desta nova ótica de concorrência é importante notar duas mudanças radicais ocorridas no comportamento do mercado brasileiro: • A redução das margens de lucro. • Dados levantados pelo BNDES de 1990 a 1995, identificaram que dos 38 setores mais importantes da economia nacional, 29 deles apresentaram reduções nas suas margens de lucro neste período, que coincide com a abertura da economia brasileira. Além disto, nos setores onde esta competição foi maior (eletroeletrônico, têxtil, vidro, motores e autopeças) as margens caíram de 30% a 50%. • As fusões estratégicas entre empresas. • Em 1996 ocorreram 329 fusões e aquisições entre empresas no Brasil. Os Sistemas de Produção

  31. Introdução • A perda do poder de competitividade das empresas nacionais deve-se em grande parte a obsolescência das práticas gerenciais e tecnológicas aplicadas aos seus sistemas produtivos, tendo sua origem atribuída a cinco pontos básicos, quais sejam: • deficiência nas medidas de desempenho; • negligência com considerações tecnológicas; • especialização excessiva das funções de produção sem a devida integração; • perda de foco dos negócios; • resistência e demora em assumir novas posturas produtivas. Os Sistemas de Produção

  32. Introdução Tabela 1.1 Indicadores de desempenho da indústria (fonte: MOURA 1996). Os Sistemas de Produção

  33. Planejamento Estratégico e Estratégia Produtiva • O planejamento estratégico busca maximizar os resultados das operações e minimizar os riscos nas tomadas de decisões das empresas. • O impacto de suas decisões são de longo prazo e afetam a natureza e as características das empresas no sentido de garantir o atendimento de sua missão. • Para efetuar um planejamento estratégico, a empresa deve entender os limites de suas forças e habilidades no relacionamento com o meio ambiente, de maneira a criar vantagens competitivas em relação à concorrência, aproveitando-se de todas as situações que lhe trouxerem ganhos. Os Sistemas de Produção

  34. Planejamento Estratégico e Estratégia Produtiva Figura 1.1 Visão geral do Planejamento Estratégico. Os Sistemas de Produção

  35. Planejamento Estratégico e Estratégia Produtiva Figura 1.2 Definição de uma estratégia produtiva. Os Sistemas de Produção

  36. Critérios Estratégicos da Produção • Devem refletir as necessidades dos clientes que se buscam atingir para um determinado produto de maneira a mantê-los fieis à empresa. Tabela 1.2 Descrição dos critérios de desempenho Os Sistemas de Produção

  37. Critérios Estratégicos da Produção • Como todo sistema de produção possui uma atuação de desempenho limitada pelas forças estruturais que emprega, há necessidade de se priorizar e quantificar o grau de intensidade que se buscará atingir em cada um dos critérios de desempenho citados. • Em sistemas de produção convencionais trabalha-se com a curva de troca (trade offs), ou seja, para aumentar o desempenho de um critério, perde-se em outro; • Atualmente porém, com os modernos conceitos de produtividade associados à filosofia JIT/TQC, parece ser mais coerente tratar a questão de priorização dos critérios dentro da ótica de quais são qualificadores e quais são ganhadores de pedidos. Os Sistemas de Produção

  38. Áreas de Decisão na Produção Tabela 1.3 Descrição das áreas de decisão Os Sistemas de Produção

  39. Áreas de Decisão na Produção Figura 1.4 A dinâmica da estratégia de produção. Os Sistemas de Produção

  40. A Filosofia JIT/TQC Tabela 1.4 Conceitos e técnicas da filosofia JIT/TQC. Os Sistemas de Produção

  41. Satisfazer as Necessidades dos Clientes • Significa entender e responder aos anseios dos clientes, fornecendo produtos de qualidade no momento em que for solicitado. • Entenda-se como clientes, tanto os participantes da cadeia produtiva interna como os da cadeia externa à empresa. • Existem várias maneiras de melhorar o relacionamento com os clientes, pode-se citar algumas: • Reduzir os custos internos dos clientes; • Produzir pequenos lotes com qualidade; • Ser flexível; • Reduzir os estoques do cliente; • Projetar em conjunto com o cliente. Os Sistemas de Produção

  42. Eliminar Desperdícios • Significa analisar todas as atividades realizadas no sistema de produção e eliminar aquelas que não agregam valor ao produto. • Identificar o que acrescenta valor para o cliente do produto (informações úteis para melhorar o projeto e produção dos bens/serviços), e em seguida o que não acrescenta valor. • Desperdício de superprodução; • Desperdício de espera; • Desperdício de movimentação e transporte; • Desperdício da função processamento; • Desperdício de estoques; • Desperdícios de movimentos improdutivos; • Desperdícios de produtos defeituosos. Os Sistemas de Produção

  43. Melhorar Continuamente (Kaizen) • Significa que nenhum dia deve se passar sem que a empresa melhore sua posição competitiva. Todos dentro da empresa são responsáveis por isto, e devem trabalhar neste sentido. • Desta forma um problema, ou um erro, acontecido dentro do sistema deve ser visto como uma oportunidade de melhoramento. • É importante, sob a ótica do melhoramento contínuo, estabelecer metas bastante otimistas, mesmo que inatingíveis, como forma de direcionar o incremento de produtividade. • Zero de defeitos; Zero de estoques; Zero de movimentações; Zero de leadtime; Zero de tempos de setups; Lotes unitários. Os Sistemas de Produção

  44. Envolver Totalmente as Pessoas • Praticamente todos os aspectos relacionados à filosofia JIT/TQC requerem um envolvimento total das pessoas. • Mudanças de atitude a nível humano são solicitadas por toda a empresa, principalmente nos níveis gerenciais. • A gerência deve travar um compromisso pela participação das pessoas, desenvolvendo treinamentos contínuos em atividades de equipes de trabalho, com o devido aporte financeiro. • É importante deixar claro que as pessoas, e não a tecnologia, são a prioridade número um da empresa. Os Sistemas de Produção

  45. Organização e Visibilidade • A organização e a visibilidade do ambiente de trabalho é um requisito fundamental da filosofia JIT/TQC. É o início da luta contra os desperdícios e a base para a motivação das pessoas. • A organização do ambiente de trabalho passa pela reformulação dos layouts convencionais, pela definição de locais específicos para armazenagem de materiais em processo e ferramentas, e pela própria postura dos funcionários ao seguirem os padrões de higiene e segurança. • A organização leva ao benefício da visibilidade dos problemas, de forma que qualquer situação anormal seja óbvia. Os Sistemas de Produção

  46. PMP Demanda ? OF/RM OC OM PCP Almoxarifado PC/MP WIP WIP Sistema de Produção Convencional WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP WIP Almoxarifado PA ? Os Sistemas de Produção

  47. Sistema de Produção JIT Os Sistemas de Produção