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Presentation Transcript

  1. Finanças Marcos Pedro Bacen Analista

  2. Risco e retorno • A incerteza é uma variável significativa no estudo e desenvolvimento das operações financeiras. • Toda vez que uma situação de incerteza possa ser quantificada por meio de uma distribuição de proba- bilidades dos resultados previstos, diz-se que a adeci-são está sendo tomada sob uma situação de risco. • A idéia de risco está associada às probabilidades de ocorrência de determinados resultados em relação a um valor médio esperado. • O risco é representado pelo desvio padrão, já discuti-do, revelando a dispersão das variáveis em relação à média.

  3. Mercado eficiente - Características • Aquele no qual os preços refletem as informações disponíveis e apresentam grande sensibilidade a novos dados, ajustando-se rapidamente a outros ambientes. Os preços não devem ser tendenciosos. • Nenhum participante sozinho tem capacidade de influenciar os preços nas negociações. • Constituído de investidores racionais. • Informações disponíveis, gratuitas e instantâneas. • Inexistência de racionamento de capital. • Os ativos são divisíveis e negociáveis sem restrições. • Expectativas dos investidores homogêneas.

  4. Mercado eficiente • Rapidez na execução das ordens de compra e venda num ambiente organizado. • Elevado número de participantes envolvidos na negociação de ações. • Disseminação das informações das empresas, mui-tas vezes analisadas por especialistas. • Os retornos oferecidos pelos diversos investimentos devem remunerar seu risco, com visão de longo prazo. • Imperfeições: • Estimativas não homogêneas dos investidores • Nem todos os investidores são racionais • O mercado sofre influências de políticas econômicas

  5. Risco e Retorno Esperados • Na avaliação de uma empresa consideram-se os componentes de seu risco total: • Risco econômico: devido a causas de natureza conjuntu- ral, de mercado e planejamento e gestão da companhia. • Risco financeiro: relacionado com o endividamento (passivos) da empresa e sua capacidade de pagamento. • Risco sistemático ou conjuntural: é inerente ao sistema econômico como um todo. Não é diversifi-cável. • Risco não sistemático ou diversificável: aquele que pode ser total ou parcialmente diluído pela diversificação da carteira. Relacionado com as características do título.

  6. Conceito de Risco Freqüência Menor dispersão, menor risco Maior dispersão, maior risco Variável (Retorno)

  7. Curvas de Indiferença E(R) (Retorno Esperado) R1 R2 R3 R4 (Risco)

  8. Curvas de Indiferença E(R) (Retorno Esperado) E(R) (Retorno Esperado) R1 R2 R3 R1 R2 R3 (Risco) (Risco)

  9. Retorno esperado de um portfólio A teoria do portfólio trata da composição de uma carteira ótima de ativos, tendo por objetivo maximizar a utilidade do investidor pela relação risco/retorno. O retorno esperado de uma carteira composta por mais de um ativo é definido pela média ponderada do retorno de cada ativo em relação a sua participação total na carteira.

  10. Retorno esperado de um portfólio Temos uma carteira de ações X e Y, sendo os retornos esperados 20 e 40%. Se 40% da carteira está aplicado em X e 60% em Y, qual é o retorno esperado ?

  11. Retorno esperado de um portfólio E(Rp) = retorno esperado ponderado da carteira W = % da carteira aplicado na ação X 1-W = % da carteira aplicado na ação Y Rx,Ry = retorno esperado das ações X e Y E(Rp) 40% 32% 28% 20% Composição de Carteira 100% X 60% X 40% X 0% X 0% Y 40% Y 60% Y 100% Y

  12. Carteira de n ativos Rj = retorno esperado do ativo j Wj = proporção do capital total investido no ativo j n = número total de ativos que compõem a carteira

  13. Risco da Carteira de Investimentos - Risco na estrutura de uma carteira de ativos Risco Diversificável Risco Total Risco Sistemático Quantidade de Ativos

  14. Rj -Rf . . . . . . . . . . . . . = Coeficiente beta (pendente) . . . . . . . = Coeficiente alfa RM -Rf Reta Característica . . . . • Relaciona, dentro do modelo CAPM, o comporta-mento de um título (ou carteira específica de títulos) com a carteira de mercado. . Risco Diversificável Rf

  15. = beta da carteira = média ponderada dos ativos contidos na carteira = coeficiente beta (risco sistemático de cada ativo) = participação relativa de cada ativo incluído na carteira , Investimento agressivo , Investimento defensivo , Risco da ação = risco sistemático de mercado Coeficiente Beta: Risco Sistemático Se

  16. Risco na estrutura de uma carteira de ativos E(R) E(R) Anos Anos Investimento com Correlação perfeitamente negativa Investimento com Correlação perfeitamente positiva

  17. Fronteira Eficiente E(R) Retorno esperado 20% x . x . x . . . x . . . x x 36% 12% 22% Desvio padrão dos retornos

  18. Reta do Mercado de Capitais • As curvas de indiferença representam as preferências de um investidor frente a alterações na relação risco- retorno de um investimento. R1 R2 R3 E(R) Z (Reta do Mercado de Capitais) . . M Prêmio pelo risco de mercado P Rf Remuneração ativos sem risco Risco

  19. Taxa de Juro livre de risco (Rf) Prêmio pelo risco + Rj (Retorno exigido) = Rj (Retorno exigido) = Retorno Exigido e o Alfa de Jensen

  20. O Alfa de Jensen Reflete o desempenho da ação comparativamente aos seus valores esperados, eqüivalendo ao intercepto a da equação da reta de regressão. O desempenho do ativo superou as expectativas no período de regressão O desempenho do ativo foi idêntico às expectativas do período de regressão O desempenho do ativo ficou abaixo das expectativas no período de regressão

  21. Índice de Sharpe • É uma medida de avaliação da relação risco x retor-no de ampla aplicação entre os analistas. • Expressa a relação entre o prêmio pago pelo risco assumido e o risco do investimento. • Rj = retorno de uma carteira constituída por ativos de risco. • Rf= taxa de juros de ativos livres de risco. • = desvio padrão (risco) da carteira. • O índice revela o prêmio oferecido por um ativo, para cada percentual de risco assumido.

  22. Índice de Sharpe E(R) Retorno esperado Reta do Mercado de Capitais (CML) . M

  23. Rj = rentabilidade do investimento Rm = rentabilidade de mercado Rf = taxa de retorno ativos livres de risco = risco do investimento em avaliação ` = risco da carteira de mercado Índice de Modigliani Compara o desempenho do portfólio que se está avaliando com os resultados apresentados pela carteira de mercado. Prêmio pelo risco de mercado Desempenho carteira com mesmo risco da carteira de mercado

  24. Principais papéis privados negociados no MF • Ações: menor parcela do capital social de uma S.A. Têm valores negociáveis e são distribuídos aos subscritores de acordo com sua participação monetária. Podem ser emitidas com e sem valor nominal. • Ações ordinárias: direito a voto. Dividendo obrigatório fixado por lei ou o indicado nos estatutos. • Ações Preferenciais: sem direito a voto. • Preferência no recebimento dos dividendos • Preferência no reembolso do capital • Ações de Gozo ou Fruição: montante em ações, que caberia aos acionistas em caso de dissolução da companhia.

  25. Vantagens dos investidores em ações • Dividendos: parte dos resultados da empresa, pago aos acionistas em dinheiro no final de cada exercício social. • Bonificação: emissão e distribuição gratuita aos acionistas, em quantidades proporcionais ao capital, de novas ações resultantes de aumento de capital pela incorporação de reservas. • Valorização: valorização das ações no mercado. • Direito de subscrição: direito que cabe aos atuais acionistas de serem previamente consultados em todo aumento de capital.

  26. Direitos de Subscrição • É o direito de todo acionista de adquirir ações novas emitidas por uma empresa. • O valor teórico de mercado de uma ação após seu titular ter exercido seu direito de subscrição é: • PE = preço teórico de mercado • PC = preço corrente • PS = preço de subscrição • S = percentual de subscrição, por ação antiga

  27. Direitos de Subscrição • O preço do direito de subscrição (Dir) se calcula pela diferencia entre o preço corrente (PC) e o preço teórico (PE) ou pela diferencia entre o preço corrente (PC) e o preço de subscrição (PS ), conforme se indica: • Bonificação: direito do acionista de receber ações, proporcionais aos títulos possuídos, em decorrência do aumento de capital.

  28. Uma empresa emitiu 10 milhões de ações, cujo preço de mercado(Pc) é $ 1,15/ação. A assembléia autorizou um aumento de capital (S) de 25%, ou seja a subscrição de uma ação nova por cada quatro antigas. O preço das novas (Ps) ações foi definido em $ 1,07/ação. Que direitos tem um acionista possuidor de 600.000 ações e quanto deve pagar pelas ações ? Qual é o preço teórico (PE) da ação após a subscrição ? subscrição ? Qual é o preço do direito (Dir)de Direitos de Subscrição

  29. Direitos de Subscrição Direitos = 0,25 x 600.000 = 150.000 ações Preço a pagar = $ 1,07 x 150.000 = $ 160.500

  30. Direitos de Subscrição Acionista que exerceu o direito: Patrimônio antes do aumento = 600.000 x 1,15 = $690.000 Recursos para subscrição = $160.500 TOTAL = $850.500 Patrimônio após = 600.000 x 1,25 x 1,07 = $850.500 Acionista que não exerceu o direito e o vendeu: Patrimônio antes do aumento = 600.000 x 1,15 = $690.000 Patrimônio após a venda dos direitos: 600.000 x 1,134 = $ 680.400 Direitos = 600.000 x 0,25 x $0,064 = 9.600 TOTAL = $ 690.000

  31. Bonificação • O aumento do capital social por incorporação de reservas patrimoniais pode ser processado das seguintes formas: • Emissão de novas ações, chamada “bonificação em ações” • Alteração do valor nominal das ações, não havendo necessidade de emitir novos títulos • Ações sem valor nominal

  32. Bonificação Uma empresa tem $ 300.000 de capital e $ 200.000 de reservas patrimoniais. O patrimônio líquido é $ 500.000 e decide incorporar 60% das reservas ao capital social. 1. Ações com valor nominal: $1/ação Antes = 300.000 x 1 = $ 300.000 Reservas 200.000 $ 500.000 Depois = 420.000 x 1 = $ 420.000 Reservas 80.000 $ 500.000 2. Alteração no Valor nominal: 420/300 = $1,40 Capital = 300.000 x 1,40 = $ 420.000 Reservas 80.000 $ 500.000

  33. Bonificação Uma empresa tem $ 300.000 de capital e $ 200.000 de reservas patrimoniais. O patrimônio líquido é $ 500.000 e decide incorporar 60% das reservas ao capital social. 1. Ações com valor nominal: $1/ação Depois = 420.000 x 1 = $ 420.000 Reservas 80.000 $ 500.000 2. Alteração no Valor nominal: 420/300 = $1,40 Capital = 300.000 x 1,40 = $ 420.000 Reservas 80.000 $ 500.000 3. Ações sem valor nominal: Capital = 300.000 ações $ 420.000 Reserva 80.000 $ 500.000

  34. Desdobramento de ações • O Split é a emissão de novas ações em substituição das antigas, sem apresentar interferência no capital da empresa. Se usa para dar maior liquidez aos papéis. • Não deve ser confundido com bonificação em ações. • O aumento da quantidade de ações por bonificação ou desdobramento (split), não eleva o lucro, não diminui as despesas, não altera o fluxo de caixa nem sua capacidade de geração de lucros, etc.

  35. Tipos de Ordens • Ordem de mercado: não há qualquer limitação quanto ao preço da negociação, procurando o operador de bolsa executar a ordem recebida pelo melhor preço possível identificado no momento da realização do negócio. • Ordem limitada: estabelece um limite ao preço da negociação, fixando geralmente um preço mínimo para venda e um preço máximo para compra. • Ordem casada: envolve a realização obrigatória de compra e outra de venda. A execução da ordem casada somente é possível se as duas transações puderem ser realizadas.

  36. Modalidades de Operação de Ações • Operações a vista: pagamento da operação efetuado até 3 dias após o fechamento do negócio. Nesse tempo a corretora recebe os títulos e os repassa ao investi-dor. • Operações a termo: formalizadas por meio de contra-to firmado entre comprador e vendedor, estipulando a liquidação do negócio em determinada data futura a um preço prefixado. Prazos de 30, 60, 90 e 120 dias são permitidos atualmente. • Operações com opções: envolvem negociações de direitos de compra e venda de ações, a prazo e preço preestabelecidos. O comprador de uma opção, para exercer seu direito numa data futura, paga ao vendedor um prêmio. Pode negociar o prêmio no mercado.

  37. Índice de Bolsas de Valores • Mede o desempenho médio dos preços de uma suposta carteira de ações, refletindo o comportamento do mercado em determinado período. As variações são entendidas como a lucratividade. • A carteira deve ser representativa do mercado, atin-gindo % expressivo do volume transacionado (~85%) • n = número de negócios a vista realizados com a ação • N = número total negócios realizados na bolsa no período • v = montante R$ dos negócios realizados com a ação no período • V = montante de todos os negócios realizados na bolsa no período

  38. Índice de Bolsas de Valores • Ibovespa: criado em 1968, com valor inicial = 100. • Dow Jones Industrial: constituído por uma carteira fixa de 30 ações. • Standard & Poor ou S&P: amostragem mais ampla que o Dow Jones. • NYSE ou New York Stock Exchange: envolve todas as ações inscritas na Bolsa de NY. É o índice do mercado • Nikkei: mais conhecido índice acionário japonês. Constituído por mais de 200 ações. • Topix: substitui o Nikkei na bolsa de Tóquio, por ser mais abrangente e informativo. • Financial Times Index: índice mais antigo adotado na Bolsa de Valores de Londres. Calculado pela média geométrica dos preços de uma carteira composta pelas mais representativas ações do mercado.

  39. Índice de Bolsas de ValoresMetodologia de Cálculo 1o. Pregão 2o. Pregão Ação Q P PxQ1 P PxQ2 A 60.000 $1,20 72.000 $1,30 78.000 B 20.000 $2,70 54.000 $2,54 50.800 C 40.000 $4,10 164.000 $4,10 164.000 D 10.000 $1,90 19.000 $2,10 21.000 Índice: 309.000 313.800 Variação = (313,8/309,0) - 1 = 1,55%

  40. Principais papéis privados negociados no MF • Letras de Câmbio: são emitidas pelos financiados dos contratos de crédito. Após do aceite, a LC é vendida a investidores através do MF. São a principal fonte de recursos para financiar bens duráveis (CDC), utilizadas pelas Sociedades Financeiras. • Certificados de Depósitos Bancários (CDB): é uma obrigação de pagamento futura de um capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF. Nominativo.Transferível. • Recibos de Depósitos Bancários (RDB): similar ao anterior, intransferível, nominativo.

  41. Principais papéis privados negociados no MF • Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI): títulos emitidos pelas instituições que participam do mercado financeiro. As taxas negociadas não sofrem normalmente intervenções oficiais diretas, refletindo as expec-tativas do mercado com relação ao comporta-mento das taxas de juros da economia. A taxa CDI pode ser entendida como taxa básica do mercado financeiro que influencia a formação das demais taxas de juros.

  42. Principais papéis privados negociados no MF • Depositary Receipts: são recibos de depósitos de ações depositadas em custódia em uma instituição financeira custodiante, responsável por manter a guarda dos títulos. O DR é emitido com base nesse lastro de ações, por um banco depositário no exterior. • ADR: American Depositary Receipt, são recibos lançados em Estados Unidos. • IDR: Internacional DR, são recibos emitidos em outros países. • BDR: recibos representativos de valores mobiliários emitidos no país, por empresas sediadas no exterior e negociados no Brasil.

  43. Principais papéis privados negociados no MF • Commercial Papers: nota promissória de curto prazo emitida por sociedade tomadora de recursos para financiar seu capital de giro. A garantia do título é o desempenho da empresa e os títulos podem ser adquiridos pelas IF para sua própria carteira ou para repasse aos seus clientes. • Export Notes: representa a cessão de créditos de contratos de exportação de empresas brasileiras. O exportador transfere a um investidor, por este título, seus direitos sobre uma exportação realizada recebendo em troca o pagamento em moeda nacional. Este título é negociável no MF.

  44. Principais papéis privados negociados no MF • Debêntures: títulos de crédito emitidos por sociedades anônimas, tendo por garantia seus ativos. Os recursos gerados por esta emissão se usam para o financiamento do capital de giro e o capital fixo das empresas. Oferecem juros, participação nos lucros e prêmios de reembolso. Se emitidas com cláusula de conver-sibilidade, por opção do debenturista, a debênture é resgatada no vencimento em dinheiro ou em seu equivalente em ações.

  45. Derivativos

  46. Mercados Futuros • Em geral, os derivativos oferecem vantagens tais como: • Garantia de preços futuros para os ativos • Crias defesas contra variações adversas de preços • Estimular a liquidez do mercado • Melhorar a gestão do risco e reduzir os preços • Realizar negócios de porte com volume pequeno de capital e nível conhecido de risco.

  47. Mercados Futuros • Realizam operações que envolvem o compromisso de compra ou venda de determinados ativos em certas datas futuras por preços previamente fixados. • O investidor aposta na elevação da cotação em quanto o vendedor acredita na queda da cotação do título negociado. • Se opera em commodities, ações, índices de preços, produtos pecuários, metais preciosos, moedas e inúmeros outros itens. • Os contratos futuros são padronizados pelas bolsas. Isso permite transferir contratos entre investidores. • As bolsas fixam limites de preços diários dentro dos quais negociar. Se excedidos, encerram-se as operações até o dia seguinte.

  48. Participantes do Mercado Futuro • Especuladores: todos os aplicadores (pessoas físicas e jurídicas) que buscam resultados financeiros nas operações a futuro. São eles que atribuem liquidez ao mercado. • Hedgers: usuários dos mercados futuros que procu-ram, por meio de operações de compra e venda, eliminar o risco de perda determinado por variações adversas dos preços. • Hedgers de venda: procuram proteção contra eventual redução nos preços dos ativos que pretendem negociar (vender) no futuro. • Hedgers de compra: procuram segurança frente a possíveis altas dos preços dos ativos que pretendem adquirir. • Financiador: compra no mercado a vista e vende no mercado futuro.

  49. Participantes do Mercado Futuro • Hedging: estratégia de proteção contra o risco. • Arbitragem: operações de compra e venda para gerar lucro, aproveitando diferenciais de preços em diferentes mercados. Comprar no mercado a vista e vender no mercado futuro é uma forma de arbitragem. • Comprar um ativo no mercado futuro e vende-lo no mercado a vista é uma operação de arbitragem e permite fazer caixa.