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Os Componentes do Controle Interno: Modelo COSO Maria Salete Silva Oliveira 17 de outubro de 2008 PowerPoint Presentation
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Os Componentes do Controle Interno: Modelo COSO Maria Salete Silva Oliveira 17 de outubro de 2008

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II Fórum Nacional de Gestão e Contabilidade Públicas. Os Componentes do Controle Interno: Modelo COSO Maria Salete Silva Oliveira 17 de outubro de 2008. 1985 - Criação da Comissão Nacional sobre fraudes em Relatórios Financeiros

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II Fórum Nacional de Gestão e Contabilidade Públicas

Os Componentes do Controle Interno: Modelo COSO

Maria Salete Silva Oliveira

17 de outubro de 2008

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1985 - Criação da Comissão Nacional sobre fraudes em Relatórios Financeiros

The Committe of Sponsoring Organizations of Treadway Commission (Comitê das Organizações Patrocinadoras)COSO

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Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados (AICPA)

Associação Americana de Contadores (AAA)

Executivos Financeiros Internacionais (FEI)

Instituto dos Auditores Internos (IIA)

Instituto dos Contadores Gerenciais (IMA)

ENTIDADES PATROCINADORAS:

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O COSO É UMA ENTIDADE SEM FINS LUCRATIVOS, VOLTADA PARA O APERFEIÇOAMENTO DA QUALIDADE DOS RELATÓRIOS FINANCEIROS ATRAVÉS DA:

ÉTICA PROFISSSIONAL

GOVERNANÇA CORPORATIVA

IMPLEMENTAÇÃO DE CONTROLE INTERNO

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O primeiro objeto de estudo do COSO foi o controle interno, resultando na publicação em 1992 do trabalho "Internal Control - Integrated Framework" (Controles Internos – Um Modelo Integrado), que se tornou referência mundial para o estudo e a aplicação dos controles internos (COSO I).

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CONTROLE INTERNO

É um processo desenvolvido para garantir, com razoável certeza, que sejam atingidos os objetivos da entidade, nas seguintes categorias:

  • eficiência e efetividade operacional;
  • confiança nos registros contábeis/financeiros;
  • conformidade
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CONTROLE INTERNO

O que não é

O que é

  • Conjunto de atividades exercido por pessoas, em cada um dos níveis de uma organização
  • Um fim em si mesmo
  • Conjunto de manuais de procedimentos ou formulários
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CONTROLE INTERNO

O que Proporciona ?

Razoável segurança, e não segurança absoluta.

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Por que a Segurança é Razoável?

  • Custo/benefício das atividades de controle interno;
  • conluio;
  • erros de interpretação de normativos;
  • descuido, distração;
  • eventos externos.
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HISTÓRICO

Início de projeto paraavaliar riscos

Lei Sarbanes-Oxley

2004

1992

2001

2002

COSO II

Gerenciamento deRiscos Coorporativos Estrutura integrada

COSO I

Controles

Internos: Um Modelo Integrado

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COSO II

2004

COSO I

1992

Ambiente de Controle

Componentes do gerenciamento de risco

Avaliação de Riscos

Atividades de Controle

Informação e Comunicação

Monitoramento

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Comparativo entre os Componentes dos Modelos COSO

COSO I COSO II

CONTROLE INTERNO GERENCIAMENTO DERISCO

Ambiente de controle Ambiente interno

Fixação de objetivos

Identificação de eventos

Avaliação de riscos Avaliação de riscos

Resposta ao risco

Atividades de controle Atividades de controle

Informação & comunicação Informação & Comunicação

Monitoramento Monitoramento

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COMPONENTE 1

Ambiente Interno

Estrutura os demais componentes do controle interno e está ligado a diversos fatores:

  • integridade, valores éticos e competência

dos funcionários da entidade;

  • filosofia e estilo gerenciais;
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COMPONENTE 1

Ambiente Interno

  • forma como a gerência atribui autoridade e

responsabilidade e organiza e desenvolve seu

pessoal;

  • comprometimento da direção da entidade.
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COMPONENTE 1

Ambiente Interno

É efetivo quando as pessoas da organização:

  • conhecem claramente suas atribuições;
  • sabem os limites de suas autoridades;
  • têm consciência, competência, e comprometimento de FAZER o que é CERTO da MANEIRA CERTA.
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COMPONENTE 2

Fixação de Objetivos

A fixação de objetivos é pré-condição para:

  • definir um sistema de controle interno;
  • identificar, avaliar e responder ao risco.

ESTRATÉGICOS - metas de alto nível, alinhadas

com a missão/visão da

organização

Operacionais

CORRELATOS Comunicação

Conformidade

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COMPONENTE 3

IDENTIFICAÇÃO DE EVENTOS

Incidentes ou ocorrências, internas ou externas, que podem afetar a implementação da estratégia ou a realização de objetivos.

Eventos

Negativos

(Riscos)

Positivos

(Oportunidades)

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COMPONENTE 4

Avaliação de Risco

É a identificação e análise dos riscos relevantes para o alcance dos objetivos e metas da entidade, com vistas a dar a resposta apropriada.

Atividade contínua e interativa em toda a entidade.

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COMPONENTE 4

Avaliação de Risco

MENSURAÇÃO DO RISCO

• estimativa da importância do risco;

• avaliação da probabilidade de ocorrência do risco;

  • avaliação da tolerância da organização ao risco.
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COMPONENTE 5

Resposta ao Risco

Evitar: suspensão das atividades

Reduzir: adoção de procedimentos de controle para minimizar a probalidade e/ou o impacto do risco.

Compartilhar: redução da probabilidade ou do impacto: terceirização de atividades, contratação de seguros, etc.

Aceitar: não adotar medidas mitigadoras

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COMPONENTE 5

Resposta ao Risco

  • Alto Impacto /
  • Baixa Probabilidade
  • Compartilhar
  • Alto Impacto /
  • Alta Probabilidade
  • Evitar
  • Compatilhar
  • Reduzir

impacto

  • Baixo Impacto /
  • Baixa Probabilidade
  • Assumir
  • Baixo Impacto /
  • Alta Probabilidade
  • Reduzir

probabilidade

Fonte: INTOSAI

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COMPONENTE 6

Atividades de controle

São as políticas e procedimentos que contribuem para assegurar se:

 os objetivos estão sendo alcançados;

as diretrizes administrativas estão sendo

cumpridas; e

estão sendo realizadas as ações necessárias

para gerenciar os riscos com vistas à

consecução dos objetvos da entidade.

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COMPONENTE 6

Atividades de controle

  • Limites de alçada (prevenção);
  • Autorização prévia (prevenção);
  • Conciliação (detecção);
  • Revisão de desempenho (detecção);
  • Segurança física (prevenção e detecção);
  • Segregação de funções (prevenção);
  • Sistemas informatizados – TI (prevenção e detecção);
  • Normatização interna (prevenção).
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COMPONENTE 6

Atividades de controle

  • A efetividade depende:
  • da relação direta com os objetivos da entidade;
  • da adequação (controle correto, no local correto e

proporcional ao risco envolvido);

  • do exercício permanente;
  • de um custo adequado.
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COMPONENTE 7

Informação e Comunicação

  • Identificação e comunicação oportuna das informações permite:
  • cumprimento das responsabilidades;
  • tomada de decisões tempestivas;
  • o melhor aproveitamento de recursos;
  • ganhos operacionais.
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COMPONENTE 7

Informação e Comunicação

As informações devem ser coletadas e comunicadas de forma coerente e tempestiva.

TODOS os níveis de uma organização devem receber informações, para identificar, avaliar e responder a riscos.

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COMPONENTE 7

Informação e Comunicação

A comunicação interna deve:

  • transmitir com eficácia os objetivos da entidade;
  • aumentar a consciência sobre a importância e a relevância do Controle Interno eficaz;
  • comunicar a tolerância e a margem de risco da entidade;
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COMPONENTE 7

Informação e Comunicação

A comunicação interna deve:

  • fazer com que os funcionários estejam conscientes do seu papel e de suas responsabilidades;
  • fazer com que os funcionários saibam de que forma as suas atividades relacionam-se com o trabalho dos demais
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COMPONENTE 7

Informação e Comunicação

  • Uma boa informação e comunicação possibilita:
  • decisão tempestiva;
  • melhoria de performance;
  • identificação de práticas faudulentas;
  • identificação de riscos.
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COMPONENTE 8

Monitoramento

Objetiva verificar se os Controles Internos são:

- 8 componentes presentes e funcionando

como planejado.

alcance dos objetivos operacionais;

informações dos relatórios e sistemas

corporativos confiáveis;

cumprimento de leis, normas e

regulamentos.

Adequados

Eficientes

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COMPONENTE 8

Monitoramento

O escopo e a freqüência das avaliações dependerão de uma avaliação dos riscos e da efetividade dos procedimentos de controle.

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Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI)

Organismo filiado à ONU, com sede em Viena, Áustria, conta com aproximadamente 190 membros.

Finalidade: fomentar intercâmbios de ideais e experiências entre as instituições superiores de controle das finanças públicas.

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Comitês Técnicos - tratam de assuntos comuns, de interesse de todos os seus membros.

Comitê de Normas de Controle Interno

1992 - Elaboração das diretrizes para as

normas de controle interno.

2001 - Decide-se atualizar as diretrizes

considerando o trabalho do COSO

2007 - Inforações sobre gerenciamento de

Risco

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CONTROLE INTERNO

É um processo integrado efetuado pela direção e corpo de funcionários, e é estruturado para enfrentar os riscos e fornecer razoável segurança de que na consecução da missão da entidade os seguintes objetivos gerais serão alcançados:

  • execução ordenada, ética, econômica eficiente e

eficaz das operações;

  • cumprimento das obrigações de accountability;
  • cumprimento das leis e regulamentos aplicáveis;
  • salvaguarda dos recursos para evitar perdas, mau

uso e danos.

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NBCAPs - NBC T 16.8 - CONTROLE INTERNO

Conceito com enfoque contábil;

3 categorias de objetivos

•operacional

•contábil

•normativo

5 componentes

•ambiente de controle

•mapeamento e avaliação de riscos

•procedimentos de controle

•informação e comunicação

•monitoramento

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ALGUNS DESAFIOS

  • Implantação de gestão por resultados;
  • Estruturação das unidades de CI;
  • Incorporação, pelos órgãos fiscalizadores, da visão sistêmica de controle e de risco, nas atividades auditoriais.
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TRABALHOS EM ANDAMENTO

  • TCU - Desenvolvimento de metodologia para

avaliação de CI

  • TCE/BA - Execução de auditoria-piloto
  • TCE/PE - Levantamento de dados junto a 38

prefeituras municipais.

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Obrigada

salete@tce.ba.gov.br

71-3115-4609