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PEDAGOGIA institucional - empresarial. UM POUCO DA HISTÓRIA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

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Presentation Transcript
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UM POUCO DA HISTÓRIA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

No final do período imperial (1870-1889) houve uma intensa expansão das escolas elementares. Essa expansão exigia que o ensino fosse de qualidade e para alcançar a qualidade pretendida, fazia-se necessário que a formação de professores para esse nível se desse em cursos de nível médio nas ditas escolas normais. Contudo, a instabilidade no fluxo de escolas normais abertas e fechadas durante esse período prejudicava a formação para esse fim, visto que as escolas destinadas a esse segmento de formação ou eram particulares ou estavam agregadas aos Liceus e, por isso, sujeitas aos interesses de seus donos ou administradores em mantê-las. Tentando amenizar esse problema, Leôncio de Carvalho sugeriu em 1878 que o exercício do magistério fosse facultativo a todos que se julgassem habilitados para tal, sem exigir uma formação mínima. 

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Em 1880 é criada, no Município da Corte (Rio de Janeiro), a primeira escola normal destinada tanto a professoras quanto a professores, sob a direção de Benjamim Constant e cujo funcionamento incluía o horário noturno. Por quase meio século a escola normal foi o lócus formal e obrigatório para a formação de professores que atuariam nas escolas fundamentais, complementares e na própria escola normal. Somente no século XX é que se instalam nas escolas normais os cursos pós-normais - tidos como gérmen dos cursos superiores de Pedagogia - impulsionados pela expansão das Escolas Normais ocorridas em todo Brasil por causa da República. Embora as escolas oficiais fossem consideradas como escolas-modelos, a primeira iniciativa de transferir a formação pedagógica para o nível superior foi de caráter privado. Em 1901 a Ordem dos Beneditinos de São Paulo criou a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras que tinha como anexo um Instituto de Educação. Em 1908 é criada a Universidade Católica - a sua Faculdade de Filosofia Ciências e Letras funcionou por seis anos tendo suas aulas ministradas por professores estrangeiros, até que, por ocasião da 1ª guerra mundial - 1914/18), ela é fechada, devido ao esvaziamento de seu quadro de professores. 

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A Escola Normal do Distrito Federal (RJ), criada em 1890 para formar professores primários, viria a se transformar nos anos 30, do século XX, com outra organização, em Centro de Referência Nacional de Estudos Pedagógicos, tendo como objetivo o aperfeiçoamento no magistério. Essa teria sido a primeira iniciativa do governo de transferir para as instâncias superiores a formação pedagógica. 

A primeira iniciativa de uma instituição pública para o estudo superior em educação, que realmente se efetivou, foi em São Paulo. Após várias reformulações, a Escola Normal da capital foi transformada em Instituto Pedagógico de São Paulo no qual era oferecido o curso de aperfeiçoamento e preparo de técnicos, inspetores, delegados de ensino, diretores e de professores para as escolas normais, contudo esse instituto mantinha um caráter híbrido de normal e pós-normal. Esse caráter híbrido permaneceu mesmo quando o instituto foi anexado à USP em 1933. Somente em 1938 quando ele é reduzido e transformado em uma seção da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras é que essa situação muda. 

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A Pedagogia só passa a ser um curso superior quando, em 1931, é criada, pelos decretos n.º 19851 e 19852, a Faculdade de Educação Ciências e Letras da Universidade do Rio de Janeiro, que foi reformulada em 1939 e denominada Faculdade de Filosofia Ciências e Letras (FFCL), passando a ter uma seção específica para a Pedagogia.

O curso já foi instituído com a marca que o acompanharia em todo o seu desenvolvimento: a dificuldade em se definir a função do curso e, conseqüentemente, o destino de seus egressos. 

Comprometendo todo o desenvolvimento do curso no Brasil, tanto em relação ao campo de trabalho do Pedagogo, quanto à organização curricular do curso, questiona-se sempre se o curso de Pedagogia teria um conteúdo próprio e exclusivo que pudesse justificar sua existência. 

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Segundo Franco (2002), a docência é uma profissão com identidade e estatuto epistemológico próprios, e que em si, o ensino é uma das manifestações da práxis educativa, definir o Pedagogo como professor (e das séries iniciais) é reduzir a potencialidade de sua inserção na práxis educativa.

Por outro lado, dizer que enquanto Pedagogo ele pode também ser docente das séries iniciais (para o que ele tem que ser formado e preparado, através do conjunto das disciplinas e atividades que compõem o curso, orientadas por docentes de várias áreas que tenham a educação e o ensino como objeto de estudo), significa garantir o único espaço adequado na universidade para a formação dos professores e pesquisadores para esse nível de escolarização (lembrando que o curso normal médio está em extinção e lembrando que onde se faz pesquisa é na universidade). 

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Um curso de Pedagogia não dá conta de formar Pedagogos para se inserirem em inúmeras áreas de atuação como hoje se constata com as várias modalidades de currículo existente nas universidades e nas demais instituições de ensino superior.

Daí se assumir com tranqüilidade o que seria o essencial da formação do Pedagogo, o que o identifica epistemológica e profissionalmente em todo o território nacional.

Mas sua formação se dá com pesquisa que confronta o real e o produzido sobre o real, que aponta possibilidades e perspectivas de transformação da realidade existente, que supere a visão fragmentada dos espaços escolares e não-escolares.

Mas assumir que as áreas e demandas específicas, como educação de pessoas com necessidades, educação no campo, de indígenas, para a inserção nas mídias, etc. se faça fora do curso de Pedagogia, como aprofundamentos, enriquecimento curricular, especialização, etc., e não no curso em que atualmente se apregoa em preparar o Pedagogo em quatro anos. 

curso de forma o do pedagogo geral
CURSO DE FORMAÇÃO DO PEDAGOGO – (geral)
  • Destina-se à habilitação de professores para o exercício do magistério no Ensino Fundamental e em outras instâncias educacionais.
  • Proporciona ao profissional uma formação capaz de recriar a teoria para uma ação qualificada no processo educativo, tendo como função básica a formação do homem em sua totalidade.
o recinto do pedagogo
O RECINTO DO PEDAGOGO

Quais os espaços de atuação e formação do Pedagogo? Pedagogo deve se restringir a dar aulas, na escola?

o recinto do pedagogo1
O RECINTO DO PEDAGOGO

O que seria um espaço não-escolar? E o mercado de trabalho? E as empresas? O hospital? Pedagogo pesquisador, Pedagogo docente ou “simplesmente” Pedagogo (docente gestor pesquisador)? Aliás, o que é mesmo um Pedagogo?

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QUEM É O PROFISSIONAL PEDAGOGO

  • O Pedagogo é um profissional que atua na preparação, administração e avaliação de currículo, orçamentos e programas escolares; em regência de sala de aula; no planejamento e orientação de atividades de ensino-aprendizagem; no diagnóstico de situações educativas; na organização de processos educativos para além do espaço educativo; na elaboração e execução de projetos na área educacional e no acompanhamento e elaboração de critérios para o processo de avaliação.
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O Pedagogo em um ambiente não-escolar: “(...)necessidade do pedagogo, enquanto agente crítico e detentor de saberes gerais e específicos necessários à explicitação e organização dos processos educativos, atuando em espaços diversos, além da escola formal.” (CARNEIRO E MACIEL, 2008, P.3)

(...) o grande desafio que se coloca ao Pedagogo atualmente é, utilizando-se de fundamentos de diversas áreas do conhecimento, construir categorias de análise para a apreensão e compreensão de diferentes práticas pedagógicas que se desenvolvem em diversos contextos conforme as relações sociais de nossa época; transformar o conhecimento social e historicamente produzido em saber escolar. (Carneiro e Maciel, 2008).

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Para concretização da proposta, o Hospital conta com equipes interdisciplinares, incluindo o Pedagogo. Este profissional desenvolve um trabalho voltado para o reforço escolar, reeducação escrita, orientação e estímulo, buscando ajudar na reabilitação do paciente e orientando a família sobre como proceder nesse processo. Ele também realiza visitas escolares no intuito de, juntamente com os professores das escolas, discutir as possibilidades de inserção do paciente na instituição educacional. Nessa perspectiva, a intervenção pedagógica busca contribuir para o desenvolvimento físico, psicológico, social, profissional e educacional do paciente, compatível com seu comprometimento fisiológico e limitações ambientais.

pedagogia institucional
PEDAGOGIA INSTITUCIONAL
  • É considerada uma vertente revolucionária da educação, discutida na década de 1960 e que desencadeou uma nova forma de ver a cultura e a própria educação. Defende uma crítica às instituições de ensino existentes, ultrapassando os muros da escola, diversificando o papel dos professores e atribuindo importância ao sistema educativo com o recurso às metodologias de análise política e de intervenção social.
  • A estrutura de organização das disciplinas do curso de Pedagogia nota-se que não há direcionamento específico para a atuação do Pedagogo em empresas, fato esse que dificulta a inserção e conhecimento das possibilidades de atuação desse profissional nos processos produtivos. Por essa razão e, também, porque a escola constitui-se um local de trabalho bastante conhecido dos pedagogos, esses profissionais limitam sua procura a essas instituições. 
as modifica es e reflexos na qualifica o profissional
AS MODIFICAÇÕES E REFLEXOS NA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Na atual sociedade capitalista

A qualificação profissional

  • os processos produtivos têm sofrido profundas transformações no que se refere ao modo como está organizada a produção, devido, sobretudo, ao avanço tecnológico, bem como a própria necessidade de manutenção do capitalismo. 
  • consiste na transformação que, por um lado, é alterada e ampliada havendo maior valorização do componente intelectual em detrimento do manual. As exigências do mercado de trabalho apontam para uma maior qualificação e, para tanto, o Pedagogo pode contribuir, nesse processo, na qualificação do trabalhador. 
tema para discuss o socializa o organizacional
TEMA PARA DISCUSSÃO: Socialização Organizacional

Para Levy (1973, p. 60), "em estado de isolamento social, o indivíduo não é capaz de desenvolver um comportamento humano, pois este deve ser aprendido ao longo de suas interações com os grupos sociais".