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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA LINGUAGEM E DO DISCURSO

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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA LINGUAGEM E DO DISCURSO. Fernanda Miranda Menéndez Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa. Pragmática. Subdisciplina da Linguística que tem como objecto «a língua em uso»

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introdu o ao estudo da linguagem e do discurso

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA LINGUAGEM E DO DISCURSO

Fernanda Miranda Menéndez

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Universidade Nova de Lisboa

pragm tica
Pragmática
  • Subdisciplina da Linguística que tem como objecto «a língua em uso»
  • A língua em situação de uso é regulada por um conjunto de regras que vão além dos preceitos gramaticais de cada uma.
  • Para a Pragmática, a Língua é instrumento de acção e de comportamento.
v rias perspectivas pragm ticas
Várias perspectivas pragmáticas:

1. Stephen Levinson: cada indivíduo tem a capacidade de usar a língua, apropriada a cada momento e fazendo inferências adequadas. Essa capacidade está presente quer a nível de produção quer a nível de recepção e é descrita pela pragmática.

v rias perspectivas pragm ticas1
Várias perspectivas pragmáticas:

2. Dan Sperber & Deirdre Wilson (teoria da relevância): a pragmática é o estudo da interpretação dos enunciados, ou seja, «a disciplina que descreve como um ouvinte é capaz de converter um estímulo numa proposição completa baseando-se no conhecimento contextual»

v rias perspectivas pragm ticas2
Várias perspectivas pragmáticas:

3. Jacob Mey distancia-se das correntes psicológicas de interpretação, insistindo nas condições sociais, políticas culturais e históricas que determinam os usos da linguagem: «a Pragmática é o estudo das condições do uso humano da linguagem determinados pelo contexto da sociedade

v rias perspectivas pragm ticas3
Várias perspectivas pragmáticas:

4. Teoria de Anscombre-Ducrot : A Argumentação na Língua (=«dentro da»)

Realiza-se a partir da frase e estuda particularmente as «palavras vazias» (os conectores) que são posteriormente aplicados às «palavras plenas» para fornecer uma análise que procura detectar qual a orientação que é dada ao discurso.

.

v rias perspectivas pragm ticas4
Várias perspectivas pragmáticas

5. Máximas conversacionais (Grice)e estrutura da conversação em turnos mostram a implicação linguística com o referencial e com a estrutura comunicativa.

comunica o verbal
Comunicação verbal
  • Propostas de Grice
  • princípio da cooperação como princípio geral dentro do qual o Autor distingue quatro regras ou máximas:
  • 1. Quantidade: dê a informação necessária em cada momento
  • 2. Qualidade: seja verdadeiro
  • 3. Relevância: seja pertinente
  • 4. Modo: seja claro
princ pios de cortesia
Princípios de Cortesia
  • Erving Gofman – conceito de «imagem pessoal» (= face)
comunica o verbal1
Comunicação verbal
  • Modelo comunicacional de Shannon & Weaver (1949)
  • Intervenientes:
  • Locutor
  • Interlocutor
  • Ouvinte(s)
comunica o verbal2
Comunicação verbal
  • Universo de referência
  • Contexto situacional
  • Contexto verbal
  • Saber compartilhado
  • Inferências
  • Pressuposição
  • Implicatura conversacional
enuncia o
Enunciação
  • Actualização da língua em discurso. Dela resulta um enunciado.
interac o discursiva
Interacção discursiva
  • Discurso
  • Dialogismo
acto de fala
Acto de fala
  • Força ilocutória
  • Acto locutório
  • Acto perlocutório
  • Acto ilocutório assertivo
  • directivo
  • compromissivo
  • expressivo
  • declarativo
  • Acto ilocutório indirecto
adequa o discursiva
Adequação discursiva
  • Uso oral
  • Uso escrito
  • Registos formal e informal
  • Formas de tratamento
relato de discurso
Relato de discurso
  • Discurso directo
  • Discurso directo livre
  • Discurso indirecto
  • Discurso indirecto livre
  • Outras formas de relato
  • Verbos introdutores de relato de discurso
texto beaugrande dressler 1997 2005
Texto (Beaugrande & Dressler 1997(2005))
  • Acontecimento comunicativo que cumpre sete normas de textualidade:
  • - coesão (centrada no texto): estabelece as diferentes possibilidades em que podem unir-se entre si dentro de uma determinada sequência os componentes de uma superfície textual, quer dizer, as palavras que realmente se escutam ou lêem.
  • - coerência (centrada no texto): regula a possibilidade de que sejam acessíveis entre si e interactuem de modo relevante os componentes do mundo textual (relações e conceitos)
normasde textualidae cont no es centradas no usu rio
Normasde textualidae (cont.)Noções centradas no usuário
  • 3. Intencionalidade (do produtor textual)
  • 4. Aceitabilidade (do receptor)
  • 5. Informatividade (serve para avaliar até que ponto as sequências de um texto são previsíveis ou inesperadas)
  • 6. Situacionalidade (faz com que um texto seja relevante na situação em que é usado)
  • 7. Intertextualidade (faz intervir o conhecimento de textos anteriores)
cadeias de refer ncia
Cadeias de referência
  • Anáfora
  • Catáfora
  • Co-referência anafórica
  • Coesão lexical
tipologia textual
Tipologia textual
  • Sequencialidade
  • Configuração
  • Protótipo textual – modelos mentais construídos a partir da abstracção de características tidas como comuns.
paratexto
Paratexto
  • Título
  • Índice
  • Prefácio
  • Posfácio
  • Nota de rodapé
  • Bibliografia
pontua o
Pontuação
  • Breve história da pontuação
  • Funções da pontuação
lexicologia
Lexicologia
  • Lexicologia e lexicografia
  • Dicionários
  • Terminologias