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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE NÚCLEO DE ESTUDO SOBRE O ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. MODELOS DE TRATAMENTOS. ENFª. MARILENE GONÇALVES FRANÇA (PESQUISADORA – NEAD). INTRODUÇÃO. Histórico - Problemas com álcool e outras drogas datam da antiguidade;

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Presentation Transcript
enf marilene gon alves fran a pesquisadora nead

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

NÚCLEO DE ESTUDO SOBRE O ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

MODELOS DE TRATAMENTOS

ENFª. MARILENE GONÇALVES FRANÇA

(PESQUISADORA – NEAD)

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INTRODUÇÃO

  • Histórico

- Problemas com álcool e outras drogas datam da antiguidade;

- O tratamento especializado (Séc. XIX);

  • Dependência química: processo complexo e multidimensional;
  • Propostas de tratamento diversificadas;
  • Modelo moral

Modelo psicossocial

Modelo médico

psicoterapias
PSICOTERAPIAS

DEFINIÇÃO

  • É um tratamento psicológico cujo objetivo é modificar pensamentos, sentimentos e comportamentos-problema, criando um novo entendimento dos pensamentos e sensações responsáveis pela dificuldade ou problema observado.

Wood (2003) apud Pechansky (2006)

psicoterapias4
PSICOTERAPIAS

PRINCIPAIS TIPOS DE PSICOTERAPIA

  • Entrevista Motivacional
  • Intervenção Breve
  • Psicoterapia Dinâmica
  • Prevenção de Recaída
  • Terapia de Família
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ENTREVISTA

MOTIVACIONAL

psicoterapias6
PSICOTERAPIAS

ENTREVISTA MOTIVACIONAL

Conceito de Motivação

  • “ Estado de prontidão ou de avidez para a mudança” (PROCHASKA; DICLEMENTE, 1992).
  • É a probabilidade de que uma pessoa se envolva, continue e adira a uma estratégia específica de mudança (JUNGERMAN; LARANJEIRA, 2002).
psicoterapias7
PSICOTERAPIAS

Conceito de Entrevista Motivacional

  • É um estilo de aconselhamento diretivo, centrado no cliente, com intuito de incentivar a mudança de comportamento, ajudando-o a explorar e resolver sua ambivalência.

Rollnick e Miller (1985) apudJungerman e Laranjeira (2002)

psicoterapias8
PSICOTERAPIAS

Princípios da Entrevista Motivacional

  • Ambivalência: relutância em fazer algo, associado à experiência de um conflito psicológico para decidir entre dois caminhos diferentes.
  • Prontidão para a mudança: baseada no modelo de “Estágios de Mudança” de Prochaska e DiClemente (1982).
psicoterapias9
PSICOTERAPIAS

“ESTÁGIOS DE MUDANÇA”

psicoterapias11
PSICOTERAPIAS

Princípios da Entrevista Motivacional

  • Expressar empatia
  • Desenvolver discrepância
  • Evitar confrontação
  • Lidar com a resistência do paciente
  • Fortalecer a auto-eficácia do paciente
psicoterapias12
PSICOTERAPIAS

Estratégias da Entrevista Motivacional

  • Aconselhamento
  • Remoção de barreiras ao tratamento
  • Fornecimento de opções de escolha
  • Desestímulo ao uso da substância
  • Prática de empatia
  • Fornecimento de feedback
  • Esclarecimento dos objetivos
  • Ajuda ativa
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PSICOTERAPIAS

Considerações Finais

  • A aderência do dependente ao tratamento depende de sua motivação;
  • Incentivar a mudança de comportamento do paciente, ajudando-o a explorar e resolver sua ambivalência;
  • Aplicada nas fases iniciais do tratamento;
  • Indicada para pacientes com alto nível de negação sobre seus problemas.
psicoterapias15
PSICOTERAPIAS

INTERVENÇÃO BREVE

Introdução

  • Foi proposta, inicialmente, como uma abordagem terapêutica para usuários de álcool, em 1972, no Canadá, por Sanchez-Craig e colaboradores.

(DE MICHELI; FORMIGONI, 2006)

psicoterapias16
PSICOTERAPIAS

Objetivo da Intervenção Breve

  • Ajudar no desenvolvimento da autonomia das pessoas, atribuindo-lhes a capacidade de assumir a iniciativa e a responsabilidade por suas escolhas.
  • Identificar a presença de um problema, motivar o indivíduo para a mudança de comportamento e sugerir estratégias para que esta mudança possa acontecer, podendo ser utilizada para:
psicoterapias17
PSICOTERAPIAS

Objetivo da Intervenção Breve

-Prevenir ou reduzir o uso de SPAs e os problemas associados.

- Orientar, de modo focal e objetivo, sobre os efeitos e conseqüências relacionadas ao consumo abusivo.

psicoterapias18
PSICOTERAPIAS
  • A Intervenção Breve está relacionada à prevenção primária ou à secundária;
  • A Intervenção Breve pode durar desde 5 minutos (orientação breve) até 15 a 30 minutos, devendo ser focal e objetiva.
  • O melhor uso da Intervenção Breve se dá entre usuários de risco ou pacientes que fazem uso nocivo, não sendo necessariamente ideais para pacientes dependentes (MARQUES; FURTADO, 2004).
psicoterapias19
PSICOTERAPIAS

Princípios da Intervenção Breve

  • Triagem inicial do uso de SPAs (AUDIT, ASSIST, DUSI e T-ASI).
  • Informar os pacientes avaliados sobre o resultado do questionário e sobre a faixa de risco em que se encontram, para serem devidamente acompanhados:
psicoterapias21
PSICOTERAPIAS
  • Elementos essenciais ao processo de Intervenção Breve:

Feedback

Responsability

Advice

Menu

Emphatic

Self-efficacy

(DI MICHELI; FORMIGONI, 2006)

psicoterapias24
PSICOTERAPIAS

Dicas para uma boa Intervenção

  • Criar um ambiente de apoio
  • Evitar o uso de rótulos
  • Fazer perguntas abertas
  • Fazer Escuta Reflexiva
  • Prestar atenção à comunicação não-verbal do paciente

(DI MICHELI; FORMIGONI, 2006)

psicoterapias25
PSICOTERAPIAS

Considerações Finais

  • A Intervenção Breve identifica a presença de um problema, motiva o indivíduo para a mudança de comportamento e sugere estratégias.
  • Indicada para usuários de risco ou que fazem uso nocivo; e para incentivar pessoas dependentes a aceitarem o encaminhamento para serviços especializados no tratamento de SPAs.
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TERAPIA

COGNITIVO-

COMPORTAMENTAL

psicoterapias27
PSICOTERAPIAS

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

  • Teoria Cognitiva: a dependência química resulta de um conjunto complexo de interações (cognições, emoções, comportamentos, relacionamentos sociais, aspectos biológicos , influências culturais), que se relacionam entre si influenciando os comportamentos dos indivíduos.

(BECKER; ALFORD, 2000; ALFORD, NOCROSS, 1991 apud SILVA; SERRA, 2004)

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PSICOTERAPIAS

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

  • Terapia Cognitiva: busca reestruturar as cognições disfuncionais e dar flexibilidade cognitiva no momento de avaliar situações específicas, a fim de possibilitar o indivíduo a adotar estratégias cognitivas para perceber e responder ao real de forma disfuncional (SILVA; SERRA, 2004).
  • O comportamento é secundário à maneira como o indivíduo pensa sobre si mesmo e sobre o seu papel no mundo (CAPOTE; RAMOS, 2002).
psicoterapias29
PSICOTERAPIAS

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

  • Teoria Comportamental: a dependência química tem seu foco nas Teorias de Aprendizado Social – Condicionamento Clássico e Aprendizagem Instrumental.

(CARROL, 2002 citado por SILVA; SERRA, 2004)

psicoterapias30
PSICOTERAPIAS

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

  • Terapia Comportamental: o comportamento adaptativo pode ser mudado, independente do “insight”.

(CAPOTE; RAMOS, 2002)

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PSICOTERAPIAS

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

  • Enfatiza a existência de um pensamento disfuncional a fim de produzir modificações nas crenças e no pensamento que influencia na melhora do humor e do comportamento, ao mesmo tempo, que busca sensibilizá-lo a pensar sobre si mesmo e sua atuação no mundo.

(LISBOA; SOUZA, 2005)

psicoterapias32
PSICOTERAPIAS

Pressuposto da Terapia Cognitivo-Comportamental

  • A dependência é vista como um comportamento apreendido, passível de ser mudado através da participação do indivíduo nesse processo de mudança.

(CAPOTE; RAMOS, 2002)

psicoterapias33
PSICOTERAPIAS

Objetivo da Terapia Cognitivo-Comportamental

  • Sinalizar ao paciente a relação entre o seu pensamento, emoção e sua ação em relação às substâncias psicoativas, identificando as diferentes funções dessas substâncias na sua vida.
psicoterapias34
PSICOTERAPIAS

Estratégias da Terapia Cognitivo-Comportamental

  • Reestruturação cognitiva
  • Treinamento de habilidades comportamentais
  • Modificação dos hábitos de vida
psicoterapias35
PSICOTERAPIAS

O Tratamento a partir da Terapia Cognitivo-Comportamental

  • Identificar os sinais desencadeadores de comportamentos e exercitar o aprendizado de estratégias de soluções de problemas.
  • Compreender as crenças do paciente em relação ao uso da SPA, discutir com ele a validade das mesmas e propor mudanças no estilo de vida.
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PSICOTERAPIAS

O Tratamento a partir da Terapia Cognitivo-Comportamental

  • É necessário a formação de um vínculo terapêutico adequado, para o desenvolvimento do tratamento.
  • Regras básicas do tratamento, definidas com o paciente, na primeira sessão:
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PSICOTERAPIAS
  • O objetivo e a proposta do tratamento
  • A abstinência durante as sessões de atendimento
  • O horário, o local e a duração do tratamento
  • O consentimento e a disponibilidade do paciente para o tratamento
  • O sigilo de informações
  • Orientações em relação ao seguimento do processo

(CAPOTE, RAMOS, 2002)

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PSICOTERAPIAS

Considerações Finais

  • A dependência é vista como um comportamento apreendido, passível de ser mudado através da participação do indivíduo nesse processo.
  • Busca ajudar o paciente a expressar seus sentimentos, crenças e valores para auxiliá-lo na mudança de comportamentos e na aquisição de novos hábitos de vida.
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PSICOTERAPIA

DINÂMICA

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PSICOTERAPIAS

PSICOTERAPIA DINÂMICA

Características

  • É uma tentativa de compreender os elementos psicológicos relacionados ao início ou à manutenção do uso de SPAs pelo indivíduo.
  • Utiliza-se de técnicas originárias da psicoterapia psicanalítica para desenvolver com o indivíduo um aumento da sua capacidade de compreensão de si e de seu mundo interno.
  • Enfatiza a importância da relação intersubjetiva como instrumento e meio de trabalho.
psicoterapias41
PSICOTERAPIAS

Objetivos da Psicoterapia Dinâmica

  • levar o paciente à manutenção da vida abstinente da SPA e a aquisição ou recuperação de mecanismos psicológicos que ficaram disfuncionais ou não foram devidamente desenvolvidos em função da sua dependência.
psicoterapias42
PSICOTERAPIAS

Proposta da Psicoterapia Dinâmica

  • 1º Momento: promover a abstinência usando o vínculo terapêuticoquebrar a rotina compulsiva da substância;
  • 2º Momento: a abstinência é o ponto de partida da relação subjetivareconhecer sua dependência;
  • 3º Momento:Aceitação de um nova leimelhoria da qualidade de vida,ressoaliazação e reelaboração dos papéis;
  • 4º Momento:Distanciamento do terapeuta e promoção da liberdade levar o indivíduo a independência.
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PSICOTERAPIAS

Considerações Finais

  • Busca compreender conflitos psicológicos que levam ao uso de SPAs;
  • Centrada no estilo de relacionamento interpessoal do dependente através da utilização de drogas;
  • Indicada para pacientes com condições de compreensão psicológica.
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PSICOTERAPIA

PSICOTERAPIA FAMILIAR

Definição de família

“A família é um sistema semi aberto, com regras, costumes e crenças, em constante troca com meio social. Assim, a família transforma e é transformada pelo ambiente. Isto é , o que acontece com um membro da família afeta a todos os demais; assim como o que ocorre na família influência todos os seus membros”

(MINUCHIN, 1997; ANTOLFI, 1998).

psicoterapia
PSICOTERAPIA

PSICOTERAPIA FAMILIAR

Introdução

  • Desenvolveu-se nos Estado Unidos, na década de 1950, e tem como premissa aquilo que acontece com um indivíduo da família atinge todos os demais direta ou indiretamente.
  • Sua proposta é tratar o sistema como um todo e não apenas o indivíduo.

(SILVA, 2006)

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PSICOTERAPIAS

PSICOTERAPIA FAMILIAR

A Importância do Tratamento da Família do Dependente Químico

  • Adoecimento da família;
  • Apoio que o dependente precisa para se reestruturar;
  • Entender a dinâmica familiar frente a realidade da adicção;
  • Interferência do processo de reestruturação nas relações familiares
psicoterapia familiar
PSICOTERAPIA FAMILIAR

Aspectos Abordados na Psicoterapia Familiar

  • Acolhimento
  • Atendimento à família no momento em que procuram o tratamento;
  • Acompanhamento da família: instrumento terapêutico complementar a assistência;
  • Motivação da família para o tratamento;
  • Resgate da autonomia de cada membro da família, da competência familiar, do treino de novas habilidades.
  • Reestruturação dos padrões disfuncionais e busca de novos padrões mais funcionais.
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PSICOTERAPIA FAMILIAR

Estratégias Utilizadas na Psicoterapia Familiar

  • Primeira sessão: avaliação inicial; metas em relação à abstinência da SPA; objetivos do tratamento; contrato terapêutico.
  • Seguimento: tratar de temas como: presença da SPA no sistema; orientação em relação às recaídas; efetividade; comunicação; tarefas; defesas e as crenças.
  • Trabalhar a ambivalência do cônjuge e dos filhos
psicoterapia familiar50
PSICOTERAPIA FAMILIAR

Considerações Finais

  • Esta terapia demonstra a importância do acolhimento, das orientações à família e a sua motivação, para a efetividade no tratamento.
  • A presença da família e a realização de uma abordagem familiar, contribui na adesão do paciente ao tratamento.
  • A família como alvo eficaz da intervenção, enquanto organismo dinâmico e poderoso para influenciar e manter as mudanças.
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PSICOTERAPIAS

Considerações Finais sobre Psicoterapias

  • Possui etapas e técnicas próprias.
  • O seu sucesso está relacionado ao conhecimento da técnica e à sua utilização adequada por parte do terapeuta.
  • O terapeuta deve utilizar os fenômenos naturais do processo de recuperação para conhecer os fenômenos psicológicos envolvidos na dependência de SPAs.

(PECHANSK, 2006)

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GRUPOS DE

AJUDA MÚTUA

grupos de ajuda m tua
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

Introdução

  • 1931: Carl Gustav Jung (psicanálise) -Roland Hazard (alcoolista)
  • Oxford Group (Experiência Espiritual)
  • 1935: Alcoólicos Anônimos - Ahio
  • No mundo: 98.710 grupos, com 1.989.124 membros, em 150 países diferentes.
  • No Brasil: 6.000 grupos, com 121.000 membros.
  • Sede: Nova Iorque.

(BURNS; FILHO, 2006)

grupos de ajuda m tua54
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA
  • Os grupos não são fundamentados em nenhuma teoria ou linha de trabalho. São totalmente pragmáticos.
  • Seu teor espiritual/religioso não se encaixa bem em algumas linhas de pensamento;
  • Como não existem registros dos seus membros, uma avaliação de resultados é difícil de ser determinada;
  • Nos grupos de mútua-ajuda há uma resistência ao uso de qualquer substância psicoativa.
grupos de ajuda m tua55
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

Alcoólicos Anônimos

  • Possui organização própria, com centrais a níveis mundiais, nacionais e estaduais.
  • Unidade de trabalho: grupo.
  • Funcionamento: Reuniões – troca de experiências.
  • Finalidade: abstinência do álcool e ajudar outros alcoolistas a alcançar a sobriedade (RAMOS; BERTOLOTE, 1990).

“ [...] uma irmandade de homens e mulheres que compartilham suas experiências, forças e esperanças, a fim de resolver seu problema comum e ajudar outros a se recuperarem do alcoolismo"

(ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, 2001)

grupos de ajuda m tua58
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

Narcóticos Anônimos

  • Criado em julho de 1953, na Califórnia.
  • É o grupo que mais cresce.
  • No Mundo: 25.000 reuniões semanais, com cerca de 300.000 membros.
  • No Brasil: 1.500 reuniões semanais, com cerca de 15.0000 membros.

(BURNS; FILHO, 2006)

grupos de ajuda m tua59
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

Narcóticos Anônimos

  • Irmandade sem fins lucrativos e auto-sustentáveis.
  • Reuniões (fechadas e abertas) – troca de experiências; leitura; oração; temas.
  • Base do programa: Doze Passos do NA

(WSO - INC, 1997)

grupos de ajuda m tua62
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

AL-ANON

  • Fundado na década de 1940, pelas esposas dos primeiros participantes do AA.
  • Destinada aos familiares e pessoas que convivem e se interessem por um alcoolista.
  • Objetivo: promover alívio e exame de seu próprio comportamento.

(RAMOS; BERTOLOTE, 1990)

grupos de ajuda m tua63
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

AL-ANON

  • Princípios e Métodos: semelhantes ao AA; Doze Passos.
  • Acreditam que o alcoolismo é uma doença familiar e que mudanças de atitudes podem colaborar com a recuperação.
  • NAR-ANON
grupos de ajuda m tua64
GRUPOS DE AJUDA MÚTUA

AL-ATEEN

  • Fundado por um adolescente, em 1957, cujos pais participavam, respectivamente, de AL-ANON e AA.
  • Surgiu para atender às necessidades de sua faixa etária.
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Considerações Finais sobre

Grupo de ajuda Mútua

  • Eficácia dos grupo de auto-ajuda: não há dados definitivos, devido à sua particular estrutura;
  • Crescimento dos Grupos de Ajuda Mútua: atrai milhões de dependentes em todo o mundo (65 anos), tem algo a contribuir como um modalidade de tratamento.
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TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

INTRODUÇÃO

  • Décadas anteriores: as intervenções farmacológicas ficaram restritas ao tratamento da Síndrome de abstinência e ao uso de drogas aversivas.
  • Últimos 10 anos: as intervenções farmacológicas agem como adjuvantes ao tratamento psicossocial.
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TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

MEDICAMENTOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA

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TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

TRATAMENTO DA SÍNDROME DA ABSTINÊNCIA

  • Objetivo:

- Prevenir: convulsões; delirium tremens e morte por complicações da SAA.

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TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

CONSIDERAÇÕES FINAIS

  • Novos estudos estão sendo realizados, sempre pautados nas alterações neurobiológicas desencadeadas pelo consumo das substâncias psicoativas;
  • O tratamento farmacológico não deve ser estratégia terapêutica, mas como ferramenta para melhor abordagem dos pacientes.
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REFERÊNCIAS
  • ALFORD E. A.; NOCROSS, J. Cognitive Therapy as integrative therapy. Journal of Psychotherapy integrations; 1991:1(3):175-90.
  • BECK, A. T.; ALFORD, B. A. O poder integrador da terapia cognitiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
  • CAPOTE, A. P.; RAMOS, S. P. Terapia Cognitivo-Comportamental. In: BRASIL. Presidência da República. Secretaria Nacional Antidrogas. Curso à distância: Módulo 5 - Aspectos básicos do tratamento das dependências químicas: Brasília: SENAD, 2002. 244p.
  • CARROL, K. M. Las terapias conductuales basadas em la ciência para la dependência de drogas. Psiquiatría y Salud Integral. v. 2, n. 1, p. 46-53, 2002.
  • JUNGERMAN, F. S.; LARANJEIRA, R. Entrevista Motivacional: bases teóricas e práticas. In: BRASIL. Presidência da República. Secretaria Nacional Antidrogas. Curso à distância: Módulo 5 - Aspectos básicos do tratamento das dependências químicas: Brasília: SENAD, 2002. 244p.
  • MARQUES, A. C. P. R.; FURTADO, E. F. Intervenções breves para problemas relacionados ao álcool. Rev. Bras. Psiquiatr. v. 26, supl 1, p. 28-32, 2004.
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PROCHASKA, J. A.; DICLEMENTE, C. C. Transtheoretical therapy: towards a more integrative model of change. Psychotherapy: theory, research and practice, 19: 276-288, 1982.
  • ROLLNICK, S.; MILLER, W. R. What is motivational interviewing? Behavior and Cognitive Psychotherapy. 23: 325-334, 1985.
  • SILVA, C. J.; SERRA, A. M.Terapias Cognitiva e Cognitivo-Comportamental em dependência química. Rev. Bras. Psiquiatr. v. 26, supl 1, p. 33-39, 2004.
  • DI MICHELI, D.; FORMIGONI, M. L. O. S.Como motivar usuários de risco. In: BRASÍLIA. Secretaria Nacional Antidrogas. SUPERA - Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento: Módulo 4 – Intervenção breve para casos de uso de risco de substâncias psicoativas. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas, 2006.
  • DI MICHELI, D.; FORMIGONI, M. L. O. S. Os princípios básicos da Intervenção Breve e a Intervenção Breve passo a passo. In: BRASÍLIA. Secretaria Nacional Antidrogas. SUPERA - Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento: Módulo 4 – Intervenção breve para casos de uso de risco de substâncias psicoativas. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas, 2006.
  • PECHANSCK, F. Tratamentos psicoterápicos utilizados no tratamento de pessoas dependentes de substâncias. In: BRASÍLIA. Secretaria Nacional Antidrogas. SUPERA - Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento: Módulo 5 – Encaminhamento de pessoas dependentes de substâncias psicoativas. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas, 2006.
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MARQUES, A. C. P. Comparação da efetividade da terapia comportamental-cognitiva breve individual e em grupo no tratamento de dependentes de álcool ou outras drogas. 1997. Tese de Doutorado (Doutorado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 1997.
  • SILVA, E. A. A participação da família na prevenção e no tratamento de dependência de álcool e outras drogas: o papel dos pais e dos cônjuges. In: BRASÍLIA. Secretaria Nacional Antidrogas. SUPERA - Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento: Módulo 6 – As redes comunitária e de saúde no atendimento aos usuários e dependentes de substâncias psicoativas. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas, 2006. 52p.
  • ZEMEL, M. L. S. Uma abordagem familiar. In: BRASIL. Presidência da República. Secretaria Nacional Antidrogas. Curso à distância: Módulo 5 - Aspectos básicos do tratamento das dependências químicas: Brasília: SENAD, 2002. 244p.
  • RAMOS, S. P.; BERTOLOTE, J.M. e cols. Alcoolismo Hoje. Porto Alegre: Artes Médicas, 2. ed., 1990.
  • BURNS, J. E.; FILHO, W. L. Grupos de ajuda mútua no tratamento de pessoas dependentes de substâncias. In: Brasília. Secretaria Nacional Antidrogas. SUPERA - Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento: Módulo 5 – Encaminhamento de pessoas dependentes de substâncias psicoativas. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas, 2006. 52p.
  • WORLD SERVICE OFFICE, INC. Narcóticos Anônimos. Brazilian: WSO, Inc, 1997.
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“Você não pode ensinar nada a um homem;

você pode apenas ajudá-lo a encontrar

a resposta dentro dele mesmo’’

Galileu Galilei

Obrigada!