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HABITUS: fundamentos

HABITUS: fundamentos. CONCEITO CENTRAL. AGENTES SOCIAIS PRÁTICAS SOCIAIS. REPRODUÇÃO DA ORDEM LIBERDADE. HABITUS E SOCIALIZAÇÃO ( Primária e Secundária ). HABITUS: fundamentos. APRENDER AS RELAÇÕES SOCIAIS. ASSIMILAÇÃO: NORMAS , VALORES E CRENÇAS .

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HABITUS: fundamentos

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Presentation Transcript


  1. HABITUS: fundamentos • CONCEITO CENTRAL. • AGENTES SOCIAIS PRÁTICAS SOCIAIS. • REPRODUÇÃO DA ORDEM LIBERDADE. • HABITUS E SOCIALIZAÇÃO (Primária e Secundária)

  2. HABITUS: fundamentos • APRENDER AS RELAÇÕES SOCIAIS. • ASSIMILAÇÃO: NORMAS, VALORES E CRENÇAS. • NORMAS: REGRAS E USOS PRESCRITOS. (LINGUA, p.e) • VALORES: COISAS OU MANEIRAS DE SER. (HONRA,p.e.) • CRENÇAS: FUNDAMENTOS DO GRUPO OU COLETIVIDADES

  3. HABITUS: definição “ Os condicionamentos associados a uma classe particular de condições de existência produzem o habitus”. “ sistemas de disposições duráveis e transmissíveis”. “ estruturas estruturadas organizadas para funcionarem como estruturas estruturantes, isto é, como princípios organizadores de práticas e representações ”.

  4. HABITUS: definição “ que podem ser objetivamente adaptadas a seu objetivo sem supor a existência de consciência de uma finalidade e controle expresso das operações necessárias para a realizar.” “objetivamente regulados (“reglées”) e regulares (régulierés) sem ser a obediência à regras .” “ estando tudo isso, coletivamente orquestrados sem ser o produto da ação de um chefe de orquestra”. (Le Sens Pratique)

  5. HABITUS: componentes • ETHOS MORAL (x ÉTICA). • HÉXIS CORPORAL . • HABITUS = ETHOS + HÉXIS. PRINCÍPIOS E VALORES EM ESTADO PRÁTICO. POSTURAS, DISPOSIÇÕES DO CORPO PLANINHA DE LEITURA ATRAVÉS DA QUAL NOS PERCEBEMOS, JULGAMOS, EXPLICAMOS E AGIMOS NO MUNDO SOCIAL.

  6. HABITUS: efeitos estruturais • HABITUS E CLASSES DOMINANTES: distinção. • HABITUS E PEQUENA BURGUESIA: ascetismo. • HABITUS E CLASSES POPULARES: utilitarismo. • HABITUS = ETHOS + HÉXIS.

  7. ESPAÇO SOCIAL E CAMPOS SOCIAIS

  8. O QUE SÃO OS CAMPOS SOCIAIS? • DIVISÃO DO TRABALHO SOCIAL. • AUTONOMIA E ARTICULAÇÃO. • FUNCIONAM COMO “MERCADOS”. • SEM FRONTEIRAS DELIMITADAS.

  9. O QUE SÃO OS CAMPOS SOCIAIS? • SENTIDO DO JOGO. • ACORDO EM JOGAR. • ACORDO SOBRE O QUE ESTÁ EM JOGO. • ACORDO SOBRE AS CRENÇAS DO JOGO. • ACORDO SOBRE A CONTNUIDADE DO JOGO.

  10. O QUE SÃO OS CAMPOS SOCIAIS? “ Em termos analíticos, um CAMPO pode ser definido como uma rede ou uma configuração de relações objetivas entre posições. “

  11. O QUE SÃO OS CAMPOS SOCIAIS? “ Tais posições são definidas objetivamente em sua existência e pelas determinações que impõem aos seus ocupantes, agentes ou instituições, pela sua situação atual e potencial na estrutura da distribuição das diferentes espécies de poder (ou de capital), cuja possessão comanda o acesso aos lucros específicos que estão em jogo no campo, e, ao mesmo tempo, por suas relações objetivas com as outras posições. “

  12. AS LUTAS NOS CAMPOS SOCIAIS? • VOLUME E COMPOSIÇÃO DO CAPITAL. • CONSERVAR OU ACUMULAR CAPITAL. • DESVALORIZAR AS FORMAS ESTRATÉGICAS DE CAPITAL. • SUBVERTER AS REGRAS DO CAMPO.

  13. HABITUS: fundamentos • APRENDER AS RELAÇÕES SOCIAIS. • ASSIMILAÇÃO: NORMAS, VALORES E CRENÇAS. • NORMAS: REGRAS E USOS PRESCRITOS. (LINGUA, p.e) • VALORES: COISAS OU MANEIRAS DE SER. (HONRA,p.e.) • CRENÇAS: FUNDAMENTOS DO GRUPO OU COLETIVIDADES

  14. HABITUS: definição “ Os condicionamentos associados a uma classe particular de condições de existência produzem o habitus”. “ sistemas de disposições duráveis e transmissíveis”. “ estruturas estruturadas organizadas para funcionarem como estruturas estruturantes, isto é, como princípios organizadores de práticas e representações ”.

  15. HABITUS: definição “ que podem ser objetivamente adaptadas a seu objetivo sem supor a existência de consciência de uma finalidade e controle expresso das operações necessárias para a realizar.” “objetivamente regulados (“reglées”) e regulares (régulierés) sem ser a obediência à regras .” “ estando tudo isso, coletivamente orquestrados sem ser o produto da ação de um chefe de orquestra”. (Le Sens Pratique)

  16. HABITUS: componentes • ETHOS MORAL (x ÉTICA). • HÉXIS CORPORAL . • HABITUS = ETHOS + HÉXIS. PRINCÍPIOS E VALORES EM ESTADO PRÁTICO. POSTURAS, DISPOSIÇÕES DO CORPO PLANINHA DE LEITURA ATRAVÉS DA QUAL NOS PERCEBEMOS, JULGAMOS, EXPLICAMOS E AGIMOS NO MUNDO SOCIAL.

  17. A DISTINÇÃO “Ser distinguido é cultivar sua diferença. A arte da distinção burguesa, por exemplo, é se diferenciar”. “Ar de não ter nada” , por oposição, à “ostentação” ou à “vulgaridade” do novo rico. “

  18. “ A distinção está no coração do jogo social: ela é um dos motores das nossas condutas sociais, seja no domínio da educação, do trabalho, dos lazeres ou das práticas culinárias.” A DISTINÇÃO

  19. DOMINAÇÃO, VIOLÊNCIA SIMBÓLICA E LUTA DE CLASSES NATURALIZAÇÃO DA DOMINAÇÃO SOCIAL. IMPOSIÇÃO DE MANEIRA DE VER, AVALIAR E AGIR NO MUNDO SOCIAL COM FUNDAMENTOS PRÉ-REFLEXIVOS. COMO? IMPOSIÇÃO DE CATEGORIAS DE PERCEPÇÃO, EXPLICAÇÃO E JULGAMENTO DO MUNDO SOCIAL. DOXA A LUTA DE CLASSES COMEÇA PELA LUTA PELA CLASSIFICAÇÃO MUNDO SOCAL.

  20. DOMINAÇÃO E A DOXA CONJUNTO DE OPINIÕES COMPARTILHADAS. CRENÇAS ESTABELECIDAS. IDÉIAS RECEBIDAS. IMPOSTAS AOS GRUPOS E À SOCIEDADE POR SEGUINTES FATORES: 1- Racionalização e Universalização de exigências particulares. CULTURA LETRADA. 2- Jogo de Linguagem. DISCURSO DA DES-CLASSIFICAÇÃO. 3- Institucionalização da socialização. A ESCOLA.

  21. DOMINAÇÃO E A DOXA QUAIS AS CONDIÇÕES DA EFICIÊNCIA DA DOMINAÇÃO SIMBÓLICA? 1- É NECESSÁRIO QUE OS AGENTES INSTITUIÇÕES SEJAM PREPRADOS PARA ACEITAREM O PODER DAS INSTITUIÇÕES. COMO? A- ESTRUTURAS INTERNAS COGNITIVAS E AGETIVAS DOS AGENTES. HABITUS. B- LEGITIMIDADE DOS AGENTES QUE REPRESENTAM AS INSTITUIÇÕES. CAPITAL SIMBÓLICO.

  22. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) a) Classes dominantes ou Superiores É possível identificar duas frações opostas da classe dominante: 1- fração dominante: predominância do capital econômico. Ela mesma se decompõe em duas frações segundo a antiguidade do pertencimento à classe dominante:

  23. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) a) Classes Dominantes ou Superiores 1.1. burguesia antiga composta por donos de grandes empresas do comércio e da indústria; 1.2. burguesia nova reunindo os quadros superiores do setor privado, na sua maioria egressos das grandes escolas de gestão econômica e comercial.

  24. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) a) Classes dominantes ou Superiores A fração dominada classe dominante tem mais capital cultural que a fração dominante.

  25. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia Seus membros compartilham um certo número de propriedade comuns. Os pequenos burgueses ocupam uma posição média no espaço social. O conceito de pequena burguesia situa este grupo do lado da burguesia uma vez que as práticas e as representações dos indivíduos que a compõem se explicam pela vontade de ascensão social. No que concerne a cultura, a pequena burguesia é desprovida de autonomia em relação ‘a burguesia. Ela respeita profundamente a ordem social estabelecida.

  26. Sociedade e Território- 2007Aula: P. Bourdieu • O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia Existem clivagens ao seio da pequena burguesia em três frações:

  27. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) • O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia 1.b) Pequena burguesia em declínio: a trajetória serve para definir este primeiro grupo. Composta de artesãos e comerciantes.

  28. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia 2.b) Pequena burguesia de execução: composta por empregados (trabalhadores não-manuais de nível médio), quadros médios das empresas privadas, os técnicos, professores de nível médio. Ocupam posição central no que concerne a composição do capital.

  29. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia 3.b) Pequena burguesia nova constituída por: Pequenos burgueses com forte capital cultural, mas com pouco capital social para tirar partido do seu capital cultural, por

  30. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia 3.b) Pequena burguesia nova constituída por: Agentes saídos da burguesia, mas não tendo adquirido nas instituições escolares os títulos que lhes permitam de manter na classe dominante. Seu ponto comum é desenvolver uma luta visando aumentar o status simbólico das profissões que eles exercem e modificar a percepção dos outros agentes sobre eles. Este grupo é composto por:

  31. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) b) Pequena Burguesia 3.b) Pequena burguesia nova constituída por: métier artístico, intelectuais . encontramos tb neste grupo as profissões de (re)presentação: animadores de rádio e televisão com baixa notoriedade, guias tiríticos, etc. A idade dos seus membros torna-se uma variável pertinente: encontra-se igualmente jovens gerações de enfermeiras e técnicos.

  32. O Espaço Social da Sociedade Francesa (La Distinction) • O Espaço Social da Sociedade c) As Classes Populares Elas se caracterizam pela sua despossessão. Elas são condenadas “a escolha do necessário”. O valor que funda a unidade do grupo é aquele da virilidade: várias práticas e representações encontram seu sentido nesta noção.

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