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LIPÍDIOS

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  1. LIPÍDIOS Paula MakiOtani R1

  2. LIPÍDIOS Pessoas fazem exercício ou esporte por vários motivos: • Atletas querem ficar mais rápidos • Indivíduos querem perder ou manter o peso • Exercitar por motivos de saúde  Acabam procurando por suplementos para otimizar o objetivo

  3. LIPÍDIOS Substrato para contração muscular: • Carboidrato – importante para exercícios de alta intensidade • Gordura – mais importante principalmente para endurance • Aminoácidos – podem ser usados, mas sua contribuição é mínima

  4. LIPÍDIOS Glicogênio (principalmente dos músculos): • Importante para exercícios de alta intensidade • Sua depleção leva à: • Fadiga • Redução da intensidade do exercício • Até necessidade de parar o exercício • Pode ser depletado em uma hora Gordura: é muito abundante

  5. LIPÍDIOS Assim, qualquer adaptação que leve à preservação do glicogênio e aumente a oxidação de gordura, leva a melhora da capacidade de endurance. Próprio treinamento leva a essas adaptações (aumento da vascularização muscular, melhora da extração de O2, aumento da concentração de mitocôndrias, melhora da atividade da enzima oxidativa)

  6. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA LONGA • Maioria dos alimentos consumidos na dieta: origem animal ou óleo vegetal • Servem como reserva de energia • Suprem as necessidades de ác. graxosessenciais

  7. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA LONGA Ingestão de TCL pré-exercício: • Realizadas tentativas para reduzir a quebra de glicogênio e aumentar a oxidação de gordura • Estudos demonstraram que: • Ingestão de TCL antes do exercício tem pouco ou nenhum efeito no metabolismo ou performance • Porque o que chega na circulação é o quilomícrons, que acredita-se não ser importante como fonte de energia durante exercício

  8. ÓLEO DE PEIXE • Vem crescendo muito o interesse sobre os efeitos do óleo de peixe na dieta humana • As duas principais classes de ác graxos poliinsaturados são: • W-3 – EPA (ác eicosapentaenóico) e DHA (ácdocosahexaenoico) • W-6

  9. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e VO2 máx: Deformabilidade do RBC (redbloodcells): • Diminui com o exercício • Associado com: • Aumento da agregação • Aumento do tempo de transição pelos microporos • Isso reduz a efetividade de distribuição de O2 através da microcirculação

  10. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e VO2 máx: Com dieta com óleo de peixe: • Aumenta a deformabilidade do RBC • Devido incorporação do w-3 na membrana do RBC e facilita o transporte do RBC através do leito capilar • Na teoria, melhoraria a distribuição de O2 p/ músculo contrátil e VO2 máx, resultando em melhora da performance

  11. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e VO2 máx: Estudos foram realizados para tentar comprovar essa teoria, o que se concluiu: • No geral, óleo de peixe pode reduzir a queda da deformabilidade do RBC que acontece no exercício • No entanto, essa alteração é muito pequena e improvável de se afetar VO2 máx ou performance.

  12. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe para prevenir lesão muscular e resposta inflamatória: Inflamação: • Resposta a ferimento ou lesão tecidual que envolve o sistema de defesa do corpo • Resposta inflamatória: • Aumenta expressão de citocinas (TNF-alfa e IL-6) • Também libera prot de fase aguda e mediadores inflamatórios (Prostaglandinas e leucotrienos)

  13. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe para prevenir lesão muscular e resposta inflamatória: Com exercício intenso: • Redução da imunidade natural • Queda da resistência a infecção

  14. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe para prevenir lesão muscular e resposta inflamatória: Na teoria, suplementação com W-3: • Reduz o aumento das proteínas de fase aguda presente após exercício (associado com resposta inflamatória) • Reduz a imunossupressão pós-exercício

  15. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe para prevenir lesão muscular e resposta inflamatória: Realizados estudos que concluiram: • Dor tardia do exercício, que está associada com a resposta inflamatória, não melhorou com a suplementação com óleo de peixe

  16. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e asma induzida pelo exercício: Observaram associação entre asma e dieta com óleo de peixe pela baixa incidência de asmáticos da Groelândia, associado com a alta ingestão de óleo de peixe nessa mesma população

  17. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e asma induzida pelo exercício: • Existem estudos inconclusivos, sem comprovação da melhora dos sintomas após suplementação com W-3 • Outros estudos relataram melhora • Ou seja, mais estudos precisam ser realizados para conclusão

  18. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e metabolismo: Com o treino, leva a alteração da seleção de combustível no exercício, estimulando a: • Aumento da oxidação de gordura • Queda da oxidação de carboidratos

  19. ÓLEO DE PEIXE Óleo de Peixe e metabolismo: Estudos concluiram que óleo de peixe pode ter efeito positivo a longo prazo, mas evidências científicas atuais é falha para afirmar que o óleo de peixe melhora VO2 máx e performance

  20. ÁCIDO LINOLEICO CONJUGADO • Termo coletivo usado para descrever um misto de isômeros de áclinoleicos com duplas ligações conjugadas • Fonte de ALC: principalmente carne e produtos derivados dos ruminantes • ALC: • Vendidos como suplemento nutricional • Tb é um misto de isômeros

  21. ÁCIDO LINOLEICO CONJUGADO Anunciado para atletas treinados em resistência: • Ajuda a minimizar o catabolismo • Reduz a gordura do corpo • Promove ganhos maiores de força e massa muscular durante treinos

  22. ÁCIDO LINOLEICO CONJUGADO ALC e perda de peso corporal: Foram realizados estudos em animais: • Efeito positivo na perda de peso com suplementação de ALC, independente da dieta • Mas tiveram estudos que não encontraram efeito nenhum • Acham que essa diferença de resultados seja devido a diferença de espécies de animais ou devido diferença de isômeros de ALC usados

  23. ÁCIDO LINOLEICO CONJUGADO ALC e perda de peso corporal: Foram realizados estudos em humanos: • Resultados diferentes daqueles encontrados em animais • Resultados não encontraram nenhum efeito na perda de peso

  24. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA • Encontrado em pouca quantidade na dieta ocidental • Desde 1950, é sintetizada pela hidrólise do óleo de côco e óleo do grão de palmeira, pela filtração dos ác graxos de cadeia média e depois reesterificado

  25. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA • A partir de 1960, demonstrado que: • Esse TCM sintetizado é relativamente bem tolerado • Pode manter peso em humanos • Desde então, esse óleo é usado para tratar várias condições clínicas incluindo má absorção de gordura

  26. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Tolerância do TCM: • Nos EUA foram liberados pela FDA para uso oral e parenteral • Mas tem muitos sintomas adversos: náuseas, vômitos, desconforto gastrointestinal, diarréia osmótica, dor abdominal

  27. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Tolerância do TCM: • 100% apresentaram os efeitos colaterais com ingestão de 50-60g de TCM • 10% apresentaram efeitos colaterais com ingestão de 30g de TCM • Estudos sugerem que se desenvolve tolerância e adaptações com o tempo • Maioria dos estudos foram feitos com 30g TCM

  28. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Ingestão de TCM antes do exercício: Foi sugerido que ingestão de TCM: • Poderia aumentar a concentração de ác graxos livres no plasma • Reduzir o uso de glicogênio muscular • Melhorar a capacidade de endurance

  29. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Ingestão de TCM antes do exercício: Estudos realizados com exercícios de baixa, moderada e alta intensidade e diferentes quantidades de ingestão de TCM não mostraram efetividade na redução da quebra do glicogênio muscular ou capacidade de endurance

  30. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Ingestão de TCM durante exercício: • Estudos demonstraram que quantidades aumentadas de TCM em soluções isoenergéticas de carboidratos-TCM melhoram o esvaziamento gástrico • Realizados estudos para avaliar o efeito do consumo dessa solução:

  31. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Ingestão de TCM durante exercício: Estudos sugeriram que ingestão de TCM: • Pode induzir mínima cetonemia • Mas tem efeito mínimo na disponibilidade de ác graxos plasmáticos • Nenhum efeito na quebra do glicogênio muscular • Portanto, a performance de endurance não teve melhora com ingestão de TCM

  32. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA Ingestão de TCM durante exercício: • Ainda, a falta de efeito do TCM foi atribuída ao fato de ser dado pouca quantidade de TCM • Mas se eles aumentavam a quantidade, os indivíduos apresentavam sintomas gastrointestinais e/ou tinham nenhum efeito na performance

  33. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA TCM e perda de peso: Sugerido que TCM serve de ferramenta para perder peso: • Baseado na teoria de que ác graxos de cadeia média são preferencialmente oxidados, enquanto ác graxos de cadeia longa são preferencialmente armazenados

  34. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA TCM e perda de peso: Além disso, sugerem que TCM: • Aumenta a sensação de saciedade • Tem uma quantidade de energia por grama pouco menor que TCL • Pode ter alto efeito termogênico

  35. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA TCM e perda de peso: • Estudos evidenciaram que TCM: • Pode aumentar o gasto energético em humanos, comparado com o consumo de TCL • Pode aumentar a sensação de saciedade

  36. TRIGLICÉRIDES DE CADEIA MÉDIA TCM e perda de peso: • Consumo de TCM poderia ser uma estratégia para perder peso • Mas o número de estudos ainda é limitado

  37. CARNITINA

  38. CARNITINA Afirmam que a carnitina: • Melhora a performance de atletas • Acelera sua recuperação de exrecícios • Melhora metabolismo e massa de gordura • Aumenta a massa muscular

  39. CARNITINA • São retratados como “fatburners” • Recomendados para perda de peso • Afirmações puramente especulativas e baseados em suposições • Essa revisão avalia se essas afirmações são válidas

  40. CARNITINA No corpo: • Produzida a partir de aminoácidos essenciais (lisina e metionina) Fatores limitantes da produção endógena: • Intermediário da biossíntese: trimetil lisina • Presente nas fibras do músc esquelético • Último passo da produção • Hidroxilação da butyrobetaine em carnitina • Limitado no fígado, rim e cérebro

  41. CARNITINA No corpo: • Principais fontes de carnitina: • Dieta • Carne vermelha • Derivados de laticínio • Maior reserva do corpo são os músc esqueléticos • Excretada pela urina e bile

  42. CARNITINA No metabolismo da gordura: Papel importante no metabolismo da gordura • Durante a noite • Descanso • Exercício de baixa ou moderada intensidade • Ác graxos de cadeia longa = 80% da fonte de energia

  43. CARNITINA No metabolismo da gordura: Principal função da L-carnitina: • Papel como cofator da carnitina • Acyltransferase que transporta ác graxo de cadeia longa através da membrana interna da mitocôndria • Na ausência de L-carnitina, a membrana interna da mitocôndria fica impermeável

  44. CARNITINA No metabolismo da gordura: • Ácido graxo livre – ácido graxo ativado (Acil-CoA graxo) – entra na mitocôndria (carnitina) • Acil-CoA graxo, pela reação de beta oxidação, se transforma em Acetil-CoA

  45. CARNITINA No metabolismo da gordura: • Se tiver O2 suficiente, Acetil-CoA entra no Ciclo de Krebs para produção de ATP

  46. CARNITINA No metabolismo da gordura: • Durante o exercício de alta intensidade, há grande produção de Acetil-CoA

  47. CARNITINA No metabolismo da gordura: Grande quantidade de Acetil-CoA • Leva à inibição do complexo piruvatodesidrogenase

  48. CARNITINA No metabolismo da gordura: Assim, com aumento de Acetil-CoA, aumenta lactato

  49. CARNITINA No metabolismo da gordura: Outra função importante da carnitina: manter a razão Acetil-CoA / CoA na célula Acetil-CoA + CarnitinaAcetil-Carnitina + CoA • Então, a carnitina pode suprimir o acúmulo de ác lático, melhorando a performance de exercícios de alta intensidade

  50. CARNITINA Como agente para perder peso: Afirmam que com suplementação de carnitina: • Leva ao aumento da concentração intracelular • Aumenta a oxidação de gordura • Redução gradual das reservas de gordura do corpo