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Desenvolvimento Experimental e Demonstração na área da DRABL - Horticultura

Desenvolvimento Experimental e Demonstração na área da DRABL - Horticultura. Belarmino Saltão Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral DSAG - Divisão de Produção Agrícola. Região Agrária da Beira Litoral. Caracterização da Região.

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Desenvolvimento Experimental e Demonstração na área da DRABL - Horticultura

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Presentation Transcript


  1. Desenvolvimento Experimental e Demonstração na área da DRABL - Horticultura Belarmino SaltãoDirecção Regional de Agricultura da Beira LitoralDSAG - Divisão de Produção Agrícola

  2. Região Agrária da Beira Litoral

  3. Caracterização da Região • LITORAL: Região de terrenosplanos, com poucas elevações, de altitudes baixas, de clima ameno sob influência do Atlântico, densidade populacional elevada, onde predomina o pinhal, bovinos de leite, suínos, arroz e hortícolas. Destacam-se os Vales do Vouga, Mondego e Lis, com elevado potencial para a Horticultura. • INTERIOR: zona de altitudes médias e elevadas, com relevo acentuado, clima mais agressivo com influência Atlântico-Continental, densidade populacional baixa a muito baixa e predominância de floresta de pinheiro e eucalipto, ovinos e caprinos, suínos, aves e raças autóctones e policultura em áreas pequenas.

  4. DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO QUANTO À NATUREZA DE UTILIZAÇÃO FONTE: Recenseamento Geral da Agricultura 1999

  5. OBJECTIVOS DA EXPERIMENTAÇÃO NESTA FASE • INÍCIO DA ACTIVIDADE EXPERIMENTAL – Década de 80 • 1981 – Centro de Formação do Loreto • 1987 – Centro de Formação da Gafanha • OBJECTIVOS • Acções de Experimentação e Demonstração com vista à modernização do sector Agro-Rural, através de: • Desenvolvimento tecnológico • Novas tecnologias de produção • Apoio à Formação Profissional • Apoio técnico aos produtores

  6. CULTURAS HORTÍCOLAS COM INTERESSE PARA A REGIÃO • Hortícolas de ar livre para indústria • Ervilha, feijão verde, fava, brócolo, pimento e recentemente tomate e batata • Hortícolas de ar livre para consumo em fresco • Batata (batata primor), couves, cenoura, alface, nabo/grelo, tomate, feijão verde e recentemente alho porro • Hortícolas em cultura protegida • Tomate, feijão verde, alface, pimento, pepino, meloa e outras de menor interesse

  7. CENTRO EXPERIMENTAL DO LORETO • Localização – Quinta N.ª Sr.ª do Loreto / Coimbra • Ano de Criação do Centro – 1988/89 • Equipa de Técnicos/Pessoal auxiliar – 15/12 • Estruturas • Área de ar livre – 8,0 ha • Área coberta – 1 230 m2 (4 estufas) • Equipamentos – máquinas e alfaias agrícolas • Razões da criação do Centro: • Apoio à Formação Profissional • Desenvolvimento tecnológico da produção

  8. CENTRO EXPERIMENTAL DE HORTOFLORICULTURA DA GAFANHA • Localização – Colónia Agrícola da Gafanha/ Ílhavo • Ano de Criação do Centro – 1991 • Equipa de Técnicos/Pessoal auxiliar – 5/5 • Estruturas • Área de ar livre – 7 ha • Área coberta – 2 750 m2 (6 estufas) • Equipamentos – máquinas e alfaias agrícolas • Razões da criação do Centro: • Apoio à Formação Profissional • Desenvolvimento tecnológico da produção

  9. Centro Experimental da Gafanha

  10. TRABALHOS DESENVOLVIDOS DE MAIOR IMPACTO • No período 1987-1990: • Período de forte crescimento da horticultura para Indústria de congelação, especialmente a norte do Mondego e Leiria. • Projecto “Hortofrutícolas para a Indústria de Congelação” • Apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento; • Envolvimento do INIA/Estação Agronómica Nacional, IAPA (Instituto de Apoio à Transformação e Comercialização de Produtos Agrários) e DRABL (Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral) e Indústrias de Congelação; • Desenvolvimento de hortícolas para Indústria de Congelação: ervilha, feijão verde, fava e brócolo. • Ensaios da Rede Nacional de Ensaios – Batata (DGPC e DRABL)

  11. TRABALHOS DESENVOLVIDOS DE MAIOR IMPACTO • No período 1991-1996: • Horto-Industriais • Continuação de ensaios nas Zonas de Aveiro e do Baixo Mondego: • Condições edafo-climáticas favoráveis e parcelas de maior dimensão no Baixo mondego que favorecem a mecanização das culturas, conduziu a um desenvolvimento nesta região em detrimento de Aveiro. • Ensaios de Adaptação de Variedades; Densidade de Sementeira; Épocas de Sementeira e Plantação; Controlo Fitossanitário; etc. • Culturas: ervilha, feijão verde, fava, pimento e brócolo • Horticultura Protegida e de Ar Livre para consumo em fresco • Ensaios de Tecnologias de Produção: Adaptação de Variedades; Compasso de Plantação; Tipos de Poda; Fertilização; Controlo Fitossanitário/Luta Biológica. • Culturas: tomate, feijão verde, alface, pimento, pepino, couves, batata primor e de conservação

  12. TRABALHOS DESENVOLVIDOS DE MAIOR IMPACTO • No período 1996 - 2000: • Trabalhos realizados com apoio do PAMAF e DRABL • Linhas de trabalho orientadas para a preservação do ambiente e da qualidade do produto; • Foram elaboradas alguns projectos, tendo sido aprovados 4 na área da horticultura (PAMAF Nº 1021-Sistemas Culturais para o Baixo Mondego, 4033 –Tabelas de Fertilização , 4051- Valorização de resíduos orgânicos e 6001- Níveis de nitratos em hortícolas); • Experimentação e demonstração da Protecção Integrada em culturas protegidas (tomate, feijão verde e meloa) • Ensaios realizados em parceria com a DGPC • Ensaios de Determinação do Período Critico de Infestantes nas culturas de: pimento, fava e brócolo; • Ensaios de Eficácia e Fitotoxicidade de herbicidas nas culturas: brocólo, cenoura, couve lombarda e couve repolho. NOTA: Definição da Zona Vulnerável nº 2

  13. TRABALHOS DESENVOLVIDOS DE MAIOR IMPACTO • No período 2001 - 2004: • Trabalhos realizados com apoio do AGRO e DRABL • Linhas de trabalho definidas tendo em vista a protecção do ambiente, a qualidade e segurança alimentar, orientados para o desenvolvimento regional; • Foram elaboradas alguns projectos, tendo sido aprovados 5 na área da horticultura (Agro Nº 7-Nitratos em hortícolas, 10 – Níveis de fertilização na Z. Vúlneravel nº2, 16- Avaliação de resíduos, 40- Sistemas Culturais no B. Mondego e 129- Hortícolas em modo de produção biológico); • Experimentação e demonstração da Protecção Integrada com vista à Produção Integrada em culturas protegidas (tomate, feijão verde, pimento e alface). • Trabalhos realizados com apoio de Empresas Privadas • Campos de Avaliação de Cultivares Regionais de Abóboras e Couve Portuguesa; NOTA: Definição da Zona Vulnerável nº 4

  14. ORGANISMOS ENVOLVIDOS EM PROJECTOS E OUTROS TRABALHOS • Diversos Sectores da DRABL • Do Ministério da Agricultura: • INIA, EAN, LQARS, DGPC • Do Ministério da Educação: • ISA, ESAC, UC • Organismos Privados e Organização de Produtores: • Germiplanta, Agro-Sanus, Agrobio, Cooperativas Agrícolas, Organizações de Produtores, Indústrias de Congelação, Empresas ligadas aos fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos

  15. MEIOS DE DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO • Fichas técnicas, folhetos e brochuras • Formação Profissional e apoio técnico especializado • Manuais técnicos de apoio aos Agricultores • Artigos publicados em revistas da especialidade • Participação em colóquios e seminários • Acções de divulgação e dias abertos • Visitas organizadas aos ensaios e campos de demonstração

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