Como foi Cristo entendido nos primeiros séculos do cristianismo? O desenvolvimento histórico da doutrina de Cristo pode - PowerPoint PPT Presentation

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  1. Cristologia Desenvolvimento Histórico Como foi Cristo entendido nos primeiros séculos do cristianismo? O desenvolvimento histórico da doutrina de Cristo pode ser dividido em alguns segmentos

  2. Cristologia DOS APÓSTOLOS ATÉ A CONCÍLIO DE CALCEDÔNIA (451 AD) • Os Apóstolos • Duas Escolas De Pensamento Emergiram • - uma enfatizando a humanidade, com sacrifício da divindade. • - outra enfatizando a divindade, com sacrifício da humanidade

  3. Cristologia Ênfase na Humanidade – 1º Grupo • Ebionitas: ou pobres (ebion) eram cristãos judeus (um grupo não muito conhecido), que em defesa do monoteísmo, começaram a enfatizar a humanidade de Jesus negando sua divindade.

  4. Cristologia Ênfase na Humanidade – 1º Grupo 2. Alogoi: (+/- 175 AD – termo cunhado por seus oponentes: duplo sentido: tanto: irrazoáveis, ou descrentes no logos). Um grupo de cristãos que rejeitava os escritos de João, porque consideravam a doutrina Joanina do logos em conflito com o resto do Novo Testamento.

  5. Cristologia Ênfase na Humanidade – 1º Grupo 3. Paulo de Samosata, (c. 275), um influente bispo de Antioquia, (líder do monarquismo dinâmico: tentativa de preservar a unidade divina, afirmando que a divindade que esteve em Cristo foi um poder impessoal procedendo de Deus, mas não foi o próprio Deus, chamado dinâmico, porque o termo “dynamis”, o qual significa “poder ou força” foi empregado para explicar o poder impessoal que habitou em Jesus) tentou distinguir Jesus do Logos. Jesus foi um homem, como qualquer um outro, filho de Maria e José.

  6. Cristologia Ênfase na Divindade – 2º Grupo • GNOSTICISMO (gnosis). Especialmente os docetistas, que formavam uma ramificação dos gnosticos. • Os gregos dividiam o mundo em dois reinos: • BEM e MAL • ESPÍRITO e MATÉRIA • ALMA e CORPO

  7. Cristologia Ênfase na Divindade – 2º Grupo Jesus = Deus encarnado? Impossível! Porque o espírito é bom, a matéria é má, e os dois não podem coexistir ao mesmo tempo lado a lado. Jesus apenas deu a impressão que era humano. Ele apenas assumiu um corpo fantasma.

  8. Cristologia Ênfase na Divindade – 2º Grupo 2. ARIANISMO Representou uma terceira alternativa, um caminho intermediário, na tentativa de resolver o dilema. Ario (c. 250 – 336 AD), um diácono em Alexandria, afirmou que houve um tempo em que Jesus não existiu, portanto ele teve um começo. Embora ele fosse um ser pré-temporal, e um ser sobre-natural, era uma criatura, de fato a primeira criatura de Deus.

  9. Cristologia Atanásio Atanásio, (c. 296 – 373 AD), bispo de Alexandria, é o vulto que se destaca em Nicéia e, especialmente no período posterior ao concílio como o incansável oponente do arianismo. Para Atanásio, Jesus era da mesma essência do Pai, partilhando do mesma natureza: pleno Deus.

  10. Cristologia PERÍODO PÓS-NICENO – AS DISCUSSÕES CRISTOLÓGICAS O Concílio de Nicéia em diante, a Igreja Católica aceitou Jesus Cristo como Deus pleno (verdadeiro) e pleno homem (verdadeiro).

  11. Cristologia Apolinário (c. 310 – 390 AD), bispo de Laudicéia Problema na solução de Apolinário: a divindade governaria, e ele não seria um genuíno ser humano. Apolinário foi condenado como herege pelo primeiro Concílio de Constantinopla, reunido em 381.

  12. Cristologia Nestório (d. c. 451), natural da Síria Basicamente o Nestorianismo ensina que havia duas pessoas separadas no Cristo encarnado: um divino e outro humano.

  13. Cristologia Eutico (378 AD – 454) – (tendência anti-nestomana) O Concílio de Calcedônia em 451 AD, que condenou Nestório, condenou o Eutiquianismo também.

  14. Cristologia CALCEDÔNIA “Nós todos com uma única voz confessamos nosso Senhor Jesus Cristo um é o mesmo Filho de Deus, e ao mesmo tempo, pleno em divindade e pleno em humanidade, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Reconhecido em duas naturezas, sem confusão, sem mudança, sem divisão ou sem separação, não sendo a distinção das naturezas de forma alguma abolida por causa desta união, mas antes as propriedades características de cada natureza são preservadas e reunidas para formar uma só pessoa”.

  15. Cristologia CALCEDÔNIA O Concílio de Calcedônia enfatizou igualmente a natureza divina e a natureza humana de Jesus: - perfeita coexistência das duas naturezas - verdadeiro Deus e verdadeiro homem - da mesma essência (consubstancial) com Deus - da mesma essência (consubstancial) com o homem - duas naturezas, sem confusão, sem divisão, sem mudança - a distinção das duas naturezas de forma alguma é abolida por causa desta união, mas antes as propriedades características de cada natureza são preservadas e reunidas para formar uma só pessoa.

  16. Cristologia A PESSOA DE CRISTO DO PONTO DE VISTA BÍBLICO Jesus existiu e o cristianismo emanou dEle. Quem foi Ele? Foi Ele Deus? Se sim, em que sentido? Como o Pai? Ou apenas dotado de capacidade para refletir o caráter de Deus?

  17. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO A- VELHO TESTAMENTO Alguns têm demonstrado uma inclinação em negar que o VT contenha predições de um Messias divino, mas tal negação é insustentável levando-se em conta passagens, tais como: Sl 2:6-12 » Hb 1:5 Sl 45:6-7 » Hb 1:8-9 Sl 110:1 » Hb 1:13 Jr 23:6; Zc 13:7 Dn 7:22; ML 3:1  Mq 5:2; Is 9:6, dois textos de interesse especial.

  18. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO Isaías 9:6 – O que é dito da criança ultrapassa limites humanos comuns, impossível que o profeta tenha em mente um príncipe terreno. Para uma descrição do futuro rei, que por Sua grandeza, pela excessiva glória do Seu ser necessita de 5 títulos gloriosos.

  19. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO • B- NOVO TESTAMENTO • 1. João – O 4º Evangelho apresenta a mais exaltada percepção da pessoa de Cristo. • A- O PRÓLOGO DO 4º EVANGELHO • 3 Características • 1) Sua Eternidade • 2) Sua Unidade com Deus • 3) Sua Natureza Divina

  20. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO USO JOANINO DA FRASE “EU SOU” [EGO EIMI] 3 GRUPOS

  21. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO 1) Tipo de frase na qual EGO EIMI aparece com um expresso predicado, ou equivalente, e ocorre 16 vezes. (6:36; 41; 48; 51; 8:12,18; 10:7,9,11,14; 11:25; 14:6; 15:1-5; 8:23 – frase proposicional com predicado.

  22. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO 2) 9 vezes uso absoluto. Em alguns casos o predicado é omitido, mas parece implícito: 4:26 “Eu Sou o Cristo”; 8:28 “Eu Sou o Filho do Homem”; 18:8 “Eu Sou Jesus, o Nazareno”.

  23. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO 3) Contudo, em alguns casos, a expressão é absoluta no sentido radical; uma unidade completa em si mesmo, sem a possibilidade de nenhum predicado.

  24. Cristologia A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO A afirmação da eternidade de Jesus é ainda encontrada em vários outros textos: Filipenses 2:5-7 Colossenses 1:15-17

  25. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO 1. UNIGÊNITO A ocorrência do termo mais famosa é em João 3:16 O termo aparece em: Lucas 7:12 – filho da viúva de Nain Lucas 8:42 – filha de Jairo Lucas 9:38 – jovem enfermo curado por Jesus João 1:14; 1:18; 3:16; 3:18 e I João 4:9 – significado cristológico Hebreus 11:17 A)Inicialmente devemos lembrar que o termo é “MONOGENES” não “MONOGENETOS”: “Monogenes” – “monos” (único) – “genos” (tipo, espécie) “Monogenetos” – único gerado

  26. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO Fora da literatura Joanina, “monogenes” aparece três vezes em Lucas e em Hebreus 11:7. Estes usos nos ajudam a entender o significado do termo.

  27. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO Lucas 7:12 – o filho da viúva de Naim é chamado de “monogenes”. Ninguém insistiria que ela o gerou, pois segundo a Bíblia, a biologia e o dicionário, esta é uma função masculina. O texto significa a qualidade do filho: único em existência, o único que ela possuía. Lucas 8:42 – a filha de Jairo é chamada “monogenes”, filha única, ênfase na exclusividade. Lucas 9:38 – o rapaz epilético também é chamado “monogenes”, o único filho do seu pai.

  28. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO A forte evidência para a tradução de “monogenes” em Lucas como “único” é encontrada na tradução de Juízes 11:34 na LXX. Aqui a filha de Jefte “era ela só a única, não tinha outro filho nem filha”. “Monogenes” é usado na LXX para traduzir o termo hebraico “yachid” (Amos 8:10; Zacarias 12:10)

  29. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO Mas nenhuma passagem ilustra o significado de “monogenes” mais claramente do que Hebreus 11:17

  30. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO 1) “MONOGENES” – não “MONOGENETOS” 2) “Monogenes”significa o único membro de um genus, ou tipo: único, singular, exclusivo (unique). 3) Literalmente, um do seu tipo. Sublinha seu valor, porque ele é o único de sua espécie. 4) Este significado é fortalecido pelo fato de “monogenes” traduzir o termo hebraico yachid, definida conotação de preciosidade, intimidade/proximidade, porque é o único deste tipo. 5) Outros usos no NT – Lucas, Hebreus 11:17.

  31. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO 2. “PROTOTOKOS” “Protos” – primeiro – tiktw – geral A palavra é usada 7 vezes no NT em referência a Jesus. Primeiro gerado – requer que Ele tenha um começo. Por que os escritores do Novo Testamento usaram o termo para Jesus Cristo? Colossenses 1:15 – “Ele é a imagem do Deus invisível, o “promogenito” de toda criação”.

  32. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO No Velho Testamento “prototokos” é usado 130 vezes. É um termo importante por causa do conceito da primogenitura. - importância do primeiro macho nascido; - treinado para substituir o Pai; - ocupava uma posição de dignidade, honra, autoridade; - uma exclusiva posição, cabeça da família.

  33. Cristologia TÍTULOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO Por que é Jesus chamado de primogênito? 1) O termo é baseado no sentido hebraico de autoridade. 2) Implica o termo em um começo? Há instantes que o termo grego é usado não para enfatizar primogenitura física, mas autoridade.

  34. Cristologia Hebreus 1:5 “Tu és Meu Filho, hoje Te gerei”. Falando de Cristo o autor do livro dos Hebreus aponta, ou refere-se a “um dia de geração”. O verbo usado – “gennão” (hb. 1:5 – gegenneka). Usado 3 vezes no NT – em relação a Cristo. 1) Atos 13:33 2) Hebreus 1:5 (Jesus superior aos anjos / Jesus Superior a Moisés) 3) Hebreus 5:5

  35. Cristologia Hebreus 1:5 “Tu és Meu Filho, hoje Te gerei”. Salmos 2 – este era um Salmo de entronização, usado na coroação de um rei. Quando um rei sucedia seu pai ... tempo de dificuldade, de confusão, tempo ideal para rebelião e revolta.

  36. Cristologia Hebreus 1:5 “Tu és Meu Filho, hoje Te gerei”. 1º grupo de versos – tribos vizinhas sujeitas a Israel tentavam se rebelar contra a autoridade deles. 2º grupo de versos – Deus fala. Eu tenho estabelecido Meu rei em Sião, Meu monte santo. 3º grupo de versos – o rei declara onde sua autoridade se encontra: O Senhor diz: “Tu és Meu Filho hoje te gerei”. 4º grupo de versos – coro conclui em exaltação.

  37. Cristologia Hebreus 1:5 “Tu és Meu Filho, hoje Te gerei”. Este Salmo refere-se a transferência de Saul para Davi ou Davi para Salomão. A frase de Sl 2:7 não esta fazendo referência a geração física, mas no dia da coroação, o rei entra num relacionamento especial com o Senhor. Uma relação de pai e filho. O povo deveria olhar para o ungido como se ele tivesse neste dia sendo gerado.

  38. Cristologia FILIAÇÃO DIVINA Filiação – semelhante, relacionamento genético. A expressão “Filho de Deus”. Devemos notar que algumas vezes, VT e NT, “filiação”significa partilhar as características – atributos.

  39. Cristologia FILIAÇÃO DIVINA • - Filhos do trovão • - Filhos da iniqüidade (Ef. 2:2) • Filhos da ira / Sião / Luz / Concerto / dos Profetas / da desobediência. • Referência ao rei do VT como Filho de Deus, não significava relacionamento genético, mas autoridade, etc. • Filho – modo de identificar as características de uma personalidade, natureza intrínseca.

  40. Cristologia FILIAÇÃO DIVINA Jesus usando o termo “Filho de Deus” para si injetou novas dimensões do modo como Ele usou, implica em consubstancialidade com a essência divina. Jesus nunca refere-se a Deus como nosso Pai (exceto no oração do Senhor, a qual é um exemplo para Seus discípulos). Sempre “Vosso Pai” ou “Meu Pai”. Seu relacionamento com o Pai tem bases diferentes ao nosso relacionamento. Em sentido especial Ele é o Filho de Deus, e partilha com Ele a mesma substância.

  41. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO A tradição cristã afirma que paralelo à Sua divindade, Jesus foi também verdadeiro homem, “vero homo”. Quão real foi a humanidade de Cristo? Que evidências temos de que Jesus foi um ser humano real?

  42. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO Segundo Gálatas 4:4, Lucas 2, Mateus 2, Jesus nasceu. Segundo Lucas 2:40, Jesus submeteu-se as leis do desenvolvimento humano, “e a criança crescia e se fortalecia, cheia de sabedoria e o favor de Deus estava sobre Ele”.

  43. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO Lucas 2:52 I João 4:2 Romanos 5:18-19 João 19:5 Marcos 15:39 João 8:39-40

  44. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO Que tipo de natureza humana? A natureza de Adão antes da queda ou a nossa natureza?

  45. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO Na Bíblia encontramos 2 grupos de textos que sugerem contradição.

  46. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO 1º GRUPO DE TEXTOS Filipenses 2:5-ss João 1:14 Romanos 8:3 Hebreus 2:11:14

  47. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO 2º GRUPO DE TEXTOS II Coríntios 5:21 João 14:24-30 I Pedro 2:22 I João 3:5 Hebreus 4:15; Hebreus 7:26 I João 3:5 I João 1:8-10 João 14:24-30

  48. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO TEMAS Os textos vistos até agora indicam: - Ele não conheceu pecado - nEle não há pecado - O príncipe deste mundo nada tem em mim Com base nestes textos concluímos que em Jesus não havia pecado em dimensão existencial.

  49. Cristologia A HUMANIDADE DE CRISTO TEMAS Os textos vistos até agora indicam: - Ele não conheceu pecado - nEle não há pecado - O príncipe deste mundo nada tem em mim