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METODOLOGIA CIENTÍFICA Quinta Aula. Observação. Observação. Base Empírica. Sujeito cognoscente. Realidade histórica socialmente vivida. ação sensorial & reflexiva. raramente há caráter “natural” nos fenômenos correntes no planeta terra. Observação. 1) Na fase exploratória

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METODOLOGIA CIENTÍFICA Quinta Aula


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    Presentation Transcript
    1. METODOLOGIACIENTÍFICAQuinta Aula

    2. Observação Observação Base Empírica Sujeito cognoscente Realidade histórica socialmente vivida ação sensorial & reflexiva raramente há caráter “natural” nos fenômenos correntes no planeta terra

    3. Observação 1) Na fase exploratória A observação é aplicada para colher informações iniciais sobre alguns aspectos da realidade e sobre o conhecimento científico acumulado Tem por finalidade criar condições para a elaboração do projeto 1 - Observa-se meticulosamente a literatura. 2 - Observa-se preliminarmente o campo.

    4. Observação 2) Na fase de campo A observação é aplicada sistematicamente para colher todas as informações necessárias para o exercício de refutação/afirmação das conjecturas apresentadas pela hipótese Tem por finalidade criar condições para a validação empírica da hipótese

    5. Observação • Num sentido restrito Observação é aplicar os sentidos a fim de obter uma determinada informação sobre algum aspecto da realidade • Num sentido amplo Observação não se trata apenas de ver, mas de examinar. Não se trata somente de entender, mas de auscultar.

    6. Trata-se também de ler documentos (livros, jornais, impressos diversos) na medida em que esses não somente nos informam dos resultados das observações e pesquisas feitas por outros, mas traduzem a reação dos seus autores. • Kaplan (1975) “O observador padrão não é o homem que vê e relata o que todos observadores normais vêem e relatam, mas o homem que vê em objetos familiares o que ninguém viu antes”.

    7. Obs.: é preciso limitar e definir com precisão o que deseja observar; pois, não é possível observar tudo, ou muitas coisas ao mesmo tempo com o rigor científico necessário. • “Observação científica” A observação científica pode ser: - assistemática -sistemática

    8. “Observação assistemática”

    9. “Observação assistemática” (= ocasional; simples; não estruturada)

    10. “Observação assistemática” (= ocasional; simples; não estruturada) • Quando por razões éticas, morais, legais ou qualquer outras não se pode reproduzir o fenômeno observado.

    11. “Observação assistemática” (= ocasional; simples; não estruturada) • Quando por razões éticas, morais, legais ou quaisquer outras não se pode reproduzir o fenômeno observado. Daí aproveita-se fortuitamente o fenômeno que se apresenta; pois o fenômeno se dá de forma imprevisível, ou quando previsível não se sabe exatamente em que momento.

    12. “Observação assistemática” (= ocasional; simples; não estruturada) • Quando por razões éticas, morais, legais ou qualquer outras não se pode reproduzir o fenômeno observado. Daí aproveita-se fortuitamente o fenômeno que se apresenta; pois o fenômeno se dá de forma imprevisível, ou quando previsível não se sabe exatamente em que momento. Ex.: estudos de comportamento em situações críticas; estudos sísmicos.

    13. “Observação assistemática” (= ocasional; simples; não estruturada) • Quando por razões éticas, morais, legais ou qualquer outras não se pode reproduzir o fenômeno observado. Daí aproveita-se fortuitamente o fenômeno que se apresenta; pois o fenômeno se dá de forma imprevisível, ou quando previsível não se sabe exatamente em que momento. Ex.: estudos de comportamento em situações críticas; estudos sísmicos. • -Observação assistemática “não-participante”

    14. “Observação sistemática”

    15. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada)

    16. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se:

    17. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar?

    18. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar? para que observar (objetivos)?

    19. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar? para que observar (objetivos)? como observar (metodologia)?

    20. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar? para que observar (objetivos)? como observar (metodologia)? o que observar?

    21. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar? para que observar (objetivos)? como observar (metodologia)? o que observar? quem observa?

    22. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar? para que observar (objetivos)? como observar (metodologia)? o que observar? quem observa? • por ser sistemática deve: ser planejada; indicar quais informações que realmente interessam ao estudo; utilizar um instrumento de observação; indicar e limitar a área de observação; evitar ao máximo a apreensão subjetiva dos fato observados; indicar o campo, o tempo e a duração da observação

    23. “Observação sistemática”(= planejada, estruturada, controlada) • considera-se: por que observar? para que observar (objetivos)? como observar (metodologia)? o que observar? quem observa? • por ser sistemática deve: ser planejada; indicar quais informações que realmente interessam ao estudo; utilizar um instrumento de observação; indicar e limitar a área de observação; evitar ao máximo a apreensão subjetiva dos fato observados; indicar o campo, o tempo e a duração da observação • - Observação sistemática “participante”

    24. Campo de Observação • serve para selecionar, limitar e identificar o que vai ser observado; • só se define o campo com a definição de um problema que se pretende responder; • deve abranger: a população, as circunstâncias, o local; • deve ainda ser dividido em partes: unidades de observação.

    25. Unidades de Observação • unidade de observação é um modo de classificar conceitos, distinguindo e agrupando mentalmente as variáveis que existem na realidade. • são pessoas, grupos, objetos, atividades, instituições e acontecimentos dos quais a pesquisa versa , agrupadas por possuírem características em comum, sendo selecionados de acordo com o planejamento da observação. Obs.:nos estudos epidemiológicos estas unidades podem ser denominadas de variáveis em estudos (dependentes e independentes).

    26. Observação Sistemática pode ser feita de: -“modo direto” - “modo indireto” • “Modo Direto” Aplicando-se diretamente os sentidos. Ex.: observar uma patologia em exame clínico com ou sem instrumentos de observação direta; observar o céu com ou sem telescópio.

    27. “Modo Indireto” Utilizando-se de instrumentos em que, após apontar resultados, há a necessidade de inferências para se concluir o observado.

    28. “Modo Indireto” Utilizando-se de instrumentos em que, após apontar resultados, há a necessidade de inferências para se concluir o observado. Ex.: observar uma patologia recorrendo-se aos resultados de exames laboratoriais; usar um rádio-telescópio ou um espectrofotômetro de massa e analisar suas leituras; observar indiretamente o céu a partir de imagens registradas em fotos de longa exposição feitas em telescópio.

    29. Obs.: a quantificação desenvolve os instrumentos de observação ao permitir a matematização dos fatos. Assim, a linguagem numérica é mais indicada do que a linguagem verbal em grande parte dos estudos científicos. • Observação documental (pesquisa bibliográfica) • 1- É a observação dos registros de observação e das experiências que outros já fizeram. • 2- A observação documental, enquanto revisão bibliográfica, oferece subsídios e evita redundâncias de estudos, garantindo a originalidade dos estudos (ou da abordagem dos estudos propostos ou em andamento

    30. 3- A observação documental, enquanto revisão bibliográfica, oferece subsídios: à escolha da metodologia da pesquisa do estudo que se pretende iniciar; à definição e precisão dos instrumentos; à vinculação e desenvolvimento da teoria implicada com o estudo.

    31. Fichas Bibliográficas • São utilizadas na pesquisas. Podem ser de dois tipos: • 1- Ficha bibliográfica: faz toda referência da obra. No verso se faz um breve comentário do material, anotando o que interessa nesta obra e/ou explicando por que ela interessa. • 2- Ficha de conteúdo (=documental): apresenta citação; resumos; síntese; e/ou breves referências.

    32. Fichas Bibliográficas São utilizadas na pesquisas. Podem ser de dois tipos: 1- Ficha bibliográfica: faz toda referência da obra. No verso se faz um breve comentário do material, anotando o que interessa nesta obra e/ou explicando por que ela interessa. 2- Fichas de conteúdo (=documentais): apresenta citação; resumos; síntese; e/ou breves referências organizadas e classificadas por grupos de assunto. VER: RUDIO (1985, 41-2)

    33. Amostras As amostras são instrumentos para se observar fenômenos muito abrangentes.

    34. Amostras As amostras são instrumentos para se observar fenômenos muito abrangentes. Em vez de se trabalhar com o universo de todos os eventos (ou indivíduos) de um fenômeno, trabalha-se com parte destes (criando um universo amostral).

    35. Amostras As amostras são instrumentos para se observar fenômenos muito abrangentes. Em vez de se trabalhar com o universo de todos os eventos (ou indivíduos) de um fenômeno, trabalha-se com parte destes (criando um universo amostral). A sua seleção deve responder às seguintes indagações:

    36. quantos indivíduos devem estar na amostra para que ela represente de fato a totalidade de elementos da população • como selecionar os indivíduos de maneira que todos os casos da população tenham (preferencialmente) possibilidades iguais de serem representados na amostra.

    37. Métodos de amostragem • O método de amostragem baseia-se em saber se sua amostra de sujeitos é bem representativa da população, a fim de lhe ser possível fazer generalizações. • Para fazer tais inferências, o pesquisador seleciona um método apropriado de amostragem que leva em conta a possibilidade de todos os membros da população fazerem parte de amostra ou, então, apenas alguns membros da população

    38. Se todos os componentes de tal população tiverem igual oportunidade (probabilidade) de participar da amostra, diz-se que o método usado é da amostragem causal; se este não for o caso fala-se em amostragem não-causal: - Amostras não-probabilísticas (=não-causais) - Amostras probabilísticas (=causais)

    39. Amostras não-probabilísticas baseiam-se no que convém ao pesquisador: • acidentais: os indivíduos aparecem até atingir determinado tamanho de amostra. Mesmo que ocorra uma orientação para seleção de indivíduos, a escolha garante a “normalidade” dos resultados e a possibilidade de generalização para toda a população. Ex.: opinião de taxistas, barbeiros, e de outras pessoas que supostamente refletem a opinião pública geral. • por quotas: reproduz a estrutura geral da população. Ex.: 50% homens e 50% mulheres.

    40. intencionais: seleciona-se estrategicamente os indivíduos mais qualificados e significativos para o caso em questão; o que, consequentemente. faz com que o estudo não seja normal e passível de generalização para a toda a população. Ex.: opinião de lideranças comunitárias que supostamente refletem uma opinião mais elaborada e qualificada que a opinião pública geral.

    41. de julgamento (=conveniência): a lógica, o senso comum ou um julgamento equilibrado podem ser usados na seleção de uma amostra que seja representativa de um grupo maior. Ex.: amostra de opiniões veiculadas pelas revistas “VEJA”, “ISTO É”, “MANCHETE” para se pesquisar os valores da classe média alta brasileira, uma vez que estas revistas “parecem” refletir aquilo que a maioria dos brasileiros deste estrato social deseja

    42. Amostras probalísticas - como todos os componentes da população tem igual probabilidade de fazer parte da amostra, então todos os sujeitos devem ser identificados antes da extração da amostra. • causal simples: quando se toma como homogêneos os elementos do universo em que se definirá a amostra e aleatoriamente se extrai os indivíduos (usando a “Tábua de números aleatórios” ou uma regra que garanta a aleatoriedade sem criar viés).

    43. causal estratificada: tal como a amostra por quotas, a população (=universo) é dividida por estratos; mas aqui se garante a igual probabilidade. As sub-amostras reunidas formam a amostra geral. Ex.: sexo (homens/mulheres); idade(7,8,9,10,11,12 anos) • por agrupamento: chega-se ao grupo final através de amostragem inicial de feixes maiores. Ex.: para pesquisar a opinião dos usuários dos serviços de saúde, por amostragem simples ou estratificada se define-se pela ordem: os distritos sanitários de um município; as unidades de saúde; as especialidades médicas; os médicos; os pacientes.

    44. Bibliografia LEVIN, Jack “Estatísticas aplicada a ciência humanas” 20ed., São Paulo, HARBRA, 1987. RUDIO, Franz Victor “Introdução ao projeto de pesquisa científica” 100 ed, Petrópolis, 1985. RUIZ, João Álvaro “Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos” São Paulo, Atlas, 1979.