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MERCADO DE CAPITAIS

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  1. MERCADO DE CAPITAIS Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  2. SISTEMA FINANCEIRO Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2011

  3. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  4. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  5. Conselho Monetário Nacional Orgão normatizador do Sistema Financeiro Nacional. Constituído pelo: - Ministro da Fazenda – presidente; - Ministro do Planejamento; - Presidente Banco Central – BCB. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  6. Atribuições: - Estabelecer diretrizes monetárias, cambiais e creditícias; - Normatizar o funcionamento e fiscalização das instituições financeiras;e - Disciplinar os instrumentos de política monetária e cambial. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  7. Banco Central do Brasil Autarquia que cumpre e faz cumprir as normas emanadas pelo CMN. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  8. Comissão Valores Mobiliários Autarquia que possui a competência de (principais): - Assegurar funcionamento das BV; - Proteger investidores contra atos ilegais de acionistas, administradores e demais integrantes da BV; - Evitar e coibir fraudes; - Assegurar acesso público as informações relevantes. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  9. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é o principal orgão de apoio a execução de política industrial do governo – microeconômico. Juntamente com as empresas ele apoia os investimentos estratégicos e o fortalecimento das empresas privadas nacionais. Empresas filiadas: AEFI: Ag. Especial de Financiamento Industrial – FINAME BNDES PAR: apoia a capitalização empresas nacionais. BNDES Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  10. Associações civis s/ fins lucrativos ou S/A, que possui por objetivo manter local adequado para encontro de seus membros à realização de compra e venda de títulos e valores mobiliários em mercado livre e aberto, organizado e fiscalizado. Deve-se reportar diretamente a CVM. Também deve proporcionar liquidez e tornar pública as informações deste mercado. Bolsa de Valores - BV Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  11. OS MERCADOS DO DINHEIRO Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  12. TÍTULOS PÚBLICOS www.tesourodireto.gov.br Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  13. MERCADOS DE CAPITAIS O mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito de proporcionar liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabilizar seu processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  14. MERCADOS DE CAPITAIS No mercado de capitais, os principais títulos negociados são: - os representativos do capital de empresas (ações); - empréstimos feitos via mercado por empresas (debêntures conversíveis, bônus de subscrição etc.) Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  15. AÇÕES No mercado de capitais, as ações representam a menor parcela do capital social de uma empresa (sociedade anônima, sociedade por ações ou companhia). As ações proporcionam ao seu detentor, direito a participação nos resultados da empresa proporcionalmente ao número de ações que detém Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  16. As ações são tituladas de acordo com suas características: Ações Preferenciais; Ações Ordinárias; Ações Nominativas; Ações Escriturais; Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  17. VALORES DAS AÇÕES Usualmente, os preços das ações refletem as expectativas dos agentes econômicos com relação às perspectivas do país e ao desempenho das empresas. As mudanças que ocorrem no país aumentam ou diminuem a confiança nas empresas abertas e influenciam no preço de suas ações. Mas as formas de analisar os valores podem diferenciarem entre: Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  18. Valor Contábil:Vlr lançado no Estatuto e nos Livros da Companhia. Pode ser explícito (Valor Nominal) ou indiscriminado (sem valor Nominal). Se explícito, pode servir de referência para o exercício de direitos dos acionistas; Valor Patrimonial:Vlr do Patrimônio Líquido do exercício considerado, dividido pelo número de ações emitidas. Pode servir de referência para o exercício de direitos do acionista; Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  19. Valor Intrínseco:Valor apurado no processo de análise fundamentalista. Valor de Liquidação:Valor estimado para o caso de encerramento das atividades da companhia. Valor Unitário:Quociente entre o valor do capital social realizado de uma empresa e o número de ações emitidas. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  20. Valor Subscrição:Preço de emissão fixado em subscrições para aumento de capital (não pode ser inferior ao valor nominal contábil). Valor de Mercado:Valor de cotação em mercados organizados (Bolsa de Valores ou Mercado de Balcão). Podendo ter diversos valores, dependendo do tipo da ação e dos eventos associados à mesma (pagamento de dividendo, etc.). E estes valores duram até que novos valores sejam apregoados ou cotados nos mercados. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  21. RESULTADOS ECONÔMICOS DAS AÇÕES Os resultados econômicos das ações podem ser derivados de duas naturezas: - Resultados da Companhia; - Resultados do Mercado. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  22. TRIBUTAÇÃO IMPOSTOS QUE INCIDEM de Renda s/ o Lucro Empresarial. Imposto Impostos relativos à atividade econômica, que SOBRE A EMPRESA refletem no desempenho econômico e no lucro dacompanhia. O ganho líquido obtido no mercado à vista é atualmente tributado à alíquota de 10% de IR, como ganho de renda variável SOBRE O ACIONISTA (PESSOA FÍSICA) O ganho de renda variável: preço de venda menos preço de compra menos custos de transação (corretagem, taxa ANA e emolumen.) Os dividendos das companhias são isentos, q pois os lucros que lhe deram origem já foram SOBRE OS DIVIDENDOS tributados, os juros sobre capital são tributados Em 15% na fonte. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  23. AÇÕES NO MERCADO INTERNACIONAL As ações de empresas brasileiras podem ser vendidas no exterior através das ADRs e GDRs, também chamadas de WDRs. Elas representam recibos negociáveis da propriedade de ações emitidas por empresas ñ-americanas. São emitidos por um banco dos EUA, porém, o banco americano precisa contratar um corretor no BR (no caso de ADRS de empresas brasileiras) que fará a compra de ações da empresa emissora de ADR na bolsa de valores local. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  24. Essas ações ficam depositadas em um banco custodiante no Brasil e servem de lastro para e emissão dos ADR. Portanto, é com base nessas ações (lastro) que um banco no exterior (Banco Depositário) emite os ADR ou GDR. Foi desenvolvido para permitir a investidores americanos acesso ao mercado de ações de outros países, dentro dos EUA. Os americanos podem comprar ações de empresas estrangeiras nos EUA sob a forma de ADR, em vez de fazê-lo nos mercados externos. Para o investidor externo, outra vantagem do ADR é a não incidência do risco cambial. Como os ADR são negociados nos Estados Unidos, seu preço é definido na moeda americana, o mesmo não é afetado pela taxa de câmbio Real/Dólar. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  25. Os programas de ADRs consideram três categorias: Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  26. OUTROS TIPOS DE TÍTULOS EMITIDOS PELAS EMPRESAS Debêntures:São títulos de dívida com a garantia de seus ativos ou fiança, e capacidade de resgate mediante pagamento de principal e rendimentos ou com cláusula de resgate mediante conversão em ações - DCA. A DCA representa uma dívida da Cia. emitente, e reúne vantagens de 2 tipos de aplicações: pode revestir o conceito misto de renda fixa, enquanto debênture, e de renda variável, depois da conversão. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  27. Características das Debêntures: - As companhias podem resgatá-las antecipadamente, se a escritura de emissão assim facultar; - A lei admite a emissão sem data de vencimento, sendo o principal exigível em caso de não-pagamento das rendas, ou quando da dissolução da companhia; - Os acionistas geralmente têm preferência para compra no lançamento de debêntures, em especial as DCA. Os debenturistas podem impedir a mudança de objeto social da Cia, a criação de AP ou a modificação das vantagens atribuídas às já existentes, se disso resultar prejuízo para as ações que serão objeto de conversão; Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  28. - As rendas podem vincular-se àparticipação nos lucros, e podem se estabelecer prêmios de reembolso; - As debêntures podem ser garantidas por fiança ou pelo ativo da companhia, vinculando-o à emissão de forma real ou flutuante. Neste último caso, a garantia não impede a negociação do bem garantidor. - Pelas características apontadas, assemelham-se muito a ações, exceto por um detalhe: o rendimento é lançado como despesa financeira da emissora, minimizando a carga tributária. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  29. EUROBÔNUS São bônus emitidos por empresas brasileiras no mercado europeu, com instituições financeiras como garantidoras, cuja renda é fixada segundo a taxa Libor - Londres, mais um spread de acordo com o risco do emissor, com prazos variados. Têm características semelhantes às de uma debênture não conversível em ações. A operação é normalmente distribuída por um banco internacional, que tenha capacidade de registro em Londres, e que é também o distribuidor primário dos bônus. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  30. COMMERCIAL PAPER Éuma Nota Promissória, de giro rápido, para o financiamento de curto prazo (prazo mínimo de 30 e máximo de 180 dias). Como não possui garantias, o Commercial Paper é acessível apenas para empresas com bom crédito e capazes de emitir altos valores, que viabilizam o custo de um lançamento (registro na CVM, publicação de anúncios de distribuição nos jornais etc.). O principal atrativo é o custo mais baixo, por não exigir a intermediação de bancos nas operações que podem ser conduzidas por distribuidoras e corretoras de valores. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  31. COMPRA E VENDA DE AÇÕES Os investidores compram ações de companhias, na Bolsa, através das sociedades corretoras. O investidor emite uma ordem de compra ou venda à sua corretora e esta se encarrega de executá-la no pregão. As operações em Bolsa são remuneradas à base de comissões sobre os negócios efetuados. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  32. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  33. PRINCIPAIS PROCESSOS DE NEGOCIAÇÃO Comum: Realiza-se entre dois representantes das corretoras, através de viva voz. Depois transação concluída mediante a declaração da palavra “FECHADO”, dá-se o preenchimento da boleta pelo vendedor, que colhe a assinatura do comprador e a entrega para registro. Direta: O mesmo operador é, simultaneamente, comprador e vendedor: comprador para um dos clientes de sua corretora e vendedor para outro. Direta ou não, qualquer operação só será fechada pelo melhor preço, tanto de compra quanto de venda. Leilão: Semelhante à negociação direta. Ao ocorrer apregoação de compra e venda de grande quantidade, representante da Bolsa interfere colocando em leilão. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  34. FORMAS DE NEGOCIAÇÃO Viva Voz: os representantes das corretoras apregoam as ofertas de viva-voz, especificando o nome da empresa, o tipo da ação, a quantidade e o preço da ação. Neste tipo de negociação são negociadas apenas as ações de maior liquidez. Pregão Eletrônico - Mega Bolsa: sistema de negociação eletrônico utilizado leilão pela BOVESPA. Pelo sistema eletrônico de negociação, a oferta de compra ou de venda é feita por terminais de computador. O encontro das ofertas e o fechamento dos negócios são realizados automaticamente pelos computadores da Bovespa.Esses equipamentos são responsáveis pelo controle de cerca de 60% do volume mundial negociado. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  35. After-Market: Pregão eletrônico que funciona após as 18 horas e até às 22 horas com a finalidade de atender ao Home Broker. Para garantir a segurança e o fluxo de informações algumas outras regras foram adotadas como: - As ações são negociadas pelo sistema Mega Bolsa. Só podem ser negociadas ações no mercado à vista; • Somente ações com base de preço estabelecida no horário regular de negociação (pregão diurno) podem ser negociadas no período After-Market (princípio da liquidez); • O limite de ordens é de R$ 100.000 mil por investidor. • O preço das ordens de compra e venda só pode variar em até 2%, em relação ao valor de fechamento das ações no horário normal da Bovespa. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  36. - A cada intervalo de 15 minutos a Bovespa controla o limite operacional de cada corretora. - Os negócios realizados no After-Market são agrupados em dois segmentos, para fins de limite máximo de quantidade por negócio. A Bovespa informa diariamente os papéis autorizados em cada grupo e seus limites (divulgação feita via ABO — Agência Bovespa de Operações). - Os papéis mais líquidos têm limite de quantidade por negócio fixado como um percentual da média diária registrada nos últimos 30 pregões. - Os demais ativos têm limite de quantidade por negócio fixado em 50% da média diária registrada nos últimos 30 pregões. - Os índices da Bovespa não são calculados nem difundidos no horário After-Market. Suas variações são calculadas com base nos índices de fechamento do pregão regular do dia anterior. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  37. MODALIDADES OPERACIONAIS À VISTA: Compra e venda de lotes padronizados de ações, executadas a um preço estabelecido em determinado instante da sessão de pregão, ou através de sistemas eletrônicos de negociação. Se a negociação se dá num dia D, teremos:  • Liquidação Física: em D + 2, corretora do vendedor entrega as ações. • Liquidação Financeira: em D + 3, corretora do comprador paga o valor e recebe as ações. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  38. Em caso de não liquidação: D+3 e D+4: entregas com atraso (paga multa). D+5: Bolsa autoriza corretora do comprador a recomprar a ação. D+5 a D+7: prazo para a corretora do comprador, recomprar as ações em pregão; valor debitado à corretora do vendedor. D+8: prazo final para a corretora compradora confirmar a execução da re­compra). D+9: se a recompra não se realizar, reverter a operação. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  39. MERCADO A TERMO: Operação a termo é a compra ou venda de ações, a um preço fixado, com liquidação diferida. A operação consiste na compra ou venda para liquidação em data futura. O comprador e o vendedor acertam a cotação e o prazo, e na data combinada o comprador entregará o dinheiro e receberá as ações. Geralmente a liquidação ocorre entre 30 e 180 dias, em múltiplos de 30, a partir da data da negociação, daí resultando um contrato entre as partes. A operação pode ser feita em pregão ou através do sistema eletrônico de negociação. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  40. MERCADO DE OPÇÕES: Outro mercado que não se liquida à vista ou contra entrega é o mercado de opções. No mercado de opções o que se negocia são direitos sobre ações. São direitos de uma parte comprar ou vender à outra, até uma determinada data , certa quantidade de ações a um preço preestabelecido, pagando-se de uma só vez o valor da opção. Essa modalidade de operação foi criada para aprimorar o mecanismo de formação dos preços das ações. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  41. ÍNDICES DE MERCADO • Os índices de mercado cumprem três objetivos principais: • São indicadores de variação de preços do mercado; • Servem de parâmetros para avaliação de performance de portfólios; • São instrumentos de negociação no mercado futuro. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  42. IBOVESPA - Índice Bovespa Índice BOVESPA é o valor atual em moeda do país de uma carteira teórica de ações, a partir de uma aplicação hipotética. A composição procura aproximar-se da configuração real das negociações à vista, em lote-padrão, na Bolsa de Valores de São Paulo. Formam o IBOVESPA: - Ações do Índice que tenham 80% de participação acumulada em termos de número de negócios e volume financeiro nos 12 meses anteriores; - Presença em pelo menos 80% das sessões de pregão; - Não pode ter negociação foi inferior a 0,1% do volume total de negócios. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  43. IBOVESPA - Índice Bovespa O índice BOVESPA é reavaliado quadrimestralmente, com base nos 12 meses anteriores, atribuindo-se então novos pesos de ponderação às diferentes ações que o compõem. Durante os dias de pregão, ele é calculado instantaneamente, em tempo real, e retransmitido internacionalmente. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  44. IBX - ÍNDICE BRASIL É um índice de lucratividade que tb calculado pela Bovespa, desde 28/12/95 e o seu rebalanceamento é quadrimestral. O critério para escolha das ações mais negociadas é o n° de negócios e o volume financeiro apurados nos 12 meses anteriores à reavaliação. As ações escolhidas são ponderadas no índice pelo seu respectivo n° de ações disponíveis para negociação no mercado. O índice é ajustado quando as empresas distribuem proventos para que reflitam não só as variações das cotações das ações como também o efeito desta distribuição. Por este motivo o IBX é considerado um índice que avalia o retorno total das ações que compõem sua carteira. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  45. ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial • Indicador que engloba as empresas, coordenadas por um conselho formado por entidades de mercado e Ministério do Meio Ambiente, onde as empresas para serem listadas nesse índice, são analisadas por quatro dimensões: a) Econômico – Financeira; b) Social; c) Ambiental; d) Governança Corporativa; Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  46. I-NYSE É o índice da Bolsa de Valores de N.York – N.Y. Stock Exchange. Não possui critério de seleção como o IBOVESPA, pois inclui todas as operações de ações registradas. A entrada de novas ações são ponderadas de acordo com os respectivos valores de mercado das empresas emissoras. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  47. Dow Jones É o índice baseado nas 30 maiores empresas industriais- Blue Chips, negociadas na NYSE. É publicado desde 1896. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  48. I-NASDAQ É o índice da National Assoc. of Securities Dealers Automatic Quotation System. Bolsa de Valores de empresas de alta tecnologia. A NASDAQ não vende ações no sistema viva-voz, mas sim no sistema de balcão. O I-NASDAQ possui a mesma metodologia do I-NYSE. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  49. S&P500 É o índice publicado pela Standard & Poor’s, baseado no valor de mercado das 500 empresas de maior expressão no mercado em termos de volume negociado e capital da empresa. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008

  50. FTSE 100 • Lê-se footsie, índice composto por um conjunto de 100 ações de maior capitalização negociadas na bolsa de valores de Londres. Prof. Dr. Daltro Oliveira de Carvalho - Uni-Facef - 2008