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Doenças orais

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Camila Ferrari Ribeiro Reunião do serviço Agosto/2010. Doenças orais. Doenças dos lábios. Grânulos de Fordyce. Glândulas sebáceas não associadas a folículos pilosos Localizadas no vermelhão e mucosa oral Variação da anatomia normal Presentes em ambos os sexos Menos comuns na infância

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Presentation Transcript
camila ferrari ribeiro reuni o do servi o agosto 2010
Camila Ferrari Ribeiro

Reunião do serviço

Agosto/2010

Doenças orais

gr nulos de fordyce
Grânulos de Fordyce
  • Glândulas sebáceas não associadas a folículos pilosos
  • Localizadas no vermelhão e mucosa oral
  • Variação da anatomia normal
  • Presentes em ambos os sexos
  • Menos comuns na infância
  • Prevalência 70 a 85% na população adulta
  • Não há indicação de tratamento
gr nulos de fordyce4
Grânulos de Fordyce
  • Apresentação clínica:
    • Múltiplas pápulas amareladas ou amarelo-esbranquiçadas
    • 1-2mm diâmetro
    • Geralmente bilaterais
    • Parecem ser estimuladas pela puberdade
s filis
Sífilis
  • Cancro duro – localização labial segue em frequência a genital
    • Lesão ulcerada, indolor e bordas endurecidas
    • Adenite satélite
  • Secundarismo: pápulas achatadas, simétricas nas comissuras labiais – condilomas planos
    • Poliadenopatia cervical
queilite act nica
Queiliteactínica
  • Exposição solar excessiva, tabagismo
  • Aguda: eritema, edema, vesículas, crostas e descamação
  • Crônica: descamação discreta, crostas, exulceração, leucoqueratose, atrofia, perda de nitidez da linha de transição entre vermelhão e pele
  • Biopsiar – 20% evolui para CEC
  • Tto: crio, eletrocoagulação, vermelhectomia, 5-FU
queilite angular
Queilite angular
  • = comissurite angular, perlèche
  • Intertrigo nos cantos labiais
  • Acúmulo de saliva, idosos em uso de próteses antigas ou mal adaptadas, queda dos cantos da boca
  • Contaminação por Candida albicans
  • HIV, isotretinoína
  • Tto: pomadas ou cremes de antibióticos e imidazólicos, cuidados dentários
queilite de contato
Queilite de contato
  • Aguda: edema, eritema, vesículas
  • Crônica: descamação e fissuras
  • Agentes mais comuns: batons, medicações tópicas, alimentos, frutas cítricas, objetos levados a boca
  • Irritação primária pela saliva (hábito de molhar os lábios com a língua)
queilite esfoliativa
Queiliteesfoliativa
  • = queilofagia
  • Descamação, fissuras, hemorragias, escamo-crostas
  • Lábio superior e inferior
  • Decorrente de distúrbios emocionais (queilofagia) ou atopia
  • Tto: corticóides tópicos (pomada), tratar a dermatocompulsão
queilite glandular
Queilite glandular
  • Hipertrofia e inflamação secundária de glândulas salivares heterotópicas dos lábios
  • Início: infância e adolescência
  • Malformação congênita ou transmissão genética
  • Forma não-inflamatória: orifícios puntiformes (eliminam saliva)
  • Forma inflamatória: maior tumefação, crostas, dor
  • Tto: cirúrgico, antibiótico
queilite granulomatosa
Queilitegranulomatosa
  • Tumefação dos lábios
  • Surtos recidivantes de edema labial, tornando-se crônico com macroqueilia
  • Pode comprometer a face, mucosa labial e gengivas
  • HP: inflamação granulomatosa
  • Pode ser isolada ou associada a outros achados clínicos e outras doenças (Crohn, TB, angioedema, HIV, periodontite apical...)
slide19

Síndrome de Melkersson-Rosenthal: queilite granulomatosa, língua fissurada ou geográfica e paralisia facial

  • Granulomatose orofacial: associada a sarcoidose e Doença de Crohn
  • Tto: infiltração intralesional de corticóides associados ou não com antiinflamatórios, sulfona e clofazimina
queilite medicamentosa
Queilite medicamentosa
  • Erupção fixa medicamentosa e eritema polimorfo (também acomete cavidade oral)
  • Retinóides orais: descamação e ressecamento
  • Tto: contínua hidratação, pomada de dexpantenol
prurigo act nico
Prurigoactínico
  • Rara em nosso meio
  • Mais comum: México e países andinos
  • Leões cutâneas muito pruriginosas em áreas fotoexpostas
  • Queilite exuberante é quase sempre observada
  • Tto: Talidomida
queilites nas dermatoses
Queilites nas dermatoses
  • Inúmeras dermatoses acometem os lábios – como manifestação isolada ou quadro disseminado
  • Alguns exemplos: lúpus eritematoso, pênfigo vulgar, liquen plano, psoríase, eritema polimorfo
tumores benignos
Tumores benignos
  • Mucocele ou cisto mucoso:
    • tumoração translúcida, cística, superfície interna do lábio inferior.
    • Obstrução de canais de glândulas mucosas.
    • Tto: excisão e espremedura (elimina substância mucóide viscosa). Eletrocoagulação da cavidade.
tumores benignos26
Tumores benignos
  • Ectasia venosa (lago venoso):
    • Vênula dilatada
    • Assintomática, cor violácea
    • Mais comum em idosos por trauma crônico do lábio inferior e fotoexposição.
    • Tto: eletrocoagulação, crio, laser.
tumores benignos27
Tumores benignos
  • Granuloma piogênico: tumoração angiomatosa vegetante e friável, surge após trauma. Labios e mucosa oral são localizações comuns.
tumores malignos
Tumores malignos
  • Carcinoma espinocelular:
    • Principalmente lábio inferior, inicia-se como queilite crônica.
    • Lesões pápulo-nodulares, nódulo-ulceradas, vegetantes. Às vezes verrucoso.
    • Pode haver metástases para linfonodos submandibulares
aftas
Aftas
  • Recorrente; surtos de ulcerações de tamanho e número variáveis
  • Poupa áreas queratinizadas
  • Estresse emocional, pequenos traumas (patergia)
  • Pode haver pródromo de dor e disestesia (3 a 4 dias)
  • Depende de fatores locais – rara em tabagistas (queratinização reacional da mucosa)
slide32

Ulceração rasa, com halo eritematoso, centro necrótico amarelado

  • Pode acometer toda a mucosa oral, bordas da língua e sulco gengivo-labiais
slide33

Afta minor: lesões pequenas, superficiais, pequeno número

  • Afta major (doença de Sutton): periedenite necrótica recorrente, com nódulos ulcerados profundos
  • Afta herpetiforme: pequenas, agrupadas, suventrantes
slide34

Afta major

Afta herpetiforme

slide35

Aftose complexa: ulcerações genitais, febre, artralgia, eritema nodoso e pústulas cutâneas

  • Afta x lesão aftóide – lesão pequena e única, pós traumática, jovens, recorrente porém sem repetição constante
slide36

Doença de Behçet: recorrente e grave, associa diferentes graus de aftas orais e genitais, uveíte, vasculite cutânea e do SNC

aftas37
Aftas
  • Tratamento:
    • Bochechos com tetraciclina: podem abreviar a duração
    • Bochechos com clorexidina 2%: prevenção da infecção que prolonga o surto
    • Fase prodrômica: corticóide em base adesiva (Omcilon orabase)
    • Fase ulcerada: corticóide em xarope (diluídos ou puros)
slide38

Tratamento sistêmico: depende do tamanho das lesões e frequência dos surtos

    • Solução de corticóide VO, em bochechos, 3 a 4x dia com solução de micostatina
    • Dapsona 100mg/dia – por 3 a 6 meses
    • Talidomida 100mg/dia – formas resistentes
    • Colchicina 0,5-2mg/dia
    • Pentoxifilina 400mg 8/8h
l quen plano
Líquen plano
  • 1/3 cutâneo; 1/3 cutâneo-mucoso; 1/3 mucoso
  • Cutâneo – surtos autolimitados
  • Mucoso – crônico
  • Mucosa oral: diversas apresentações, bilaterais e simétricas
  • Forma pápulo-queratótica: pápulas esbranquiçadas, isoladas ou confluentes, aspecto reticulado ou arboriforme, assintomática
slide40

Forma eritêmato-atrófica: pápulas e áreas de atrofia mucosa e despapilação lingual, ardor bucal principalmente ao contato com alimentos

  • Líquen plano erosivo: erosões brilhantes, bem demarcadas, circundadas por lesões brancas típicas, bastante sintomáticas
slide42

Líquen plano atrófico-erosivo: parte da síndrome de gengivite descamativa. Dx dif: lesões brancas (leucoplasia, sífilis, candidose) ou erosivas (lúpus eritematoso, farmacodermias, doenças bolhosas)

p nfigo vulgar
Pênfigo vulgar
  • Bolhas flácidas que logo rompem deixando erosões disseminadas na mucosa
  • Muito desconforto
  • Sinal de Nikolsky presente
  • Comprometimento gengival frequente
penfig ide das membranas mucosas
Penfigóide das membranas mucosas
  • Penfigóide cicatricial
  • Afecção mucosa (ou mucocutâneas) onde há autoimunidade contra antígenos da membrana basal
  • Bolhas mucosas tensas que rompem em erosões, localizadas nas gengivas, mucosa jugal e palato (mais localizado que o pênfigo)
  • Outras mucosas acometidas: esofágica, genital e ocular
  • Sinéquias cicatriciais incapacitantes
p nfigo penfig ide e l quen plano
Pênfigo, penfigóide e líquen plano
  • Podem localizar-se exclusivamente nas gengivas
  • Eritema, erosão e descamação
  • Gengivite descamativa crônica
  • Aspecto clínico semelhante – necessita histopatológico e imunofluorescência
outras doen as bolhosas
Outras doenças bolhosas
  • Dermatite herpetiforme, dermatose bolhosa por IgA linear, epidermólise bolhosa adquirida – ocorrem sempre com lesões cutâneas que orientam o diagnóstico
eritema polimorfo s ndrome de stevens johnson e net
Eritema polimorfo, Síndrome de Stevens-Johnson e NET
  • Comprometimento mucoso em geral acompanha o quadro cutâneo
  • Pode haver eritema polimorfo exclusivo
  • Lesões orais: congestas, erosivas e com crostas hemorrágicas
rea es a quimioter picos
Reações a quimioterápicos
  • Antineoplásicos – atuam no ciclo de divisão celular – tecidos com grande atividade mitótica terão sua função alterada
  • Mucosa oral – ulcerações extensas, dolororsas
  • Mielossupressão droga-induzida – favorecem infecções como herpes simples e infecções piogênicas e hemorragias
infec es na cavidade oral candidose oral
Infecções na cavidade oral - Candidose oral
  • Comum em lactentes - “sapinho” - até o segundo mês de vida
  • Idosos, usuários de próteses dentárias e aidéticos
  • Corticoterapia e antibióticos de amplo expectro
  • Estomatite cremosa oral – concreções esbranquiçadas destacáveis com espátula
  • Candidose eritematosa atrófica e candidose hiperplásica
herpes simples
Herpes simples
  • Primo-infecção: quadro agudo e exuberante, em geral na infância
  • Ulcerações aftóides dolorosas múltiplas na mucosa queratinizada e gengivas
  • Febre, adenomegalia cervical, irritabilidade, mal-estar
  • Duração: 10 a 15 dias
  • Recidivas: prurido e dor local, vesículas em base eritemato-edematosa
  • Recidivas intra-orais são raras
infec o fuso espirilar
Infecção fuso-espirilar
  • Infecção secundária por organismos fuso-espirilares, saprófitas, da cavidade oral
  • É complicação de doenças como eritema polimorfo, pênfigo vulgar, infecções viróticas, leucemias, agranulocitose ou outros quadros hematológicos
  • Placas eritêmato-acinzentadas, com forte odor
  • Tto: antissépticos; antibióticos tópicos; penicilina ou cefalosporina (via sistêmica)
infec o no paciente com hiv
Infecção no paciente com HIV
  • Candidose oral: fase avançada de AIDS, pode progredir para esôfago e vias aéreas
  • Condiloma acuminado: localização eventual, difícil tratamento
  • Doença periodontal:gengivites e periodontites
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Herpes simples: infecção crônica, extensa, lesões ulcerosas, sem tendência a cicatrização espontânea

slide58

Leucoplasia pilosa: induzida pelo vírus Epstein-Baar, caracteriza-se por lesões brancas, dispostas verticalmente na lateral da língua. Assintomático, imunossupressão grave

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Sarcoma de Kaposi:

    • imunodepressão grave, único ou associado com outras lesões
    • Manchas eritêmato-violáceas, que podem evoluir para lesões tumorais.
leishmaniose
Leishmaniose
  • Palato duro, lesões úlcero-vegetantes grosseiramente granulosas e sulcadas (formam a cruz de Escomel)
  • Outras áreas: lábio, pilar anterior e posterior, laringe, faringe e cordas vocais (rouquidão característica)
  • Destrutivas; sequelas ulcerosas e cicatriciais
paracococcidioidomicose
Paracococcidioidomicose
  • Lesões orais características e comuns.
  • Ulcerações mucosas com fundo de delicado pontilhado hemorrágico (estomatite moriforme)
  • Gengivas, mucosa oral, língua e orofaringe
  • Macroqueilia é comum
  • Pode ocorrer fibrose cicatricial e microstomia
s filis64
Sífilis
  • Protossifiloma oral é mais raro que o genital. Pode ser labial, lingual ou orofaríngeo. Erosão, base infiltrada, não dolorosa, com adenomegalia
slide65

Sífilis secundária: quadro oral frequente, lesões pápulo-erosivas acinzentadas, despapilações linguais circunscritas, fissuras linguais, lesões pápulo-hipertróficas vegetantes (condiloma plano). Altamente contagiantes, podem passar desapercebidas.

  • Sífilis terciária são úlceras e gomas destrutivas
hemangioma e linfangioma
Hemangioma e linfangioma
  • Hemangioma tuberoso: presente ao nascimento ou logo após, aumenta em regra até os 2 anos e pode ou não involuir. Mucosa bucal, língua ou lábios. Tto: crio
  • Hemangioma plano: área do trigêmio, lábio superior e palato. Manifestação cutânea da Síndrome de Sturge-Weber.
leucoplasias
Leucoplasias
  • Placas queratóticas não destacáveis e não diagnosticáveis como outra entidade (queilite actínica, líquen plano etc) e não desaparecem ao cessar tabagismo
  • Extensas e de difícil tratamento
  • Biopsiar - possibilidade de manifestação precoce de carcinoma oral
carcinoma espinocelular
Carcinoma espinocelular
  • Tumor mais comum
  • Inicialmente: área localizada de infiltração de queratose ou eritroplasia (área circunscrita vermelho brilhante)
  • Tumoração e ulceração
  • Carcinoma intra-oral é mais agressivo e tem metástases mais frequentes, que o da pele e do vermelhão labial (actinicamente induzidos)
carcinoma verrucoso ou papilomatose florida
Carcinoma verrucoso ou papilomatose florida
  • Variedade bem diferenciada de carcinoma espinocelular
  • Lesões queratósicas de progressão lenta, podendo atingir extensas áreas da mucosa
  • Metástases são raras
  • Diagnóstico histopatológico pode ser difícil
  • Tto: retinóide ou metotrexate (diminuir a massa tumoral) e então crio, eletrocoagulação ou exérese cirúrgica
morsicatio buccarum
Morsicatiobuccarum
  • Lesão por trauma na mucosa jugal
  • Mordedura repetitiva
  • Não requer tratamento
l ngua geogr fica
Língua geográfica
  • = Glossite migratória benigna
  • Comum e benigna
  • Etiologia desconhecida
  • Língua: local mais acometido
    • Outros locais: mucosa bucal, mucosa labial, palato mole.
  • Prevalência: 1 – 3% da população
    • Acomete ambos os sexos
    • Predomínio em crianças
l ngua geogr fica76
Língua geográfica
  • Manifestações clínicas:
    • Dorso da língua
    • Múltiplas áreas bem delimitadas com eritema circundado por borda serpiginosa amarelo-esbranquiçada
    • Eritema resulta da atrofia das papilas filiformes
    • As placas podem ser migratórias
    • Assintomática ou sensibilidade a calor e pimenta, alimentos ácidos e salgados
l ngua geogr fica77
Língua geográfica
  • Maior frequencia: psoríase, atopia e pctes com língua fissurada
  • Patologia:
    • Mucosite psoriasiforme
    • Perda da característica superfície papilar da língua
    • Hiperparaqueratose, espongiose, microabcessos neutrofílicos intraepiteliais
l ngua geogr fica78
Língua geográfica
  • Tratamento:
    • Geralmente não é necessário
    • Se muito sintomáticos: corticóides de alta potência em gel, bochechos
l ngua fissurada
Língua fissurada
  • = Língua escrotal; língua plicata
  • Comum e benigna
  • Causa desconhecida
  • Parece haver hereditariedade (mal formação congênita)
  • Poligênico ou autossômico dominante
  • Comum associação com língua geográfica (mesmos genes?)
  • Não requer tratamento
slide80

Associação com síndromes:

    • Melkersson-Rosenthaal – língua fissurada, paralisia facial, edema de lábio e edema de face
    • Down (associação comum)
    • Cowden (associação ocasional) – paquioníquia congênita, acromegalia, macroglossia
slide81

Prevalência: 2 a 30% dos adultos (dependendo da população)

    • Ambos os sexos
  • Manifestações clínicas:
    • Múltiplas cavernas no dorso da língua de 2-3mm de profundidade
    • Pode acometer áreas isoladas da língua ou todo o dorso
l ngua negra pilosa ou vilosa
Língua negra pilosa ou vilosa
  • Benigna e comum
  • Não é sinal de doença sistêmica
  • Acúmulo de grande quantidade de queratina
  • Cigarro
  • Má higiene oral
  • Enxaguatórios bucais oxidantes
  • Bebidas quentes
slide83

Prevalência: 0,5 a 5% da população

  • Ambos os sexos
  • Não requer tratamento por ser alteração benigna
  • Alguns pctes desejam tratar pelo aspecto inestético, alteração do paladar, mau hálito
  • Solução Uréia 20% ou ácido retinóico 0,01-0,025% - queratolíticos antes da escovação
slide84

Manifestações clínicas:

    • Aumento das papilas filiformes na porção posterior e dorsal da língua
    • Múltiplas cores dependendo da etiologia/bactéria (cor amarela a acastanhada escura)
    • Pode estar associada ao uso de antibióticos orais
glossite m dia romboidal
Glossite média romboidal
  • = Atrofia papilar central
  • Crianças - alteração embrionária (raro)
  • Adultos - associada a infecção por cândida e tem melhora com antifúngico
  • Quando acompanhada de infecção palatal na área que entra em contato com a língua, pode ser sinal de imunodeficiência ou HIV
slide86

Manifestações clínicas:

    • Área eritematosa com atrofia, ovalada ou em forma de diamante, no centro da língua
    • Assintomática
    • Pode estar associada a candidíase afetando palato e ângulos da boca
slide87

Patologia:

    • Perda das papilas filiformes
    • Hifas tubulares de Candida albicans envoltas em uma camada de paraqueratina
  • Tratamento:
    • Fluconazol VO ou Clotrimazol
glossite inflamat ria
Glossite inflamatória
  • Processo inflamatório que pode ser manifestação de inúmeras doenças: anemias, pelagra, reações medicamentosas, infecções e irritações químicas ou físicas
  • Língua vermelha e lisa, perda parcial ou total das papilas filiformes
  • Tratamento sintomático
s ndrome da boca dolorosa estomatodinia glossodinia
Síndrome da boca dolorosa – estomatodinia - glossodinia
  • Sensação de queimação dolorosa na boca, grau variável.
  • Mulheres idosas
  • Excepcionalmente observada em estados carenciais (def vit B12), anemia ou diabetes
  • Alguns alimentos, próteses mal ajustadas, má higiene e infecções podem atuar como fatores agravantes
slide90

Síndrome de Plummer-Vinson – estomatodinia com eritema e atrofia

  • Distúrbios cutâneo-mucosos (não explicados por nenhuma doença orgânica)
  • Componente ansioso, depressivo ou psicótico
  • Acompanhamento da psiquiatria
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Tratamento:

    • ansiolíticos, antidepressivos
    • Antissépticos leves
    • Evitar fumo e condimentos
    • Administração de proteínas e vitaminas e reposição hormonal
xerostomia
Xerostomia
  • Boca seca
  • Idosos
  • Atrofia das glândulas salivares menores
  • Se a mucosa tem aparência normal
    • dç psicossomática,
    • efeito colateral de medicamentos (atropínicos, anti-histamínicos,
    • antidepressivos,
    • antidiabéticos, anti-hipertensivos
slide94

Tto complementar: balas/goma de mascar, substâncias ácidas. Bochechos sol uréia em água destilada (10-20%)

  • Xerostomia pode ser componente da Síndrome de Sjögren, embora nem sempre presente no início do quadro
doen as hematol gicas
Doenças hematológicas
  • Manifestações iniciais:
    • anemia perniciosa
    • leucemias
    • policitemia
    • neutropenia cíclica
    • agranulocitose
slide98

Anemia perniciosa:

    • deficiência de vitamina B12.
    • Prevalência 2% da população, maiores de 60 anos
    • Associação com doenças autoimunes. Pode haver neuropatia periférica
    • Língua lisa e vermelha brilhante, estomatite, sensação de queimação, distúrbios de paladar
slide99

Anemia ferropriva: xerostomia, glossodínia

  • Síndrome de Plummer-Vinson – forma mais grave de deficiênica de ferro, disfagia sideropênica. Alterações ungueais (coiloníquia), dificuldade de deglutição, língua seca, despapilada e brilhante e palidez da mucosa
colagenoses
Colagenoses
  • Esclerodermia sistêmica: microstomia, palidez de mucosa
  • Dermatomiosite: eritema difuso e telangiectasias no palato
  • Lúpus eritematoso: lesões discóides na mucosa jugal, atróficas, de borda estriada e radiada (mais comum na forma cutânea discóide)
doen as endocrinol gicas
Doenças endocrinológicas
  • Pelagra: toda a mucosa digestiva afetada
  • Síndrome de Addison: hipocortisolismo crônico, pigmentação oral associada a pigmentação cutânea
doen as idiop ticas
Doenças idiopáticas
  • Amiloidose sistêmica: comprometimento oral característico, macroglossia e equimoses
slide103

Granulomatose de Wegener: lesões mucosas necrotizantes e destrutivas, em geral no palato. Lesões vegetantes e hemorrágicas nas papilas gengivais são raras

slide104

Doença de Crohn: lesões orais podem ocorrer como no tubo digestivo. Ulcerações aftóides. Lesões úlcero-vegetantes lineares ao longo do sulco vestibular

melanose constitucional
Melanose constitucional
  • Negros e mulatos
  • Mancha acastanhada pelo aumento de melanina nos lábios, gengivas e mucosa jugal
s ndrome de peutz jeghers
Síndrome de Peutz-Jeghers
  • Lentiginose labial, oral e acral
  • Polipose intestinal
  • Anemia, intussuscepção e malignidade
s ndrome de laugier hunziker
Síndrome de Laugier-Hunziker
  • Pigmentação labial, pigmentação ungueal e polpas digitais e genitais
  • Não tem nenhuma implicação sistêmica
manchas pigmentares por drogas
Manchas pigmentares por drogas
  • Medicações utilizadas por longo tempo podem fazer pigmentação de mucosas:
  • Antimaláricos, amiodarona, minociclina, clorpromazina e zidovudina
manchas pigmentares traum ticas
Manchas pigmentares traumáticas
  • Pigmentos inoculados de forma acidental ou propositalmente na mucosa:
  • Tatuagem por amálgama (próx a restaurações dentárias)
doen a de darier
Doença de Darier
  • Mucosa oral: lesões papulosas, principalmente palato
paquion quia e disqueratose cong nita
Paquioníquia e disqueratose congênita
  • Leucoqueratoses orais
  • Lesões leucoqueratóticas com potencial malignização
epiderm lises bolhosas adquiridas
Epidermólisesbolhosas adquiridas
  • Comprometimento oral variável
  • Bolhas e erosões superficiais a sinéquias orais e esofagianas
  • Comprometimento dentário frequente
nevus branco esponjoso
Nevus branco esponjoso
  • Condição familiar de comprometimento oral exclusivo
  • Espessamento cor branco-acinzentada de toda a mucosa com aspecto enrugado e esponjoso
s ndrome dos m ltiplos hamartomas sd de cowden
Síndrome dos múltiplos hamartomas (Sd de Cowden)
  • Autossômica dominante
  • Mutação em genes que controlam crescimento tumoral
  • Pele: diversos tipos de tumores epiteliais benignos, provavelmente induzidos por papilomavírus, hamartomas conjuntivo-vasculares
  • Papilomatose intestinal e grande incidência de neoplasias de tireóide e mama
  • Cavidade oral: papilomatose lingual, gengival e mucosa
les es orais brancas
Lesões orais brancas

Importantes pela frequência e diagnose com o carcinoma

Não queratóticas:

candidose

morsicatio buccarum

linea alba (espessamento mucoso linear correspondente à oclusão dental)

  • Queratóticas:
    • Leucoplasia
    • líquen plano
    • carcinoma verrucoso
    • queilite actínica
    • queratose do fumante
    • lúpus eritematoso
    • nevus branco esponjoso
    • genodermatoses