SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL SFN OBJETIVO: INTERMEDIA O ENTRE A POUPAN A E O INVESTIMENTO POUPADORES INVESTIDORES TOM - PowerPoint PPT Presentation

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SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL SFN OBJETIVO: INTERMEDIA O ENTRE A POUPAN A E O INVESTIMENTO POUPADORES INVESTIDORES TOM

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    1. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL SFN OBJETIVO: INTERMEDIAO ENTRE A POUPANA E O INVESTIMENTO POUPADORES (INVESTIDORES) TOMADORES DE EMPRSTIMOS AUTORIDADES MONETARIAS

    3. Ttulos Pblicos Depsitos Compulsrios Redescontos Open Market Reserva Bancria CDI

    8. Sistema Especial de Liquidao e Custdia SELIC O SELIC um grande sistema computadorizado que atua sob a responsabilidade do BACEN e da ANDIMA (Associao Nacional das Instituies dos Mercados Abertos), desenvolvido em 1979; Registro de ttulos e depsitos interfinanceiros; o depositrio central dos ttulos emitidos pelo TN e Bacen; Objetivo de controlar e liquidar financeiramente operaes de compra e venda de ttulos pblicos e manter sua custdia; Sua liquidao realizada por intermdio do STR;

    9. Sistema Especial de Liquidao e Custdia SELIC O registro de ttulos pblicos feito por meio de equipamento eletrnico de teleprocessamento, em contas grficas abertas em nome de seus participantes; Todos os ttulos so escriturais; Somente os ttulos estaduais e municipais que possuam sistemtica operacional e caractersticas compatveis com as dos ttulos federais podem ser objeto de registro do SELIC;

    10. Central de Liquidao Financeira e de Custdia de Ttulos CETIP Central que administra o Sistema de Registro e de Liquidao Financeira de Ttulos Privados e Pblicos estaduais e municipais; Leiles de ttulos pblicos; Fechamento dos negcios financeiros e reserva bancria dos bancos liquidantes; ex. Teds, CDI (Transaes interbancrias); A maior empresa de custdia e liquidao financeira da Amrica Latina, Sociedade Annima de Capital Aberto; A liquidao financeira final realizada via STR;

    11. SPB Sistema de Pagamentos Brasileiro A partir de 22 de abril de 2002 liquidao em tempo real; Velocidade no processamento das transaes financeiras e administrao de riscos; Processamento e liquidao de operaes, com agilidade, segurana, confiabilidade;

    12. SPB Sistema de Pagamentos Brasileiro Instituies Financeiras; CBLC; Cmara de Reg.,Compensao e Liq. De Operaes de Ativos BM&F; Operaes de Cmbio; BM&F Derivativos; Cetip; Selic; STR; TecBan; Cmara Interbancria de Pagamentos; Silog; Sitraf

    13. Segmentao do Mercado Financeiro Mercado Monetrio Visa o controle da liquidez monetria da economia. Mercado de Crdito Objetiva o suprimento das necessidades de caixa de curto e mdio prazo dos vrios agentes econmicos, atravs de emprstimos e financiamentos a empresas e concesso de crdito a pessoas fsicas

    14. Segmentao do Mercado Financeiro Mercado de Capitais - neste mercado que se efetua a ligao entre os que tm capacidade de poupar (investidores) e aqueles carentes se recursos (tomadores) para o longo prazo. Mercado Cambial operaes de compra e venda de moedas internacionais.

    15. Polticas Econmicas Poltica Fiscal Receitas e despesas dos governos federal, estadual e municipal. Poltica Cambial Administrar as taxas de cmbio, expanso do mercado internacional; Poltica de Emprego e Renda Poder aquisitivo aos salrios.

    16. Polticas Econmicas Poltica monetria Quantidade de moeda, de crdito e das taxas de juros da sua economia. - Emisses de moedas e ttulos pblicos; - Depsitos compulsrios; - Open Market; - Redescontos; - Regulamentao sobre crdito e taxa de juros.

    17. Exemplo de atuao do Bacen Quando o Banco Central deseja baratear os emprstimos e possibilitar maior desenvolvimento empresarial, ele ir adotar uma Poltica Monetria Expansiva, valendo-se de medidas como a: a) venda de ttulos pblicos. b) elevao da taxa de juros. c) elevao do recolhimento compulsrio. d) reduo das taxas de juros. e) reduo das linhas de crdito.

    18. Conselho Monetrio Nacional Ministro da Fazenda Ministro do Planejamento Presidente do Banco Central

    19. CMN Competncias adaptar o volume dos meios de pagamento s reais necessidades da economia nacional; regular o valor interno da moeda; regular o valor externo da moeda e o equilbrio do balano de pagamentos do Pas; orientar a aplicao dos recursos das instituies financeiras pblicas e privadas;

    20. CMN Competncias propiciar o aperfeioamento das instituies e dos instrumentos financeiros; zelar pela liquidez e pela solvncia das instituies financeiras; coordenar as polticas monetria, creditcia, oramentria, fiscal e da dvida pblica interna e externa;

    21. CMN - Atribuies Especficas autorizar as emisses de papel-moeda; aprovar os oramentos monetrios preparados pelo BC; fixar diretrizes e normas da poltica cambial; disciplinar o crdito em suas modalidades; estabelecer limites para a remunerao das operaes e servios bancrios ou financeiros;

    22. CMN - Atribuies Especficas determinar as taxas do recolhimento compulsrio das instituies financeiras; regulamentar as operaes de redesconto de liquidez; outorgar ao BC o monoplio de operaes de cmbio quando o balano de pagamento o exigir; estabelecer normas a serem seguidas pelo BC nas transaes com ttulos pblicos; regular a constituio, o funcionamento e a fiscalizao de todas as instituies financeiras que operam no pas;

    23. CMN - Prestao de contas Encaminha ao congresso nacional at 31 de maro de cada ano, o relatrio da evoluo da situao monetria e creditcia do Pas no ano anterior;

    24. CMN - comisses consultivas Bancria; De mercado de capitais; De crdito rural; De crdito industrial; Comisso tcnica da moeda e do crdito; Normas e organizao do sistema financeiro; De mercado de valores mobilirios e de futuros; De crdito habitacional, e para saneamento e infra-estrutura urbana; De endividamento pblico; De poltica monetria e cambial;

    25. Comit de Poltica Monetria do Banco Central do Brasil - COPOM O COPOM foi institudo em 20 de julho de 1996 com o objetivo de estabelecer as diretrizes da poltica monetria e comportamento da taxa de juros no mercado monetrio; composto pelos oito membros da diretoria colegiada do Bacen, com direito a voto, presidido pelo presidente do Bacen, que tem voto de qualidade; Tambm participam das reunies sem direito a voto, chefes de departamento da instituio.

    26. Comit de Poltica Monetria do Banco Central do Brasil - COPOM Nas reunies do COPOM que se decide qual a taxa meta para o financiamento dos ttulos pblicos, conhecida como a taxa SELIC; Adotada como taxa bsica para a economia; O ndice usado como referncia o IPCA;

    28. Composio do Conselho de Recursos Um representante do Ministrio da Fazenda; Um representante do Banco Central do Brasil; Um representante da Secretaria de Comrcio Exterior, do Ministrio da Industria, do Comrcio e do Turismo; Um Representante da Comisso de Valores Mobilirios; Quatro representantes das entidades de classe dos mercados financeiros, de cmbio, de capitais estrangeiros e de crdito rural e industrial, por estas indicados em lista trplice, por solicitao do Ministro de Estado da Fazenda.

    29. Funes do Conselho de Recursos Julgar em segunda e ltima instncia, os recursos interpostos das decises relativas aplicaes de penalidades administrativas, contra o SFN. Recursos de decises tanto do Bacen como CVM; Vinculado ao Min. Fazenda, sede em Braslia;

    30. Banco Central do Brasil Bacen Banco dos Bancos Depsitos compulsrios; Redescontos de liquidez; Gestor do Sistema Financeiro Nacional Normas/autorizaes/fiscaliza- o; Executor da Poltica Monetria Controle dos meios de pagamen- to; Oramento monetrio/instru- mentos de poltica monetria;

    31. Banco Central do Brasil Bacen Banco Emissor Emisso do meio circulante; Banqueiro do Governo Financiamento ao Tesouro Nacional; Administrao da dvida Pblica; Gestor e fiel depositrio das reservas; Representante do SFN no exterior;

    32. Banco Central do Brasil Emitir papel-moeda e moeda metlica nas condies e limites autorizados pelo CMN; Executar os servios do meio circulante; Receber os recolhimentos compulsrios dos bancos comerciais e os depsitos voluntrios das instituies financeiras e bancrias que operam no Pas;

    33. Banco Central do Brasil Realizar operaes de redesconto e emprstimo s instituies financeiras dentro de um enfoque de poltica econmica do Governo ou como socorro a problemas de liquidez; Regular a execuo dos servios de compensao de cheques e outros papis; Efetuar, como instrumento de poltica monetria, operaes de compra e venda de ttulos pblicos federais;

    34. Banco Central do Brasil Emitir ttulos de responsabilidade prpria, de acordo com as condies estabelecidas pelo CMN; Exercer o controle de crdito sob todas as suas formas; Exercer a fiscalizao das instituies financeiras, punindo-as quando necessrio; Autorizar o funcionamento, estabelecendo a dinmica operacional, de todas as instituies financeiras;

    35. Banco Central do Brasil Estabelecer as condies para o exerccio de quaisquer cargos de direo nas instituies financeiras privadas; Vigiar a interferncia de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais; Controlar o fluxo de capitais estrangeiros garantindo o correto funcionamento do mercado cambial, operando, inclusive, via ouro, moeda ou operaes de crdito no exterior.

    36. Comisso de Valores Mobilirios autarquia federal, personalidade jurdica de direito pblico; Goza de autoridade administrativa independente; Autonomia financeira e oramentria;

    37. Comisso de Valores Mobilirios Estimular a formao de poupanas e a sua aplicao em valores mobilirios; Assegurar o funcionamento eficiente e regular dos mercados da Bolsa de Balco; Promover a expanso e o funcionamento eficiente e regular do mercado de aes; Proteger os titulares de valores mobilirios e os investidores do mercado; Cumprir e fazer cumprir as deliberaes do CMN, e exercer as atividades que por este lhe forem delegadas;

    38. Comisso de Valores Mobilirios A emisso e distribuio de valores mobilirios no mercado; A negociao e intermediao no mercado de valores mobilirios; A negociao e intermediao no mercado de derivativos; A organizao, o funcionamento e as operaes das Bolsas de Valores; A organizao, o funcionamento e as operaes das Bolsas de Mercadorias e Futuros; A auditoria das companhias abertas; Normatizar e supervisionar os fundos de investimento;

    39. Caixa Econmica Federal Empresa pblica, atua como banco; Prioriza a concesso de emprstimos e financiamentos a programas e projetos nas reas de assistncia social, sade, educao, trabalho, transportes urbanos e esporte; Explora com exclusividade servios de loterias; Exerce o monoplio das operaes sobre penhores civis; Centraliza recursos FGTS; Integra o Sistema Brasileiro de Poupana; Sistema Financeiro de Habitao;

    40. Banco do Brasil Como principal parceiro do governo federal: Administrar a Cmara de Compensao de cheques e outros papeis; Efetuar os pagamentos e suprimentos necessrios execuo do Oramento Geral da Unio; A aquisio e o financiamento dos estoques de produo exportvel; Agenciamento dos pagamentos e recebimentos fora do Pas; A operao dos fundos de investimento setorial como Pesca e Reflorestamento;

    41. Atribuies do Banco do Brasil, S.A. Realizar recebimentos ou pagamentos e outros servios de interesse do Banco Central do Brasil, mediante contratao; Dar execuo poltica de comrcio exterior; Financiar a aquisio e instalao da pequena e mdia propriedade rural, nos termos da legislao que regular a matria; Financiar as atividades industriais e rurais, estas com o favorecimento previsto na lei; Difundir e orientar o crdito, inclusive as atividades comerciais suplementando a ao da rede bancria.

    42. BNDES Empresa pblica federal, vinculada ao Min Desenvolvi- mento, indstria e Com exterior; Atua em todo territrio nacional atravs dos agentes econmicos; Fundos especiais como: Finame; Finep; FAT

    43. BNDES Impulsionar o desenvolvimento econmico e social do Pas; Fortalecer o setor empresarial nacional; Atenuar os desequilbrios regionais, criando novos plos de produo; Promover o desenvolvimento integrado das atividades agrcolas, industriais e de servio; Promover o crescimento e a diversificao das exportaes.

    44. Bancos Comerciais Instituies financeiras pblicas ou privadas, constituda sob forma de sociedade annima; Expresso banco Cria dinheiro; Reserva bancria;

    45. Bancos Comerciais Descontar ttulos; Realizar operaes de abertura de crdito simples ou em conta corrente (contas garantidas); Realizar operaes especiais, inclusive de crdito rural, de cmbio e comrcio internacional; Captar depsitos vista e a prazo fixo; Obter recursos junto s instituies oficiais para repasse aos clientes; Obter recursos externos para repasse; Efetuar a prestao de servios, inclusive mediante convnio com outras instituies.

    46. Bancos Comerciais Cooperativos Devem possuir obrigatoriamente carteira comercial; Deve incluir a expresso banco cooperativo; Mnimo 51% das aes com direito a voto; Atuam como verdadeiros bancos; Sociedades annimas de capital fechado;

    47. Cooperativas de crdito Cooperado; Eventuais lucros so repartidos aos cooperados; Regulamentadas pelo Bacen; Conceder emprstimos, financiamentos, desconto de ttulos e cheques, aplicaes financeiras; Semelhantes aos bancos comerciais em sua atuao e diferentes na constituio jurdica; Operam contas com depsitos vista e a prazo; Em sua denominao deve conter a expresso cooperativa, vedada a utilizao do nome banco; Reserva tcnica;

    48. Cooperativas de crdito Tem por objetivo principal proporcionar aos seus associados crdito e moeda, por meio da mutualidade e da economia, mediante uma taxa mdica de juros, auxiliando de modo particular o pequeno trabalho em qualquer ordem de atividade na qual ele se manifeste, seja agrcola, industrial, comercial ou profissional; Vedada para cooperativas mistas;

    49. Bancos de Investimento O banco de investimento, instituio financeira de natureza privada, especializada em operaes de participao societria de carter temporrio, de financiamento da atividade produtiva para suprimento de capital fixo e de giro e de administrao de recursos de terceiros; Deve ser constitudo sob forma de sociedade annima, devendo em sua denominao constar a expresso banco de investimento.

    50. Bancos de Investimento Atuam principalmente no mercado de capitais; Realiza operaes de aquisio de aes, intermediao de negcios com papis de valores mobilirios, admin. fundos de investimentos, etc; Operaes passivas basicamente so CDB e RDB; No podem manter contas correntes; No operam na bolsa de valores; Operar em cmbio, mediante autorizao espec- fica do Bacen;

    51. Bancos de Desenvolvimento Instituio financeira pblica, em regra Estadual; Promover o desenvolvimento econmico e social do respectivo Estado onde tenha sede; Constitudo sob forma de sociedade annima; Operaes passivas so depsitos a prazo, emprstimos externos, emisso ou endosso de cdulas hipotecrias, emisso de cdulas pignoratcias de debntures e de ttulos de desenvolvimento econmico; Operaes ativas: emprstimos e financiamentos, dirigidos prioritariamente ao setor privado; Deve conter a expresso banco de desenvolvimento em seguida o nome do estado em que tenha sede;

    52. Sociedades Corretoras de Ttulos e Valores Mobilirios CCTVM Sua constituio depende de autorizao do Bacen e por este supervisionadas e exerccio da atividade autorizao da CVM; Efetuam lanamentos pblicos de aes; Administram carteiras e custodiam valores mobilirios; Instituem, organizam e administram fundos de investimento; Operam no mercado aberto; Intermediam operaes de cmbio; Atuao restrita Bolsa de Valores e BM&F; Operaes de conta margem; Intermediar operaes de cmbio;

    53. Sociedades Distribuidoras de Ttulos e Valores Mobilirios - DTVM Suas atividades bsicas so constitudas de: Subscrio isolada ou em consrcio de emisso de ttulos e valores mobilirios para revenda; Intermediao da colocao de emisses de capital no mercado; Operaes no mercado aberto, desde que satisfaam as condies exigidas pelo BC. Atuam na BM&F mas no na Bolsa de Valores; Pode ser constituida sob qualquer forma de sociedade, mas obrigatrio constar em sua denominao a expresso Distribuidora de Ttulos e Valores Mobilirios;

    54. Sociedades de Arrendamento Mercantil - Leasing Forma jurdica: Sociedade annima; em sua constituio social a expresso arrendamento mercantil; Captao (operaes passivas): Debntures, dvida externa, emprstimos e financiamentos de instituies financeiras; Aplicao (operaes ativas): principalmente arrendamento de bens mveis e imveis; Autorizao, superviso e fiscalizao do BACEN;

    55. Leasing O Leasing consiste no arrendamento de um bem previamente adquirido pelo arrendador, consoante especificaes do arrendatrio, cabendo a este, ao final do contrato, a trplice opo: devolv-lo, adquiri-lo ou renovar o contrato; No contrato de leasing o que se paga um aluguel; Compreende quatro fases: A) Proposta por parte do arrendatrio para aquisio do bem; B) Compra do bem pelo arrendador; C) Celebrao da avena e entrega do bem ao arrendatrio; D) Exerccio da trplice opo.

    56. Leasing Leasi Back a tradio do bem fictcia, permanece a posse direta at a liquidao final da operao, quando voc volta a ter a propriedade total do bem; ex: financiar o prprio veculo. Leasing Operacional Normalmente o arrendatrio o prprio produtor do bem. Prazos curtos (mnimo de 90 dias) e bens de pequeno valor, com eletrodomsticos e eletrnicos; ex: aluguel de fotocopiadoras. Leasing Financeiro Realizado por instituies financeiras, prazos mdios e longos. Possibilidade de substituio do bem; bens mveis e imveis, inclusive bens de origem estrangeira; Principal vantagem para as empresas fiscal; ex: aquisio de mquinas equip. veculos (pj e pf).

    57. Sociedades de fomento mercantil - factoring Compra de direitos creditrios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestao de servios; Uma empresa entrega outra (factoring) um ttulo de crdito, recebendo como contrapartida o valor constante do ttulo, do qual se deduz certa quantia, considerada como a remunerao pela transao; No so consideradas instituies financeiras, nem auxiliares, com registro apenas na Junta Comercial; Sociedade de natureza empresarial, no necessita e autorizao e nem sofre fiscalizao do BACEM ou CVM;

    58. Bolsa de Valores Associaes civis ou sociedade annimas; Negociao de ttulos e valores mobilirios, registrados na CMV; Supervisionado e fiscalizado pela CMV; Autonomia administrativa, financeira e patrimonial;

    59. Bolsa de Mercadorias e de Futuros Fomentar a compra e venda de mercadorias; Autonomia administrativa, financeira e patrimonial; Superviso da CVM; Contratos futuros de mercadorias; Liquidez e transparncia nos mercados;

    60. Bolsa de Mercadorias e de Futuros Acar, milho, soja, algodo, caf, boi, etanol, etc; Contratos futuros de juros, dlar, etc; Contratos de opes;

    61. Bovespa Holding S/A Prestar informaes aos acionistas e s corretoras sobre operaes realizadas; Fiscalizar e supervisionar os negcios feitos no prego; Divulgar em tempo real os seus principais ndices; CBLC, BM&F e BVSP;

    62. Debntures Ttulos emitidos pelas companhias ou sociedades annimas, de longo prazo para financiamento de projetos de investimento ou alongamento de dvidas de curto prazo; Podem conter garantia real, ou flutuante, neste caso obter privilgio geral sobre o ativo da companhia; Pode ou no ser convertido em aes; O investidor passa a ser um credor da empresa; So negociados inicialmente no mercado primrio e posteriormente no mercado secundrio; A emisso das debntures jamais poder ser superior ao valor total das aes da companhia;

    63. Comercial Papers ou Nota Promissria Comercial Ttulos de curto prazo (at 5 anos) que as sociedades annimas no-financeiras emitem para financiar necessidades de capital; Semelhantes as debntures, porm com prazos e valores menores; So emitidos somente no mercado interno;

    64. Balano Patrimonial Ativo Passivo Circulante R$ 2.845.033 Circulante R$ 1.251.553 RLP R$ 238.705 ELP R$ 1.433.981 Permanente R$ 1.745.678 investimentos R$ 19.813 Patrimnio imobilizado R$ 1.570.342 lquido R$ 2.143.882 diferido R$ 155.523 Capital S R$ 1.600.000 Reservas R$ 543.882 Total R$ 4.829.416 R$ 4.829.416

    65. Aes Uma ao representa a menor parcela em que se divide o capital social da empresa; O acionista passa a ser dono de uma parte daquela empresa, tornando-se scio do negcio e assumindo os riscos; As aes so negociadas em Bolsa de Valores ou em mercado de balco organizado. Podem ser classificadas em: Ordinrias com direito a voto; Preferenciais garantem ao acionista prioridade no recebimento de dividendos e no reembolso do capital no caso de dissoluo da sociedade;

    66. Aes Grupamento a reduo da quantidade de aes em circulao, sem alterao do capital social da empresa. Em conseqncia, h uma elevao no valor unitrio das aes; Desdobramento o aumento da quantidade de aes em circulao, sem alterao do capital social da empresa. O objetivo aumentar a liquidez das aes;

    67. Aes Direitos de subscrio o direito de aquisio de novo lote de aes pelo acionista, com preferncia pela subscrio, em quantidade proporcional s possudas, em contrapartida estratgia de aumento de capital da empresa; Venda de direito de subscrio O acionista poder vender a terceiros, em bolsa, os direitos que detm;

    68. Aes Dividendos Participao nos resultados de uma empresa sob forma de distribuio de dividendos em dinheiro, em percentual a ser definido em assemblia geral ordinria de acionistas, de acordo com os resultados obtidos pela empresa em determinado perodo; Bonificao em aes advm do aumento de capital de uma sociedade, mediante a incorporao de reservas e lucros, quando so distribudos gratuitamente novas aes a seus acionistas, em nmero proporcional s j possudas;

    69. Funcionamento do Mercado a Vista Aes Liquidao fsica: D+2 Liquidao financeira: D+3 Day-trade: uma operao de compra e venda de uma mesma ao realizada no mesmo prego; Investidores: pessoa fsica, pessoa jurdica, investidores institucionais; Os preges so realizados todos eletronicamente, isto , no existe mais prego viva-voz ou presencial;

    70. Conta Margem emprstimo a clientes; Aluguel de Aes; Garantias(ttulos pblicos, carteira de aes);

    71. Mercado de Capitais Mercado Primrio primeira colocao pblica de ttulos de uma sociedade, operaes conduzidas por instituies especializadas, como bancos de investimento, sociedades corretoras e sociedades distribuidoras; Mercado Secundrio as aes que foram adquiridas pelo pblico passa a ser negociadas no mercado secundrio, por sociedades corretoras e distribuidoras na bolsa de valores;

    72. Companhias Abertas e Companhias Fechadas Companhias Abertas: Bolsa de Valores; CVM; Conselho de Administrao; Administradores guardar sigilo e solidariamente responsveis; Companhias Fechadas: Mercado de balco;

    73. Mercado de Capitais Operaes de Underwriting Lanamento de novas aes no mercado; Garantia de venda total da emisso de capital de uma empresa por parte do consrcio de subscrio. Envolve: a) empresa emissora; b) o consrcio de subscrio; (bancos de investimento). c) o grupo encarregado da colocao das aes junto ao pblico; (bancos comerciais, corretoras, outros).

    74. Mercado de Capitais Mercado Primrio

    75. Mercado de Capitais Mercado Secundrio

    76. Derivativos So operaes do mercado financeiro, com fim especulativo ou de hedge (proteo), em que o valor das transaes deriva do comportamento futuro dos preos de outros ativos como aes, taxa de juros ou outra commodity (soja, milho, boi, ouro). H portanto um grau de incerteza que envolve essas operaes gerando expectativa de alta ou de baixa desses preos.

    77. Derivativos Os trs tipos mais comuns de derivativos so: Mercado de Futuros: serve para proteger o investidor das flutuaes nos preos das mercadorias, taxas de juros, dlar, aes etc; Mercado de Opes: contratos que reservam ao seu possuidor o direito de comprar ou vender mercadorias ou ttulo em uma data futura a um preo pr-determinado; Swap: significa troca, permuta - contrato que permite trocar em uma data futura pr-determinada o resultado financeiro de dois investimentos ou o resultado de um ndice, pr-fixado por exemplo, por outro ps-fixado.

    78. Mercado a Termo o mercado onde se negocia a compra e venda de um ativo para ser entregue numa data futura, a um preo previamente estabelecido, mediante um contrato particular firmado pelas partes envolvidas, onde so explicitadas as condies do acordo, entre quais preo e data de vencimento; O investidor se compromete a comprar ou vender uma certa quantidade do ativo por um preo e prazo determinado; Para dar credibilidade, utiliza-se a intermediao de uma instituio (BM&F ou Bolsa de Valores); As operaes a termo no sofrem ajustes peridicos a valores de mercado.

    79. Mercado Futuro Os contratos futuros so padronizados pelas bolsas em termos de quantidade, unidade de negociao (lotes-padro), data de vencimento forma de cotao, com o objetivo de transferncia do contrato entre os investidores; so utilizados pelos agentes do mercado para fixar o preo de compra ou de venda de determinado produto (ativo-objeto), em uma data futura (operao de hedge); o cliente TRAVA o preo do produto, protegendo-se dos riscos de oscilao; O contrato sofre ajustes dirios, acertadas financeiramente em conta corrente; As posies podem ser liquidadas a qualquer momento, mesmo antes da data de vencimento do contrato.

    80. Mercado de Opes So utilizados pelos agentes do mercado, para estabelecer o menor preo de venda ou o maior preo de compra de determinado produto (ativo-objeto), com base nas cotaes dos contratos futuros dos produtos a que se referem; Opo um contrato no qual uma das partes tem s direito (o comprador) e a outra parte tem s obrigao (o vendedor). O cliente adquire um DIREITO sobre o preo do produto, em funo de sua necessidade;

    81. Mercado de Opes OPO DE COMPRA- para quem precisa de produto, garante preo mximo de compra e protege do risco de alta. Em caso de baixa de preo, participa de ganho no produto fsico; OPO DE VENDA - para quem tem produto, assegura preo mnimo de venda e protege do risco de baixa. Em caso de alta de preo participa de ganho no produto fsico;

    82. Mercado de Opo - Terminologia Comprador = titular (aquele que paga o prmio) Vendedor = lanador (aquele que recebe o prmio) Opo de compra = call Opo de venda = put Prmio = preo da opo Ativo Objeto = mercadoria ou ativo Preo de Exerccio = preo determinado pelo qual o ativo ser comprado ou vendido Data de Vencimento = data de vencimento do contrato.

    83. Mercado de Balco Operaes de compra e venda de aes e outros ttulos no negociados pela Bolsa de Valores; Balco Organizado Supervisionado pela CVM; Balco no Organizado No so supervisionados pela entidade reguladora CVM; Participam: Instituies financeiras e outras que se dediquem compra de valores mobilirios;

    84. Mercado de Balco - Organizado uma variante da Bolsa de Valores, supervisionada e fiscalizada pela CVM; Segmento voltado negociao de valores emitidos por empresas que no teriam, em bolsa de valores, o mesmo grau de exposio e visibilidade; A principal diferena com a bolsa de valores que a primeira no existe um fundo de garantia que respalde suas operaes. SOMA o primeiro e o principal mercado de balco organizado no Brasil, negociam-se aes debntures e demais ttulos e valores mobilirios de emisso de companhias abertas;

    85. Operaes de Swap A operao de SWAP um derivativo que consiste na troca de taxas ou ndices aplicados distintamente, sobre um mesmo valor inicial (valor nocional), onde cada parte fica ativa em um ou mais ndice ou taxas e passiva no outro, compensando-se os valores monetrios, para liquidao em determinada data futura. SWAP VISTA: - troca de resultados financeiros com incio imediato; SWAP A TERMO - troca de resultados financeiros com incio em data posterior.

    86. Operaes de Swap Clientes que busquem proteo (hedge) contra os riscos inerentes sua atividade econmica. Pode ser risco de variao de taxa de juros, de taxa de cmbio e de preo de mercadorias; REGISTRO: as operaes de SWAP so registradas na CETIP - Cmara de Custdia e Liquidao ou em outro sistema autorizado pelo Banco Central do Brasil ou pela Comisso de Valores Mobilirios.

    87. Sociedades de Crdito Imobilirio Instituio de crdito especializado; Captar recursos mediante caderneta de poupana, emisso de letras de cdulas hipotecrias e depsitos inter-financeiros; Constituda sob forma de sociedade annima, devem adotar, obrigatoriamente a expresso Crdito Imobilirio; Reguladas pelo Bacen; Operaes ativas so o financiamento habitacional e capital de giro a empresas incorporadoras e distribuidoras de material de construo;

    88. Associaes de Poupana e Emprstimo Constituda sob forma de sociedades civis; Propiciar ou facilitar a aquisio de casa prpria aos associados; Captar, incentivar e disseminar a poupana; Autorizadas a funcionar em mbito regional restrito; Os depositantes so considerados acionistas da associao, no recebem rendimentos, mas dividendos;

    89. Sociedades de Capitalizao Instituio Financeira que, atravs dos ttulos de capitalizao, faz um investimento com caractersticas de jogo; Tem sua constituio, organizao, funcionamento e operaes fiscalizados pela Superintendncia de Seguros Privados-SUSEP;

    90. CAPITALIZAO Ttulos de Capitalizao Capitalizao dos prmios recebidos dos investidores, visando a constituio de um capital garantido, ao fim do prazo fixado no ttulo; A instituio financeira separa um percentual para a poupana, outro para o sorteio e um terceiro para cobrir suas despesas;

    91. CAPITALIZAO uma alternativa de economizar dinheiro por prazo determinado, na maioria das vezes, com direito de concorrer a prmios em dinheiro. a) subscritor - o cliente que subscreve a proposta de compra do ttulo, compromete-se a efetuar o pagamento na forma prevista; b) titular - o proprietrio do ttulo, a quem so pagos todos os benefcios por este garantido. Pode ser o prprio subscritor ou um presenteado indicado pelo subscritor; c) Sociedade de Capitalizao - entidade instituidora e emitente do ttulo de capitalizao.

    92. Sociedades Seguradoras So empresas que integram o Sistema Nacional de Seguros Privados; Devem ser constitudas sob forma de sociedades annimas, exceto no caso de seguros agrcolas, de sade e de acidentes de trabalho, que podero adotar a forma de cooperativas; Devem ter um capital social mnimo exigido pelo CNSP conforme o ramo que explorem;

    93. Corretoras de Seguro Pessoa fsica ou jurdica, o intermedirio legalmente autorizado a angariar e promover contratos de seguro entre pessoas fsicas ou jurdicas de Direito Privado; O exerccio de corretor de seguros depende de prvia habilitao e registro; Aos corretores a lei probe estabelecer vnculos de subordinao ou dependncia econmica tanto com pessoa jurdica de Direito Pblico, como com Sociedade Seguradora proibio se estende aos scios e diretores de empresas de corretagem;

    94. Planos de Seguro Pelo contrato de seguro, o segurador se obriga, mediante o pagamento do prmio, a garantir interesse legtimo do segurado, relativo a pessoa ou a coisa, contra riscos predeterminados; Seguro uma contratao de natureza bilateral, oneroso, aleatrio e solene; A contratao deve ser feita necessariamente atravs de corretor, o risco poder ser compartilhado entre vrias seguradoras;

    95. Planos de Seguro Aplice contrato de seguro; Seguradora receber o prmio para assumir o risco; Prmio valor pago pelo segurado; Beneficirio o que receber a importncia relativa ao prejuzo; Risco o objeto do seguro; Obs: A seguradora se reserva o direito de aceitar o risco proposto, se est de acordo com a poltica de aceitao e normas da Susep, antes do prazo limite de 15 dias;

    96. Sociedades administradoras de seguro-sade Institudo para dar cobertura aos riscos de assistncia mdica e hospitalar; Caractersticas: A livre escolha do mdico e do hospital condio obrigatria ns contratos; Pessoas jurdicas de direito privado: sociedade civil, comercial, cooperativa o entidade de autogesto; Plano privado Operadora de plano de assistncia sade Carteira

    97. Sociedades administradoras de seguro-sade Subordinada s normas e fiscalizao da Agncia Nacional de Sade Suplementar-ANS Custeio de despesas; Oferecimento de rede credenciada ou referenciada; Reembolso de despesas; Mecanismos de regulao; Qualquer restrio contratual, tcnica ou operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por prestador escolhido pelo consumidor; Vinculao de cobertura financeira aplicao de conceitos ou critrios mdico-assistenciais.

    98. Resseguros Repasse do contrato a uma seguradora maior, com capacidades para assumir os riscos; At 15/01/2007 a atividade era monopolizada pelo IRB, e a lei complementar 126/97 abriu o mercado brasileiro de resseguros; Ressegurador local: sede no pas sob forma de sociedade annima, com objeto social exclusivo a realizao de resseguro e retroceso; Ressegurador admitido: Com sede no exterior e escritrio de representao no pas; Ressegurador eventual: com sede no exterior e sem escritrio de representao no pas;

    99. Previdncia Privada Abertas Permitem o acesso de todos quantos queiram aderir sua oferta de previdncia complementar, tanto de natureza individual,quanto coletiva; Fechadas Reservadas a uma determinada classe ou categoria de pessoas, ou de empregados de uma empresa ou grupo de empresas e aos servidores da unio, dos estados, do Distrito Federal e dos municpios, estes denominados patrocinadores; Tambm chamados fundos de penso; Patrocinadoras entidades patronais da previdncia fechada que tambm contribui para a constituio do fundo de suporte financeiro;

    100. Previdncia Privada fechada Sujeita a superviso e fiscalizao da Superintendncia Nacional de Previdncia Complementar PREVIC, e esta subordinada ao CNPC; PREVIC autarquia de natureza especial, dtada de autonomia administrativa e financeira e patrimnio prprio, vinculada ao Ministrio da previdncia Social, com sede e foro no DF. Apurar e julgar infraes e aplicar as penalidades cabveis; Autorizar a constituio e o funcionamento das entidades fechadas de previdncia complementar, bem como a aplicao dos respectivos estatutos e regulamentos de planos de benefcios;

    101. Mercado de Cmbio O mercado de cmbio est diretamente ligado ao CMN, sendo o Bacen responsvel pela normatizao e execuo da poltica cambial, e a fiscalizao das instituies autorizadas a operar no mercado; Esto autorizadas a operar o mercado de cmbio, os Bancos oficiais e privados, as corretoras e distribuidoras de valores, e as agncias de viagens e turismo; Taxa de cmbio flutuante: estabelecida pelo mercado, em funo da lei da oferta e da procura nas operaes de compra e venda no segmento de taxa flutuante, sem interferncia do Bacen, modalidade atualmente utilizada no Brasil;

    102. CONTRATO DE CMBIO Contrato de cmbio o instrumento especfico firmado entre o vendedor e o comprador de moeda estrangeira, no qual so estabelecidas as caractersticas e as condies sob as quais se realiza a operao de cmbio. ACC (Adiantamento sobre Contrato de Cmbio) - Antecipao de recursos em moeda nacional (R$) ao exportador por conta de uma exportao a ser realizada no futuro; Cmbio travado, Finamex pr-embarque, etc

    103. CONTRATO DE CMBIO ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues) - Antecipao de recursos em moeda nacional (R$) ao exportador, aps o embarque da mercadoria para o exterior, mediante a transferncia ao BB dos direitos sobre a venda a prazo, Finamex ps-embarque e Proex.

    104. Siscomex Sistema administrativo que integra os departamentos do Comrcio Exterior, SRF e Bacen; Tm acesso ao SISCOMEX: Agncias do BB que operem em comrcio exterior; Agncias de bancos que operem em cmbio; Corretoras de cmbio; Despachantes aduaneiros; O Importador ou Exportador; Outras entidades habilitadas; Salas e contribuintes da Receita Federal;

    105. BNDES EXPORTAO PRE EMBARQUE Funciona como um capital de giro para a empresa exportadora, financiando a produo de bens de capital destinados exportao, cuja venda j te- sido negociada com o importador; financiar a fabricao/produo de bens, produzidos no Pas, destinados exportao e j negociados com os importadores; obteno de recursos para produzir os bens destinados exportao a um custo financeiro reduzido (taxas de juros internacionais); capital de giro de at 12 meses antes do embarque do bem exportado; as vendas a prazo ao exterior (at 6 meses) so recebidas vista pelo exportador.

    106. BNDES EXPORTAO POS EMBARQUE Refinanciamento beneficiria, mediante o desconto de ttulos de crdito (notas promissrias ou letras de cmbio) ou a cesso dos direitos creditrios (cartas de crdito) relativos exportao; O Programa BNDES-exim Ps-embarque tem como objetivo apoiar a comercializao, no exterior, dos bens financiveis e/ou servios; So beneficirias do Programa as pessoas jurdicas exportadoras constitudas sob as leis brasileiras e que tenham sede e administrao no Pas;

    107. BNDES EXPORTAO POS EMBARQUE Oferece aos fabricantes no Pas exportadores de bens de capital novos, um mecanismo de financiamento ao importador, gil e sistemtico; as vendas a prazo ao exterior so recebidas vista pelo exportador, mediante o desconto de ttulos e documentos representativos das respectivas operaes a prazo, devidamente garantidas atravs de carta de crdito ou aval/fiana bancria; financiamento de longo prazo ao importador (at 12 anos), com taxas de juros internacionais.

    108. O mercado de valores mobilirios brasileiro negocia, predominantemente, aes, debntures e quotas de fundos de investimento. Entretanto, existem vrios outros tipos de valores mobilirios. O art. 2o da Lei n 6.385, de 07.12.76, com alteraes feitas pela Lei n 10.303, de 31.10.01, define como valores mobilirios: I. as aes, debntures e bnus de subscrio; II. os cupons, direitos, recibos de subscrio e certificados de desdobramento relativos aos valores mobilirios; III. os certificados de depsito de valores mobilirios; IV. as cdulas de debntures; V. as cotas de fundos de investimento em valores mobilirios ou de clubes de investimento em quaisquer ativos; VI. as notas comerciais; VII. os contratos futuros, de opes e outros derivativos, Denominao genrica para operaes que tm por referncia um ativo qualquer, chamado de "ativo base" ou "ativo subjacente" (que em geral negociado no mercado vista). Derivativos usualmente tm uma data de vencimento. Exemplos de derivativos so opes de compra/venda, futuros e swapscujos ativos Bens e direitos possudos por uma empresa ou fundo de investimento. Para fundos de investimento, representa todos os ttulos (ttulos pblicos, ttulos privados, aes, commodities, cotas de fundo de investimento, etc.) que compe a carteira do fundosubjacentes sejam valores mobilirios; VIII. outros contratos derivativos, independentemente dos ativos subjacentes

    109. Conta Corrente Capacidade civil: Menor de 16 anos, no amancipado, absolutamente incapaz e deve ser representado pelo pai ou me; Maior de 16 e menor de 18 anos, no amancipado, relativamente incapaz e deve ser assistido pelo pai ou me; Titulares solidrios podem movimentar a conta em conjunto ou individualmente; Titulares no-solidrios assinatura de todos os titulares, vedado o fornecimento de carto magntico e cadastramento de senhas;

    110. Cheques Requisitos essenciais; Circulao; Endosso; Aval; Cruzamento; Prazos de apresentao e prescrio; Sustao de Pagamento e Contra-Ordem; Devoluo; Compensao;

    111. Pessoa Jurdica PJ de direito pblico; PJ de direito privado; Tipos: Associaes; sociedades; fundaes; as organizaes religiosas; partidos polticos; Representao Contrato social, estatuto, atas de eleio; Pode haver representao por procurao;

    112. Formao da Taxa de Juros Oferta x Demanda; Diferena nos intervalos de tempo e forma de amortizao; Diferena de risco quanto ao pagamento pelo tomador do emprstimo; Garantias (subjetiva); Relacionamento; Anlise de limite de crdito; Rating; Cadastro positivo;

    113. Garantias Pessoal: Aval e Fiana; Real: Penhor, Hipoteca, Alienao fiduciria; Pessoal: imprescindvel a autorizao do cnjuge para que o outro preste o aval ou fiana; exceto em regime separao absoluta. Esposa: outorga uxria; Esposo: outorga marital; Avalista co-principal devedor, solidrio, o credor poder cobrar diretamente do avalista; Fiador subsidirio, existe o beneficio de ordem, caso este o renuncie expressamente, a sim o fiador ser to devedor quanto o principal.

    114. Garantias Aval: em ttulos de crdito, lanado no prprio documento ou numa folha de alongamento; no pode ser parcial; Fiana: em contratos, no prprio documento ou documento a parte. Pode ser prestado por pessoas jurdicas; pode ser parcial;

    115. Principais Garantias Reais Penhor Mercantil Somente bens mveis podem ser objeto de penhor; Alienao Fiduciria A posse do bem do devedor e a propriedade do credor, que transferir ao primeiro aps o pagamento da dvida; Hipoteca Somente bens imveis; Registro; Fiana Bancria Obrigao assumida pelo banco sobre uma dvida. O banco exige contra-garantia, depsito em dinheiro, cesso de direitos creditrios como CDB, RDB, Poupana, etc.

    116. Fundo Garantidor de Crdito - FGC Associao civil sem fins lucrativos, personalidade jurdica de direito privado; os associados so instituies financeiras e associao de poupana e emprstimos em funcionamento no pas; Garantia de crdito nos casos de decretao de interveno, liquidao extrajudicial ou falncia de instituio; Limite R$ 70 mil por pessoa contra a mesma instituio; Cnjuges so considerados pessoas distintas independente do regime de casamento;

    117. Certificado Depsito Bancrio e Recibo Depsito Bancrio CDB e RDB Principal fonte de captao depois do depsito a vista e a poupana; CDB e RDB Pr ou Ps fixado; RDB nominativo e intranfervel; CDB transfervel por endosso; Normalmente usa referncia de CDI, TR como remunerao; O RDB no permite recompra , no pode ser Liquidado antes do vencimento; Incidncia de IR cfe. tabela regressiva, e IOF quando resgatado antes de 30 dias; Sujeitos ao emprstimo compulsrio; Amparado pelo FGC.

    118. Hot Money Contratao por prazo de at 29 dias; Referncia de taxa de CDI; Suprir despesas emergenciais; No confundir com cheque especial; Na prtica esse produto foi substitudo pela Conta Garantida.

    119. Conta Garantida Prazo Normalmente at 12 meses; Capital de Giro Para pessoas jurdicas; Garantias Fiana, aval, real, penhor. Para cobrana de encargos financeiros leva-se em conta taxa efetiva por dia til;

    120. Crdito Rotativo Conhecido como cheque especial; Taxas de juros elevadas; Prazos de at 12 meses; Garantias: normalmente fiana;

    121. Desconto de Ttulos Operao de capital de giro com garantias de fiana, aval e dos prprios ttulos; Conhecida como antecipao de recebveis; Prazos de at 180 dias; Taxas de juros varia, em funo do volume de ttulos e valores.

    122. Vendor Finance Operao financeira de financiamento das vendas mercantis ao adquirente do produtos financiado; Abertura de crdito global e rotativo para financiamento de estoques de bens de consumo da empresa conveniada, esta recebendo o preo da venda vista; Vantagens para o vendedor: antecipao da receita, reduo da carga tributria, aumento do potencial de vendas, reduo de preos, maior competitividade; Vantagens para o comprador: financiamento automtico, prazos flexveis, taxas inferiores, reduo de custos e maior competitividade.

    123. Compror Finance Semelhante ao Vendor, porm a linha de crdito ofertada para o COMPRADOR; Abertura de crdito rotativo empresa conveniada (compradora), para financiamento de suas comprar junto aos fornecedores.

    124. Financiamento de Capital Fixo Linhas de crdito para financiamento de bens de produo e capital de giro associado, com recursos do FAT, PIS, PASEP alm do BNDES; Destinada a aquisio de mquinas, equipamentos, caminhes, com financiamento de 80% ou 90% do valor cfe. as caractersticas de cada linha especfica, ou pblico alvo.

    125. CDC - Crdito Direto ao Consumidor Financiamento concedido ao cliente para aquisio de bens e servios; Os prprios bens serviro de garantia vinculado por alienao fiduciria, ex: veculo, computador CDC com Intervenincia CDCI convnios com redes de lojas, o risco da empresa; CDC Diretssimo convnios com lojistas, o risco do banco, ex: CDC Material de construo; CDC automtico por cheque cheque pr-datado; Outras modalidades: CDC Salrio; CDC consignao em folha de pagamento; CDC turismo, etc

    126. Cobrana e Pagamento de ttulos e Carns Prestao de servio de cobrana de ttulos s empresas e profissionais liberais mediante contratao prvia do servio; So emitidos boletos entregues aos sacados, aps o pagamento o banco repassar os valores correspondentes ao cedente; O banco acatar instrues para cobrana sempre que necessrias; Os boletos podero ser entregues pelo banco ou pela empresa; Poder ainda ser com ou sem registro.

    127. Arrecadao de tributos e tarifas pblicas Prestao de servios aos entes pblicos mediante formalizao de convnio e pagamento de tarifas; Para a entidade pblica alm do servio de arrecadao ainda h a centralizao dos recursos; O banco manter os recursos e poder ainda expandir a clientela.

    128. Sociedades Administradoras de Cartes de Crdito As administradoras de Cartes de Crdito so prestadoras de servios, que fazem a intermediao entre os portadores de cartes, os estabelecimentos afiliados, as bandeiras (Visa, Mastercard, etc) e as instituies financeiras. Emissor Empresa exploradora; Fornecedor Comerciante; Titular do carto Usurio;

    129. Dinheiro de Plstico Armazenam unidades digitais que podem ser trocadas por bens e servios, como o dinheiro tradicional; Cartes magnticos possibilitam o cliente acessas sua conta bancria, efetuar saques, obter extratos etc; Cartes de dbito Chamado tambm de dinheiro vivo, o valor debitado na conta do cliente e creditado na conta do vendedor, necessrio e esse disponha de um terminal eletrnico para processar a operao;

    130. CARTES DE AFINIDADE Identificar seu portador com um determinado grupo homogneo de pessoas, ligadas por um mesmo vnculo, atividade ou profisso, com objetivos e interesses comuns; Parte da anuidade dos cartes revertida para a gerao de recursos com o objetivo de incrementar as receitas do Grupo; O carto tem desenho personalizado, identificando o grupo parceiro.

    131. CO-BRANDED uma expresso em ingls que significa - MARCA COMPARTILHADA; o carto Co-Branded concebido em parceria com pessoas jurdicas com fins lucrativos; a empresa parceira busca lealdade sua marca e aumento da satisfao dos seus clientes; seu pblico est interessado nas vantagens econmicas que o carto pode lhe oferecer, quer seja na forma de bnus/descontos para compra dos produtos/servios da empresa associada;

    132. CO-BRANDED O carto tem desenho personalizado, com a logomarca da empresa parceira; A empresa parceira busca a fidelizao da sua clientela e o fortalecimento da marca.

    133. Cartes de Crdito Carto de Valor Agregado Valor previamente pago pelo cliente para que possa utilizar como pagamento de despesas em mquinas especificas no comrcio e/ou prestador de servios; Ex. pedgio; Carto Virtual Todo processo de adeso, movimen-tao e controle eletrnico, com o objetivo de ser utilizado nica e especficamente nas transaes via internet; Cartes inteligentes Cartes de crdito dotados de processador e mdulo de memria, permitem a realizao de operaes especiais. Realizam transaes no bancrias como agenda eletrnica, ficha mdica, etc;

    134. Home/Office Banking Disponibiliza para o cliente , quase a totalidade dos servios obtidos nas redes de agncias, mediante senha especfica; O Home Banking conecta o computador do cliente ao do banco com o intuito de trocarem informaes, com garantia total de conexo, proporcionando segurana, velocidade e qualidade; Para garantir a segurana da transmisso os dados so criptografados; Banco virtual Tambm conhecido como banco 24 hs possibilita efetuar saques, pagamentos, etc;

    135. Fundo Mtuo de Investimento uma grande reserva de aplicao administrada por uma instituio financeira; O patrimnio dividido em cotas, que por sua vez so adquiridas pelos investidores; Podem ser abertos ou fechados; Os fundos abertos os resgates so feitos com a prpria instituio financeira; Os fundos fechados podem ser transferidos mediante termo de cesso e transferncia, ou negociados em bolsa de valores ou balco organizado.

    136. Fundo Mtuo de Investimento A constituio de um fundo dever ser aprovado e registrado na CVM; O valor da cota apurado diariamente aps o fechamento do mercado; Fundos de investimento imobilirio Fundos fechados lastreados em empreendimentos imobilirios, sua administrao ser de um banco mltiplo com carteira de investimento ou carteira de crdito imobilirio, banco de investimento, sociedade corretora ou de crdito imobilirio, distribuidora ou caixas econmicas;

    137. Caderneta de Poupana Os recursos devem ser aplicados cfe. Normas do Bacen: 70% na faixa habitacional, 15% em depsito compulsrio e 15% operaes livres; Poupana Programada progressividade nos rendimentos, creditados trimestralmente, carncia de seis meses p/saque, seguro vida; Rendimento Crescentes rendimentos trimestrais com taxas de juros crescentes; Vinculada financiamento de imveis; Poupana Rural financiamento de operaes rurais.

    138. Depsitos a Vista So aqueles que o cliente quer deixar o dinheiro sua disposio; Sujeitos ao emprstimo compulsrio; Exigncia mnima de documentao para abertura de conta: RG ou Identificao oficial equivalente, CPF e comprovao de residncia;

    139. Conceitos de Corporate Finance Intermediaes de negcios como fuses, cises, aquisies e incorporaes de empresas; Objetivo de viabilizar economicamente a operao, como para administrar a carteira de aes, decorrente da operao; Pressupe conhecimento de operaes financeiras e de investimentos, tambm recursos financeiros nacionais e do exterior;