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O modelo do « coletivo de professores  »

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O modelo do « coletivo de professores  »

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  1. O modelo do « coletivo de professores  » Analisar uma equipe pedagógica dentro do ensino agrícola Jean-François MARCEL Professore do lensino Su perior Agricola em sciencias da educação ENFA , Université de Toulouse (France)

  2. A equipe pedagógica • A dimenção coletiva: trabalhar junto dentro de uma equipe pedagógica • Lembrete das contribuições da psicologia social : o conjunto é diferente das somas das partes, um grupo não se reduz à agregação de seus membros • Uma aproximação para a pesquisa: • Esclarecimento plural da temática • Modelização • Ilustração • Qual uso para a ação ? • Caracterização das equipes com a ajuda do modelo • Do modelo « para conhecer » o instrumento « para agir » J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  3. Tarefa Groupo de trabalho engate Avaliação externa Avaluação interna Atividade coletiva Consequências para o sistema Consequências para o grupo Analíse da atividade coletiva (J. Leplat) J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  4. Esclarecimento do esquema • A tarefa : Metas a atingir, prescrito (à variedade de graus) pela organização • O grupo de trabalho: grupo de individuos que participam da execução da tarefa de maneira interdependente • A atividade colectiva: intervenção coordenada dos membros que participam desta atividade • O engate tarefa / grupo de trabalho: redefinição da tarefa pelo grupo (possibilidades, preferências, valores, etc.) J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  5. Uma distinção importante • « A equipe pedagógica » = Grupo de trabalho : • previsto • definido pelo organograma oficial • O « coletivo de pofessores» = Grupo de trabalho : • efetivo • Por iniciativa dos membros que a constituem J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  6. Os fundos(representação comum) • Dimensão axiológica, antropológica : • A cultura do estabelecimento, Gather Thurler • A identidade escolar, Kherroubi • O tipo profissional (Clot), o que os tarbalhadores : • Conhecem e veem, • Esperam e reconhecem, • Apreciam ou temem • Ethos profissional (Osty), O trabalho como : • Uma construção social • produzindo um referêncial comum • A justificação (Boltansky et Thévenot) : • A construção dos acordos • O justo / o injusto J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  7. A colaboração(A elaboração conjunta) • Se basea numa dependência mutual entre os membros • Há ajuda mútua (Trognon) quando os objetivos são convergentes • É preciso destacar à importância da comunicação : • funcional • relacional J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  8. A organização(Crozier et Friedberg) • A noção de jogo • Raciocínio estratégico (o ator no jogo) • E raciocínio sistemático (a organização: o resultado do jogo) • O sistema de ação concreta: • Conjunto humano • De ações coordonadas • Por mecanismos do jogo • As zonas de incerteza da organização: • questões de poder J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  9. A coordenação (Mintzberg) • 6 mecanismos de coordenação das tarefas: • Ajuste mutual, • Supervisão direta, • Padronização dos procedimentos de trabalho, • dos resultados, • das qualificações, • Do conhecimento e das normas • Distinção (Trognon) : • Coordenação prescrita (heterônimo) • Coordenação real (contextual) • importante quando existe um « coordenador  oficial » : professor principal, coordenador de curso J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  10. As prescrições • Ação prescrita, a atividade se diferencia dessa ação (Amigues, Six) : • Frente a frente a «prescrição decrescente » (institucional, externa) • A equipe elabora uma « prescrição crescente » (interna) : decisões coletivas, normas implícitas • A organização cria regras dinâmicas (Reynaud) : • Recursos de cooperação: troca, negociação, acordo J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  11. O modelo do « coletivo de professores » J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  12. Ilustração : Dois projetos inovadores • Um colégio difícil (ZEP) • A escolha da direção de contratar dois projetos no plano nacional de inovação (depósito de títulos o ano 1) : • A 3ª de inserção • formação dos delegados 6ª • A Designação : • De um « especialista » para o ano 2 (para a reitoria) • De uma CPE para projeto (para a direção) • Obrigação de produzir uma monografia do projeto (para a reitoria) J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  13. J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  14. J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  15. O uso do modelo 1 J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  16. O uso do modelo 2 J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  17. O uso do model 3 J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  18. O uso do modelo 4 J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  19. O uso do modelo 5 J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  20. As contribuições do modelo • Os limites da « prescrição decrescente » : • um mesmo estabelecimento • um modo de constituição similar • Função da « prescrição crescente» : • um coletivo de professores • uma coleção de professores • Eficiência = laço entre : • Andamento (trabalhar junto) • produto (o que é previsto) • Duas questões: • As aprendizagens? • O lugar das disciplinas de ensino? J-F Marcel, Brésil, Mai 2009

  21. Um instrumento para a ação • Com a ajuda das 5 dimensões do modelo: • Descrever um coletivo dos professores de seu estabelecimento • Propor alguns elementos de análise • Adaptar o instrumento: • Listar as dimensões que estão faltando • Listar as dimensões que são pouco operatórias • Elaborar: • Uma tabela de apresentação de um coletivo de professores • Usável pelos professores do ensino agrícola brasileiro • Para analisar o funcionamento da sua equipe J-F Marcel, Brésil, Mai 2009