slide1 n.
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
ÍNDICES BIOLÓGICOS DE QUALIDADE DE ÁGUA UTILIZADOS NO BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL E NO CONTROLE DE POLUIÇÃO PowerPoint Presentation
Download Presentation
ÍNDICES BIOLÓGICOS DE QUALIDADE DE ÁGUA UTILIZADOS NO BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL E NO CONTROLE DE POLUIÇÃO

Loading in 2 Seconds...

  share
play fullscreen
1 / 43
Download Presentation

ÍNDICES BIOLÓGICOS DE QUALIDADE DE ÁGUA UTILIZADOS NO BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL E NO CONTROLE DE POLUIÇÃO - PowerPoint PPT Presentation

taini
127 Views
Download Presentation

ÍNDICES BIOLÓGICOS DE QUALIDADE DE ÁGUA UTILIZADOS NO BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL E NO CONTROLE DE POLUIÇÃO

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript

  1. ÍNDICES BIOLÓGICOS DE QUALIDADE DE ÁGUA UTILIZADOS NO BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL E NO CONTROLE DE POLUIÇÃO EDNILSON PAULINO QUEIROZ ednilson_queiroz@yahoo.com.br

  2. INTRODUÇÃO • O ciclo hidrológico - Fechado. • Desequilíbrio Ambiental - Ações antrópicas (desmatamento, utilização de combustíveis fósseis, queimadas, incêndios florestais e outros usos do solo). • Mudanças Climáticas – Alteração do fluxo. • Maior Preocupação - Poluição • Riscos – águas superficiais e subterrâneas (potabilidade principalmente). • Preocupação – Escassez.

  3. INTRODUÇÃO • Necessidade • 01 indivíduo - 1 m³/ano para dessedentação. • - 100 m³ para usos domésticos. • -Produção de comida - pode atingir 1.000 m³. • Indústria - pode chegar entre 5 a 20 vezes sobre o total das atividades anteriores.Allan (1998), apud Lanna (1999). • Prevenção - controle – melhor medida

  4. INTRODUÇÃO • Biomonitoramento • Milhares de anos – plantas e seres humanos utilizados como bioindicadores. Ex: humanos degustar comidas. • + de 154 anos – Koienati (1884) e Cohn (1853) Segundo Junqueira et. al. (1996). • Um dos modos mais significativos de se verificar alterações ambientais (USEPA, 2003).

  5. INTRODUÇÃO • Macroinvertebrados Bentônicos • organismos vivos de fundo (rede de 125 a 500 µm)(Silva et. al., 2003). -Ciclo de vida: (Insetos) • Metamorfose incompleta – 3 estágios: ovos- ninfa – adultos. Ex: percevejos e libélulas. • -Metamorfose completa - Processa-se em quatro estágios: ovo, larva, pupa e adulto. Ex: moscas, mosquitos e besouros. • -Hábitos alimentares: • Fragmentadores, coletores, raspadores, predadores e parasitas. • Além dos insetos • Molusca e Bivalvia, oligochaeta, crustáceos, hirudíneas, tricladida...

  6. MACROINVERTEBRADOS

  7. Order Coleoptera - Family Helophoridae - Genus Helophorus Fonte: (Callisto, 2004).

  8. Ordem – Odonata - Família Libellulidae – Gênero - Libellula Fonte: (Callisto, 2004).

  9. Order Diptera - Family TipulidaeGenus Tipula

  10. Order Plecoptera - Family PerlidaeGenus Acroneuria ) Fonte: Família Perlidae (Callisto, 2004).

  11. Order Ephemeroptera - Family BaetidaeGenus Acentrella (Callisto, 2004).

  12. Order Hemiptera - Family GerridaeGenus Gerris Fonte: (Callisto, 2004).

  13. Order Megaloptera - Family Sialidae - The AlderfliesGenus Sialis Fonte: (Callisto, 2004).

  14. Order Neuroptera - Family Sisyridae - Genus Climacia

  15. Order Lepidoptera - Family PyralidaeGenus Acentria Fonte: (Roldan, 2004).

  16. Order Collembola - Family Entomobryidae -

  17. (a) um abrigo de Trichoptera da família Helicopsychidae, (b) uma larva da família Odontoceridae e (c) um adulto. Fonte: (Callisto, 2004). a) b) c)

  18. -Tricladida da família Dugesiidae, espécie Girardia tigrina: fonte: (Preza, 2004).

  19. Classe Oligochaeta - tubificídeos. Fonte: (Roldan, 2004).

  20. Classe - Hirudinea. Fonte: (Roldan, 2004).

  21. Mollusca - da classe Gastropoda. Fonte: (UCM.ES, 2004).

  22. Classe - bivalve da família Uniodinae – (Unio tumidis). Fonte: (UCM.ES, 2004).

  23. INTRODUÇÃO • Vantagens na Utilização. • – diversidade • – expectativa de responder a perturbações; -Longo ciclo de vida. • -Grandes, sésseis ou de pouca mobilidade. • -Fácil amostragem • - Baixo custo e fácil identificação, • -Bioacumulam (Callisto, 2000). • -Reagem a diversos estressores (Almeida e Tertuliano, 2000). • - Tempo mínimo para recuperação 1 mês ou mais – (Alba-Tercedor, 1996).

  24. IMPORTÂNCIA DE PESQUISA COM MACROINVERTEBRADOS • Carência – poucos estudos (principalmente em regiões sub e tropicais). • Caracterizar e monitorar habitats de água doce. • Necessidade de aliar monitoramento físico e químico e bacteriológico, ao biológico. • Necessidade de adaptação, ou criação de índices biológicos. • Auxiliar no controle - órgãos ambientais. • Subsidiar políticas públicas de controle.

  25. OBJETIVOS • Geral • Estudos regionais iniciais – adaptação ou criação de índices. • Principais: • Identificar e enumerar indivíduos. • Descrever distribuição. • Verificar relações físicas e químicas às comunidades biológicas (tolerâncias). • Diferenças entre cheias e secas. • Procurar os índices que mais refletem às condições regionais.

  26. Índices na Legislação • Países que incorporam biomonitoramento à legislação: (Kuhlmann et. al., 2001). • U.S.A – “Clean Water Act” – 1972. – 44 Estados. • Davis et. al., 1996). • Oceania – “Australian Quality Guidelines” – Instituído pelo “Australian and New Zeland Environmental and Conservation” – (ANZEE, 1995). • Canadá – “Ontário Water Act” – 1996.

  27. ALGUNS ÍNDICES UTILIZADOS

  28. ÍNDICES • RIVALD - (Rivers of Vaud) – Suíça. • AUSRIVAS - (Australian River Assessement Scheme) – Austrália. • ISC – (Index of Stream Conditon) – Austrália. • RIVPACS - (River Invertebrate Prediction and Classification System) – Grã-Bretanha.

  29. BMWP .

  30. Classes de qualidade, significado dos valores “BMWP” e utilização cartográfica Fonte: ALBA-TERCEDOR (1996).

  31. ASPT – Average Score Per Taxon Mandaville (2002).

  32. Hilsenhoff Adaptado do Protocolo Canadense de coleta

  33. A B = C x Hilsenhoff - continuação Adaptado do Protocolo Canadense de coleta Fórmula: 1) A x B = C 2) Total de C/total de B= I

  34. Hilsenhoff - Relação entre Índice Biótico e Qualidade da Água.

  35. NECESSIDADES DE ESTUDOS

  36. Necessidades de Estudos Para Adaptações • Influências regionais na biodiversidade e abundância. • Ex: - Famílias que existem no BMWP adaptado e não existem no BMWP– Phryganeidae, Molaniidae, Odontoceridae etc... • Mais Pontos – Caenidae – 7 pontos no BMWP e 4 no BMWP adaptado. • Família Libellulidae – 8 em Alba e Armitage e 4 em Junqueira. • Hilsenhoff e BMWP – adaptação de tolerância para os organismos regionais.

  37. Metodologia de Trabalho

  38. COLETA • Coleta biológica • Método Surber – Verificar por bentos por área.

  39. Metodologia de Trabalho • “Kicking Sample” – índices. • Material fixado em etanol - 70% • Triagem- Microscópio de estereocópio. • Identificação: • várias chaves – (Pérez, 1988); (Merritt & Cummins, 1984), Chironomidae (Epler, 1995, Trivinho-Strixino & Strixino, 1995), Plecoptera (Pescador et al. 2000), (Chacón & Segnini, 1997. • Coleta para análises físicas e químicas • Condições hidrológicas.

  40. Metodologia de Trabalho • Protocolo de Coleta – Callisto, 2004.

  41. Conclusão • Índices Biológicos • – importante ferramenta no controle de poluição para o biomonitoramento. • Implementação dos planos de recursos hídricos. • Adaptação de índices utilizando macroinvertebrados é relativamente simples. • Versões já adaptadas em locais com semelhanças ambientais.

  42. O que Precisa ser Feito • Intensificação de pesquisas. • Pesquisas tecnológicas para facilitar as análises. • Maior intercâmbio entre as universidades que executam pesquisas com macroinvertebrados. • Montagem de um banco de dados – coleção – para facilitar identificação de novas espécies.

  43. O QUE SE PRETENDE • BACKER (1968). • [g > p (f + λt)]. • g = ganho • P = probabilidade de ser preso • F= valor da multa. • λt = demo de desutilidade.