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  1. UNISANTANNA – CAMPUS LEOPOLDINA - 2014 TÓPICO AVANÇADO QUALIDADE Prof. Denilson Santos

  2. FERRAMENTAS DA QUALIDADE

  3. Brainstorming • Fluxograma • Ciclo PDCA • Diagrama de Pareto • Diagrama de Causa e Efeito FERRAMENTAS DA QUALIDADE

  4. Estratificação • Folha de Verificação • Histograma • Diagrama de Dispersão • 5 “S” FERRAMENTAS DA QUALIDADE

  5. G.U.T. • 5W2H • Diagrama de Focalização - P FERRAMENTAS DA QUALIDADE

  6. “Quanto maior o volume de dados, maior será a necessidade do emprego de ferramentas apropriadas, para coletar, processar e gerar informações a fim de manter e melhorar os resultados” FERRAMENTAS DA QUALIDADE

  7. A coleta de dados pode basear-se em dados históricos ou em experimentos planejados. • dados históricos, são dados que já estão disponíveis na empresa (dados numéricos). COLETAS DE DADOS

  8. Variáveisdiscretas – resultado de umacontagemque é caracterizadapor: • defeitos • operadores, • reclamações, etc… COLETAS DE DADOS

  9. Variáveiscontínuas – resultado de um sistema de medição, como: • tempo, temperatura. • velocidade, pressão. • característicasdimencionais, resistência. COLETAS DE DADOS

  10. Reclamações. • Sugestões. • Resultados de pesquisa qualitativa: abordagem de incidentes críticos, observação, grupos focalizados. DADOS NÃO NUMÉRICOS

  11. Sugestões dadas aos funcionários no ato da compra. “Os dados precisam ser analisados para gerarem informações úteis.” DADOS NÃO NUMÉRICOS

  12. Entrevistas individuais. • Entrevistas em grupo. • Questionários abertos. • Caixas de sugestão/reclamação. COMO COLETAR INFORMAÇÕES

  13. Elabora-se perguntas que devem ser respondidas oralmente. • As mesmas perguntas devem ser feitas a todos os entrevistados. • As respostas podem ser gravadas ou anotadas em um formulário, para análise posterior. ENTREVISTAS INDIVIDUAIS

  14. As entrevistas em grupos são chamadas gruposfocalizados. • Muitas vezes os grupos focalizados são formados em ambientes neutros, como por exemplo, o espaço para lazer da empresa. ENTREVISTAS EM GRUPO

  15. Nos grupos focalizados a importância do coordenador é fundamental, pois ele direciona e conduz os participantes a pensarem sobre o problema. • A principal diferença entre o grupo focalizado e o brainstorming é que o grupo focalizado obedece a um roteiro pré-definido. ENTREVISTAS EM GRUPO

  16. A coleta de dados pode ser feita utilizando um questionário com perguntas sem alternativas. • Os participantes preenchem o questionário isoladamente, e a participação do entrevistador é mínima. QUESTIONÁRIO ABERTO

  17. A partir dos resultados a equipe fará a análise dos dados utilizando as ferramentas da qualidade. QUESTIONÁRIO ABERTO

  18. Os dados provenientes de sugestões e/ou reclamações de clientes, funcionários operadores podem ser analisados utilizando as ferramentas de planejamento. CAIXA DE SUGESTÕES / RECLAMÇÕES

  19. BRAINSTORMING

  20. Técnica de GERAÇÃO DE IDEIAS, desenvolvida por A. F. Osborn, em 1930, tendo como Princípios Básicos: • Não criticar as ideias apresentadas (para que não haja inibição nem bloqueios e ocorra o maior número de ideias). BRAINSTORMING

  21. Não criticar as ideias apresentadas (para que não haja inibição nem bloqueios e ocorra o maior número de ideias). • Liberar a imaginação ao máximo (apresentar as ideias tal qual elas surgem na cabeça, sem rodeios, sem medo de dizer “uma bobagem”). BRAINSTORMING

  22. Dar o maior número de sugestões (quanto mais ideias surgirem, maior será a chance de se conseguir ideias realmente boas). • Aperfeiçoar todas as ideias aproveitáveis (na seleção das ideias, aquelas potencialmente boas são aperfeiçoadas. Nesse momento, costumam surgir outras ideias). BRAINSTORMING

  23. FLUXOGRAMA

  24. É a representação gráfica das atividades que integram um determinado processo, sob a forma sequencial de passos, caracterizando-se as operações e os agentes executores. • O fluxograma torna mais claro os fatos que poderiam passar despercebidos em outra forma de apresentação. FLUXOGRAMA

  25. Tem como ponto de partida o levantamento da rotina em seus aspectos de: • identificação das entradas e seus fornecedores e das saídas e seus clientes. • identificação das operações executadas no âmbito de cada órgão ou pessoa envolvida. FLUXOGRAMA

  26. Os passos da rotina são ordenados de acordo com a sequência lógica de execução. • Os símbolos e as técnicas identificam os órgãos ou as pessoas responsáveis pela ação. FLUXOGRAMA

  27. PROCESSO DECISÃO FITA PERFURADA OU PROCESSO PREDEFINIDO ATRASO DISCO MAGNÉTICO FLUXOGRAMA DOCUMENTO

  28. CICLO PDCA

  29. P(PLAN) PLANEJAR (ACT)A AÇÃO DEFINIR METAS TOMAR AÇÃO APROPRIADA DEFINIR MÉTODOS PARA ATINGIR METAS TREINAR PARA EXECUTAR VERIFICAR OS RESULTADO (CHECK)C VERIFICAR D(DO) EXECUTAR EXECUTAR O TRABALHO

  30. DIAGRAMA DE PARETO

  31. Diagrama de Pareto é um recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser sanadas, e é originário dos estudos de um economista italiano chamado Pareto. DIAGRAMA DE PARETO

  32. Se as causas dos problemas de qualidade “vitais” forem identificadas e corrigidas, torna-se possível a eliminação de quase todas as perdas. DIAGRAMA DE PARETO

  33. Decidir os problemas a serem investigados e coletar os dados. • Organizar os dados por categoria. • Contar o número de itens em cada categoria. • Colocar os itens em ordem decrescente de quantidade. COMO CONSTRUIR O DIAGRAMA

  34. Juntar as categorias de menor frequência sob o nome “outros”. • Fazer uma tabela. • Construir um diagrama de barras, colocando os itens na ordem da tabela. COMO CONSTRUIR O DIAGRAMA

  35. COMO CONSTRUIR O DIAGRAMA

  36. DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

  37. Diagrama Causa e Efeito, Diagrama de ISHIKASWA, ou Diagrama Espinha de Peixe. • Utilizado na identificação e análise de problemas. • Visa identificar, explorar e ressaltar todas as causas possíveis de um problema ou condição específica. • Mostra a relação entre uma característica da qualidade e os fatores. CAUSA E EFEITO

  38. Estabelece a relação de causa pautado em seis “M” (“6M”). • Método • Máquina • Mão-de-obra • Matéria prima • Meio ambiente • Meio de medição CAUSA E EFEITO

  39. CAUSA E EFEITO - CONSTRUIR • Estabelecer claramente o problema a ser analisado (efeito). • Encontrar o maior número possível de causas que possam contribuir para gerar o efeito. • Construir o diagrama de causa e efeito no formato da espinha de peixe.

  40. Método Máquina Meio - Ambiente Normas Temperatura Manutenç ão Umidade Deterioração Procedimentos Refino Treinamento Tolerância Fornecedores Inspeç ão Qualificação Marca Instrumentos Mão - de - Obra Matéria prima M eio de medição CAUSA E EFEITO - CONSTRUIR

  41. FOLHA DE VERIFICAÇÃO

  42. FOLHA DE VERIFICAÇÃO • É utilizada na identificação de problemas através da coleta de dados amostrais, com o objetivo de definir um modelo. • É uma ferramenta de fácil compreensão, usada para responder a pergunta: “COM QUE FREQÜÊNCIA CERTOS EVENTOS ACONTECEM ?”

  43. FOLHA DE VERIFICAÇÃO - Construir • Estabelecer qual o evento a ser estudado. • Definir o período de coleta dos dados relacionado ao objeto de estudo. • Elaborar um formulário claro, de fácil manuseio e com espaço suficiente para o registro dos dados. • Coletar dados consistentes e com honestidade.

  44. Número: Fl: FOLHA DE VERIFICAÇÃO Data: Rev.: Atividade : Local: Cliente : O que verificar Quem verifi ca Quando Situação Croquis Assinatura :

  45. ESTRATIFICAÇÃO

  46. São as diversas maneiras de se agrupar os mesmos dados. • Possibilita uma melhor avaliação da situação, identificando o principal problema. ESTRATIFICAÇÃO

  47. Hora, Dia da Semana, Dia do Mês, Por Tempo Mês, Turno, Horários. Por Local Máquina, Área, Posição, Plataforma Por Tipo Matéria - Prima, Produto, Fornecedor Por Sintoma Defeito, Ocorrência Turma, Operador, Método, Processo, Outros Fatores Instrumentos de medição DADOS ESTRAFICADOS

  48. Estratificação

  49. Ferramenta utilizada na análise de problemas. • Tem a função de demonstrar a forma de distribuição de uma variável e mostra quanto de variação existe num processo. • Organizando-se os muitos dados em um histograma, pode-se conhecer a população de uma maneira objetiva. Histograma