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RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERNA 2005/2006

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  1. RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERNA2005/2006 FACULDADE DE FARMÁCIA

  2. NÚCLEO DE AVALIAÇÃO DA UNIDADE

  3. GESTÃO 2005/2006 • Profa. Dra. Amélia Henriques – Coordenadora • Profa. Dra. Raquel Bridi – Coordenadora Substituta – FAR 001 • Profa. Dra. Denise Bueno – FAR 002 • Prof. Otávio Jaconi Saraiva – FAR 003 (até 10/07/06) • Profa. Dra. Simone de Castro - FAR 003 (a partir de 11/07/06) • Lilian Campos Meira – Repr. Técnica-administrativa • Carlos Alberto Yasin Wayhs –Repr. Discente (até 23/05/06) • Gabriella dos Santos – Repr. Discente (a partir de 05/06/06) Bolsistas: • Mauro Henrique Dartora • Gabriel Plá Matielo Lemos • Philipe Martins Pires • Pablo Silva Figueiredo

  4. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO • Levantar dados que possibilitem avaliar as condições de realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão. • Identificar necessidade de melhorias das condições para realização das atividades da Unidade em seus diversos âmbitos de atuação. • Contribuir para a definição das ações a serem implementadas pelos Gestores da Unidade.

  5. CRONOLOGIA DA AVALIAÇÃO • De 1994 a 1996 - I Ciclo Avaliativo da Universidade (Avaliações Interna e Externa). • 2002 – criação de Comissão para preparar a avaliação externa promovida pelo Ministério da Educação abrangendo as seguintes dimensões: Organização didático-pedagógica, Corpo Docente e Instalações. • 2003 - II Ciclo Avaliativo da Universidade (trabalho coletivo dos NAUs sob orientação da SAI).

  6. 2004 - “Seminário de Preparação para a Avaliação Interna da Unidade”. • 2005 – tabulação dos questionários de avaliação interna aplicados a docentes, discentes e técnicos-administrativos. • 2006 – Avaliação da satisfação dos usuários dos Serviços Prestados e Seminário Interno de Apresentação dos Relatórios.

  7. DIMENSÕES DA AVALIAÇÃO • Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional; • Política de Ensino, Pesquisa e Extensão; • Políticas de pessoal e condições de trabalho; • Organização e gestão; • Infra-estrutura física; • Comunicação com a sociedade; • Política de atendimento aos estudantes; • Responsabilidade social da Instituição de Ensino; • Planejamento e avaliação, e • Sustentabilidade financeira.

  8. INFRA-ESTRUTURA DA UNIDADE

  9. CONSELHO DA UNIDADE Programa de Pós-Graduação Secretaria de Pós-Graduação DIREÇÃO Secretaria da Unidade Com. de Saúde e Ambiente Trab. Comissão de Avaliação Docente Depto. Prod. De Matéria-Prima Depto. Prod. Contr. Medicam. Departamento De Análises Comissão de Graduação Comissão de Pesquisa Comissão de Extensão Núcleo Avaliação da Unidade Secretaria dos Departamentos Secretaria das Comissões Recursos Humanos Comunicação Biblioteca Informática Logística Infra-Estrutura ORGANOGRAMA

  10. RECURSOS HUMANOS

  11. DOCENTES A Unidade conta com 44 Docentes sendo 07 em regime de 20h, 02 em regime de 40h e 35 em regime de dedicação exclusiva.

  12. Quanto à formação, o quadro Docente da Unidade conta com 40 Doutores e 03 Mestres.

  13. CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO A Unidade possui 70 colaboradores, dos quais 49 são servidores de carreira e 21 são contratados pela FAURGS.

  14. RECURSOS FINANCEIROS

  15. *dados parciais

  16. RECURSOS FÍSICOS

  17. A Faculdade de Farmácia está localizada em um prédio com sete andares situado na Avenida Ipiranga, no Campus da Saúde. Possui 05 salas para aulas teóricas, 11 Laboratórios, 01 Laboratório de Informática e 01 Biblioteca com acervo de cerca de 10.000 títulos. Na estrutura da Unidade existem, ainda, 08 serviços auxiliares que funcionam como prestadores de serviços à comunidade: CBIM, CIM, CDTF, LAPPS, REBLAS, NATNEO, Laboratório de Análises Clínicas e Farmácia-Escola.

  18. PERFIL DO ENSINO

  19. A análise dos dados demonstra um decréscimo na procura pelo curso de Farmácia, chegando a uma redução de 45% (quarenta e cinco por cento) de densidade.

  20. PERFIL DA PESQUISA

  21. Alunos envolvidos com Pesquisa

  22. PERFIL DA EXTENSÃO

  23. No período avaliado foi identificada a inexistência de política clara de extensão, o que não impediu o desenvolvimento de diversas ações de prestação de serviço (no âmbito de ações sociais e comunitárias, hospitais, clínicas, laboratórios, consultoria, assessoria e desenvolvimento de produtos), bem como cursos, eventos e elaboração de monografias farmacopéicas.

  24. No ano de 2004 foram desenvolvidos dezoito projetos, sendo quatorze no âmbito da Unidade e quatro em parceria com outras Unidades/Instituições. Nessas atividades estiveram envolvidos 34 professores, 9% dos alunos da graduação e 16% dos técnicos-administrativos da Unidade.

  25. TABULAÇÃO DOS QUESTIONÁRIOS DE AVALIAÇÃO INTERNA

  26. EM RELAÇÃO À UNIVERSIDADE Entre os docentes, a maioria dos itens recebeu avaliação REGULAR. Políticas de qualificação e oferta de Bolsas receberam avaliação REGULAR e RUIM, sendo os serviços de saúde considerados majoritariamente RUINS.

  27. Entre o corpo técnico e administrativo houve predominância do conceito REGULAR, com maior reprovação nos serviços de saúde e apoio para participação em eventos.

  28. As respostas dos discentes referem-se aos seguintes itens: • PRÉDIOS: Alunos de todos os semestres avaliaram o item principalmente como REGULAR. • DESLOCAMENTO: Houve equilíbrio entre as 3 opções com predomínio de RUIM nos primeiros semestres. Esse resultado está relacionado ao fato de que as disciplinas desses semestres são predominantemente das áreas biológicas e químicas sendo necessário o deslocamento entre os 3 campi da UFRGS. A situação é invertida entre os alunos das Habilitações e PG, onde há menor necessidade de deslocamento.

  29. MORADIAS ESTUDANTIS: Houve baixa incidência de respostas dentre os alunos de todos os semestres. • LAZER: A maior parte dos alunos deixou de opinar, o que pode indicar falta de informações a respeito das atividades ofertadas pela Universidade, ou que estas são ineficientes. • SERVIÇOS DE SAÚDE: A baixa incidência de respostas nesse aspecto indica que o corpo discente desconhece ou não utiliza os serviços ofertados.

  30. RESTAURANTES UNIVERSITÁRIOS: Parece ser consenso entre os estudantes de todos os semestres que os restaurantes são REGULARES. • Informações UFRGS: Este item foi avaliado por alunos de todos os semestres como predominantemente REGULAR seguido de BOM. • SEGURANÇA: Não foi possível verificar uma tendência nas respostas. • APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS: Item aplicado somente aos alunos de PG e que foi considerado de REGULAR a RUIM.

  31. Atendimento DECORDI: Foi considerado pela maior parcela como BOM, sendo importante ressaltar que no 1º semestre há grande incidência de N.A. (visto que esses alunos não têm quase contato com o DECORDI, já que a matrícula e entrega de documentos é feita na COMGRAD). Conforme vão avançando no curso, os alunos necessitam de maior contato para a obtenção de atestados e requerimentos diversos, fazendo o conceito subir para BOM. Entretanto, há grande incidência de conceito RUIM entre os alunos do 8ª semestre, o que está relacionado ao fato de que é nesse momento que se faz a opção pela Habilitação desejada, procedimento que gera insatisfação em função dos prazos limitados.

  32. OFERTA DE BOLSAS: O aspecto foi considerado REGULAR pela maioria dos estudantes dos diversos semestres e RUIM pelos estudantes de PG, refletindo a situação atual do número de bolsas disponibilizadas. • ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES: Considerado de BOM a REGULAR nos primeiros semestres passando de REGULAR a RUIM a partir do sexto semestre.

  33. EM RELAÇÃO À UNIDADE As respostas dos docentes foram em sua maioria REGULAR, à exceção do apoio em Informática e segurança no trabalho considerados RUIM. Os recursos audiovisuais receberam conceito BOM

  34. As respostas do corpo técnico e administrativo também foram em sua maioria REGULAR, exceto no item referente a estacionamento. Diferentemente dos docentes, poucos servidores percebem dificuldades relacionadas à segurança no trabalho.

  35. As respostas dos discentes referem-se aos seguintes itens: • SITUAÇÃO DO PRÉDIO: As respostas em sua maioria foram no sentido de considerar o prédio da Unidade como REGULAR, com alguma tendência a BOM, e poucas indicações RUIM. • PORTARIA: Respostas BOM predominaram até o quarto semestre, a partir do qual passou a predominar o conceito REGULAR. • SALAS DE AULA: Da mesma forma, este item é melhor avaliado nos primeiros semestres com leve predominância de BOM seguido de REGULAR. A partir do sexto semestre há predomínio de REGULAR com pequena variação. Os alunos de PG apontam predominantemente o conceito BOM.

  36. LABORATÓRIOS: Os laboratórios foram avaliados entre BOM e REGULAR, exceto pelos alunos da Habilitação em Análises Clínicas que avaliaram como sendo de REGULAR a RUIM. • LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA: Houve variação nas avaliações, com predominância de REGULAR. Ressalte-se que este item recebeu expressivo número de respostas RUIM. • RECURSOS ÁUDIO VISUAIS: Aspecto avaliado na maioria das vezes como BOM. • ESTACIONAMENTO: Item com menor número de respostas sendo considerado principalmente como BOM e REGULAR.

  37. BANHEIROS: Considerado de BOM a REGULAR nos primeiros semestres e de REGULAR a RUIM pelos alunos a partir do quinto semestre. • HIGIENE E LIMPEZA: Também este item foi mais bem avaliado pelos alunos mais jovens, passando a predominar REGULAR a partir do quinto semestre. • SEGURANÇA: Predomínio de avaliações BOM exceto alunos das habilitações e PG, que consideraram como REGULAR.

  38. EM RELAÇÃO À BIBLIOTECA Quanto à biblioteca, as respostas dos docentes foram de REGULAR a RUIM, exceto quanto ao atendimento, considerado BOM.

  39. Diferentemente dos docentes, o corpo técnico e administrativo considera a biblioteca REGULAR, ressaltando também a qualidade de atendimento que teve quase 100% de avaliação positiva.

  40. As respostas dos discentes referem-se aos seguintes itens: • ESPAÇO FÍSICO: Avaliado principalmente como BOM pelos alunos dos semestres iniciais passando a REGULAR pelos alunos dos semestres avançados e PG. • ATUALIZAÇÃO DO ACERVO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAS DISCIPLINAS: Da mesma forma, o item foi melhor avaliado pelos alunos dos semestres iniciais que consideraram o acervo entre BOM e REGULAR, passando para REGULAR e RUIM nos últimos semestres e PG.

  41. ESPAÇO PARA ESTUDO: Avaliado entre BOM e REGULAR nos primeiros semestres, aumentando a avaliação RUIM nas Habilitações e PG (em função da maior demanda de trabalhos em grupo, que gera necessidade de espaço mais adequado). • QUALIDADE DO ATENDIMENTO: Considerado pela maioria dos avaliadores como BOM. Obs.: Esses resultados indicam que os alunos dos semestres mais avançados avaliam mais negativamente os aspectos relacionados à Biblioteca. Fato que deve estar relacionado com o maior número de consultas nesse ponto do curso, visto que o acervo é relacionado aos conteúdos profissionalizantes.

  42. EM RELAÇÃO AOS LABORATÓRIOS O principal problema apontado pelos docentes está ligado à adequação do espaço físico, seguido pela qualidade dos serviços técnicos auxiliares e Biossegurança.

  43. A maioria dos âmbitos foram considerados pelo corpo técnico e administrativo como REGULARES. Porém, devido à auto-avaliação, o aspecto qualidade de serviços foi percebido como BOM.

  44. As respostas dos discentes referem-se aos seguintes itens: • ESPAÇO FÍSICO e EQUIPAMENTOS: conceito predominantemente BOM nos primeiros semestres, passando a REGULAR. Dentre os alunos da Habilitação em Análises Clínicas foi identificado um problema pontual relativo à deficiência de microscópios e sua manutenção. • SERVIÇOS TÉCNICOS: Avaliados de BOM a REGULAR em todos os semestres. • BIOSSEGURANÇA: item pouco avaliado até o sexto semestre, a partir daí passando majoritariamente a REGULAR.

  45. EM RELAÇÃO À ORGANIZAÇÃO DO ENSINO Todos os docentes consideraram o aspecto organização como REGULAR, exceto atividades extracurriculares, onde houve equilíbrio entre as respostas BOM, REGULAR e RUIM.

  46. As respostas dos discentes referem-se aos seguintes itens: • COMPREENSÃO DA REALIDADE PROFISSIONAL: Os discentes dos semestres iniciais avaliaram o item como BOM, passando a REGULAR nos últimos semestres. Esse fato pode ser entendido como um aumento da visão crítica da realidade profissional nos semestres próximos à conclusão do curso. • DOMÍNIO TÉCNICO-METODOLÓGICO: A avaliação foi semelhante ao item anterior.

  47. CONTATO COM ÁREAS DE ATUAÇÃO: Avaliação BOM nos primeiros semestres passando a REGULAR nos últimos semestres. Na Habilitação em Análises Clínicas, em que um número expressivo de docentes está no mercado de trabalho, os alunos identificam o contato com a área profissional como BOM e REGULAR. Quanto à Habilitação em Indústria, os discentes da área avaliaram o item de REGULAR a RUIM, o que pode estar relacionado à formação predominantemente acadêmica dos docentes.

  48. HORÁRIO DAS DISCIPLINAS: Item avaliado como sendo de REGULAR a RUIM. Considerando o tamanho da Universidade e as aulas nos diferentes Campi, a composição da grade de horários é complexa e apresenta várias deficiências. • FORMA DE AVALIAÇÃO: Considerada como REGULAR na maior parte dos semestres, exceto nos primeiros. • ATIVIDADES EXTRACURRICULARES: Avaliado como REGULAR até o sexto semestre passando então a ser considerado RUIM.

  49. EM RELAÇÃO À ATIVIDADE DOCENTE Os docentes consideram BOA a carga horária de ensino e pesquisa, porém a carga horária administrativa e de contato com alunos obteve avaliação predominantemente REGULAR.