1 / 58

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL. Profa. Paula Voloch. Hospital da Gamboa. Escoliose - Definição. Curvatura da coluna vertebral no plano frontal. Escolioses. Estruturais Não Estruturais. Escolioses não estruturais (tratamento dirigido para causa básica). Posturais Inflamatórias

naif
Download Presentation

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL Profa. Paula Voloch Hospital da Gamboa

  2. Escoliose - Definição • Curvatura da coluna vertebral no plano frontal

  3. Escolioses • Estruturais • Não Estruturais

  4. Escolioses não estruturais(tratamento dirigido para causa básica) • Posturais • Inflamatórias • Discrepância de MMII • Contratura ao nível do quadril • Histéricas • Irritação nervosa (hérnia discal, tumores)

  5. Escolioses não estruturais(histérica)

  6. Escolioses Estruturais • Clinicamente caracterizadas pela presença de gibosidade (pela rotação da coluna vertebral) e menor flexibilidade. • Presença de alterações estruturadas dos elementos da coluna vertebral: • Deformidade rotatória do corpo vertebral • Encunhamento dos corpos vertebrais • Retração dos tecidos moles no lado côncavo da curva.

  7. História Clínica • Idade • História familiar • Velocidade de crescimento • Sinais de puberdade • Menarca • Dor

  8. Exame Físico • Assimetrias dos contornos dos ombros, cintura escapular e cintura pélvica • Desenvolvimento Puberal • Marcha • Mensuração dos MMII (discrepância)

  9. Triângulo do Talhe

  10. Exame Físico • Inspeção da pele (presença de manchas, sardas, tufos pilosos) • Exame Neurológico • Atrofias assimétricas e deformidades dos pés (cavismo) – anomalias do canal vertebral

  11. Exame FísicoTeste de Adams

  12. Exame Radiográfico • Radiografia Panorâmica da Coluna Vertebral • Ântero Posterior • Perfil • Em posição ortostática

  13. Método de Cobb

  14. Método de Cobb • Vértebra terminal superior : Primeira vértebra inclinada com • espaço intervertebral não paralelo • Vértebra Apical ( Apex ) : Vértebra mais distante da linha média • Vértebra Terminal Inferior : Última vértebra inclinada 1 - Vertebra Terminal Inferior 2 - Linha perpendicular à VTI 3 - Vertebra Terminal Superior 4 - Linha Perpendicular à VTS 5 - Medir angulo de interseção

  15. Maturidade Esquelética • Ossificação da apófise do ilíaco (índice de Risser)

  16. Maturidade Esquelética

  17. Índice de Risser

  18. Escoliose Idiopática • Doença hereditária de caráter multifatorial (?) • 80% pertencem a este grupo • Diagnóstico por exclusão • Afastar todas as possibilidades de outras etiologias no exame clínico e radiológico

  19. Escoliose Idiopática • Padrões típicos de curvas: • Duplas curvas • Torácica direita

  20. Escoliose Idiopática • Em todos os casos com exame neurológico alterado ou na suspeita do padrão da curva no exame radiológico, solicitar IRM para descartar patologias intraraqueanas associadas. • A IRM também deve ser solicitada nos pacientes comprometidos por escoliose idiopática em idade precoce.

  21. Escoliose Idiopática do Adolescente(11 a 17 anos) • Tipo mais comum • Curvas de pequena magnitude – meninas = meninos • Curvas maiores de 20 graus – 4 meninas/ 1 menino • Curvas acima de 40 graus – 8 meninas/ 1 menino

  22. Fatores de risco para progressão • Sexo feminino • Segunda fase do estirão do crescimento • Potencial de crescimento (Idade/ Menarca/ Índice de Risser) • Magnitude da curva

  23. Fatores de risco para progressão • As curvas maiores de 50graus tendem a progressão, mesmo após o término do crescimento. • O objetivo do tratamento será manter as curvas abaixo de 40 graus.

  24. Escoliose IdiopáticaTratamento • Curvas abaixo de 25 graus – observação periódica enquanto em crescimento, fisioterapia e exercícios • Curvas de 25 a 40 graus – colete , caso ainda haja potencial de crescimento • Curvas acima de 45 graus – tratamento cirúrgico

  25. Escoliose IdiopáticaTratamento • Colete de Milwaukee – para curvas com ápice até T7 • Órtese toraco lombo sacra (OTLS) – para curvas com ápice de T8 para baixo. • 23 hs/dia até o final do crescimento

  26. Escoliose IdiopáticaTratamento Cirúrgico • Correção da escoliose pela instrumentação e artrodese vertebral com enxerto ósseo: • Via posterior • Via anterior • Dupla via

  27. Cifoses • Postural • Dorso Curvo Juvenil ( Enfermidade de Scheurmann)

  28. Dorso Curvo Juvenil • Cifose rígida da coluna torácica ou toracolombar acometendo os adolescentes • Etiologia desconhecida • Acomete os 2 sexos

  29. Dorso Curvo JuvenilTeoria de Scheuermann • Necrose avascular do anel vertebral que normalmente aparece em torno dos 11 anos de idade, provocando um encunhamento vertebral e menor crescimento da parte anterior do corpo vertebral, levando a um desequilíbrio de crescimento da vértebra.

  30. Dorso Curvo JuvenilTeoria de Schmorl • Hérnia intra esponjosa do disco intervertebral sobre a porção anterior do corpo vertebral, provocando desequilíbrio de crescimento.

  31. Dorso Curvo JuvenilTeoria de Bado • Miodisplasia dos isquiotibiais causando um desequilíbrio pélvico provocando uma compensação com o aumento da cifose, rompendo o equilíbrio de crescimento dos corpos vertebrais em crianças.

  32. Dorso Curvo Juvenil • Etiologia multifatorial • Qualquer fator que provoque uma ruptura do equilíbrio das forças de tensão da porção posterior (complexo músculo ligamentar) e anterior(corpos e discos intervertebrais) gera um aumento da cifose, que nos indivíduos em crescimento vai se tornar progressivo.

  33. Enfermidade de ScheuermannQuadro clínico • Inicialmente visto como um defeito postural no adolescente • Aumento da cifose torácica • Dor não intensa que se agrava com a posição ortostática ou após esforços • Dor geralmente no ápice da cifose

  34. Enfermidade de ScheuermannQuadro clínico • Hiperlordose lombar compensatória • Projeção anterior da cabeça em relação ao tronco • Hipotrofia dos músculos da cintura escapular • Encurtamento dos isquiotibiais, flexores dos quadris e peitorais

  35. Enfermidade de ScheuermannAspectos Radiográficos • Radiografia Panorâmica da Coluna Vertebral em AP e Perfil Em posição ortostática • Mensuração pelo método de Cobb Cifose normal = 20 a 40 Graus

  36. Enfermidade de ScheuermannAspectos Radiográficos • Alterações da forma dos corpos vertebrais com encunhamento vertebral de mais de 5 graus em pelo menos 3 vértebras • Nódulos de Schmorl

More Related