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Cultura de Paz Não Estamos Condenados à Violência

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Presentation Transcript

  1. Cultura de Paz Não Estamos Condenados à Violência

  2. ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO • POR QUE FALARMOS EM PAZ? • UNESCO – DÉCADA DA CULTURA DE PAZ 2000 -2010 • CONCEITOS E APROXIMAÇÕES CULTURAIS • 3.1 EIRENE (grego) 3.2 PAX ROMANA (latim) • ANTECEDENTES E ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS • 4.1 GANDHI – SATYAGRAHA - AHIMSA • 4.2 MARIJA GIMBUTAS E RIANE EISLER • 4.3 HUMBERTO MATURANA • 4.4 DAVID BOHM • 4.5 COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA

  3. 5. RESIGNIFICANDO O CONFLITO • 5.1 XESUS JARÉS • 5.2 JOHAN GALTUNG • 5.3 JUSTIÇA RESTAURATIVA • 5.4 HOO PONO PONO (havaiano) • 6. ÉTICA DE AÇÃO • 6.1 SUSTENTAÇÃO DOS PRINCÍPIOS APESAR DE • CONTRARIAREM NOSSOS INTERESSES • 6.2 A NÃO-VIOLÊNCIA COMO AÇÃO EFICAZ CONTRA A • VIOLÊNCIA • 6.3 UBUNTU

  4. Do século I ao XV, 4 milhões de pessoas foram mortas em conflitos bélicos No século XVI, 2 milhões No século XVII, 6 milhões No século XVIII, 7 milhões No século XIX, 19 milhões No século XX, 111 milhões (até agosto de 2000) Fonte: The Washington Post

  5. UNESCO Embora a frase “Cultura de Paz” tenha sido inicialmente cunhada pela UNESCO em 1989, já havia sido sugerida na fundação do organismo em 1945-1946. Dizia sua constituição: “a paz baseada exclusivamente nos arranjos políticos e econômicos dos governos não seria uma paz que pudesse conquistar o apoio sincero, unânime e duradouro dos povos do mundo, e por esse motivo, para que perdure, a paz deve ser fundada sobre a solidariedade moral e intelectual da humanidade”.

  6. Declaração sobre Paz na Mente dos Homens Yamoussoukro – África Ajudar na construção de uma nova visão de paz, desenvolvendo uma cultura de paz baseada nos valores universais de respeito à vida, liberdade, justiça, solidariedade, tolerância, direitos humanos e igualdade entre mulheres e homens.

  7. Fórum Internacional sobre a Cultura de Paz São Salvador, El Salvador f) Uma cultura de paz requer aprendizado e uso de novas técnicas para o gerenciamento e resolução pacífica de conflitos. As pessoas devem aprender como encarar os conflitos sem recorrer à violência ou dominação e dentro de um quadro de respeito mútuo e diálogo permanente.

  8. EIXOS DA CULTURA DE PAZ • DEMOCRACIA • DIREITOS HUMANOS • DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL • DESARMAMENTO • DIVERSIDADE E PLURALISMO CULTURAL

  9. ORIGENS CONCEITUAIS OCIDENTAIS EIRENE PAX ROMANA

  10. CULTURA DE PAZ (Paz positiva) A paz define-se como ausência de todo tipo de violência (direta ou estrutural) e como presença de justiça social e das condições necessárias para que exista. A paz abrange todos os âmbitos da vida incluídos o pessoal e o interpessoal e é, portanto, responsabilidade de todos e de cada um de nós. A paz é um processo contínuo e permanente: “ Não há caminho para a paz, a paz é o caminho.” (Mahatma Gandhi) CULTURA TRADICIONAL (Paz negativa) A Paz define-se como ausência de guerras e de violência direta. A paz limita-se às relações nacionais e internacionais e sua manutenção depende unicamente dos Estados. A paz é um fim, uma meta a que se tende e que nunca se alcança plenamente.

  11. CULTURA DE PAZ (Paz positiva) Ao considerar a paz como um processo contínuo e não como um fim, não é justificável o uso de meios que não sejam coerentes com o que se persegue. A violência não é, portanto, justificável em nenhum caso. A paz converte-se num processo contínuo e accessível em que a cooperação, o mútuo entendimento e a confiança em todos os níveis assentam as bases das relações interpessoais e intergrupais. CULTURA TRADICIONAL (Paz negativa) O fim justifica os meios. É, portanto, justificável o uso da violência para alcançar e garantir a paz. A paz é um ideal utópico e inalcançável, carente de significação própria e derivado de fatores externos a ela.

  12. CULTURA DE PAZ (Paz positiva) O conflito é independente das conseqüências derivadas de sua regulação. O negativo não é o conflito se não recorrer à violência para regulá-lo. O conflito é necessário. É preciso manifestar os conflitos latentes e regulá-los, sem recorrer à violência. CULTURA TRADICIONAL (Paz negativa) O conflito é visto como algo negativo. É preciso evitar os conflitos. . Educação para a Paz. Carlos Velázquez Callado. Projeto Cooperação Editora – Santos, SP, 2004, em cooperação com Wak Editora.

  13. GANDHI SATYAGRAHA AHIMSA

  14. CULTURAS EUROPÉIA ANTIGA E KURGA Cultura Européia Antiga Cultura Kurga Economia Agrária (sem cavalos), sedentária Pastoral (com cavalos) Habitat Grandes conglomerados Pequenas aldeias com de aldeias e municípios casas semi-subterrâneas sem fortes e caudilhos que governam a partir de fortes Estrutura Matrilinear igualitária Patriarcal, patrilocal Social Ideologia Pacífica, amante da arte, Guerreira, homem criador mulher criadora El Caliz y la Espada. Riane Eisler. Cuatro Vientos Editorial. Santiago do Chile, 3ª edição, 1991.

  15. CULTURA DO PATRIARCADO CULTURA MATRÍSTICA • Apropriação • Atitude exploradora e extrativista para com a terra • A desconfiança é vista como um a priori nos relacionamentos interpessoais • As relações interpessoais são baseadas no modelo autoritarismo-obediência-vigilância-controle • Desejo de domínio. A guerra e a competição predatória são encaradas como virtudes e modos naturais de convivência • Participação • Atitude interativa e convivencial para com a terra • A confiança é vista como um a priori nos relacionamentos interpessoais • As relações interpessoais são baseadas no modelo amizade-cooperação-companheirismo-consenso • Desejo de interpessoalidade. Questionamento da guerra como instrumento de solução de desavenças

  16. CULTURA DO PATRIARCADO CULTURA MATRÍSTICA • Apropriação do conceito de verdade • O pensamento predominante é o linear. Não aceita refletir sobre os paradoxos e diferenças, e valoriza a seqüencialidade e a repetição • Não aceitação da imprevisibilidade e da aleatoriedade • Não há oposição natural entre homens e mulheres, mas estas são subordinadas aos homens em função da apropriação da procriação • Relativização do conceito de verdade • O pensamento predominante é o sistêmico: aceita refletir sobre os paradoxos e diferenças, e valoriza a circularidade e a diversidade. • Aceitação da imprevisibilidade e da aleatoriedade. • Não há oposição entre homens e mulheres nem subordinação de parte a parte Amar e Brincar –Fundamentos Esquecidos do Humano, Humberto Maturana e Gerda Verden-Zöller. Ed. Palas Athena

  17. DIÁLOGO: PRÉ-REQUISITO DA PAZ DIÁLOGO Visa abrir questões Visa mostrar Visa estabelecer relações Visa compartilhar idéias Visa questionar e aprender Visa compreender Vê a interação partes/todo Faz emergir idéias Busca pluralidade de idéias DISCUSSÃO/DEBATE Visa fechar questões Visa convencer Visa demarcar posições Visa defender idéias Visa persuadir e ensinar Visa explicar Visa as partes em separado Descarta as idéias “vencidas” Busca acordos Thot 76: “Diálogo um método de reflexão conjunta e observação compartilhada da experiência”, Humberto Mariotti

  18. Informação Insuficiente Sinto dor. Estou com raiva. Estou triste. Você é quem quis. Tive que ir embora. Afirmações que culpam o outro Sinto dor porquevocê me ignorou. Fiquei com raiva porque você me roubou a bicicleta. Estou triste porque você não é afetuoso. Quando você fez isso, não tive outra opção senão sair. Tive que ir embora porque eles estavam bagunçando. Afirmações que revelam as necessidades de quem fala Estou chateado porque gosto de ser incluído. Estou com raiva porque eu quero que as pessoas peçam permissão para usar minha bicicleta Sinto-me triste e sozinho porque preciso de contato humano. Fui embora porque precisava um tempo a sós para ordenar meus sentimentos. Fui embora porque precisava relaxar. Comunicación no violenta, Wayland Myers, Ph.D. 1999 Colombia, Publicação do autor

  19. CONFLITO “O conflito consiste numa distinta percepção de interesses, ou na convicção de que as aspirações atuais das partes não podem ser simultaneamente alcançadas.” “O conflito e as posições discrepantes podem e devem dar origem a debates, servir de base à crítica pedagógica e, portanto, constituir uma esfera de luta ideológica e articulação de práticas sociais e educativas libertadoras.” Educação e Conflito – Guia de Educação para a Convivência. Xesus Jarés. Edições Asa, 2002 Lisboa, Portugal

  20. ESTRUTURA DO CONFLITO • Causas que o provocam • Protagonistas que intervêm • Processo ou forma como os protagonistas encaram o conflito • Contexto em que ele se produz

  21. Formas de Enfrentar Conflitos • Competir • Evitar • Concordar/Negociar • Acomodar-se • Colaborar

  22. TRÊS FORMAS DE PACIFISMO SEGUNDO NORBERTO BOBBIO • PAZ INSTRUMENTAL • Possível através do desarmamento • PAZ INSTITUCIONAL • Possível através do Direito • PAZ ÉTICA E FINALISTA • Possível através da educação moral

  23. UBUNTU “Sou quem sou por aquilo que todos somos”