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CURSO SOBRE ECOSOL MÓDULO IV: COOPERATIVISMO

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CURSO SOBRE ECOSOL MÓDULO IV: COOPERATIVISMO. Cooperar: trabalhar em comum, colaborar, ajudar, auxiliar. Cooperação: ato de cooperar. . . NA ERA PRIMITIVA

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Presentation Transcript
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CURSO SOBRE ECOSOL

MÓDULO IV:

COOPERATIVISMO

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Cooperar: trabalhar em comum, colaborar, ajudar, auxiliar.

  • Cooperação: ato de cooperar. . .
  • NA ERA PRIMITIVA
  • . No âmbito tribal, mediante a união de esforços para a caça de animais de grande porte e coleta de grande quantidades de alimentos de origem vegetal;
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No âmbito intertribal, mediante a união de grupos próximos contra inimigos comuns, na realização de guerras e na repartição de seus resultados.
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Cooperativismo: Doutrina econômica que

atribui as cooperativas um papel primordial.

  • O cooperativismo orienta-se nas suas ativi-

dades de caráter social e econômico, em um

conjunto de valores, princípios e normas, que devem balizar a sua atuação na economia e na sociedade.

cooperativa
COOPERATIVA:
  • “É uma associação autônoma de pessoas, unidas voluntariamente para atender suas necessidades e aspirações econômicas, sociais e culturais, através de uma empresa coletiva e democraticamente controlada”.

SCHMIDT, Derli & PERIUS, Virgílio(2003).

valores do cooperativismo
VALORES DO COOPERATIVISMO
  • Ajuda mútua;
  • Responsabilidade própria;
  • Democracia;
  • Igualdade;
  • Eqüidade;
  • Solidariedade
tradi o dos pioneiros de rochdale
Tradição dos pioneiros de ROCHDALE:
  • Valores ÉTICOS:
  • Honestidade;
  • Sinceridade;
  • Responsabilidade Social;
  • Preocupação com os outros
princ pios do cooperativismo
Princípios do Cooperativismo:
  • Diretrizes pelas quais as cooperativas colocam em prática seus valores:
  • Estes princípios foram definidos no processo de criação da primeira cooperativa, a dos tecelões do bairro de Rochdale, em Manchester, na Inglaterra em 1844.
  • Ao longo dos anos seus cinco (05) princípios foram sendo atualizados, mas mantidos na sua essência.
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Na assembléia do centenário da Aliança Cooperativa Internacional – ACI, realizada em Manchester na Inglaterra em 1995, aconteceu a última revisão dos princípios clássicos do cooperativismo, quando os conceitos, valores e princípios, além de revistos foram acrescidos de mais um ponto: o interesse pela comunidade.
princ pios classicos
Princípios Classicos
  • Adesão voluntária e livre;
  • Gestão democrática pelos seus membros;
  • Participação econômica dos membros por cotas de capital;
  • Autonomia e independência;
  • Educação, formação e informação;
  • Intercooperação;
  • Interesse pela comunidade.
i ades o livre e volunt ria
I – Adesão Livre e voluntária
  • Organização voluntária;
  • Aberta a todas as pessoas;
  • Pessoas aptas a utilizar os seus serviços e,
  • Assumir suas responsabilidades como membros;
  • Sem discriminação: classe, racial, políticas, religiosas e/ou de sexo;
  • Para tanto, a pessoa deve conhecer e decidir se tem condições de cumprir os acordos estabelecidos pela maioria.
ii gest o democr tica pelos seus membros
II – Gestão Democrática pelos seus Membros
  • Organizações democráticas;
  • Controladas pelos seus membros;
  • Os membros participam ativamente na formulação das políticas e nas tomadas de decisões;
  • Nas cooperativas de primeiro grau os membros têm igual direito de voto – 1 membro = 1 voto;
  • Nas cooperativas de grau superior são também organizadas de forma igualmente democrática.
iii participa o econ mica dos membros
III – Participação Econômica dos Membros
  • Todos participam igualmente da formação do capital da cooperativa;
  • O capital é controlado democraticamente;
  • Se nas operações realizadas as receitas forem maiores do que as despesas, geram sobras. Essas sobras são dividas proporcionalmente entre os sócios, conforme as operações por ele efetuadas;
  • Parte de toda sobra poderá ser destinada a investimentos na própria cooperativa ou para outras aplicações, desde que autorizadas pela Assembléia Geral.
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N a divisão do excedente, o capital investido deve fazer juros a uma taxa fixa de juros para evitar que todo o excedente seja apropriado por um reduzido número de investidores, que é a regra básica do capitalismo.
iv autonomia e independ ncia
IV – Autonomia e Independência
  • Cooperativas são organizações autônomas;
  • São organizações de ajuda mútua;
  • Controlada por seus membros.
  • Se firmarem acordos com organizações governamentais e não governamentais ou recorrerem a capital externo devem fazê-lo de modo a assegurar o controle democrático pelos seus membros.
v educa o forma o e informa o
V – Educação, Formação e Informação
  • Objetiva a destinar ações e recursos para formar seus associados e funcionários;
  • Capacitar associados e funcionários para as práticas cooperativista e para as técnicas e ferramentas a serem utilizadas no processo produtivo e comercial;
  • Veicular informações ao público sobre as vantagens da cooperação organizada;
  • Estimular o ensino do cooperativismo aos jovens e líderes de opinião.
vi intercoopera o
VI - Intercooperação
  • Fortalecimento do cooperativismo através do intercâmbio de informações, produtos e serviços como forma de viabilizar essa prática como atividade econômica;
  • A consolidação do sistema cooperativo está no trabalho conjunto e na integração das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.
vii interesse pela comunidade
VII – Interesse pela Comunidade
  • O sistema cooperativo trabalha no sentido de promover o bem estar e o desenvolvimento sustentável das suas comunidades;
  • Através do desenvolvimento de programas sócio-culturais e políticas aprovadas por seus membros.
institui es cooperativas
INSTITUIÇÕES COOPERATIVAS

DIMENSÕES:

I - EMPRESARIAL: consiste na gestão baseada na busca da eficiência dos seus objetivos;

II – SOCIAL: fundamenta-se na visão doutrinária que busca a harmonia entre o econômico e o social.

Nesta dimensão os princípios e valores do cooperativismo estão presentes nas operações empresariais proporcionando uma fisionomia peculiar e diferente a estas empresas.

hist rico do cooperativismo no brasil
HISTÓRICO DO COOPERATIVISMO NO BRASIL
  • 1610 – primeiras reduções jesuítas.
  • 1847 – inicia-se no Estado do Paraná a Colônia TERESA CRISTINA – Idealizador: Médico Jean Maurice Faivre.
  • 1891 – Limeira/SP – Cooperativa de Empregados da Companhia Telefônica.
  • 1894 – Rio de Janeiro/RJ – Cooperativa Militar de Consumo.
  • 1895 – Pernambuco/PE – Camaragibe: Cooperatiba de consumo.
art 21 as sociedades cooperativas podem se classificar nas seguintes categorias
Art.21 – As sociedades cooperativas podem se classificar nas seguintes categorias:

I – Cooperativas de produção agrícola;

II – Cooperativas de produção industrial;

III – Cooperativas de trabalho (profissional ou de classe);

IV – Cooperativas de beneficiamento de produtos;

V – Cooperativas de compras em comum;

VI – Cooperativas de vendas em comum;

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VII – Cooperativas de consumo;

VIII – Cooperativas de abastecimento;

IX – Cooperativas de crédito;

X – Cooperativas de seguros;

XI – Cooperativas de construção de casas populares;

XII – Cooperativas editoras e de cultura intelectual;

XIII – Cooperativas escolares;

XIV – Cooperativas mistas;

XV – Cooperativas centrais;

XVI – Cooperativas de cooperativas (federações).

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Parágrafo único. A classificação supra não exclui a possibilidade de se constituírem cooperativas de outra modalidade não incluída na enumeração, as quais serão consideradas de categoria indeterminada e assemelhadas àquela que oferecer mais aproximada analogia.
ramos das atividades cooperativas segundo a ocb organiza o das cooperativas do brasil
Ramos das atividades cooperativas segundo a OCB – Organização das Cooperativas do Brasil
  • AGROPECUÁRIO: composto pelas cooperativas de produtores rurais ou agropastoris e de pesca, cujos meios de produção pertençam ao cooperante.
  • CONSUMO: composto pelas cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo para seus cooperantes.
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CRÉDITO: composto pelas cooperativas destinadas a promover a poupança e financiar necessidades ou empreendimentos dos seus cooperantes.
  • EDUCACIONAL: composto por cooperativas de professores, cooperativas de alunos de escola agrícola, cooperativas de pais de alunos e cooperativas de atividades afins.
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ESPECIAL: composto pelas cooperativas constituídas por pessoas que precisam ser tuteladas.
  • HABITACIONAL: composto pelas cooperativas destinadas à construção, à manutenção e à administração de conjuntos habitacionais para seu quadro social.
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INFRA-ESTRUTURA: composto pelas cooperativas cuja finalidade é atender direta e prioritariamente o próprio quadro social com serviços de infra-estrutura.
  • MINERAL: composto pelas cooperativas com a finalidade de pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais.
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PRODUÇÃO: composto pelas cooperativas dedicadas à produção de um ou mais tipos de bens e mercadorias, sendo os meios de produção propriedade coletiva, através da pessoa jurídica, e não propriedade individual do cooperante.
  • SAÚDE: composto pelas cooperativas que se dedicam à preservação e à recuperação da saúde humana.
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TRABALHO: composto pelas cooperativas de trabalhadores de qualquer categoria profissional, para prestar serviços como autônomos, organizados num empreendimento próprio.
  • TRABALHO E LAZER: composto pelas cooperativas que desenvolvem atividades na área do turismo e lazer.
  • OUTRO: composto pelas cooperativas que não se enquadrarem nos ramos acima definidos.
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Classificação segundo a natureza das atividades das cooperativas e/ou segundo a natureza das atividades dos associados

COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS

De produtores de cana-de-açúcar

De carnes

De aves

De carne bovina

De carne suína

De carne de ovelha

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De grãos

De cevada

De trigo

De soja

De café

De arroz

De cacau

De milho

De feijão

De bananeiros

De produtores de leite

Vitivinícolas

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De lãs

Mistas

De reflorestamento

De produtores de mel

De fruticultores

De hortigranjeiros

COOPERATIVAS DE CONSUMO

COOPERATIVAS HABITACIONAIS

COOPERATIVAS DE TRANSPORTADORES

De transportadores de passageiros

De transportadores de cargas

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COOPERATIVAS DE PESCA

Artesanal

COOPERATIVAS DE GARIMPEIROS

COOPERATIVAS DE TRABALHO

Unimed

Uniodonto

De vigilância

De serviços privados

De serviços públicos

De profissionais liberais

COOPERATIVAS DE SEGURO

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COOPERATIVAS DE EDUCAÇÃO

Cooperativas escolares

Cooperativas-escola

Cooperativas de ensino

COOPERATIVAS DE ENERGIZAÇÃO E ELETRIFICAÇÃO RURAL

COOPERATIVAS DE TELECOMUNICAÇÃO

COOPERATIVAS DE IRRIGAÇÃO

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COOPERATIVAS DE PRODUÇÃO

De produção industrial

De produção artesanal

De produção agrícola

COOPERATIVAS DE ASSENTAMENTOS - CPAS