as assessorias de comunica o na administra o p blica p rinc pios fundamentos e estrat gias n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
As assessorias de comunicação na administração pública: p rincípios, fundamentos e estratégias PowerPoint Presentation
Download Presentation
As assessorias de comunicação na administração pública: p rincípios, fundamentos e estratégias

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 27

As assessorias de comunicação na administração pública: p rincípios, fundamentos e estratégias - PowerPoint PPT Presentation


  • 118 Views
  • Uploaded on

As assessorias de comunicação na administração pública: p rincípios, fundamentos e estratégias. Profa. Dra. Margarida M. Krohling Kunsch Universidade de São Paulo Escola de Comunicações e Artes E-mail: mkkunsch@usp.br. 1. Serviço Público: novas dimensões e desafios

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'As assessorias de comunicação na administração pública: p rincípios, fundamentos e estratégias' - idania


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
as assessorias de comunica o na administra o p blica p rinc pios fundamentos e estrat gias

As assessorias de comunicação na administração pública: princípios, fundamentos e estratégias

Profa. Dra. Margarida M. Krohling Kunsch

Universidade de São Paulo

Escola de Comunicações e Artes

E-mail: mkkunsch@usp.br

slide2
1. Serviço Público: novas dimensões e desafios
  • Razão de ser do serviço público:
      • O cidadão
      • A sociedade
      • Necessidade de uma mudança cultural de mentalidade tanto do serviço público quanto da sociedade, para resgatar a legitimidade do poder público:
          • Cidadania
          • Responsabilização (accountability)
          • Responsabilidade pública
1 servi o p blico novas dimens es e desafios
1. Serviço Público: novas dimensões e desafios
  • Criação e articulação de canais de comunicação e de negociação entre o Estado e Sociedade.
        • Qual o papel da comunicação organizacional neste contexto?
        • Os servidores públicos estão preparados e engajados para uma comunicação proativa?
        • A comunicação é prioridade das nossas instituições públicas?
2 quais seriam os caminhos para a melhoria da qualidade da comunica o no servi o p blico
2.Quais seriam os caminhos para a melhoria da qualidade da comunicação no serviço público?

Saber enfrentar e romper com algumas barreiras:

  • Estereótipos existentes sobre o serviço público
  • Culto excessivo à burocracia
  • Ceticismo do servidor público
  • Ingerências políticas
  • O imediatismo e a improvisação das ações comunicativas
  • Falta de recursos financeiros
  • Não-profissionalização – cargos políticos
3 qual o papel das assessorias de comunica o nos rg os p blicos
3.Qual é o papel das Assessorias de Comunicação nos órgãos públicos?

Assessoria de Imprensa

versus

Assessoria de Comunicação?

4 as assessorias de comunica o na administra o p blica
4.As Assessorias de Comunicação na administração pública
  • Papel e função nos processos de construção da cidadania.
  • Abrir canais de comunicação com os públicos, a opinião pública e a sociedade em geral.
  • Organizar as fontes de informações e prestar contas à sociedade.
  • Ser sensível às demandas sociais e políticas - “ouvir” a sociedade.
  • Estabelecer políticas e estratégias de comunicação que levem em conta o interesse público.
  • Planejar e administrar estrategicamente a comunicação, superando a antiga adoção da pura e simples função técnica de assessoria de imprensa, de divulgação e de produção midiática.
5 como atuam e funcionam as assessorias de comunica o nos tribunais de contas no brasil
5. Como atuam e funcionam as assessorias de comunicação nos Tribunais de Contas no Brasil?
  • Como é vista perante os públicos, a opinião pública e comunidade local?
  • É uma prioridade dos dirigentes?
  • Faz parte da gestão pública?
  • Pode ser considerada como estratégica?
  • Possui políticas e filosofia definidas?
  • Está alinhada com o planejamento estratégico da instituição?
  • Os discursos veiculados nos diversos meios de comunicação são coerentes com o comportamento institucional dos dirigentes e dos servidores?
  • Como são praticadas as Relações Públicas nessas assessorias?
slide8
6. Princípios e fundamentos das Relações Públicas na esfera governamental (Cândido Teobaldo de Souza Andrade)

Pilares que fundamentam as práticas

  • Democracia
  • Interesse público
  • Informação
  • Direito à informação
  • População
  • Cidadão-cidadania
slide9
6. Princípios e fundamentos das Relações Públicas na esfera governamental (Cândido Teobaldo de Souza Andrade)
  • Direito à informação e o dever do Estado com a sociedade e a opinião pública.
  • O sistema político democrático e a necessidade de Relações Públicas, pois a participação do povo e do cidadão é o principio fundamental da democracia.
  • Administração pública não pode funcionar sem a compreensão de suas atividades e seus processos. A separação entre governantes e governados é consequência principalmente da falta de informação.
  • Cabe ao governo manter abertas as fontes de informação e os canais de comunicação.
slide10
6. Princípios e fundamentos das Relações Públicas na esfera governamental (Cândido Teobaldo de Souza Andrade)
  • O direito do cidadão à informação e o dever de informar dos governantes estão sustentados pela Declaração Universal dos Direitos do Homem. O direito à informação é o primeiro direito de uma sociedade democrática.
  • Cabe ao Estado democrático proteger e facilitar a formação da opinião pública contra influências perniciosas e de grupos de pressão com interesses ilegítimos – Defender o interesse público.
  • Sinceridade/transparências nas informações, o governo deve dizer tudo o que fez, inclusive seus erros e as medidas que foram tomadas para corrigi-los.
  • Prestação de contas à sociedade e à opinião pública

ANDRADE, C.T.S. Administração de relações públicas no governo. São Paulo: Loyola,1982, p. 81-92.

7 objetivos das rela es p blicas governamentais
7.Objetivos das Relações Públicas Governamentais

1. Promover a adequada compreensão pública a respeito das funções das esferas governamentais.

2. Fornecer informações contínuas sobre as atividades da administração pública.

3. Estabelecer canais de comunicação que ofereçam a possibilidade de influir na política e ação do governo.

4. Estabelecer canais de comunicação pelos quais o cidadão possa ser alcançado pelos representantes da administração.

(EIMON, Pan Dadd apud STEPHENSON, Howard.

Handbook of public relations.

New York: Mcgraw-Hill, 1960, p.710)

8 rela es p blicas e as media es nos relacionamentos como os p blicos
8.Relações Públicas e as mediações nos relacionamentos como os públicos
  • Públicos e os seus conceitos
  • Teoria situacional (Grunig)
  • Nova dinâmica da história versus públicos em Relações Públicas
slide14

Redes sociais como novo público estratégico

  • Na era digital o conceito tradicional de públicos dimensionados por espaço geográfico (interno, misto e externo) não dá conta de acompanhar a dinâmica dos dias de hoje.
  • Os públicos se formam dependendo de como são afetados pelas instituições e organizações.
  • Com a internet a formação de públicos virtuais é uma constante e incontrolável.
slide15

Redes sociais como novo público estratégico

http://www.archive.org/stream/UniversalMccannWave3PowerToThePeople/Wave3#page/n9/mode/2up

slide16

Redes sociais como novo público estratégico

http://ceoworld.biz/ceo/wp-content/uploads/2009/01/social-networks.jpg

slide17

Redes sociais como novo público estratégico

http://www.archive.org/stream/UniversalMccannWave3PowerToThePeople/Wave3#page/n0/mode/2up

comunica o e novas m dias nos relacionamentos com os diversos p blicos
Comunicação e novas mídias nos relacionamentos com os diversos públicos

surgimento de novos meios de comunicação: um processo cumulativo

comunica o e novas m dias nos relacionamentos com os diversos p blicos1
Comunicação e novas mídias nos relacionamentos com os diversos públicos
  • Não depende tanto dos MCMs
  • Todos são intermediários
  • Mensagem caótica
  • Mistura dos papéis de emissor e receptor
  • “Formigas com megafone”

A nova Comunicação:

9 planejamento e gest o estrat gica da comunica o
9. Planejamento e gestão estratégica da comunicação
  • A proposição de estratégias de comunicação nos órgãos públicos pressupõe:
  • Existência de uma política global de comunicação
  • Utilização de pesquisas e auditorias de comunicação e de imagem
  • Visão da Comunicação Organizacional Integrada
      • Filosofia e sinergia das áreas de Comunicação Social
  • Uso adequado do verdadeiro sentido da comunicação pública
  • Necessidade de construir um plano estratégico de comunicação
9 planejamento e gest o estrat gica da comunica o1
9. Planejamento e gestão estratégica da comunicação
  • Etapas principais do processo de elaboração ou formulação de um plano estratégico
  • Pesquisa e construção de diagnóstico estratégico
    • Identificação da missão, da visão e dos valores
    • Definição do ramo de atuação ou negócio
    • Análise do ambiente externo, setorial e interno
    • Pesquisas e auditoria da comunicação organizacional vigente
9 planejamento e gest o estrat gica da comunica o2
9. Planejamento e gestão estratégica da comunicação
  • Etapas principais do processo de elaboração ou formulação de um plano estratégico
  • Planejamento estratégico da comunicação organizacional
    • Definição da missão, da visão e dos valores da comunicação
    • Estabelecimento de filosofias e políticas
    • Determinação de objetivos e metas
    • Esboço das estratégias gerais
    • Relacionamento dos projetos e programas específicos
    • Montagem do orçamento geral
9 planejamento e gest o estrat gica da comunica o3
9. Planejamento e gestão estratégica da comunicação
  • Etapas principais do processo de elaboração ou formulação de um plano estratégico
  • 3. Gestão estratégica da comunicação organizacional
  • Divulgação do plano para os públicos envolvidos
  • Implementação
  • Controle das ações
  • Avaliação dos resultados
slide24

10. As Assessorias de Comunicação dos poderes públicos devem permear o relacionamento com os cidadãos e a sociedade com os seguintes valores:

  • Verdade
  • Transparência
  • Rapidez
  • Clareza
  • Cordialidade
  • Credibilidade
  • Ouvidoria
  • Resposta (cidadão, entidades, sociedade civil, opinião pública, imprensa etc.)
reflex es raimundo schaun
Reflexões (Raimundo Schaun)
  • “No serviço público, a Comunicação Social - nela incluída a informação pública, deve ser o universo natural onde se processa a interação da instituição como povo a que serve (ou de que se serve, no caso dos demagogos e ditadores). É, assim, como integrar lideranças e liderados, governos e governados, pensamento e ação, corpo e espírito: unidade universal. Sua dissociação causará desequilíbrio e fracasso.”
  • “A partir dessa compreensão situa-se a Comunicação Social no seu legítimo lugar, no caso particular do serviço público, no espaço de inter-relacionamento entre a administração e o público; de interpenetração entre serviço e servidores; entre servidores e comunidade a que servem. Nesse universo amalgamam-se – ou se deve amalgamar – o servidor público e o povo, assim como o espaço ‘degradé’ no colorido dos tecidos decorativos, ou nos quadros de suave abstracionismo. Há uma interpenetração onde os limites se confundem.”
reflex es raimundo schaun1
Reflexões (Raimundo Schaun)
  • “Para cumprir esse papel estratégico, a Comunicação Social deve situar-se no corpo da instituição em condições adequadas. Em posição, hierarquia e maneabilidade que lhe permitam canalizar o subsídio da opinião pública e da participação popular para elaboração da estratégia geral da instituição e para o aperfeiçoamento do desempenho objetivando a melhoria do atendimento.”
  • Porém, verdade seja dita, a posição sistêmica da Comunicação Social no corpo das instituições públicas não lhe permite canalizar para a estratégia e para a ação diária das mesmas o tesouro desses subsídios democráticos, ora sem acesso e sem estímulo.”
reflex es raimundo schaun2
Reflexões (Raimundo Schaun)
  • A Comunicação Social é um instrumento que a instituição – no caso o serviço público – tem à sua disposição para levar a informação ao público e dele receber o ‘feedback’ – diretamente ou através dos veículos de comunicação de massa – de suas reclamações, censuras e sugestões que, levadas em conta e adequadamente processadas, resultarão na redução da margem de erros administrativos e defasagens políticas da instituição.”
  • “Ora, uma concepção democrática, para ser coerente, vê a Comunicação Social como elemento e instrumento indispensável tanto na aplicação da estratégia como, principalmente, na sua elaboração.”

(SCHAUN, Raimundo. Comunicação, poder: uma revolução que se impõe no serviço público. São Paulo, IPCJE-ECA-USP, 1986.