CADERNO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM VERSÃO PRELIMINAR - PowerPoint PPT Presentation

slide1 n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
CADERNO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM VERSÃO PRELIMINAR PowerPoint Presentation
Download Presentation
CADERNO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM VERSÃO PRELIMINAR

play fullscreen
1 / 90
CADERNO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM VERSÃO PRELIMINAR
213 Views
Download Presentation
gary
Download Presentation

CADERNO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM VERSÃO PRELIMINAR

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript

  1. CADERNO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM VERSÃO PRELIMINAR

  2. Conhecimentos básicos que espera-se que o aluno domine ao final de cada série. Definidas a partir os conteúdos básicos das Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação Básica para a Rede Estadual de Ensino. Expectativas de aprendizagem

  3. Mais um subsídio para o trabalho docente e para o planejamento e acompanhamento das ações da escola. Expectativas de aprendizagem

  4. a) Não substituem a Proposta Pedagógica Curricular e o Plano de Trabalho Docente. b) Não é mais um elemento do Plano de Trabalho Docente. c) Servem como mais um subsídio para o planejamento do professor, apontando o que é fundamental o aluno saber dentro de cada conteúdo básico. Importante destacar:

  5. d) Partem dos conteúdos básicos que estão nas Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação Básica para a Rede Estadual (Parecer CEE/CEB nº 130/10). e) Por estarem relacionadas aos conteúdos básicos, são mais amplas e, por este motivo, não devem ser entendidas como sinônimo de critério de avaliação, uma vez que este deve ser elaborado pelo professor no Plano de Trabalho Docente, de acordo com o conteúdo específico e com o recorte do conteúdo estabelecido pelo professor. Importante destacar:

  6. EDUCAÇÃO FÍSICA

  7. Educação Física “...a Educação Física tem a função social de contribuir para que os alunos se tornem sujeitos capazes de reconhecer o próprio corpo, adquirir uma expressividade corporal consciente e refletir criticamente sobre as práticas corporais”.(DCE, 2008, p. 72)

  8. Educação Física “O papel da Educação Física é desmistificar formas arraigadas e não refletidas em relação às diversas práticas e manifestações corporais historicamente produzidas e acumuladas pelo ser humano”.(DCE, 2008, p. 75)

  9. Conteúdos Estruturantes • ESPORTE; • JOGOS E BRINCADEIRAS; • DANÇA; • GINÁSTICA; • LUTAS.

  10. É importante observar no plano de trabalho docente: • Se estão contemplados os cinco conteúdos estruturantes em todos os anos/séries; • Os conteúdos básicos de cada conteúdo estruturante para cada ano/série;

  11. Expectativas de aprendizagem Expressam aquilo que é essencial ao aluno saber ao final de cada série/ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, dentro de cada conteúdo básico, definidos nas Diretrizes.

  12. Diretrizes Curriculares Estaduais • 6° Ano • Conteúdo Estruturante: Dança • Conteúdos Básicos (Propostos para este ano/série): • Danças Folclóricas; • Danças de Rua; • Dança Criativa;

  13. CONTEÚDO ESTRUTURANTE: DANÇA • CONTEÚDOS BÁSICOS: DANÇAS FOLCLÓRICAS • EXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM • Espera-se que, ao final do Ano/Série, o aluno: • Conheça o conceito de dança folclórica; • Conheça os aspectos culturais atrelados a origem e permanência das danças folclóricas; • Conheça e Vivencie os movimentos básicos das danças folclóricas que forem trabalhadas como conteúdo específico;

  14. Diretrizes Curriculares Estaduais • 1° Ano – Ensino Médio • Conteúdo Estruturante: Dança • Conteúdos Básicos (Propostos para esta série): • Danças Folclóricas; • Danças de Rua; • Danças de Salão;

  15. CONTEÚDO ESTRUTURANTE: DANÇA • CONTEÚDOS BÁSICOS: DANÇAS FOLCLÓRICAS • EXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM • Espera-se que, ao final do Ano/Série, o aluno: • Identifique, interprete e posicione-se sobre a apropriação da dança pela indústria cultural; • Conheça os aspectos históricos e filosóficos das danças folclóricas, abrangendo a cultura afro-brasileira e indígena; • Vivencie as danças folclóricas que forem escolhidas como conteúdo específico;

  16. Programas e Projetos • Programa de Atividades Curriculares Complementares em Contraturno; • Hora-Treinamento; • Programa 2ª Tempo; • Programa Mais Educação; • Precuni; • Avaliação Física; • Obesidade Infantil; • Jogos Escolares do Paraná.

  17. Educação Física A Educação Física é uma disciplina curricular como qualquer outra, e como tal, deve fazer parte da proposta de ensino da escola.

  18. Referência PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Educação Básica. Curitiba: SEED/DEB – PR, 2008.

  19. O ENSINO RELIGIOSO NA ESCOLA PÚBLICA

  20. Histórico

  21. http://educarencantando.blogspot.com/2009_03_01_archive.html

  22. O que nos diz a Lei ? (9475/97)(Alteração do art. 33 da LDB nº 9394/96) • O Ensino Religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.

  23. Proselitismo: • Atitudes que visam converter uma ou várias pessoas a uma determinada religião • Propaganda religiosa • Atitude de enaltecer uma religião e criticar outra. • (SEED, 2010 Orientações Pedagógicas para os Anos Iniciais

  24. Deliberação 01/06 – CEE • ART. 4º • § 1º – O aluno, ou seu responsável, deverá manifestar sua opção em participar das aulas de ensino religioso. • § 2º – O aluno, uma vez inscrito, so poderá se desligar por manifestação formal, sua ou do responsável.

  25. ART. 5º – “O estabelecimento deverá providenciar atividades pedagógicas adequadas, sob a orientação de professores habilitados, aos alunos que não optarem pela participação às aulas de ensino religioso.” • Como proceder???

  26. Instrução 13/06 SEED • “A disciplina de Ensino Religioso não constituirá objeto de reprovação e não terá registro de nota ou conceito nos documentos escolares.” • Como avaliar???

  27. “As especificidades de oferta e frequência nesta disciplina não exime o professor de implementar práticas avaliativas que permitam acompanhar o processo de apropriação do conhecimento pelo aluno, tendo como objeto de estudo o Sagrado.” (CEA)

  28. POSTURA DO PROFESSOR

  29. Objeto de FÉ X Objeto de ESTUDO • Linguagem científica e não religiosa • “Despir-se” da sua cultura para entrar em outra • “Nestas Diretrizes, repudia-se quaisquer juízos de valor sobre esta ou aquela prática religiosa.” (P.66)

  30. Cuidado!!! • Não levar os alunos a vivenciarem práticas de fé, ou estimulá-los para que tenham qualquer crença religiosa, pois a disciplina é ofertada para aqueles que possuemou não uma religião.

  31. “Na medida em que uma doutrinação religiosa ou moral impõe um modo adequado de agir e pensar, de forma heterônoma e excludente, ela impede o exercício da autonomia e da criação de novos valores.” (DCE p.46) • Oração???

  32. Diretrizes Curriculares Estaduais2008 • 5ª série/6º ano: • Organizações Religiosas • Lugares Sagrados • Textos Sagrados • Símbolos Sagrados • 6ª série/7º ano: • Festas Religiosas • Rituais Religiosos • Temporalidade Sagrada • Vida e Morte

  33. SENDO ASSIM, QUAL É O VERDADEIRO OBJETIVO DO ENSINO RELIGIOSO?

  34. silvanaluz@seed.pr.gov.br • www.diaadia.pr.gov.br • Ensino Religioso • ‘‘Obrigada pela atenção!’’

  35. CADERNO DE EXPECTATIVASDE FILOSOFIA

  36. Construção do Caderno de Expectativa de Filosofia (1) Proposição de lista inicial pelo Departamento de Educação Básica (DEB); (2) Avaliação da referida lista pelos coletivos reunidos na Semana Pedagógica, realizada no início do segundo semestre de 2011. (3) sistematização e categorização das propostas organizadas nos NREs, pelo DEB – Equipe de Filosofia, e preparação de novos textos, os quais foram submetidos à avaliação de um coletivo formado por 90 profissionais, entre professores e técnicos pedagógicos, reunidos no Fórum de Filosofia, realizado em 23 de setembro de 2011, em Curitiba; (4) estudo detido, pelo DEB - Equipe de Filosofia, das proposições do Fórum, tanto das propostas sistematizadas ao longo daquele processo, quanto dos encaminhamentos e reflexões ali apresentados e das propostas encaminhadas por escrito. (5) avaliação, pelos técnicos de Filosofia dos NRE, da versão do Caderno reformulado, processo que, novamente, contou com uma série de contribuições, as quais, após, estudo técnico da Equipe do DEB, resultou, no final de outubro de 2011, no presente rol de Expectativas.

  37. Dimensões Históricas da Filosofia e seu Ensino • Divisão Cronológica linear: Filosofia Antiga, Filosofia Medieval, Filosofia Renascentista, Filosofia Moderna e Filosofia Contemporânea. • Divisão Geográfica: Filosofia Ocidental, Filosofia Africana, Filosofia Oriental, Filosofia Latino-Americana. • Divisão por Conteúdos: Teoria do Conhecimento, Ética ou Filosofia Moral, Filosofia Política, Filosofia da Ciência ou Epistemologia, Estética, Filosofia da Arte, Ontologia, Lógica, Filosofia da Linguagem, Filosofia da História.

  38. Fundamentos Teórico-Metodológico • I - Pensarosproblemas dos estudantes a partirdaHistóriadaFilosofia • II – Tratar a tradiçãofilosóficacomo interlocutor que tem algo a dizersobreosproblemaslevantados • III – Permitir a apropriaçãopor parte dos estudantes dos conceitosfilosóficosdesenvolvidospelosfilósofos

  39. Encaminhamento Metodológico • Proposta das Diretrizes: • 1. Mobilização • 2. Problematização • 3. Investigação • 4. Criação de Conceitos

  40. Conteúdos Estruturantes e Básicos • Mito e Filosofia • Teoria do Conhecimento • Ética • FilosofiaPolítica • FilosofiadaCiência • Estética

  41. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  42. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  43. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  44. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  45. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  46. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  47. 4. Conteúdos Estruturantes e Básicos

  48. EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM LEM • Anísia Vieira • anisiaoliveira@seed.pr.gov.br

  49. Essência da disciplina • […] Define-se como Conteúdo Estruturante, o discurso como prática social. A língua será tratada de forma dinâmica, por meio da leitura, da oralidade e da escrita que são as práticas sociais que efetivam o discurso. (DCEs,p.61)