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POLÍTICA PÚBLICA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICA PÚBLICA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA Desenho, Cenários, Desafios e Perspectivas na ação da SENAES. ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DE UMA POLÍTICA. O DESENHO DA POLÍTICA - Público - Instrumentos , Ferramentas ESTRUTURA NECESSÁRIA - Governamental - Não Governamental

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POLÍTICA PÚBLICA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

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Presentation Transcript


  1. POLÍTICA PÚBLICA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA Desenho, Cenários, Desafios e Perspectivas na ação da SENAES

  2. ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DE UMA POLÍTICA • O DESENHO DA POLÍTICA • - Público • - Instrumentos, Ferramentas • ESTRUTURA NECESSÁRIA • - Governamental • - NãoGovernamental • - Mista • ORÇAMENTO • - queconsigafazerque a Políticaaconteça e seusbenefícioscheguemaopúblicodesejado • LEIS/ MARCOS REGULATÓRIOS

  3. DO DESENHO DA POLÍTICA

  4. DO DESENHO DA POLÍTICA PARA A SENAES • PRESSUPOSTOS: • As Conferências Nacionais como referência. • O que buscamos: o que estamos desenhando como proposta, está alinhado com o que saiu nas Conferências? • Os EES como público/sujeito da política. • O que buscamos: o que está saindo de ação a partir das nossas parcerias está chegando até os EES?

  5. PRESSUPOSTOS: • Afirmação da Economia Solidária como estratégia de Desenvolvimento Sustentável: • 03 Abordagens como caminho para Economia Solidária consolidar-se como estratégia de Desenvolvimento Sustentável: • Abordagem Territorial • Abordagem de Redes e Cadeias • Abordagem de segmentos (populacionais ou produtivos) específicos (mulheres, quilombolas, catadores...) • Chegada articulada das ações: • Ações integradas (a partir de 4 eixos fundamentais) • Ações estruturantes nacionais/regionais

  6. Para trabalhar DESENVOLVIMENTO: • Concepção alinhada ao debate sobre Desenvolvimento Sustentável • Fortalecimento de instâncias colegiadas de gestão social (com uma dinâmica que influencie várias etapas do processo) • - Planejamento • - Execução • - Coordenação • Controle, avaliação... • Plano de Vida (plano de desenvolvimento) como instrumento mobilizador.

  7. DOS GRANDES EIXOS DA AÇÃO • EIXO 1: Organização local/territorial para Desenvolvimento Sustentável Solidário • Apoio a constituição de Planos • Constituição/ fortalecimento de Colegiados • Organização em redes sócio-econômicas • EIXO 2: Acesso a Conhecimentos • Informação e Divulgação (SIES, Campanhas, Estudos) • Formação (CFES, entradas nas políticas PRONATEC, EJA...) • Incubação e Assessoramento Técnico (Redes de incubadoras, Bases de Serviço...)

  8. DOS GRANDES EIXOS DA AÇÃO • EIXO 3: Comercialização (foco no SNCJS) • Espaços de Comercialização (Feiras, lojas, Centros Públicos, Centrais...) • Assessoramento para acesso a Mercados (BSCs – Bases de Serviço de apoio a Comercialização) • Organização em redes e cadeias • EIXO 4: Finanças Solidárias (foco na criação de Sistemas Territoriais) • Bancos comunitários • Fundos Rotativos • Cooperativismo de crédito

  9. DA ESTRUTURA DE CAPILARIDADE DA POLÍTICA

  10. AMBIENTE GOVERNAMENTAL • FEDERAL: • SENAES (equipe DF) • Outras estruturas em Secretarias e Ministérios (articulação) • ESTADUAL: • SRTEs (núcleos e seções de Economia Solidária) • Estruturas do governo local (secretarias e departamentos envolvidos nos projetos em parceria Senaes) • MUNICIPAL: • Estruturas do governo local (secretarias e departamentos envolvidos nos projetos em parceria Senaes) • DESAFIO: Como fazer a articulação para que a Política ganhe musculatura e institucionalidade?

  11. AMBIENTE NÃO GOVERNAMENTAL NACIONAL: FBES ESTADUAL: Fóruns e Redes estaduais MUNICIPAL: Fóruns e Redes Regionais/locais DESAFIO: Como estruturar para que funcione bem? (Regularidade, qualidade, participação, representação...)

  12. AMBIENTE MISTO (governo e sociedade civil) • NACIONAL: • Conselho Nacional de Economia Solidária • ESTADUAL: • Conselhos Estaduais de Economia Solidária ou similares (em alguns estados. 08 deles já com leis instituídas) • MUNICIPAL: • Conselhos Municipais de Economia Solidária (alguns deles já com leis instituídas) • As Conferências surgem nesse ambiente híbrido. • DESAFIO: Como fazer isso crescer? (Regularidade, qualidade, participação, representação...)

  13. DO ORÇAMENTO

  14. DO ORÇAMENTO • Ampliação significativa do volume • Mais orientado para combate a pobreza extrema • Orientação de execução via pacto federativo • Forma de aplicação: projetos territoriais, projetos nacionias/regionais estruturantes. Editais previstos: • - fortalecimento institucional • - Formação • - Redes de Cooperação • - Fomento ao Comércio Justo e Solidário • - Catadores (liga nacional das ações/recursos já descentralizados).

  15. EM 2012 • LOA (sem EMENDAS): 48.402.500,00 (entre custeio e investimento) • LIBERADO: 41.800.000,00 • COMPROMETIDOS COM O BSM: 39.500.000,00 • DISPONÍVEL FORA DO BSM: 2.300.000,00 • CONTINGENCIADO: 6.602.500,00

  16. DAS LEIS E MARCOS REGULATÓRIOS

  17. PRIORIDADES • Lei da Economia Solidária • Lei Geral do Cooperativismo • Avanço no Decreto que institucionaliza o Sistema Nacional de Comércio Justo • Avanço no Decreto que institucionaliza Cooperativismo Social • Estratégias: • - Fortalecimento do Conselho em seu papel político de incidência • - Agenda legislativa (com relação mais forte com a Frente Parlamentar de Economia Solidária) • - Relação do Conselho Nacional com os estaduais e muncipais • - Diálogo mais forte com governos estaduais e municipais

  18. CENÁRIOS E DESAFIOS

  19. DOS CENÁRIOS E DESAFIOS • Mudanças na composição do Governo • Redução da participação da sociedade civil na execução da política • Força na execução via pacto federativo (possibilidade de acelerar institucionalização das políticas, mas desafio na gestão e controle social) • Inclusão produtiva para superação da pobreza como foco do governo • Orçamento mais expressivo, porém, carimbado para BSM e Catadores • Focos do PPA: Institucionalização da política (PL como bandeira/instrumento) e avanços nas políticas de fomento (acesso a conhecimentos, acesso a mercados, e acesso a financiamento) • Territorialidade, Redes e Cadeias no contexto URBANO

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