UNIVERSIDADE DO AMAZONAS FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E ANÁLISE - PowerPoint PPT Presentation

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UNIVERSIDADE DO AMAZONAS FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E ANÁLISE

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  1. UNIVERSIDADE DO AMAZONAS FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E ANÁLISE PLANO DE CURSO Disciplina: ECONOMIA POLÍTICA Carga horária: 60 horas Professor: PAULO FELIZOLA DE ARAÚJO I – EMENTA 1) Valor e mercadoria. 2) Teoria da mais-valia. 3) Teoria marxista da acumulação. 4) Teoria marxista da reprodução do capital. 5) Teoria marxista das crises. 6) Teoria da Renda da Terra. 7) Teoria do capital financeiro. II – OBJETIVO Oferecer uma introdução à teoria econômica de Marx, que permita ao aluno, ao final do curso, entender a natureza e as especificidades inerentes ao capitalismo, através da análise da realidade econômica e social.

  2. III – INTRODUÇÃO • A Escola Mercantilista. OSER (1983) Cap 2; HUNT (1989) Cap 2. • A Escola Fisiocrata. OSER (1983) Cap 3 HUNT (1989) Cap 2; NAPOLEONI (1983) Cap II. • A Escola Clássica. . OSER (1983) Caps 4, 5 6 7 e 8; HUNT (1989) Caps 3, 4 e 5; NAPOLEONI (1983) Caps III e IV.

  3. A TEORIA MARXISTA DO VALOR • 4.1 – Valor: Substância e Magnitude. • MARX (1980) Livro I Cap I item 1; RUBIN (1980) Cap. VIII e XI. • – A problemática do trabalho. • MARX (1980) Livro I Cap I item 2; RUBIN (1980) Cap. XIII a XVI. • – A Forma do valor. • MARX (1980) Livro I Cap I item 3; RUBIN (1980) Cap. XII; De PAULA (1984). • - Divisão do Trabalho, a mercadoria e o mercado: o fetichismo da mercadoria. • MARX (1980) Livro I Cap. I item 4; RUBIM (1980) Cap I a VII eX.

  4. TEORIA DA MAIS-VALIA • 5.1 - Como o dinheiro se transforma em capital. • MARX (1980) Livro I Cap. IV • 5.2 – Processo de trabalho e processo de valorização • MARX (1980) Livro I Cap.V e VI; MARX (1975) pág. 29 a 92. • 5.3 – Mais-valia absoluta e relativa. • MARX (1980) Livro I Cap. VII a XVI. • 5.4 – Trabalho produtivo e improdutivo. • MARX (1975) Pág. 93 a 113; MARX (1980) Cap. IV; RUBIN (1980) Cap. XIX; SINGER (1981). • 5.5 – Formas de organização e controle do processo de trabalho: Taylorismo e Fordismo. • GRAMSCI (1986) Parte VI; BRAVERMAN (1977) Cap. 1 a 10; FERREIRA (1984).

  5. 6.TEORIA MARXISTA DA REPRODUÇÃO DO CAPITAL. • 6.1 – A reprodução simples • MARX (1980) Livro II Cap. XX • 6.2 – A reprodução ampliada • MARX (1980) Livro II Cap. XXI • SINGER, Paul. “Trabalho produtivo e excedente” IN: Revista de economia Política. S. Paulo, Brasiliense, vol.1, janeiro-março de 1981

  6. 7.TEORIA MARXISTA DA ACUMULAÇÃO DO CAPITAL. • 7.1 – A.Lei geral da acumulação capitalista • MARX (1980) Livro I cap XXIII • 7.2 – A.acumulação primitiva • MARX (1980) Livro I cap XXIV

  7. 8. TEORIA MARXISTA DAS CRISES • MARX (1980) Livro III, Cap. XII XIV e XV. • 9.A TEORIA DO CAPITAL FINANCEIRO • MARX (1980) Livro III Cap. XVI a XXXIII; HILFERDING (1973) primeira parte.

  8. IV – ESTRATÉGIAS • Leitura de todos os textos indicados no conteúdo programático, antes que os respectivos assuntos sejam discutidos na sala de aula. • Na primeira hora de cada aula, o professor fará uma abordagem sumária e objetiva sobre o assunto objeto da aula; • Na segunda hora de cada aula será desenvolvida uma discussão sobre o assunto, tendo por base os questionamentos levantados na prévia e a exposição do professor; • Serão feitas orientações individuais, ou em grupo de, no máximo quatro alunos, a todos que assim desejarem, em horário a combinar. • V – AVALIAÇÃO • Será feito um único trabalho.

  9. VI – BIBLIOGRAFIA • BELUZZO, Luiz G. De M. Valor e Capitalismo. S. Paulo, Brasiliense, 1980. • BRAVEMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista. Rio de Janeiro, Zahar, 1977. • DE PAULA. João A. “Ensaios sobre atualidade da lei do Valor”. IN: Revista de economia política. S. Paulo, Brasiliense, vol. 4 abril- junho de 1984. • FERREIRA, Cândido G. Processo de Trabalho, Tecnologia e Qualificação. Notas para discussão. Belo Horizonte, CEDEPLAR, 1984. • GRAMSCI, Antônio. Maquiavel, a política e o Estado Moderno. Rio de janeiro, Civilização Brasileira, 1986. • HUNT, E. K. História do pensamento econômico. Rio de janeiro: Campus, 1989. • LUXEMBURGO, Rosa. A Acumulação de Capital. Rio de janeiro, Zahar, 1970. • MARX, Karl. O Capital. Rio de janeiro, Civilização Brasileira, 1980. • ___________. Teoria da Mais -valia: História crítica do pensamento econômico. Rio de janeiro, Civilização Brasileira, 1980a Vol. I. • ___________. Capítulo inédito de capital. Porto, Publicações escorpiões 1975. • NAPOLEONI, Cláudio. Smith, Ricardo, Marx. Rio de Janeiro, Graal, 1981. • OSER, Jacob. História do Pensamento Econômico. São Paulo: Atlas, 1983. • RICARDO, David. Princípios de Economia Política e de Tributação. S. Paulo, Abril Cultural, 1982. • RUBIN, Issak. A Teoria Marxista do valor. S. Paulo, Brasiliense, 1980.

  10. Conceitos básicos • Modo de produção • uma estrutura global formada por estruturas regionais, com uma autonomia e dinâmica própria, ligadas a uma unidade dialética, ou seja, uma estrutura complexa formada por: uma infra-estrutura econômica; uma superestrutura jurídico-política; uma superestrutura ideológica. • Uma estrutura global na qual existe sempre uma estrutura regional que domina as demais. • Uma estrutura global na qual é sempre o nível econômico que determina, como estrutura global, em última instância, as outras estruturas. É importante acentuar que não é sempre a estrutura regional econômica que detém o papel dominante

  11. Formação Social: é um termo que designa uma sociedade historicamente determinada, um todo social em um momento de sua existência. A FS é uma combinação particular, específica, de vários modos de produção puros. Assim, a FS constitui por si mesma uma unidade complexa na qual domina um certo modo de produção, que determina o caráter dos outros.

  12. Economia Política: É a ciência social que estuda a produção, a distribuição e o consumo dos bens e serviços que são utilizados para satisfazer as necessidades humanas.

  13. Problema econômico fundamental: Os desejos e necessidades de uma sociedade são ilimitados e os recursos para efetivar-se a produção dos bens e serviços que devem atendê-los são limitados. • o que produzir: o dilema da escolha que a sociedade terá que fazer, diante do leque de possibilidades de produção; • como produzir: sociedade terá que escolher também quais os recursos produtivos que serão utilizados para a produção dos bens e serviços elegidos dado o nível tecnológico existente; • para quem produzir: a sociedade terá também que decidir como os seus membros participarão da distribuição dos resultados de sua produção, ou seja, se todos participarão igualmente desses resultados ou, em caso contrário, quais deles serão os mais ou menos beneficiados. • A maneira como esses problemas são resolvidos depende do modo de produção predominante (sistema econômico).

  14. I. O contexto social da escola • Doutrina econômica que apareceu entre a idade média e o período de triunfo do “laissez-faire”, embora as datas variem em países e regiões diferentes. • Revolução Comercial: conjunto de mudanças que marca a transição da economia estática e contrária ao lucro, dos fins da Idade Média, para o dinâmico regime capitalista do século XV e seguintes.

  15. II. Causas da Revolução Comercial • A conquista do monopólio comercial do Mediterrâneo pelas cidades italianas; • o desenvolvimento de um lucrativo comércio entre as cidades italianas e os mercadores da Liga Hanseática, no norte da Europa; • a introdução de moedas de circulação geral, como o ducado veneziano e o florim toscano; • a acumulação de capitais excedentes, frutos das especulações comerciais, marítimas ou de mineração; • a procura de materiais bélicos e o estímulo dado pelos novos monarcas ao desenvolvimento do comércio, afim de criar mais riquezas tributáveis; e • a procura de produtos oriundos do extremo Oriente • Essa combinação de fatores deu aos homens do começo da Renascença novos horizontes de opulência e poder e dotou-os com parte do equipamento necessário à expansão dos negócios. • Era inevitável a insatisfação com o acanhado ideal das corporações medievais, que proibia o comércio lucrativo.

  16. III. A essência da Escola Mercantilista

  17. Os mercantilistas consideravam o ouro e a prata como a forma mais desejável de riqueza. • Para acumular esse metal, propunham a obtenção de excedente de exportações, necessárias para um País que deseja receber pagamentos em moeda.

  18. 3. Os mercantilistas promoveram o nacionalismo. O lucro de um homem representa o prejuízo de outro. ... Nenhum homem pode receber lucros exceto pelo prejuízo de outros” (Michel de Montaigne) 4. O nacionalismo mercantilista implicava em militarismo.

  19. Ênfase sobre as exportações e relutância em importar. • Os capitalistas mercantes acreditavam na dominação e exploração de colônias e no monopólio do comércio em seu próprio benefício. (As colônias eternamente dependentes).

  20. 7. Para promover seus interesses comerciais, os mercantilistas acreditavam no livre comércio dentro do país , isto é, opunham-se a impostos internos, taxas e outras restrições sobre o movimento de bens, o que não quer dizer que eram favoráveis à entrada de qualquer pessoa no ramo do comércio. 8. O mercantilismo favorecia a existência de um governo centralizado forte para garantir a regulamentação dos negócios. (garantir regulamentação nacional uniforme). 9. Embora o mercantilismo promovesse riqueza para a nação, não encorajava a riqueza para a maioria da população.

  21. IV. A quem serviu a Escola mercantilista

  22. Aos capitalistas mercantes; • Aos reis e a seus seguidores imediatos; • Aos mais poderosos e fortalecidos, que possuíam monopólios, detinham privilégios e outros favores oficiais;

  23. V. Validade, utilidade e adequação, na época

  24. Com o rápido crescimento do comércio que exigia uma maior circulação e a existência de um deficiente sistema bancário, justificavam a acumulação metalista; • Sem um sistema de finanças internacionais desenvolvido, a acumulação de metais preciosos desempenhou um importante papel na efetuação dos pagamentos internacionais;

  25. O uso da teoria quantitativa da moeda; • Mudanças de atitude em relação aos comerciantes e à prática do lucro; • Promoção do nacionalismo;

  26. VI. Como fomos influenciados pelo Mercantilismo?

  27. Desenvolvimento do sistema bancário que superou a necessidade de as trocas basearem-se em moedas de ouro ou prata; • Os bens de capital passaram a ser a ser itens mais importantes de riqueza do que o ouro e a prata; • O crescimento conseguido desencadeou grandes transformações e mudanças de comportamentos;

  28. Atualmente existem políticas e idéias que se assemelham às mercantilistas: • o nacionalismo • protecionismo • garantias de monopólios para encorajar novos investimentos.

  29. VII. OS AUTORES MERCANTILISTA

  30. Comerciante Inglês, nascido em Londres e reconhecido como um dos mais destacados membros da escola mercantilista. Foi um ativo e próspero comerciante na Itália e Oriente, onde fez grande riqueza. Regressou a Londres, onde foi membro do conselho e diretor da Companhia das Índias Orientais. Thomas Mun (1571-1641)

  31. Em 1621 publicou “A Discourse of Trade from England unto the East Indies”. • principal tese: “enquanto as exportações totais excedessem as importações totais, a drenagem de espécies de um país em qualquer ramo de comércio não importava”; • Analisando o balanço de pagamentos totais, foi quem primeiro incluiu itens invisíveis.

  32. GERARD MALYNES • Mercador no comércio exterior; • Não sendo bem sucedido, passou uma temporada na prisão de devedores; • Comissário britânico de comércio na Bélgica;

  33. Assessor governamental nas questões de comércio e da moeda. • Embora achasse que o comércio e tráfico fossem saudáveis, elaborou um lista dos que estavam isentos de serem mercadores;

  34. Defendia a regulamentação dos bens para assegurar a boa qualidade; • Tinha pavor da superpopulação e por isso defendia o apoio aos mercadores que objetivassem descobrir novas terras; • Mais dinheiro, elevados preços bons negócios

  35. Escritor inglês que tratou dos temas políticos e econômicos. • Entre sus obras sobre estas materias, se destaca: Discourses on the Publick Revenues and on the Trade of England(2 vols. 1698), em que estuda amplamente o comércio regional da África, Indias Orientais e ilhas do Pacífico. CHARLES DAVENANT (1656-1714)

  36. Passou grande parte de sua vida ocupando cargos governamentais relacionados à arrecadação de impostos e ao controle de importações e importações; • Membro do Parlamento • Embora se mostrasse um iluminista ou um eclético, que tentou combinar o novo com o velho, não passava de um mercantilista ortodoxo;

  37. Reagiu contra o Ato do Sepultamento em Mortalha de Lã; • Defendeu o benefício do valor completo; • Preferia as guerras dentro do país às no exterior; • Defendeu a regulamentação governamental dos negócios.

  38. Marquis de Seignelay • intendant des Finances (1661), • contrôleur général (1665), • surintendant des Bâtiments,Arts et Manufactures (1664), • secrétaire d'Etat à la Maison du roi et à la Marine. JEAN BAPTISTE COLBERT (Reims, 1619-Paris, 1683)

  39. Representa o coração e a alma do mercantilismo na França, que por isso passou a chamar-se de COLBERTISMO; • Defensor da acumulação de metais preciosos; • Acreditava que a força do estado depende de suas finanças, que depende da arrecadação de impostos;

  40. Apoiava a expansão de exportações, redução de importações e leis que impedissem a saída de ouro do País; • Arquinacionalista e Militar, acreditava que apenas quatro atividades eram importante: agricultura, comércio, guerra em terra e guerra no mar;

  41. As Colônias eram importantes como mercado e fontes de matérias-prima; • Era necessária uma grande navegação e marinha mercante; • Um país só fica mais rico às custa de outros;

  42. O comércio é uma guerra contínua e amarga entre nações em busca de vantagens econômicas; • Defendeu a regulamentação governamental dos negócios com fortes características feudais;

  43. Foi marinheiro, físico, professor de anatomia, inventor, pesquisador e membro do parlamento, estatístico e grande proprietário de terras; SIR WILLIAM PETTY (1623-1687)

  44. Sir William Petty's quantulumcungue concerning money 1682: to the Lord Marquess of Halyfax."

  45. Defensor do pleno emprego; • Apoiava um comércio exterior mais livre, para evitar o contrabando; • Apoiava a sôbre taxa nas importações de bens de consumo que eram produzidos internamente; • Apoiava a produção mais que o comércio

  46. A ESCOLA FISIOCRATA

  47. I. Introdução • Foi desenvolvida na França entre 1756 - 1776 • Teve como marco inicial a publicação do Artigo de Quesnay intitulado Grande Encyclopédie; • Apesar de ter subsistido formalmente por apenas duas décadas, provocou influências por muito mais tempo.

  48. II. O contexto social da Escola

  49. CRÍTICAS AO MERCANTILISMO • Sobre a proibição de importação de mercadorias. A respeito escreve Nicholas Bardon, na obra A Discourse of Trade: “ A proibição do comércio é a causa de sua decadência, pois todos os produtos estrangeiros são trazidos pela troca com as mercadorias locais, assim, proibindo-se qualquer mercadoria estrangeira, impede-se o fabrico e exportação de parte correspondente da mercadoria nacional, que pela primeira costumava ser trocada. Os artífices e mercadores que trabalham em tais mercadorias perdem seu comércio...”