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ADUBAÇÃO POTÁSSICA NA CULTURA DO MILHO

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ADUBAÇÃO POTÁSSICA NA CULTURA DO MILHO. Antônio Marcos Coelho. ANÁLISE DO CENÁRIO.  EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE DO MILHO NO BRASIL.  MILHO COMO COMPONENTE DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO. AUMENTO DE PRODUTIVIDADE DE MILHO NO BRASIL.

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- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
an lise do cen rio
ANÁLISE DO CENÁRIO

 EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE DO MILHO NO BRASIL

 MILHO COMO COMPONENTE DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO

aumento de produtividade de milho no brasil
AUMENTO DE PRODUTIVIDADE DE MILHO NO BRASIL
  • A cultura do milho no Brasil vem apresentando um crescimento expressivo da produtividade, o que tem permitido crescimento da produção, tendo em vista que a área plantada tem diminuído em todas regiões do país.
  • MODERNIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE PRODUÇÃO:
  •  Crescente demanda interna por grãos;
  •  Exportação.
slide5

TAXA DE AUMENTO DA PRODUTIVIDADE DE MILHO NO BRASIL

NO PERÍODO DE 1971 - 2001

Fonte: Coelho et al.(2003)

slide6

SOJA

MILHO

SORGO

MILHETO

Sistema Plantio Direto

Conceito atual - adubação dos sistemas de produção

 FINALIDADE DE EXPLORAÇÃO

 EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS

 EXPORTAÇÃO

 RECICLAGEM

slide7

TEORES MÉDIOS DE N, P

O

E DE K

O EXTRAÍDOS EM

2

5

2

GRÃOS DE DIFERENTES CULTURAS

CULTURA

N

P

0

K

O

2

5

2

-1

--------------------- kg t

de grãos -------------------------

SOJA

60

15

20

FEIJÃO

50

10

15

MILHO

16

8,2

6

SORGO

15

8,1

4,2

TRIGO

21

10

5,3

ARROZ

14

5,4

2,9

Fonte: modificada de Wietholter (2000)

hist rico da aduba o pot ssica em milho
HISTÓRICO DA ADUBAÇÃO POTÁSSICA EM MILHO

No passado, as respostas ao potássio obtidas em ensaios de campo com milho eram, em geral, menos freqüentes e mais modestas que aquelas observadas para fósforo e nitrogênio.

slide12
Nos últimos anos tem se verificado uma reversão desse quadro, devido a:

1- Uso freqüente de formulações de fertilizantes com baixos teores de K;

2- Sistema de produção utilizado pelos agricultores como rotação soja-milho;

3- Uso de modernos híbridos de milho de alto potencial produtivo;

4- Conscientização dos agricultores da necessidade de recuperação da fertilidade do solo;

5- Aumento do uso do milho como planta forrageira;

6- Ampliação da área irrigada com o uso intensivo do solo e maiores potenciais de produtividade das culturas.

indicador da fertilidade de solos de cerrado para pot ssio
INDICADOR DA FERTILIDADE DE SOLOS DE CERRADO PARA POTÁSSIO
  • Mendes (1972) verificou que 53% das amostras analisadas (1.200) apresentaram teores de K-trocável abaixo de 0,10 cmolc dm-3 (39 ppm);
  • Lopes (1984) verificou que 85% das amostras analisadas (518) com teores de K-disponível inferior a 0,15 cmolc dm-3 (60 ppm)
  • Vasconcellos (1996) verificou que 60% das amostras analisadas (12.800) apresentaram teores de K-disponível inferiores a 0,18 cmolc dm-3 (70 ppm)
recomenda es de aduba o pot ssica
RECOMENDAÇÕES DE ADUBAÇÃO POTÁSSICA
  • Principal critério para recomendação é a análise de solo;
  • Os limites analíticos das faixas de teores utilizadas nas tabelas são semelhantes em todo Brasil;

Fonte: Coelho (1995)

aduba o pot ssica
ADUBAÇÃO POTÁSSICA
  • DEFINIDA A NECESSIDADE DE ADUBAÇÃO, OS SEGUINTES PONTOS DEVEM SER OBSERVADOS:

1- Dinâmica do K no solo - necessidade para definir modo e época de aplicação;

2- Absorção e acumulação de potássio nas diferentes fases de desenvolvimento da cultura - definir em que época aplicar.

3- Nível de produtividade esperada - definir doses a serem aplicadas.

manejo da aduba o pot ssica
MANEJO DA ADUBAÇÃO POTÁSSICA
  • Aplicação a lanço
  • Aplicação em sulcos - semeadura
  • Aplicação em cobertura - parcelamento
  • Aplicação via água de irrigação
aplica o em cobertura parcelamento
APLICAÇÃO EM COBERTURA - PARCELAMENTO
  • O parcelamento da adubação potássica na cultura do milho tem se tornado prática rotineira.

 Efeito salino do K - germinação

 Lixiviação

 Cultivo do milho para forragem

  • A recomendação atual é aplicar no máximo 60 kg de K2O no sulco de semeadura.
  • Adubação de cobertura realizada no máximo até 30 dias após a germinação.
slide23

Produção de grãos e características agronômicas do milho em

função das doses e épocas de aplicação de fertilizante potássico

(dados médios de 3 anos).

Doses

Épocas

Produção

Peso de

Estande

Acama

de

aplicação

grãos

1000

x1000

mento

1/

K

0

Grãos

2

(kg ha-1)

-1

-1

(kg ha

)

(gramas)

(pl. ha

)

(%)

90

S

5.980

219

61,68

12,33

S + 1C

6.310

226

60,75

15,23

S + 2C

5.930

201

63,52

25,88

S + 2C +N

5.800

224

61,42

14,99

120

S

6.240

221

61,34

17,66

S + 1C

6.560

242

61,28

15,12

S + 2C

5.990

219

60,94

12,73

S + 2C +N

5.810

243

62,92

12,57

Testemunha

3.095

151

61,31

51,00

1/

S = aplicação no sulco de semeadura; 1C = aplicação em uma cobertura no

estádio de 8 folhas; 2C = aplicação em duas coberturas, nos estádios de 8 e 16

folhas. Fonte: Coelho et al., 1996.

pot ssio na fertirriga o
POTÁSSIO NA FERTIRRIGAÇÃO

A aplicação de K junto com o N, via água de irrigação

é prática bastante utilizada pelos agricultores

.

Quando for utilizar Uréia, MAP e KCl - dissolver primeiro o MAP + KCl  Uréia

Aplicação de cloreto de potássio junto com a uréia

reduz as perdas por volatilização de amônia

agricultura de precis o

AGRICULTURA DE PRECISÃO

Gerenciamento e Manejo

da Fertilidade do Solo

slide26

MAPA DE PRODUTIVIDADE DE MILHO

Fonte: Embrapa Milho e Sorgo

slide27

P - mg/dm3

K - mg/dm3

Ferramenta de Análise e Decisão

slide28

OBRIGADO PELA ATENÇÃO

  • Antônio Marcos Coelho
  • Embrapa - Milho e Sorgo
  • Telefone: (31) 3779 - 1164
  • Email: amcoelho@cnpms.embrapa.br
  • Caixa Postal 151
  • CEP: 35701-970 Sete Lagoas, MG