desafios possibilidades de avan o na preven o da aids n.
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Desafios/Possibilidades de avanço na Prevenção da AIDS

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Gerencia de Prevenção Programa Estadual de DST/AIDS - SP. Desafios/Possibilidades de avanço na Prevenção da AIDS. “Gestão de risco”.

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Presentation Transcript
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“Gestão de risco”

  • A "gestão dos riscos" é uma estratégia de prevenção que tem por finalidade aumentar o grau de autonomia de indivíduos e de segmentos sociais para lidarem com a prevenção da transmissão sexual do HIV.
  • Está baseada no direito de pleno acesso às informações e aos diversos métodos de prevenção que oferecerem algum grau de proteção contra o HIV nas relações sexuais.
  • Está baseada no reconhecimento de que cada indivíduo possui a capacidade de escolher o método preventivo mais adequado a sua realidade e às suas necessidades.
propostas cl ssicas de preven o
propostas clássicas de Prevenção

Preservativos Masculinos, Femininos e gel lubrificante;

Redução de Danos (RD) para usuários de drogas;

Tratamento por abordagem sindrômica das DST;

Imunização para Hepatite B;

Aconselhamento e educação de pares;

Oficinas de sexo seguro;

Profilaxia pós exposição para acidentes de trabalho (acidentes biológicos) e violência sexual.

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“Novas” abordagens das propostasclássicas

  • de prevenção - Preservativos masculinos
  • Estratégia de acesso universal –
  • dentro e fora dos serviços de saúde.
  • Sem barreiras de acesso:
    • sem necessidade de identificação,
    • mesmo para adolescentes,
    • sem passar por atendimento ou atividade de grupo.
  • Disponibilização em displays, potes ou outros dispositivos de livre acesso.
  • Cota negociada, dependendo da demanda individual,
  • Uso do preservativo como método anticonceptivo (função de dupla proteção que amplia seu uso para mulheres em idade reprodutiva, onde ocorre a maior prevalência do HIV).
  • Logística do Preservativo : Ministério 80% ; Estado 20%; distribuição GVE _ Municípios
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Preservativos femininos:

  • Proposta de distribuição a todas as mulheres
  • Disponibilizado pelo MS.
  • Gel lubrificante em sachê – MS e Estado:
  • Atualmente é prioritária a oferta de gel
  • lubrificante a casais sorodiscordantes,
  • profissionais do sexo, gays, travestis,
  • transexuais e HSH.
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Nova perspectiva de utilização do teste anti-HIV

  • Universalização do teste – oferta, demanda espontânea e captação.
  • Ampliar testagem de casais, populações mais vulneráveis e população em geral, como estratégia de prevenção:
    • Primária – acordos entre casais estáveis; aconselhamento e orientação de prevenção dos indivíduos testados;
    • Prevenção da transmissão vertical do HIV (e Sífilis)
    • Secundária – diagnóstico precoce para melhora da qualidade de vida e diminuição da mortalidade;
  • Testes rápidos – para ampliar e agilizar possibilidade de testagem.
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Estratégias comportamentais de redução de risco

  • Estratégias “inventadas pelas pessoas”
  • Escolhasque as pessoas fazem:
  • em determinados momentos de suas vidas,
  • com determinados parceiros
  • em determinadas situações
  • quando não conseguem, não podem ou não querem usar preservativos.
  • Acordos

Conversar com o(a) parceiro(a) sexual e fazer acordos sobre formas de proteção dentro e fora da relação, dentre elas, o uso do preservativo nas práticas de maior risco do casal e/ou nas relações extra conjugais.

Parceiros sexuais fazerem o teste de HIV.

Testagem para o HIV como prevenção

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Estratégias comportamentais de redução de risco

  • Estratégias “inventadas pelas pessoas”
  • Uso do teste na prevenção – uso do teste para definição de uso do preservativo:
    • Serosorting – definir uso do teste conforme resultado d@ parceir@ sexual (neg com neg; pos com pos)
    • Definir uso do preservativo dependendo do “posicionamento” no sexo (insertivo ou receptivo) e dependendo da prática se sexo anal, oral ou vaginal.
    • Definir uso do preservativo dependendo do status sorológico e do posicionamento
  • Uso do teste como estratégia de cuidado
    • Repetição regular de testagem
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Escolha de práticas sexuais de menor risco

  • Evitar sexo com penetração com parceiros de status sorológicos desconhecido.
  • Diminuir a exposição a sangue e fluidos sexuais, particularmente o esperma, lembrando que essas secreções são potencialmente infectantes.
  • Evitar receber ejaculação em relações com práticas penetrativas anais e vaginais. (Na relação sem camisinha, pedir para o parceiro gozar fora, se for importante gozar dentro, optar por gozar na boca)
  • Testagem para outras DST como prevenção
  • Com parceiro positivo , monitorar carga viral para escolher o momento de não usar preservativo, por prazer ou para engravidar.
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Tipos de Exposição – Hierarquia de risco

  • Penetração anal receptiva - pessoa exposta penetrada por parceiro soropositivo em relação sexual anal
    • risco ( 0,1 – 3,0 %)
  • Penetração vaginal receptiva - mulher exposta penetrada por parceiro soropositivo em relação sexual vaginal
    • risco ( 0,1 – 0,2 %)
  • Penetração vaginal insertiva – homem exposto penetrando mulher soropositiva em relação sexual vaginal
    • risco ( 0,03 – 0,09%)
  • Penetração anal insertiva – homem exposto penetrandopessoa soropositiva em relação sexual anal
    • risco ( 0,06% )
  • Sexo oral receptivo
    • risco ( 0 - 0,04%)
rd e impacto do uso de lcool crack e outras drogas nas dst e aids
RD e Impacto do uso de álcool, crack e outras drogas nas DST e AIDS

Kit de redução de Danos (KIT RD) para uso de drogas injetáveis

Hoje, a proporção de UDI caiu muito no Estado, entretanto ainda devemos manter o Kit de redução de danos disponível para as pessoas que permanecem fazendo uso injetável de drogas e elaborar/implantar estratégias de prevenção à infecção pelo HIV para usuários de drogas não injetáveis – Em SAEs e UBS estratégicas.

Contextos de vulnerabilidade da população UD, com relação à transmissão sexual:

-Rebaixamento da crítica, mais sexo desprotegido ; sexo em troca de droga ou como forma de obter dinheiro para comprá-la – Cuidados com relativos à Transmissão Sexual

Transmissão Vertical do HIV e Sífilis:

- Barreiras de acesso a gestantes UD, dificuldade de manejo das gestantes UD no pré-natal para os cuidados de saúde em geral e profilaxias para o HIV e Sífilis.

(Projeto Pré-Natal para Gestantes usuárias de crack)

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Projeto Pré-Natal para Gestantes usuárias de crack

Propostaelaboradaemconjunto com municípiospararedução da T.V. do HIV e Sífilis:

  • Construção de umaRede de Atenção Integral àsgestantesusuárias de crack.

Envolvendo as Secretariasde Saúde (Programas de DST/Aids; Saúde da Mulher;

Saúde Mental (consultório de rua; AtençãoBásica; Programa de TB);

Desenvolvimento Social (SUAS; CRAS /CREAS; Rede de Apoio Social)

e Justiça ( ConselhoTutelar e PromotoriaPública)

  • Inserção com políticas públicas, planos e portarias federais e estaduais que tenham intersecção com os temas, mulher, gestação, uso de drogas.

Oferta de insumos: Preservativos; Implante sub-dérmicocomoanticonceptivo;

Testes: VDRL, HIV; FórmulaLáctea e Material Educativo

novas tecnologias de preven o
NOVAS Tecnologias de Prevenção

Tecnologiasbiomédicas

Não disponíveis enquanto política pública no Brasil

Circuncisão – não é indicada como política pública no Brasil

(Indicação OMS - países com alta prevalência e epidemia

predominantemente heterossexual)

No estado de São Paulo, proposta apenas de disseminação da

informação à população.

PREP – Profilaxia Pré Exposição – não se constitui em política pública

no Brasil. No estado de São Paulo estudos para avaliar sua viabilidade.

Disponíveis enquanto política pública no Brasil

Utilização do tratamento ARV para prevenção – é uma política pública no Brasil, dentro de determinados critérios.

PEP – Profilaxia Pós Exposição Sexual – é uma política pública no Brasil. No estado São Paulo – rede de atenção, site, etc...

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Profilaxia Pós-Exposição Sexual – PEP sexual : por que representa uma estratégia para epidemia concentrada?
  • Estratégia dirigida a pessoas expostas em relações penetrativas anais e vaginais desprotegidas com parceiros sabidamente soropositivos ou de sorologia desconhecida e pertencentes a grupos mais expostos como profissionais do sexo , HSH e usuários de drogas.
  • Todos municípios incluídos na política de incentivo devem ter referências para realização de PEP com cobertura todos os dias da semana 24 H.
  • Montar rede de atenção à PEP, discutindo papel dos serviços:
      • P.S., SAE e UBS.
  • A profilaxia antirretroviral deve ser iniciada idealmente nas primeiras 2 horas ou no limite das 72 horas após a exposição.
  • Uso do antirretroviral por 28 dias sem interrupção
  • Realizar o teste de HIV , sífilis e hepatites
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Tratamento com antiretrovirais (ARV) com a meta de atingir a redução da carga viral de HIV a níveis

  • Indetectáveis :
  • Estratégia dirigida a portadores do HIV e a parceiros sexuais de portadores do HIV.
  • Portadores do HIV com carga viral indetectável têm redução importante de transmissão do vírus em relações sexuais penetrativas desprotegidas.
  • Todas as pessoas têm direito ao acesso à informação acima.
pressupostos
Pressupostos

A terapia ARV pode suprimir a quantidade de vírus (carga viral) a níveis indetectáveis em pacientes aderentes;

A terapia ARV impacta significativamente as taxas de mortalidade;

A decisão de quando se deve iniciar o tratamento é necessária para a construção de consensos, tendo em vista de que há evidências sobre os benefícios de começar mais precocemente;

Muitas pessoas iniciam tardiamente o tratamento com CD4 abaixo de 200;

ENTÃO É RAZOÁVEL CONSIDERAR O TRATAMENTO COMO UMA

POSSIBILIDADE REAL DA PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO SEXUAL DO HIV

arv como estrat gia para preven o marco conceitual
ARV como estratégia para prevençãoMarco Conceitual

Testar

Combinaraçõespara

adoção de comportamento

seguroparapessoas HIV+

Tratar com ARV

+

Adesão

Manter a supressão

viral emníveisindectáveis

+

Redução da transmissão

do HIV

DETERMINANTES SOCIAIS

a realidade
A Realidade

Teste

HIV Positivo

Adoçãocomportamentoseguro e

gestão do risco

Vínculo com serviços

Tratamento

Manutenção

da

Supressão

viral

Teste

Início

de ARV

Adesão

Preven

ção Positiva

Organização dos Serviços

Redução da transmissão

do HIV

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Novas Recomendações para Terapia Antirretroviral no Brasil - 2012

  • O Ministério da Saúde ampliou a indicação de uso do tratamento antirretroviral, que poderá ser administrado de maneira precoce.
  • A medida, que integra novo Consenso Terapêutico da doença, tem como objetivos reduzir as ocorrências de infecções associadas à aids e minimizar a transmissão do vírus.
  • A expectativa é beneficiar cerca de 35 mil pessoas que não estavam no grupo indicado para uso dos medicamentos.
slide20

Modificações no protocolo de uso dos ARV no Brasil, 2012: quando iniciar o tratamento.

  • Sintomáticos - Independentemente da contagem de LT-CD4+ - Iniciar TARV
  • Assintomáticos
  • Contagem LT-CD4+ ≤ 500 células/mm3 - Iniciar TARV
  • Contagem LT-CD4+ > 500 células/mm3 com co-infecçãopela hepatite B e com indicação de tratamento da hepatite - Iniciar TARV
  • Pacientes com risco elevado ou doença cardiovascular ou neoplasias que necessitam de tratamento imunossupressor - Considerar início de TARV
  • Gestantes - Independente da contagem de LT-CD4+ - Iniciar TARV
  • PVHA em parceria sorodiscordante- Independentemente da contagem de
  • LT-CD4+ - Oferecer TARV para redução da transmissibilidade do HIV

Acessível em http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2012/52140/consenso_adulto2012_principais_mudancas_pdf_11946.pdf

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Novas Recomendações para Terapia Antirretroviral no Brasil - 2012

  • O aconselhamento de casais e parcerias sorodiscordantes deve ser contínuo, assim como a abordagem a respeito da sexualidade, esclarecendo sobre potenciais riscos associados às práticas sexuais.
  • A TARV deve ser iniciada desde que a pessoa que vive com HIV esteja esclarecida sobre benefícios e riscos, fortemente motivada, e preparada para o tratamento, respeitando-se a autonomia da pessoa. Deve ser enfatizado que uma vez iniciada a TARV não deverá ser interrompida.
  • A utilização da TARV para pessoa que vive com HIV não dispensa a adoção de práticas seguras, com uso de preservativos: o emprego de estratégias combinadas potencializa a prevenção da transmissão do HIV e previne a transmissão das Hepatites B e C, Sífilis e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis.
trabalhando tendo por referencial o princ pio da autonomia um desafio para os servi os
Trabalhando tendo por referencial o princípio da autonomia, um desafio para os serviços

Ampliar o olhar dos profissionais para o cardápio da prevenção - É necessário superar o uso de estratégias isoladas de prevenção para além da camisinha.

Incorporar a concepção de gestão/redução de riscos considerando o momento de cada pessoa na vivência de sua sexualidade e contextos de vida .

Buscar métodos e estratégias conjuntamente que garantam uma adesão da pessoa cada vez maior à prevenção e que levem à emancipação e desenvolvimento.

Ampliar e monitorar a rede de PEP do ESP e apoiar a realização de pesquisas relativas ao uso de PREP e circuncisão.

trabalhando tendo por referencial o princ pio da autonomia um desafio para os servi os1
Trabalhando tendo por referencial o princípio da autonomia, um desafio para os serviços

Investimento em sensibilização e capacitação de gestores e profissionais dos serviços tendo como princípio os direitos humanos (direito a vida; a saúde; a informação; a um atendimento humanizado e livre de discriminação);

Articulação com o movimento social organizado para levantamento de demandas e realização de ações conjuntas.

Desenvolvimento de ações com o objetivo de “incluir” estas populações nos serviços.

Ex: realização de atividades extramuros com distribuição de insumos (preservativos, gel lubrificante, material informativo) e divulgação dos serviços.

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Obrigada !

GerênciadeAssistência e Prevenção

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