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  1. Um estado de possibilidades Ana Simões -MSc

  2. A melhor maneira de prevero futuro é CRIÁ-LO. Peter Drucker

  3. Estado de possibilidades • Vivemos em um Estado de possibilidades naturais tangíveis e que encantam. É um estado em permanente estado de crescimento. O Turismo em Santa Catarina é a própria natureza. Mas essa natureza precisa:

  4. As possiblidades precisam: • Ser preservadas • Ser exploradas pela Economia Criativa • Ser conhecidas em sua extensibilidade de potenciais • Ser divulgadas fielmente e constantemente

  5. Em outro ângulo de visão, nota-se que existe no Brasil uma vocação latente de país turístico por excelência, que espera faturar alto com visitantes locais e internacionais que pouco sabem sobre nossas riquezas naturais. O país possui hoje, cerca de 10 mil hotéis e está entre os que mais se desenvolvem no segmento. Raramente é observado o uso de tecnologias limpas para garantir a perfeita sintonia entre o empreendimento turístico e o uso sustentável dos recursos disponíveis

  6. As motivações do fluxo turístico

  7. COMPLEXOS DA ECONOMIA A atividade econômica de Santa Catarina é caracterizada pela divisão em complexos: Agroindustrial (Oeste) Eletro-metal-Mecânico (Norte) Madeireiro (Planalto) Têxtil (Vale do Itajaí) Mineral (Sul) Tecnológico (Grande Florianópolis) Turístico (praticamente todo o Estado) Pesqueiro

  8. Motivações • Motivação de Fluxos por Sol e Praia; • Motivação de Fluxos por História e Cultura e Gastronomia; • Motivação de Fluxos por Negócios • Motivação pelo turismo alternativo • Motivação pela diversidade cultural

  9. ACESSOS Acesso Aéreo: portões de entrada: Navegantes Aeroporto de Navegantes Joinville Complexo Aeroportuário do Aeroporto de Joinville Florianópolis Aeroporto Internacional Hercílio Luz 118.533 passageiros acréscimo no último ano (2002) de 29%. Acesso Marítimo: portões de entrada: Florianópolis (Porto de Florianópolis Porto Belo Marina da Baía de Porto Belo) Itajaí Porto de Itajaí São Francisco do Sul Porto de São Francisco do Sul 2001: 7.877 passageiros, queda de 36% referente ao ano de 2000 Acesso Rodoviário: rodovias de acesso: BR 101 Paraná – Santa Catarina – Rio Grande do Sul BR 470 Argentina – Santa Catarina BR 282 a partir de Lages

  10. Perfil do Turismo TURISMO ECOLÓGICO TURISMO DE LAZER • Trilhas Ecológicas • Esportes de Aventura • Roteiros Ecológicos • Observação de Fauna e Flora • Visitas à Parques Naturais • Sol e Praia • Clima e Altitude • Parques Temáticos TURISMO DE NEGÓCIOS E EVENTOS TURISMO HISTÓRICO E CULTURAL • Roteiros históricos e culturais • Visitas a museus • Fazendas antigas • Gastronomia Colonial e Típica • Convention & Visitors Bureaux • Pólo Industrial, Comercial e Tecnológico • Eventos e Festas Religiosas

  11. Motivações Turísticas Potenciais Tipos de Turismo viáveis (potenciais e reais) Turismo de Lazer: Sol e Praia Festas Populares Circuitos e Roteiros Turísticos Parques Temáticos Turismo em Áreas Naturais: Ecoturismo / Turismo Rural Observação de Flora e Fauna (Baleias) Passeios em Unidades de Conservação

  12. Motivações Turísticas Potenciais Tipos de Turismo viáveis (potenciais e reais) Turismo Histórico-Cultural: Festas Culturais Visitas a centros históricos e pré-históricos Roteiros em Museus e centros de arte ou artesanato Circuito das Fortalezas Turismo de Negócios Eventos Técnicos e Científicos Feiras e Exposições Reuniões de Negócios

  13. PRINCIPAIS PÓLOS TURÍSTICOS: Balneário Camboriú e Florianópolis. PRINCIPAIS CENTROS TURÍSTICOS: Joinville, Blumenau e Penha PRINCIPAIS CENTRO DISTRIBUIDOR: Navegantes Itajaí CENTROS DE RELEVÂNCIA: Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itapema, Pomerode, Porto Belo e São Francisco do Sul.

  14. Perfil do Turismo Perfil do Turismo Oferta Turística Produtos Turísticos OPERADORAS CVC TAM VIAGENS VARIG TRAVEL FLY TOUR AT Travel Chile Se-Tur Alcázar Viajes Brighton Travel Yeruti Viajes PACOTES TURÍSTICOS Roteiros entre praias e cidades históricas Beto Carrero Foz do Iguaçu, Serra Catarinense e Serra Gaúcha Praias Feriados PRINCIPAIS DESTINOS Balneário Camboriú Florianópolis Penha (Beto Carrero) Joinville Blumenau

  15. Economia Criativa - Setores incluídos (variando em cada país) ECONOMIA DO SÉCULO 21 • Arquitetura • Arte cênicas • Arte digital • Arte popular • Artesanato • Cinema • Design • Literatura • Gastronomia • Moda • Música • Novas mídia • Propaganda • Radio e televisão • Software e games Turismo Cinema Editoras Musica Teatro Dança Literatura Vídeo Design Artes Software Games Rádio Jornais TV Arquitetura

  16. Potencialidades A moda, o teatro, o cinema, a literatura, as artes plásticas e visuais em geral, o design, os softwares, a TV, a arquitetura, as manifestações populares, a publicidade, o turismo e a gastronomia têm potencial para assumir papel-chave na nova economia. A indústria criativa não nasce, evolui e se consolida por geração espontânea. Requer um esforço de planejamento, incentivos econômicos e um ambiente institucional e social apropriado e estimulante.

  17. O futuro de Florianópolis • O futuro de uma cidade deve ser definido em função de suas potencialidades e vocações e pelo desejo e expectativa de sua população. • Florianópolis já definiu o futuro que deseja: • Cidade verde • Cidade do conhecimento • Foco no turismo qualificado • Equilíbrio entre tradição e modernidade

  18. ASPECTOS FÍSICOS POPULACIONAIS FAVORÁVEIS Geografia: Possui 561 km repletos de praias, baías, ilhas, lagoas, cabos e dunas, resultando num dos raros locais do mundo que oferecem uma geografia tão diversificada e bela. Conta também com campos, vales e montanhas. Área: 95.346 km², ou 1,12% do território brasileiro (maior do que a Áustria, Portugal, Bélgica, Holanda, República Checa, entre outros países europeus). População: 5.866.568 habitantes, sendo 93% descendentes de europeus (alemães, italianos, açorianos, poloneses, austríacos, dentre outras etnias), representando 3,2% da população brasileira. Demografia: 61,53 habitantes/km². Não há cidades com mais de 500 mil habitantes. Qualidade de vida: embora esteja entre os menores estados brasileiros, Santa Catarina tem o melhor índice de Desenvolvimento Humano do país. Indicadores em educação, saúde, expectativa de vida e distribuição de renda estão acima da média nacional. Clima: subtropical, com temperaturas entre 13 e 25º C (mínima – 5º C; máxima 35º C)

  19. Mercado • Conjunto de possíveis usuários, clientes e consumidores) de um determinado bem ou serviço. • Os consumidores são pessoas: têm influências, sentimentos, percepções e raciocínios.

  20. Novos PARADIGMAS do consumidor turístico • Conservação da natureza • Participação comunitária • conhecimentos dos costumes • Conhecimento dos fatos históricos • Razões diferenciadas para viajar • Flexibilidade maior para dias de férias e lazer(viaja mais vezes em períodos mais curtos) • Muito mais exigente e bem informado

  21. 1º passo – Definir o público-alvo • Quem são eles? • De onde vêm? • O que buscam? • Qual a disposição de compra? • Quais seus critérios de escolha? • Quanto tempo ficam? DEMANDA

  22. Algumas possibilidades... 1º Os turistas acidentais Viajam a trabalho ou por compromisso (familiar, religioso, etc) Permanência entre um e cinco dias no destino. Práticos, sem tempo, preferem lembranças de oportunidade (produto ao alcance da mão sem ter de fazer o esforço de ir procurar)

  23. 1º passo – Definir o público-alvo 3º Os turistas vivenciais Viajam para viver novas experiências, aprender e se envolver com a cultura do destino. Compram produtos que tenham uma história para contar. Valorizam a gastronomia, a música, a arte popular, o artesanato, os festejos e a vida do lugar.

  24. Necessidades estratégicas Definir uma marca que identifique o estado Delimitar culturalmente seus limites Consolidar uma imagem no imaginário coletivo que represente seu diferencial. Nãoutilizarjargões puramente publicitários sem poder de atração.

  25. O ÓBVIO • Entende-se que o planejamento estratégico publicitário é um processo dinâmico e constante, que a todo tempo necessita de revisão onde são estabelecidos objetivos e metas a serem alcançadas. No segmento turístico não é diferente. Necessita de constantes dinâmicas que o façam acompanhar as mudanças do cenário, e o olhar sobre o consumidor dos produtos turísticos. Paradigmas precisam ser considerados, revistos e mudados.

  26. O ÓBVIO • É um importante instrumento que facilita as decisões no futuro de qualquer empreendimento. O planejamento da atividade se faz necessário tanto para acelerar e maximizar os efeitos positivos da atividade quanto e, principalmente, para que os efeitos negativos sejam minimizados, objetivando ordenar as ações do homem sobre o território.

  27. Reflexão para planejamentoEstratégico de Comunicação Segundo Barquero, deve-se ter hardware (infra-estrutura), software (estratégia, planejamento) e orgware(sinergia de ações, liderança no processo, visão coletiva...)

  28. Lembre-se: o Turismo funciona como um sistema! E a alma do sistema é a COMUNICAÇÃO

  29. Lembrem-se ... • Tenho meu ambiente de atuação • Mas tenho que sdempre pensar no contexto do turismo mundial, nacional, estadual e regional...

  30. Fatores que deverão ser levados em consideração • Comparação da Balança Comercial da América do Sul • Cruzamento de Informações com o PIB Mundial • Ensaio da Metodologia das Contas Satélites no Brasil – específico para SC • Relação emprego / renda / PIB

  31. Círculo da Inovação PRODUTOS E SERVIÇOS MERCADO IDENTIFICAR DEMANDA COMERCIALIZAR IDENTIFICAR OFERTA PROMOVER E DIFUNDIR MELHORARPRODUTOS AGREGAR VALOR MELHORAR PROCESSOS CAPACITAR FORNECEDORES

  32. As referências a observar • Todas as referências correlatas e pertinentes a estes contextos deverão sempre fornecer embasamentos para quaisquer ações de Comunicação. E devem ser analisadas no Planejamento de Comunicação. Sempre!

  33. O que levar em consideração No Mundo: Crises Econômicas: EUA / Japão / Europa Diminuição dos Fluxos Turísticos Internacionais Conflitos Internacionais Diminuição do PIB Global No Brasil: Dificuldades na estabilidade do câmbio Diminuição da renda per capta Instabilidade dos empregos Mudanças políticas /econômicas Na América Latina: Crises Política e Econômica na Argentina, Chile Venezuela Problemas de consolidação do Mercosul Diferenças Econômicas entre os países do Bloco

  34. Adequação dos princípios à época em que se vive

  35. Matriz de Oportunidades SetorTurismo Pontos Fortes Sit. Favoráveis

  36. Matriz de Ameaças SetorTurismo Pontos Fracos Sit. Desfavoráveis

  37. Plano de Nacional de Turismo Brasileiro

  38. Marketing Turístico Internacional do Brasil • PLANO AQUARELA 2010- 2020 • Ministério do Turismo

  39. PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DE TURISMO -2010/2020 • Vale Europeu • Encantos do Sul • Grande Florianópolis • Vale dos Contestado • Caminhos da Fronteira • Caminho dos Príncipes • Serra Catarinense

  40. PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DE TURISMO -2010/2020 • Grande Oeste • Caminho dos Cânions • Costa Verde e Mar

  41. INSTITUCIONALIDADE DO TURISMO • GOVERNO FEDERAL • Ministério do Turismo • Plano Nacional de Turismo • GOVERNO ESTADUAL • Secretarias Estaduais de Turismo • GOVERNO MUNICIPAL • Secretarias Municipais de Turismo

  42. MAPA DA GESTÃO DESCENTRALIZADA

  43. Mapeamento das Instâncias de Gestão Macrorregionais MACRORREGIÃO NORTE FUNDAÇÃO CTI NORDESTE AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO DA MACRORREGIÃO CENTRO-OESTE AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO DA MACRORREGIÃO SUDESTE AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO DA MACRORREGIÃO SUL

  44. ÓRGÃOS MUNICIPAIS DE TURISMO: • ESTRUTURA: • órgãos da administração direta: secretaria, diretoria, assessoria • órgão de economia mista: empresas, fundações • COMPETÊNCIAS e ATRIBUIÇÕES: • Banco de dados sobre a oferta turística • Pesquisas de Demanda • Centro de informações turísticas (físicos e virtuais) • Folhetaria • Divulgação em eventos • Fomento e captação de investimentos/investidores • ARTICULAÇÕES: • Plano diretor de turismo • Conselho Municipal de Turismo • Conselhos e/ou consórcios regionais • Fórum estadual de secretários municipais de turismo

  45. DEPOIS DO PLANEJAMENTO ANTES DO PLANEJAMENTO Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci

  46. PLANEJAMENTO • O planejamento publicitário turístico: • Dá o rumo para o destino. • Orienta as ações em Marketinge Publicidade • Possibilita convergência de esforços entre todos os empreendimentos e instituições que integram o destino de turismo = sinergia