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CHEGADA E APRESENTAÇÃO DO CLIENTE

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CHEGADA E APRESENTAÇÃO DO CLIENTE

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  1. CHEGADA E APRESENTAÇÃO DO CLIENTE • O PONTO INICIAL DE UMA OBRA • - ENTREVISTA COM O CLIENTE • O QUE PRECISAMOS SABER É: • 1 – O QUE O CLIENTE QUER FAZER. • 2 – O QUE O CLIENTE PODE FAZER. • NA PRÁTICA O ITEM 1 É MUITO MAIOR QUE O 2. • O QUE O PROFISSIONAL PRECISA SABER É: • -LOCALIZAÇÃO, METRAGEM, RUA, Nº, BAIRRO, RUAS, DESCRIÇÃO DO PERFIL DO TERRENO. • -TIPO DE CONSTRUÇÃO: RESIDENCIAL, COMERCIAL, INDUSTRIAL, MISTA, Nº PAV. • -Nº CÔMODOS, Nº DORMITÓRIOS, SALAS, ETC. SEXO E IDADE DAS PESSOAS • -TIPO DE ACABAMENTO EM FUNÇÃO DA VERBA DISPONÍVEL. • -VERBA DISPONÍVEL APROXIMADA PARA A OBRA. (PARA EVITAR FEITURA DE PROJETOS SEM POSSIBILIDADE DE EXECUÇÃO) • OBS: É INDISPENSÁVEL À VISITA AO TERRENO ANTES DE QQUER ELABORAÇÃO DE PROJETOS.

  2. OBJETIVO DA VISITA AO TERRENO • 1 – CONFIRMAÇÃO DAS MEDIDAS PLANIMÉTRICAS DO TERRENO. • 2 - MEDIÇÃO ALTIMÉTRICA APROXIMADA. • 3 - ORIENTAÇÃO DO TERRENO COM RESPEITO À LINHA N-S MAGNÉTICA. • 4 – SITUAÇÃO DO LOTE EM RELAÇÃO À QUADRA EM QUE SE ENCONTRA. • - EXISTÊNCIA OU NÃO DE POSTEAMENTO PARA LUZ. • - EXISTÊNCIA OU NÃO DE REDE DE ÁGUA. • - EXISTÊNCIA OU NÃO DE REDE DE GÁS. • - EXISTÊNCIA OU NÃO DE CABOS TELEFÔNICOS. • -PROFUNDIDADES DE POÇOS VIZINHOS (CASO NÃO HAJA REDE DE ÁGUA). • NATUREZA DO LEITO CARROÇÁVEL (TERRA, ASFALTO, PARALELEPÍPEDOS ETC.)

  3. CONSULTA A SUBPREFEITURA LOCAL. • CABE A PREFEITURA IMPOR RESTRIÇÕES AO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO. • AS RESTRIÇÕES MAIS COMUNS SÃO: • A – ÁREA DO LOTE QUE PODE SER EDIFICADA. • B – RECUO MÍNIMO DE FRENTE. • C - RECUOS MÍNIMOS LATERAIS. • D - RECUO MÍNIMO DE FUNDO. • E – ALTURA MÁXIMA PARA O EDIFÍCIL. • AS LEIS MUNICIPAIS QUE CONTROLAM O USO DE LOTES URBANOS SÃO: • 1 – CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES (OBRAS) • 2 – LEI DE ZONEAMENTO • 1 – CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES. (OBRAS) • CONHECER AS NECESSIDADES DAS LIMITAÇÕES DO APROVEITAMENTO DOS LOTES. • 2 – LEI DE ZONEAMENTO. • NECESSIDADE DE SE REGULAMENTAR O TIPO DE USO A QUE SE DEVE DESTINAR CADA ZONA DE UMA REGIÃO URBANA.

  4. ELABORAÇÃO DOS ANTEPROJETOS • É UM ESTUDO FEITO ANTES DA ELABORAÇÃO DO PROJETO DEFINITIVO. • A – IDÉIAS E NECESSIDADES DO CLIENTE. • B – MEDIDADAS E CONDIÇÕES DOS LOTES. • C – RESTRIÇÕES DA PREFEITURA. • D – VERBA PREVISTA PARA OBRA. • COMO CONHECER O CUSTO DE UMA OBRA AINDA NÃO PROJETADA? • MULTIPLICA-SE O VALOR DO m² (LOCAL) PELA ÁREA TOTAL DA OBRA • OBS: OBTEM-SE APENAS UM VALOR APROXIMADO, MAS QUE EM PRIMEIRO MOMENTO SATISFAZ AS NECESSIDADES.

  5. EXISTEM REVISTAS ESPECIALIZADAS QUE PUBLICAM O CUSTO DO METRO QUADRADO VARIANDO COM O TIPO DE ACABAMENTO. • OS ANTEPROJETOS SÃO FEITOS NA MAIORIA DOS CASOS SEM COMPROMISSO. APENAS EM POUCAS HIPÓTESES SÃO COBRADOS. • NA PLANTA DEVERÃO CONSTAR AS PAREDES, AS PORTAS E JANELAS AINDA SEM DIMENSIONAMENTO EXATO.

  6. PROJETO DEFINITVO • APÓS O PROJ. DEFINITIVO DEVE-SE TOMAR AS PROVIDÊNCIAS IMEDIATAS PARA APROVAÇÃO JUNTO AOS ORGÃOS COMPETENTES PARA SUA EXECUÇÃO. ESSE ORGÃO É A PREFEITURA MUNICIPAL. • PARA OBTENÇÃO DO ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO DEVERÁ SER DADA A ENTRADA NA PREFEITURA LOCAL ONDE SERÁ CONSTRUÍDA A EDIFICAÇÃO. SENDO QUE OS SEGUINTES DOCUMENTOS SÃO EXIGIDOS. • A – REQUERIMENTO PADRÃO PARA ALVARÁ. • B – VIAS DAS PLANTAS QUE COMPÕEM O PROJETO COMPLETO. • C – VIAS DO LEVANTAMENTO PLANIMÉTRICOS (SE FOR O CASO) • D – CÓPIA DA ESCRITURA DEVIDAMENTE REGISTRADA. • E – CÓPIAS DO CARNÊ DO IPTU. • F – CÓPIA DA CARTEIRA DO CREA DOS PROFISSIONAIS RESPONSÁVEIS PELO PROJETO. • G – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA – ART DOS PROFISSIONAIS RESPONSÁVEIS PELO PROJETO DEVIDAMENTE RECOLHIDA JUNTO AO CREA. • H – COMPROVANTE DE PAGAMENTO DAS TAXAS DEVIDOS À PREFEITURA.

  7. PLANTAS • AS DIFERENTES PARTES QUE COMPÕEM A PLANTA SÃO: • 1 – PLANTA BAIXA. (DE TODOS OS PAVIMENTOS) • 2 – CORTES. ( NO MÍNIMO DOIS) • 3 – FACHADAS. (SE LOTE DE ESQUINA SERÃO DUAS) • 4 – GRADIL DE FRENTE (DESENHA-SE SOMENTE UMA PARTE) • 5 – QUADRO DE INFORMAÇÕES (LEGENDA) DEVERÁ CONTER TODAS AS INFORMAÇÕES DO PROJETO.

  8. PLANTA CONSTRUTIVA DA OBRA • NA EXECUÇÃO DA OBRA EXIGEM-SE PLANTAS MAIS DETALHADAS. DAÍ A NECESSIDADE DA FEITURA DE UMA NOVA PLANTA, CONHECUIDA COMO “CONSTRUTIVA” OU “DE OBRA”, A ESCALA MAIS INDICADA É A DE 1:50, PARA COM ESTA AMPLIAÇÃO TER-SE MAIS DETALHES E TORNA-LA COMPREENSÍVEL. • DETALHAMENTO À PARTE: • 1 – MADEIRAMENTO DO TELHADO. • 2 – AS ESQUADRIAS EM GERAL. • 3 – OS SANITÁRIOS. • 4 – A COZINHA.

  9. HABITE – SE • O HABITE-SE É A VERIFICAÇÃO POR PARTE DA FISCALIZAÇÃO DA PREFEITURA, DE QUE O PROJETO POR ELA APROVADO, ANTES DOS SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO, FOI EXECULTADO CONFORME O CONSTANTE NO PROCESSO DE APROVAÇÃO. • DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA OBTENÇÃO DO HABITE-SE. • 1 – REQUERIMENTO PADRONIZADO. • 2 – ORIGINAL DA GUIA DE QUITAÇÃO DO ISS. • 3 – CÓPIA AUTENTICADA DO ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO. • 4 – CÓPIA AUTENTICADA DO CARNÊ DE IPTU. • 5 – DOIS JOGOS COMPLETOS DE PLANTAS DO PROJETO APROVADAS, OU UM JOGO DE PLANTA APROVADA E TRES JOGOS DE PLANTAS ALTERADAS. • 6 – CÓPIA AUTENTICADA DO CERTIFICADO DE VISTORIA DO CORPO DE BOMBEIROS, QUANDO EXIGIVEL. • 7 – TERMO DE RESPONSABILIDADE RELATIVO ÀS INSTALAÇÕES DE GÁS. • 8 – CÓPIAS DE CARTEIRAS DO CREA DO DIRIGENTE TÉCNICO DA OBRA.

  10. ISS – IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS. • IMPOSTO COBRADO SOBRE A PARCELA REFERENTE À MÃO-DE-OBRA DE UM SERVIÇO, É UM IMPOSTO MUNICIPAL, O VALOR DA ALÍQUOTA É DETERMINADO POR CADA PREFEITURA E NORMALMENTE VARIA DE 2 A 5%. • A COBRANÇA DOS SERVIÇOS EXECULTADO É FEITA POR MEIO DE NOTA FISCAL OU FATURA. • NO CORPO DA NOTA SÃO ESPECIFICADOS OS SERVIÇOS REALIZADOS E SEUS RESPECTIVOS VALORES. • O CÁLCULO RELATIVO À MÃO-DE-OBRA É FEITO DESCONTANDO-SE OS VALORES DOS MATERIAIS GASTOS.

  11. INÍCIO DA OBRA • AS PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS A SEREM TOMADAS PARA O INÍCIO DA OBRA. • 1 – ÁGUA PARA CONSUMO. • É A PRIMEIRA PROVIDÊNCIA A SER TOMADA PARA O INÍCIO DA OBRA. • 2 – BARRACÃO DE GUARDA (DA OBRA). • BARRACÃO PARA GUARDA DE MATERIAIS E ABRIGO DOS OPERÁRIOS, O QUE EVITARÁ ROUBO DE MATERIAL E TRARÁ SEGURANÇA P/ A OBRA. • 3 – FECHAMENTO DA OBRA. • OUTRA PROVIDÊNCIA A SER TOMADA ANTES DO INÍCIO DA OBRA, É O FECHAMENTO DE TODO O PERÍMETRO DO TERRENO E SERVE PARA AUMENTAR A SEGURANÇA DA OBRA, O PORTÃO DE ENTRADA DEVERÁ TER PELO MENOS 3m DE LARGURA PARA FACILITAR A ENTRADA DE MATERIAL.

  12. 4 – SEGURANÇA. • A SEGURANÇA É ITEM FUNDAMENTAL E DEVERÁ SER DE 24h POR DIA POR MEIO DE UM VIGIA CONTRADO PELA PRÓPRIA OBRA, EM ALGUNS CASOS OPTA-SE POR UM OPERÁRIO DA OBRA. • 5 – CANTEIRO DE SERVIÇO. • O LOCAL DEVERÁ SER ESCOLHIDO ATENDENDO AS SEGUINTES CONDIÇÕES. • LOCAL ONDE POSSA PERMANECER ATÉ O FINAL DA OBRA. • PROXIMIDADE DO PONTO DE ÁGUA. • 6 – TERRENO PARA PREPARO DE ARGAMASSA • DEVEMOS LIMPAR E REGULARIZAR O TERRENO EM UMA ÁREA DE CERCA DE 6 m², COM TÁBUAS OU TIJOLOS EM FORMA DE PISO, PARA EVITAR QUE A ARGAMASSA SE MISTURE COM TERRA. • OBS: PARA OBRAS DE PEQUENO PORTE QUE SE USARÁ MISTURA MECÂNICA É SUFICIENTE UMA BETONEIRA DE 320 Lts. • ATUALMENTE NÃO É ACONSELHAVEL O PREPARO DE ARGAMASSA NA OBRA. • 6 – PLACAS DA OBRA. (50X50 mínimo) • PLACA COM O NOME DO ENGENHEIRO RESPONSÁVEL, Nº DA CARTEIRA DO CREA, ENDEREÇO E TELEFONE, NÚMERO DE ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO. • OBS: A FALTA DA PLACA DA OBRA IMPLICARÁ EM MULTA TANTO DA PREFEITURA COMO DO CREA.

  13. LOCAÇÃO DA OBRA: • LOCAÇÃO DAS ESTACAS. DESDE QUE HAJA NECESSIDADE DE ESTAQUEAMENTO, A POSIÇÃO DAS ESTACAS DEVE SER FIXADA INICIALMENTE. DEVERÁ SER PREPARADA UMA PLANTA DETALHADA DESSA LOCAÇÃO. DEVERÁ SER PROVIDENCIADO A COLOCAÇÃO DE TÁBUAS OU SARRAFOS (PERFEITAMENTE NIVELADOS) EM VOLTA DE TODA ÁREA DA OBRA FORMANDO UM RETÂNGULO, ONDE SERÃO MEDIDAS AS DIVERSAS DISTÂNCIAS MARCADAS EM PLANTAS, FIXANDO POR INTERMÉDIO DE CRAVAÇÃO DE PREGOS. • LOCAÇÃO DE PAREDES. TANTO A LOCAÇÃO DAS PAREDES COMO DAS ESTACAS, DEVE PREFERENCIALMENTE, SER EXECULTADA PELO PRÓPRIO ENGENHEIRO (RESPONSÁVEL TÉCNICO DA OBRA). CASO EXISTA UM MESTRE DE OBRAS EXPERIENTE NA OBRA, ESTE PODERÁ FAZE-LO. DEVEMOS MARCAR A POSIÇÃO DAS PAREDES PELO EIXO E NÃO PELA FACE, PARA QUE HAJA A DISTRIBUIÇÃO RACIONAL DAS DIFERNÇAS DE ESPESSURA DAS PAREDES.

  14. PROCESSOS DE FIXAÇÃO DOS ALINHAMENTOS NO TERRENO • 1 – PROCESSO DOS CAVALETES. OS ALINHAMENTOS SÃO FIXADOS POR PREGOS CRAVADOS EM CAVALETES. ESTES SÃO CONSTITUIDOS DE DUAS ESTACAS CRAVADAS NO SOLO E UMA TRAVESSA PREGADA SOBRE ELAS OBS: DEVERÁ SEMPRE QUE POSSÍVEL EVITAR ESSE PROCESSO, VISTO QUE OS CAVALETES SEMPRE SAEM DA POSIÇÃO, MUITA DAS VEZES POR BATIDAS DE CARRINHO. • 2 – PROCESSO DE TÁBUA CORRIDA. CONSISTE NA CRAVAÇÃO DE PONTALETES DISTANCIADOS ENTRE SÍ DE APROXIMADAMENTE 1,50m E AFASTADOS DAS FUTURAS PAREDES CERCA DE 1,20m. NOS PONTALETES SERÃO PREGADAS TÁBUAS CONTÍNUAS FORMANDO UMA CINTA EM VOLTA DA ÁREA A SER CONSTRUÍDA. PREGOS FIXADOS NAS TÁBUAS DETERMINAM OS ALINHAMENTOS. PARA PERFEITO ESQUADRO DEVERÁ SER USADO TEODOLITO. OBS: ESSE MODELO DE PROCESSO É CONSIDERADO IDEAL.

  15. ALICERCES • TODO PESO DE UMA OBRA É TRANSFERIDO PARA O TERRENO, A PARTE DA CONSTRUÇÃO QUE RECEBE O SEU PESO E O TRANSFERE PARA O SOLO CHAMA-SE FUNDAÇÃO (ALICERCES). • É A PRIMEIRA ETAPA DA CONSTRUÇÃO A SER EXECUTADA. • O TIPO, FORMAS E DIMENSÕES DEPENDEM DAS CARGAS A SEREM TRANSFERIDAS E DO TERRENO ONDE ELA SE APOIARÁ (RESISTÊNCIA). • TIPOS DE FUNDAÇÕES:

  16. AFIRMAMOS QUE A TENSÃO TRANSMITIDA AO SOLO PELAS FUNDAÇÕES SEJAM MENORES DAS QUE ELE CONSEGUE SUPORTAR. • TAXAS DE TENSÕES DE COMPRESSÕES ADMISSIVEIS PARA CADA SOLO • DETERMIDADOS TIPOS DE SOLOS.

  17. PODEMOS DIZER QUE QUANDO UM TERRENO FOR FIRME NA SUPERFÍCIE OU À PEQUENA PROFUNDIDADE, EMPREGAMOS FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS, E QUANDO O TERRENO FOR FIRME EM CAMADAS DE MAIOR PROFUNDIDADE, EMPREGAMOS FUNDAÇÕES PROFUNDAS. • TENSÃO=FORÇA/ÁREA • FUNDAÇÃO SUPERFICIAL DIRETA USA-SE QUANDO O TERRENO APRESENTA RESISTÊNCIA ADEQUADA EM SUA SUPERFÍCIE. EX: ALICERCE EM ALVENARIA, VIGAS BALDRAME EM CONCRETO, SAPATAS ISOLADAS. ALIERCERCES EM ALVENARIA: SÃO MACIÇOS DE ALVENARIA SOB AS PAREDES E EM NÍVEL INFERIOR AO DO PISO DO ANDAR TÉRREO. FICAM SEMI EMBUTIDOS NOS TERRENOS EM GERAL POSSUEM LARGURA MAIOR QUE A DAS PAREDES AS QUAIS SERVEM DE BASE. TERÃO UMA PARTE EMBUTIDA NO SOLO, JUSTIFICANDO A ABERTURA DAS VALAS. A PARTE EMBUTIDA NÃO DEVE SER INFERIOR A 30 OU 40cm. É SEMPRE ACONSELHÁVEL A COLOCAÇÃO DE UMA CINTA DE AMARRAÇÃO NO RESPALDO DOS ALICERCES.

  18. IMPERMEABILIZAÇÃO DOS ALICERCES: • O SOLO SE CONSERVA PERMANENTEMENTE UMIDO E O ALICERCE, EM CONTATO COM ELE, ABSORVE ESSA UMIDADE E ASSIM PENETRA NA ALVENARIA. A ÁGUA TENDE A SUBIR POR CAPILARIDADE PENETRANDO NAS PAREDES SUPERIORES, PORTANTO É INDISPENSÁVEL UMA BOA IMPERMEABILIZAÇÃO NO RESPALDO DOS ALICERCES, VISTO QUE É O PONTO DE LIGAÇÃO ENTRE O ALICERCE E A PAREDE. • AS DUAS PRIMEIRAS FIADAS DE TIJOLOS DAS PAREDES SOBRE OS ALICERCES DEVEM TAMBÉM ESTAR ASSENTADAS COM IMPERMEÁVEL. • OS IMPERMEÁVEIS LÍQUIDOS MAIS UTILIZADOS SÃO: • - VEDACIT, SIKA ou SIMILAR • DOSAGEM EM ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA NO TRAÇO 1:3 • 1 LATA DE CIMENTO (18 Lts) • 3 LATAS DE AREIA • 1,5 Kg DE IMPERMEÁVEL • OBS: A MESMA DOSAGEM É UTILIZADA PARA O ASSENTAMENTO DAS DUAS PRIMEIRAAS FIADAS DAS PAREDE. • NÃO PINTE A SUPERFÍCIE IMPERMEABILIZADA COM PIXE LIQUIDO (NEUTROL OU SIMILAR). O PIXE COM O PASSAR DOS ANOS DESAGREGA A ARGAMASSA IMPERMEABILIZADA.

  19. FUNDAÇÕES PROFUNDAS • PARA E A ESCOLHA DO TIPO DE FUNDAÇÃO PROFUNDA MAIS DEQUADA • É NECESSÁRIO QUE SE CONHEÇA A PROFUNDIDADE EM QUE SE ENCONTRAM AS CAMADAS DO SUBSOLO COM A RESISTÊNCIA NECESSÁRIA PARA SUPORTAR AS CARGAS. • ESSE CONHECIMENTO SÓ ACONTECE COM UMA SONDAGEM DO SUBSOLO. • UM TERRENO COM BAIXA RESITÊNCIA, GERALMENTE SE OBSERVA NA PRÓPRIA SUPERFÍCIE. (ALAGADO, COM TERRA PRETA ETC). • ISTO É INDICATIVO PARA SE FAZER A PERFURAÇÃO COM UMA BROCA MANUAL PARA EXAME DO SUBSOLO. • A BROCA É CAPAZ DE FAZER PERFURAÇÃO BASTANTE PROFUNDA DE + ou – 8 m. E O SEU DIÂMETRO PODE VARIAR DE 10 A 30cm, O MAIS USADO É O DE 20cm. • DURANTE A PERFURAÇÃO PODEMOS CONHECER O SUBSOLO POR DOIS INDÍCIOS: • 1 – PELA QUALIDADE DA TERRA QUE É RETIRADA. • 2 – PELA RESISTÊNCIA OFERECIDA PELO TERRENO AO TRABALHO DA BROCA.

  20. OBS: QUANDO ENCONTRAMOS CAMADAS RESISTENTES, O TRABALHO DA BROCA É QUASE IMPOSSÍVEL E SEM RENDIMENTO. • SE ESSA CAMADA FOR ENCONTRADA ATÉ 5 ou 6 m,OS BURACOS SÃO PREENCHIDOS COM CONCRETO ARMADO ATÉ QUASE A SUPERFÍCIE DO SOLO, SOBRE AS ESTACAS CORRERÁ UMA VIGA BALDRAME E SOBRE ELAS SERÃO LEVANTADAS AS PAREDES. • A RESISTÊNCIA DE COMPRESSÃO DE CADA BROCA VARIA COM O SEU DIÂMETRO. • BROCAS COM 20 cm DE DIÂMETRO PODERÁ SUPORTAR SOBRECARGA DE 4 a 5 ton. QUANDO NÂO ARMADAS COM ARMADURA PODERÁ CHEGAR DE 6 a 7 ton. • BROCAS COM 25cm DE DIÂMETRO PODERÁ SUPORTA R SOBRECARGA DE 7 a 8 ton. QUANDO NÂO ARMADA . • GERALMENTE A ARMADURA É COMPOSTA DE 4 FERROS VERTICAIS DE • (10 mm OU 12,5 mm) COM ESTRIBOS DE (5 mm OU 4,2 mm). • BROCA TIPO STRAUSS CONSISTE NA CRAVAÇÃO DE TUBOS COM DIÂMETRO VARIANDO EM TORNO DE 20 cm ATÉ A PROFUNDIDADE DESEJADA, EM SEGUIDA É COLOCADA A ARMADURA OU NÃO, A MEDIDA QUE VAI SE LANÇANDO O CONCRETO O TUBO É RETIRADO. ESSE SISTEMA É RÁPIDO E ECONÕMICO.

  21. OBS: QUANDO AS CAMADAS DE BOA ADERÊNCIA SE ENCONTRAM A PROFUNDIDADES SUPERIORES A 6 m NÃO DEVEREMOS USAR AS BROCAS E NESSES CASOS RECOREREMOS ÀS ESTACAS. • AS ESTACAS PODERÃO SER DE : • CONCRETO ARMADO. • MADEIRA. • APESAR DE BEM MAIS BARATAS AS ESTACAS DE MADEIRAS DEVERÃO SER EVITADAS, POIS OFERECEM PERIGO DE APODRECIMENTO. DEVERÃO SER USADAS APENAS PARA OBRAS PROVISÓRIAS. • AS ESTACAS DE CONCRETO SÃO PRÉ MOLDADAS E CRAVADAS POR EMPRESAS ESPECIALIZADAS ATRAVÉS DO USO DE BATE-ESTACAS. • O BATE-ESTACAS É ACIONADO POR MOTORES A GASOLINA • AS ESTACAS SÃO ENCONTRADAS COM COMPRIMENTOS DE ATÉ 12 m. • RESUMO: • 1- TERRENOS FIRMES ATÉ 1,2 – 1.5 m – FUNDAÇÃO DIRETA. • 2- TERRENOS FIRMES ATÉ 6 m - BROCAS • 3- TERRENOS FIRMES A MAIS DE 6 m – ESTACAS DE CONCRETO. • OBS: DEVEMOS SEMPRE RECORRER A TÉCNICOS ESPECIALIZADOS NO ASSUNTO.