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  1. MODERNISMO NO BRASIL

  2. ANTECEDENTES DA SEMANA DE ARTE MODERNA 1912 – chegada de OSWALD DE ANDRADE da europatrazendo consigo as idéias Cubistas e Futuristas - escreve, em versos livres, o poema "Passeio de Um Tuberculoso, pela Cidade, de Bonde". A obra foi tão mal recebida pelo público que o autor a jogou fora "Estamos atrasados cinquenta anos em cultura, chafurdados ainda em pleno Parnasianismo."

  3. 1913 – Exposição de obras de LASAR SEGALL LASAR SEGALL - pintor russo que fixou-se no Brasil, fez uma ex- posição de pintura Expressionista. Teve pouca repercussão nos meios artísticos. Algum tempo depois, Mário de Andrade disse o seguinte sobre essa exposição: “éa primeira exposição de pintura não acadêmica em nosso país”.

  4. Duas amigas Perfil de Zulmira

  5. (1915)publicação da REVISTA ORPHEU, que marca o início do modernismo em portugal.

  6. 1917 - exposição de ANITA MALFATTI, primeiro confronto aberto entre o velho -Monteiro Lobato (Paranóia ou Mistificação?) e o novo - jovens artistas de são paulo. A estudante Nu cubista

  7. SEMANA DE ARTE MODERNA TEATRO MUNICIPAL – SÃO PAULO DIAS 11 a 18 DE FEVEREIRO DE 1922 CONFERÊNCIAS: 13,15 e 17 Durante os sete dias de exposição, foram expostos quadros e apresentadas poesias, músicas e palestras sobre a modernidade,o que deixou indignados alguns escritores e artistas de renome. Tinha a intenção de colocar a cultura brasileira a par das correntes de vanguarda do pensamento europeu e pregar a tomada de consciência da realidade brasileira.

  8. 1ª. Noite • Abertura – Graça Aranha • Ernani Braga – paródia de Chopin • 2ª. Noite • Conferência de Menotti Del Picchia- Leitura do poema Os Sapos – Manuel Bandeira • Guiomar Novaes • 3ª. Noite • Musical - Villa Lobos

  9. “Nós não sabíamos o que queríamos, mas sabíamos o que não queríamos”. (Mário de Andrade)

  10. Os objetivos e preceitos da Semana de Arte Moderna não foram compreendidos pela elite paulista, que era influenciada pelas formas estéticas europeias mais conservadoras.

  11. Representavam a pintura: Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Vicente do Rego Montero, Osvaldo Goeldi, John Graz, ZinaAita, Inácio da Costa Ferreira, João Fernando de Almeida Prado, Antonio Paim Vieira e Alberto Martins Ribeiro; A escultura: Vítor Brecheret, Wilhelm Haerberg e Hildegardo Leão Veloso; A arquitetura: Antoni Garcia, Moya e Georg Przyrembel; A música: Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernani Braga, Frutuoso Viana, Paulina d’Ambrosio, Lucília Villa-Lobos, Alfredo Corazza, Pedro Vieira, Antão Soares, Orlando Frederico, além de outros coadjuvantes; E a dança: Yvonne Daumerie.

  12. REVISTAS: • KLAXON ( SÃO PAULO) • ESTÉTICA (RIO DE JANEIRO) • FESTA ( RIO DE JANEIRO) • TERRA ROXA E OUTRAS TERRAS ( SÃO PAULO) • VERDE ( CATAGUAZES, MINAS GERAIS) • REVISTA DE ANTROPOFAGIA ( SÃO PAULO) • A REVISTA (BELO HORIZONTE)

  13. GRUPOS: • PAU-BRASIL ( SÃO PAULO) • ANTROPÓFAGO (SÃO PAULO) • VERDE-AMARELO ( SÃO PAULO) • GRUPOS DE PORTO ALEGRE( RIO GRANDE DO SUL) • GRUPO MODERNISTA-REGIONALISTA DE RECIFE (PERNAMBUCO)

  14. MANIFESTOS: • MANIFESTO DA POESIA PAU-BRASIL • Publicado no Correio da Manhã em 18 de março de 1924, foi escrito por Oswald de Andrade em Paris. O título do manifesto prende-se à idéia de que o pau-brasil tinha sido o primeiro produto genuinamente brasileiro “de exportação”. O que Oswald pretendia era uma poesia autenticamente brasileira, e de exportação. O manifesto propunha a valorização dos estados primitivos da cultura brasileira. • MANIFESTO ANTROPÓFAGO • Foi o manifesto mais radical de todos os manifestos da primeira fase modernista. Propunha a devoração da cultura e das técnicas importadas, transformando o produto importado em exportável. • O nome do manifesto recuperava uma crença indígena:os índios antropófagos comiam o inimigo, supondo que assim estavam assimilando suas qualidades.

  15. MANIFESTO NHENGUAÇU VERDE AMARELO. • Tecia severas críticas ao que considerava o “nacionalismo importado” de Oswald de Andrade.Contrapunha a ele um nacionalismo. O grupo elegeu a anta como símbolo nacional e mais tarde autodenominou-se Escola da Anta. • MANIFESTO REGIONALISTA DE 1926 • Foram pronunciamentos feitos em 1926, quando se realizou o 1º Congresso Regionalista do Nordeste. O grupo de Recife, pregava a reabilitação da cultura regional nordestina e seu aproveitamento como motivo artístico.

  16. AS PROPOSTAS MODERNISTAS • Adaptar a arte nacional ao momento futurista e tecnológico: “Queremos luz, ar, ventiladores, aeroplanos, motores, chaminés de fabrica, velocidade... E que o rufo do automóvel, nos trilhos de dois versos, espante da poesia o último deus homérico...”. “Aqui de cima destes edifícios, nós olhamos para o passado e contemplamos sua nulidade.”

  17. 2. Combater a cultura formal, gabinetista, acadêmica, livresca Ó poetas de gabinete. Que da vida sabeis apenas a lição dos livros, Vossa poesia é um jogo de palavras. Vossa poesia é toda feita de habilidades de estilo, Sem a marca um pouco suja de experiências vividas. Não sabeis de nenhuma espécie de sofrimento, De nenhum dos aspectos sedutores do mal, Não sabeis de nada que está realmente na vida. Não vos inquieta o desejo de quebrar a monotonia, A exasperada fadiga das coisas iguais, A saborosa audácia do mau gosto. Tudo em vós é correto, frio, sem surpresas. Ah, tudo que sabeis é através dos livros Não sofreis a curiosidade viciosa das aventuras, Nem a mágoa dos meses vividos à toa. (Ribeiro Couto)

  18. 3. Destruir os modelos artísticos do Parnasianismo Estou farto do lirismo comedido. Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livros de ponto expediente protocolo [e manifestações de apreço ao sr.diretor. Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho [vernáculo de um vocábulo Abaixo os puristas Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis (. . .) Quero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bêbados O lirismo difícil e pungente dos bêbados O lirismo dos clowns de Shakespeare - Não quero mais saber do lirismo que não é libertação (M. Bandeira)

  19. 4. Linguagem espontânea, coloquial: “Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor Imagino Irene entrando no céu: -Licença , meu branco! E São Pedro bonachão: -Entra, Irene, você não precisa pedir licença.”

  20. 5. Desprezo pelas normas gramaticais: “Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da nação brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro”

  21. 6. Uso da paródia como elemento desmitificador: Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá. Minha terra tem mais rosas E quase que mais amores Minha terra tem mais ouro Minha terra tem mais terra. Ouro terra amor e rosas Eu quero tudo de lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte para lá. Não permita Deus que eu morra Sem que volte pra São Paulo Sem que veja a rua 15 E o progresso de São Paulo.

  22. 7. Emprego da ironia e do poema–piada: Plutocrata sem consciência, Nada porta, terremoto Que a porta do pobre arromba: Uma bomba. (Mário de Andrade) Moça linda bem tratada, Três séculos de família, Burra como uma porta: Um amor. Grã-fino do despudor, Esporte, ignorância e sexo Burro como porta: Um coió. Mulher gordaça, filó De ouro por todos os poros Burra como uma porta: Paciência...

  23. DESDOBRAMENTO EUROPEIZAÇÃO NACIONALIZAÇÃO 1924 UM OLHAR PARA O BRASIL VANGUARDAS EUROPÉIAS GRUPOS CUBISMO FUTURISMO PAU-BRASIL DADAÍSMO VERDE-AMARELO EXPRESSIONISMO ANTROPOFÁGICO SURREALISMO REGIONALISTA

  24. Fases do modernismo • Primeira fase - fase heróica- de 1922 a 1930 • Segunda fase – Regionalismo - de 1930 até 1945 • Terceira fase- Pós-Modernismo - de 1945 até a • atualidade.

  25. PRIMEIRA FASE - HERÓICA • liberdade formal, • utilização do verso livre, • quase abandono das formas fixas, como o soneto, • incorporação da fala coloquial e até de manifestações linguísticas consideradas incultas, • ausência de pontuação, infringindo a gramática normativa, • simultaneidade de cenas, num procedimento semelhante ao da pintura cubista • enumeração caótica de idéias, formando verdadeiras colagens • emprego de imagens resultantes da livre associação de idéias, gerando uma aparente falta de lógica no texto.

  26. Primeira geração modernista 1922/1930 • A geração de 22, chamada de heróica teve como objetivo a destruição de todo o academicismo importado da Europa. • Principais autores: • Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira e Antônio de Alcântara Machado.

  27. Mário de Andrade

  28. MÁRIO DE ANDRADE (1893 / 1945) • folclorista, músico, crítico, ensaísta, poeta, contista, romancista • Lutou por uma língua brasileira, próxima do povo (oralizada). • Desenvolveu dois temas básicos: A cidade de São Paulo • O folclore nacional • Sua poesia manifesta-se modernista a partir do livro Paulicéia Desvairada(1922), análise e constatação da cidade de São Paulo (cidade multifacetada). Em seu Prefácio Interessantíssimo cria o manifesto do modernismo, com forte influência das vanguardas. • Obras:Há uma gota de sangue em cada poema(1917) => obra de estréia, influências de escolas anteriores (rigor métrico, rima, vocabulário...) • Clã do Jabuti(1927) => folclore e lendas regionais • Amar, Verbo Intransitivo(1927) => crítica à burguesia paulista e visão freudiana • Macunaíma(1928) => o herói sem nenhum caráter. Rapsódia, une o folclore e a cidade de São Paulo.

  29. Ficção - Os contos de Belazarte(1934) - Contos novos (1946) Ensaios: - A escrava que não é Isaura (1925) - Aspectos da Literatura brasileira (1943) - O empalhador de passarinho (1944) Poesia: - Losango cáqui (1926) - Remate dos males (1930) - Lira paulistana (1946)

  30. Oswald de Andrade Tarsila do Amaral

  31. OSWALD DE ANDRADE (1890-1954) • Vanguardista e experimentalista • Idealizador dos principais manifestos modernistas. • Foi militante político. Nacionalismo crítico • A paródia como uma forma de repensar a literatura. • Poema-piada, poema-pílula (poesia-minuto) • Valorização do falar cotidiano. • Análise crítica da sociedade burguesa capitalista. • Inovação da poesia no aspecto formal • Linguagem cinematográfica, fragmentária, sem conectivos • Rompeu com os limites prosa/poesia • Obras: • O Rei da Vela(1937) - Teatro • Serafim Ponte Grande(1933) (*) • Memórias sentimentais de João Miramar(1924) (*) • (*) Há quebra de estrutura dos romances tradicionais: capítulos curtíssimos e semi-independentes, num misto de prosa.

  32. As Meninas da GareEram três ou quatro moças bem moças e bem gentisCom cabelos mui pretos pelas espáduasE suas vergonhas tão altas e tão saradinhasQue de nós as muito bem olharmosNão tínhamos nenhuma vergonha. O Capoeira- Quéapanhásordado?- O quê?- Quéapanhá?Pernas e cabeça na calçada

  33. 60. NamorosVinham motivos como gafanhotos para eu e Célia [comermos amoras e moitas de bocas. Requeijões fartavam mesas de sequilhos. Destinos calmos como vacas quietavam nos campos de sol parado. [...] 61. Casa da Parrarroxa A noite O sapo o cachorro o galo e o grilo Triste tris-tris-tris-teUberaba aba-aba Ataque aos relógios taque-taque Saias gordas e cigarros

  34. Oswald de Andrade Erro de portuguêsQuando o português chegouDebaixo de uma bruta chuvaVestiu o índioQue pena! Fosse uma manhã de solO índio tinha despidoO português.

  35. Manuel Bandeira

  36. MANUEL BANDEIRA - 1886 / 1968 • Tuberculoso – tematiza a doença e as privações resultantes dela. As fatalidades da vida deixam em sua obra cicatrizes profundas morte do pai, da mãe e da irmã, convivência e sofrimento com sua própria doença. • Intimismo Universal - Buscou na própria vida inspiração para os seus grandes temas: de uma lado a família, a morte, a infância no Recife, o rio Capibaribe; de outro, a constante observação da rua por onde transitam os mendigos, as prostitutas, os meninos carvoeiros, os carregadores das feiras. • Início simbolista – musicalidade • Linguagem oralizada, cotidiano, temas prosaicos • Questionamento social • Obras: • A Cinza das Horas (0bra de estréia-influência parn./simb.) • Carnaval / O Ritmo Dissoluto (engajamento moderno) • Libertinagem (Modernismo)

  37. Manuel BandeiraRecife, 19/04/1886 – RJ, 13/10/1968 Eu faço versos como quem chora De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente... Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca, Assim dos lábios a vida corre, Deixando um acre sabor na boca. Eu faço versos como quem morre.

  38. CONSOADAQuando a Indesejada das gentes chegar(Não sei se dura ou caroável),Talvez eu tenha medo.Talvez sorria, ou diga:- Alô, iniludível!O meu dia foi bom, pode a noite descer.(A noite com seus sortilégios.)Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,A mesa posta,Com cada coisa em seu lugar. A ONDA A onda anda Aonde anda A onda? A onda ainda Ainda onda Ainda anda Aonde? Aonde? A onda a onda

  39. Porquinho-da-Índia Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-índia.Que dor de coração eu tinhaPorque o bichinho só queria estar debaixo do fogão! Levava ele pra salaPra os lugares mais bonitos, mais limpinhos,Ele não se importava:Queria era estar debaixo do fogão. Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas... - O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.

  40. TRAGÉDIA BRASILEIRAMisael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade, conheceu Maria Elvira na Lapa, - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos,uma aliança empenhada e o dentes em petição de miséria.Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa. Viveram três anos assim. Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos... Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.

  41. Vou-me Embora pra Pasárgada Vou-me embora pra PasárgadaLá sou amigo do reiLá tenho a mulher que eu queroNa cama que escolhereiVou-me embora pra PasárgadaVou-me embora pra PasárgadaAqui eu não sou felizLá a existência é uma aventuraDe tal modo inconseqüenteQue Joana a Louca de EspanhaRainha falsa e dementeVem a ser contraparenteDa nora que nunca tiveE como farei ginásticaAndarei de bicicletaMontarei em burro braboSubirei no pau-de-seboTomarei banhos de mar!E quando estiver cansadoDeito na beira do rioMando chamar a mãe-d'águaPra me contar as históriasQue no tempo de eu meninoRosa vinha me contarVou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudoÉ outra civilizaçãoTem um processo seguroDe impedir a concepçãoTem telefone automáticoTem alcalóide à vontadeTem prostitutas bonitasPara a gente namorarE quando eu estiver mais tristeMas triste de não ter jeitoQuando de noite me derVontade de me matar- Lá sou amigo do rei -Terei a mulher que eu queroNa cama que escolhereiVou-me embora pra Pasárgada

  42. SEGUNDO TEMPO MODERNISTA – PROSA1930-1945 • Questão da nacionalidade. • Crise cafeeira. • Revolução de 30. • Intentona Comunista. • Estado Novo (1937-45). • Ascenção do nazismo e fascismo. • 2ª Guerra Mundial.

  43. 2 – CARACTERÍSTICAS GERAIS Trilhou caminhos diferentes que ocasionou no Regionalismo, especialmente no nordeste, através de uma ficção regionalista nordestina. Buscava-se retratar as características sócio-culturais do nordeste brasileiro, em que cada escritor tentou representar sua realidade geográfica, social, cultural e econômica.  Temas principais:  Denúncia das agruras da seca e da migração; problemas dos trabalhadores rurais; miséria; ignorância.

  44. Regionalismo – O romance regionalista de 1930

  45. A Bagaceira, José Américo de Almeida Tema: Seca; miséria e migração – Região: Paraíba

  46. O Quinze,Rachel de QueirozTema: Seca; miséria; ignorância e migração – Região: CearáPeronagens: Vicente, Conceição, Chico Bento

  47. Vidas Secas, Graciliano RamosTema: Seca; miséria; migração e ignorância - Região : Alagoas Fusão do aprofundamento psicológico e da questão social

  48. SÃO BERNARDO Personagem: Paulo Honório e Madalena Foco Narrativo: 1ª. pessoa Ausência de sentimentos, brutalizado pelas dificuldades e ambição. Problemas de comunicação levam Madalena ao suicídio. ANGÚSTIA Personagens:Luis da Silva – traumas e delírios Marina (noiva), Julião Tavares(antagonista) Foco Narrativo: 1ª. pessoa

  49. Meninos de Engenho, José Lins do RegoTema: Decadência dos Engenhos de cana de açúcar; coronelismo; luta pela terra; cangaçoRegião: Paraíba

  50. FOGO MORTO três partes: 1ª. – Mestre José Amaro 2ª. – O engenho do Seu Lula 3ª. – Capitão Vitorino Tematiza a decadência dos engenhos, e a consequente decadência social do nordeste, representada pela importância profissional do seleiro José Amaro; pelo declínio econômico e de poder do Coronel Lula de Holanda; e pelo desejo de resolver todos os problemas do nordeste na visão quixotesca do Capitão Vitorino.