1 / 65

FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO

FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO. DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA. FUNFARME/FAMERP. TRABALHO DE PARTO CONCEITO AVALIAÇÃO ASSISTÊNCIA. A SSISTÊNCIA P ARTO N ORMAL: A. DIAGNÓSTICO DA APRESENTAÇÃO B. PERÍODOS CLÍNICOS E COMPLICAÇÕES

adamdaniel
Download Presentation

FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA FUNFARME/FAMERP

  2. TRABALHO DE PARTO CONCEITO AVALIAÇÃO ASSISTÊNCIA

  3. ASSISTÊNCIA PARTO NORMAL: A. DIAGNÓSTICO DA APRESENTAÇÃO B. PERÍODOS CLÍNICOS E COMPLICAÇÕES C. CONDUÇÃO

  4. Diagnóstico da Apresentação

  5. DIAGNÓSTICO DA APRESENTAÇÃO O TRAJETO OSSOS SUTURAS FONTANELAS ESTÁTICA FETAL

  6. TRABALHO DE PARTO O TRAJETO É o espaço percorrido pelo feto que vai doútero à fenda vulvar TRAJETO MOLE TRAJETO DURO (BACIA ÓSSEA)

  7. TRABALHO DE PARTO O TRAJETO TRAJETO MOLE M. BULBOCAVERNOSO M. ISQUIOCAVERNOSO M. OBTURADOR INTERNO M. TRANSVERSO PROFUNDO DO PERÍNEO M. PUBOCOCCÍGEO M. ISQUICOCCÍGEO M. ELEVADOR DO ÂNUS M. TRANSVERSO SUPERFICIAL DO PERÍNEO M. COCCÍGEO M. PIRIFORME NETTER NETTER DIAFRAGMA UROGENITAL DIAFRAGMA PÉLVICO

  8. TRABALHO DE PARTO O TRAJETO TRAJETO DURO  ESTREITO SUPERIOR  ESTREITO MÉDIO (ESPINHA CIÁTICA)  ESTREITO INFERIOR

  9. TRABALHO DE PARTO O TRAJETO TIPOS DE BACIA BACIA GINECÓIDE BACIA ANTROPÓIDE BACIA ANDRÓIDE BACIA PLATIPELÓIDE

  10. TRABALHO DE PARTO OSSOS Frontais (2) Parietais (2) Temporais (2) Occipital (1) Etmóide (2) Esfenóide (2) FRONTAL PARIETAL ESFENÓIDE ETMÓIDE TEMPORAL OCCIPITAL

  11. TRABALHO DE PARTO SUTURAS Sutura Sagital entre os parietais Sutura Metópica entre os frontais Sutura Coronária entre os frontais e os parietais Sutura Lambdóide entre os parietais e o occipital Sutura Temporal entre os parietais e os temporais FRONTAL PARIETAL SUTURA TEMPORAL PARIETAL TEMPORAL OCCIPITAL

  12. TRABALHO DE PARTO FONTANELAS Fontanela Bregmática (anterior ou grande fontanela):  Losangular, limitada pelos ossos  frontais e parietais Fontanela Lambdóide (posterior ou pequena fontanela):  Triangular, limitada pelos ossos  parietais e occipital Fontanela Ptéricas ou Ptérios (látero-anteriores):  São 2, limitada pelos ossos  temporal, frontal, parietal e esfenóide Fontanela Astérias ou Astérios (látero-posteriores):  São 2, limitada pelos ossos  occipital, temporal e parietal FRONTAL FRONTAL PARIETAL PARIETAL PTERIO ASTERIO

  13. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL ATITUDE MANOBRAS DE LEOPOLD ZWEIFEL SITUAÇÃO TOQUE APRESENTAÇÃO POSIÇÃO

  14. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL MANOBRAS DE LEOPOLD-ZWEIFEL (APRESENTAÇÃO/FOCO DE AUSCULTA) REZENDE, 1995 MANOBRAS LEOPOLD-ZWEIFEL SEP SDP SEA SDA ADA OEP ODP AEA OEA ODA BRIQUET, 1939 AUSCULTA OBSTÉTRICA MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

  15. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL TOQUE Dilatação/Apagamento/Apresentação/Altura da Apresentação/Variedade de Posição/Bolsa Amniótica/Características da Bacia/Progressão do feto no Canal de Parto/Bossa/Assinclitismo/etc

  16. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL ATITUDE É a relação das partes fetais com ele mesmo HIPEREXTENSÃO FLEXÃO EXTENSÃO

  17. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL SITUAÇÃO É a relação entre os eixos longitudinais fetal e uterino (> eixo fetal com o > eixo materno) LONGITUDINAL (eixos coincidentes-99,5%) OBLÍQUA (eixos cruzados) TRANSVERSA (eixos perpendiculares)

  18. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL APRESENTAÇÃO É a parte fetal que se loca na área do estreito superior da bacia APRESENTAÇÃO CEFÁLICA (LONGITUDINAL) APRESENTAÇÃO PÉLVICA (LONGITUDINAL) APRESENTAÇÃO CÓRMICA (TRANSVERSA)

  19. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL VARIEDADES DE APRESENTAÇÃO Cefálica: Fletida ou de Vértice Defletida  1o Grau ou Bregmática 2o Grau ou de Fronte 3o Grau ou de Face FLETIDA BREGMA FRONTE FACE

  20. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL VARIEDADES DE APRESENTAÇÃO Pélvica Completa ou pelvipodálica  coxas e pernas fletidas Incompleta  Nádega Pés Joelho PÉLVICA INCOMPLETA (Modo de Pés) PÉLVICA INCOMPLETA (Modo de Joelhos) PÉLVICA COMPLETA PÉLVICA INCOMPLETA (Modo de Nádegas)

  21. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL ALTURA DA APRESENTAÇÃO Alta ou Móvel apresentação não toma contato com o estreito superior da bacia Ajustada apresentação ocupa a área do estreito superior Fixa pelo toque, não consegue mobilizar a apresentação Insinuada ou Encaixada a maior circunferência da apresentação transpôs a área do estreito superior: Cefálicas  passagem do biparietal Pélvicas  passagem do bitrocanteriano

  22. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL ALTURA DA APRESENTAÇÃO Planos da bacia Planos de Hodge Planos de De Lee - 5 cm - 4 - 3 - 2 - 1 0 + 1 + 2 + 3 + 4 + 5 cm ESPINHA CIÁTICA PLANOS DE HODGE PLANOS DE De LEE

  23. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL POSIÇÃO É a relação do dorso fetal com o ladodireito ou esquerdomaterno Variedade de posição  relação do ponto de referência da apresentação com o lado direito, esquerdo, anterior ou posterior da bacia materna SACRO/POSTERIOR DIREITO ESQUERDO PUBE/ANTERIOR

  24. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL LINHA DE ORIENTAÇÃO Cefálicas Fletidas sutura sagital Cefálicas Defletidas1o Grau (bregma)  sutura sagitometópica Cefálicas Defletidas2o Grau (fronte) sutura metópica Cefálicas Defletidas3o Grau (face) linha facial Pélvicas sulco interglúteo Córmicas gradil costal PUBE PONTO DE REFERÊNCIA FETAL Cefálicas Fletidas lambda Cefálicas Defletidas1o Grau (bregma)  bregma Cefálicas Defletidas2o Grau (fronte) glabela ou nariz Cefálicas Defletidas3o Grau (face) mento Pélvicas crista sacrococcígea Córmicas gradil costal e acrômio SACRO

  25. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL SUTURA SAGITAL SUTURA SAGITOMETOPICA GLABELA SUTURA METOPICA LAMBDA BREGMA CEFÁLICA DEFLETIDA 2o GRAU CEFÁLICA DEFLETIDA 1o GRAU CEFÁLICA FLETIDA LINHA FACIAL CRISTA SACRICICCUGEA SULCO INTERGLÚTEO GRADIL COSTAL MENTO ACROMIO CEFÁLICA DEFLETIDA 3o GRAU PÉLVICA CÓRMICA PONTOS DE REFERÊNCIAS FETAIS E LINHAS DE ORIENTAÇÕES

  26. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL SITUAÇÃO APRESENTAÇÃO PONTO REFERÊNCIA LINHA ORIENTAÇÃO SÍMBOLO Cef. Fletida Lambda Sutura Sagital O (Vértice) Cef. Defletida Bregma Sutura B (Bregma) Sagito-Metópica Longitudinal Cef. Defletida Glabela Sutura Metópica N (Fronte) Cef. Defletida Mento Linha Facial M (Face) Pélvica/Pélvica Crista Sulco Interglúteo S Sacro-Coccígea Transversa Córmica Acrômio Gradil Costal A

  27. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL FREQÜÊNCIA Situação Longitudinal 99,5% Ap. Cefálica  96,5% Fletida  99,5% / Defletida  1,0% Situação Transversa 0,5% NOMENCLATURA OEA occipito esquerdo anterior OEP occipito esquerdo posterior ODT occipito direito transversa OS occipito sacro OP occipito-pubiana OET occipito esquerdo transversa ODP occipito direito posterior ODA occipito direito anterior

  28. TRABALHO DE PARTO ESTÁTICA FETAL SDP SITUAÇÃO: longitudinal APRESENTAÇÃO: pélvica PONTO DE REFERÊNCIA: crista sacrococcigea LINHA DE ORIENTAÇÃO: sulco interglúteo POSIÇÃO: dorso à D SÍMBOLO: S NDA SITUAÇÃO: longitudinal APRESENTAÇÃO: cefálica defletida (fronte) PONTO DE REFERÊNCIA: glabela LINHA DE ORIENTAÇÃO: sutura metópica POSIÇÃO: dorso à D OEA SITUAÇÃO: longitudinal APRESENTAÇÃO: cefálica fletida (vértice) PONTO DE REFERÊNCIA: lambda LINHA DE ORIENTAÇÃO: sutura sagital POSIÇÃO: dorso à E SÍMBOLO: O ODA ODP OEA NDA SDP SDP AEA AEA SIT.OBLÍQUA

  29. TRABALHO DE PARTO PeríodosClínicos Parto Normal

  30. TRABALHO DE PARTO PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO 1o PERÍODO DILATAÇÃO 2o PERÍODO EXPULSÃO 3o PERÍODO SECUNDAMENTO 4o PERÍODO PÓS-PARTO IMEDIATO

  31. TRABALHO DE PARTO PERÍODO PREMUNITÓRIO CARACTERÍSTICAS Duração  horas a dias Contrações dolorosas Aumento da produção de secreções endocervicais Expansão do segmento inferior Polo cefálico adapta-se ao estreito superior Encurtamento da porção vaginal do colo     Tampão mucoso   Dor lombar Descida do fundo uterino 

  32. TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO-DILATAÇÃO CARACTERÍSTICAS Duração  8 a 14 horas Contração uterina Primíparas Multíparas 3 fases PRIMÍPARAS: 8 a 12 HORAS MULTÍPARAS: 6 a 8 HORAS APAGAMENTO  DILATAÇÃO  APAGAMENTO - DILATAÇÃO  APAGAMENTO e DILATAÇÃO CONCOMITANTES PRIMÍPARA MULTÍPARA

  33. TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO-DILATAÇÃO FASES - 3 INICIAL ACELERAÇÃO ASCENÇÃO 4 a 8 horas 2 horas 4 horas DURAÇÃO 2 a 3 20mmHg 10 minutos 3 a 5 30-50mmHg 10 minutos INDEFINIDA CONTRAÇÃO DILATAÇÃO 0-2 cm 2-4 cm 5-10 cm

  34. TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO-DILATAÇÃO OCORRÊNCIAS Amniorrexe Perdas sangüíneas Síndrome dolorosa ROTURA UTERINA

  35. TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO-EXPULSÃO CARACTERÍSTICAS Progressão do feto pelo canal de parto Duração  até 30 minutos Síndrome dolorosa 6 fases REGIÃO VAGINO-PERINEAL PRENSA ABDOMINAL

  36. TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO-EXPULSÃO FASES - 6 1a FASE ..........ACOMODAÇÃO 2a FASE ..........INSINUAÇÃO 3a FASE ..........ROTAÇÃO INTERNA DO 1o SEGMENTO 4a FASE ..........DESPRENDIMENTO DO 1o SEGMENTO 5a FASE ..........ROTAÇÃO EXTERNA DO 1o SEGMENTO ROTAÇÃO INTERNA DO 2o SEGMENTO 6a FASE...........DESPRENDIMENTO DO 2o SEGMENTO

  37. TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO-EXPULSÃO FASES - 6

  38. TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO-EXPULSÃO OCORRÊNCIA Sangramento  Laceração do trajeto

  39. TRABALHO DE PARTO 3o PERÍODO-SECUNDAMENTO CARACTERÍSTICAS Duração  5 a 30 minutos Perda sangüínea  300 a 500 ml 3 fases

  40. TRABALHO DE PARTO 3o PERÍODO-SECUNDAMENTO 1a FASE ...............DESCOLAMENTO  Contração/Retração  Mecanismos - BAUDELOCQUE SCHULTZE (75%) - BAUDELOCQUE DUNCAN (25%) 2a FASE ...............DESCIDA  Contração/Força da gravidade  Segmento inferior  Vagina 3a FASE ...............EXPULSÃO  “Puxos vaginais” FASES - 3

  41. TRABALHO DE PARTO 3o PERÍODO-SECUNDAMENTO OCORRÊNCIAS Acretização placentária Retenção de fragmentos placentários Retenção placentária Inversão uterina aguda

  42. TRABALHO DE PARTO 4o PERÍODO-PÓS-PARTO IMEDIATO CARACTERÍSTICAS Duração  1 hora Fenômenos tocohemorrágicos 4 fases

  43. TRABALHO DE PARTO 4o PERÍODO-PÓS-PARTO IMEDIATO 1a FASE ...............MIOHEMOSTASIA  Ligaduras vivas de Pinard 2a FASE ...............TROMBOTAMPONAMENTO  Trombos no sítio placentário  Coágulos no interior da cavidade uterina 3a FASE ...............INDIFERENÇA MIOUTERINA  Contração/Relaxamento 4a FASE ...............TETANIA  Contrações uterinas fixas FASES - 4

  44. TRABALHO DE PARTO 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO OCORRÊNCIA Sangramento Atonia uterina

  45. TRABALHO DE PARTO Condução do Parto Normal

  46. TRABALHO DE PARTO CONDUÇÃO DO PARTO NORMAL: I. DIAGNÓSTICO DO TRABALHO DE PARTO II. ANAMNESE E EXAME OBSTÉTRICO III. PREPARO DA PARTURIENTE IV. ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO V. ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO VI. ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DEQUITAÇÃO VII. ASSISTÊNCIA AO PÓS-PARTO IMEDIATO

  47. TRABALHO DE PARTO Diagnóstico do Trabalho de Parto

  48. TRABALHO DE PARTO DIAGNÓSTICO-TRABALHO DE PARTO 1. CONTRAÇÕES UTERINAS 2 a 3 Contrações/10 minutos/40 a 60 mmHg A paciente refere dor na região lombar, com irradiação para a região anterior do abdome, com predominância no fundo uterino 2. DILATAÇÃO CERVICAL Primípara  qualquer dilatação Multípara  > 2 cm ELIMINAÇÃO DO TAMPÃO MUCOSO: Não é o sinal mais fidedígno, pode preceder o parto em horas ou dias

  49. TRABALHO DE PARTO Preparo daParturiente

  50. TRABALHO DE PARTO PREPARO DA PARTURIENTE 1. ASPECTOS PSICOLÓGICOS 2. FAMILIAR PRESENTE 3. HIGIENE CORPORAL 4. VESTUÁRIO APROPRIADO 5. TRICOTOMIA DA REGIÃO PUBIANA (?) 6. LAVAGEM INTESTINAL Até 4 cm de dilatação (liberação de prostaglandinas)

More Related