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DENGUE. V í rus do Dengue. É um arbovírus da família dos flavivírus Transmitido por mosquitos Composto de RNA de filamento único Possui 4 sorotipos (DEN-1, 2, 3, 4) Causa de todas as formas de dengue . Período . de incubação extrínseco . Doença.

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- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
v rus do dengue
Vírus do Dengue
  • É um arbovírus da família dos flavivírus
  • Transmitido por mosquitos
  • Composto de RNA de filamento único
  • Possui 4 sorotipos (DEN-1, 2, 3, 4)
  • Causa de todas as formas de dengue
transmiss o do v rus do dengue pelo aedes aegypti

Período

de incubação

extrínseco

Doença

Transmissão do Vírus do Dengue pelo Aedes aegypti

Mosquito pica /

Mosquito pica /

Transmite vírus

Adquire vírus

Período

de incubação

intrínseco

Viremia

Viremia

0

5

8

12

16

20

24

28

DIAS

Doença

Ser humano 1

Ser humano 2

v rus da dengue
Vírus da Dengue
  • Cada sorotipo proporciona
    • imunidade permanente específica
    • imunidade cruzada a curto prazo
  • Todos os sorotipos podem causar doenças graves e fatais
  • Variação genética dentro de cada sorotipo
  • Algumas variantes genéticas
    • mais virulentas
slide8

Resposta imunologica

Tipo

Intensidade

Clínica

Inaparente

Grave

Oligo

Clássica

slide9

Espectro Clínico da Dengue

12 (0,06%)

Óbitos

205 (1,1%)

FHD/SCD

5.208 (29%)

DC/FHD

17.926

Infecções

Guzman, MG, Kouri G, Valdes L, et al. Epidemiological studies ondengue in Santiago de Cuba, 1997. Am J Epidemiol 2000; 152:793–99.

slide10

Complete Markov Model, Children 7-11, Thailand

5.7%

47.1%

12.7%

Jose Suaya, MD, MPH, PhD, Donald Shepard, PhD

Heller School, Brandeis University

WHO, Geneva, October 2, 2006

caracter sticas cl nicas da febre do dengue
Características Clínicas da Febre do Dengue
  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dor nos músculos e juntas
  • Náusea/vômito
  • Exantema
  • Manifestações hemorrágicas
manifesta es hemorr gicas do dengue
Manifestações Hemorrágicas do Dengue
  • Hemorragias na pele: petéquias, púrpuras, equimoses
  • Sangramento gengival
  • Sangramento nasal
  • Sangramento gastrointestinal: hematêmese, melena, hematoquezia
  • Hematúria
  • Metrorragia em mulheres
slide14

Sinais de Alarme de Choque do Dengue

  • Sinais de Alarme:
  • Dor abdominal severa
  • Vômito prolongado
  • Mudanças súbitas de febre para hipotermia
  • Mudança no Grau de consciência (irritabilidade ou sonolência)
  • Quatro Critérios para a FHD:
  • Febre
  • Manifestações hemorrágicas
  • Permeabilidade vaso capilar excessiva
  • Plaquetas £ 100.000/mm3
  • Quando o Paciente Desenvolve SCD:
  • de 3 a 6 dias após o início dos sintomas
  • Primeiros Sinais de Alerta:
  • Desaparecimento da febre
  • Queda em plaquetas
  • Aumento no hematócrito
sinais de alarme de fhd scd
SINAIS DE ALARMEde FHD/SCD
  • Dor abdominal - intensa e contínua
  • Vômitos persistentes
  • Desmaios
  • Mudança abrupta de temperatura com hipotermia, transpiração e prostração
  • Tosse com desconforto respiratório *
  • Hipotensão ou PA Convergente
  • Agitação ou Letargia
  • Fezes escuras (melena)
  • Hepatomegalia dolorosa

Martínez Torres E. Salud Pública Mex 37 (supl):29-44, 1995.

slide16

Febre por Dengue

6

4

2

41

40

39

38

37

20480

5100

120

20

VIREMIA

log/ml

TEMPERAT.

( C)

Choque

Anticorpos

Días

IgM IgG

-2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 21 23 25 28

sindrome de choque por dengue
SINDROME DE CHOQUE POR DENGUE

No. de pacientes

70

60

50

40

30

20

10

0

23.5% 76.5%

FEBRESEM FEBRE

slide18

FEBRE HEMORRAGICA DENGUE

MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS

VIRUS

morte celular

por

APOPTOSIS

ANTICORPOS

reação

cruzada

proteínas

do hospedeiro

MONOCITO

ativação do

COMPLEMENTO

anafilatoxinas

LINFOCITO T

CITOTÓXICO

Indução

de

APOPTOSIS

endotelio - plaquetas

fígado - médula ósea

ganglios linfáticos - baço

coração - cérebro - pulmão

CITOQUINAS

dura o do choque
DURAÇÃO DO CHOQUE

100%

0.5 % (48-72 h)

12.0 % (24-47 h)

87.5 % (0-23 h)

choque
CHOQUE
  • É 4 a 5 vezes mais frequente no momento ou nas primeiras 24h do desaparecimento da febre.
  • Durante o choque ocorrem as grandes hemorragias.
  • Evitar o choque significa evitar as grandes hemorragias
slide23

DENGUE NA CRIANÇA,

- Apresenta-se como uma síndrome febril com sinais e sintomas inespecíficos: apatia ou sonolência, recusa da alimentação, vômitos, diarréia ou fezes amolecidas- Menores de 2 anos de idade, os sintomas cefaléia, mialgia e artralgia, podem manifestar-se por choro persistente, adinamia e irritabilidade, geralmente com ausência de manifestações respiratórias.- Menores de 5 anos, o início da doença pode passar despercebido e o quadro grave ser identificado como a primeira manifestação clínica.

espectro cl nico da dengue
Espectro Clínico da Dengue

Febre indiferenciada

Dengue Clássica

Forma Inaparente

FHD

slide25

-Número de

Susceptíveis

-Alta Densidade

do Vetor

-Ampla

Circulação

Viral

-Hiperendemi-

cidade

-Idade

-Sexo

-Raça

-Estado

Nutricional

-Infecção

Secundária

-Resposta do

Hospedeiro

Fatores de Risco Individual

Fatores de Risco Epidemiológico

Fatores Virais

-Virulência da cepa

-Sorotipo

defini o de caso cl nico para a febre hemorr gica do dengue oms
Definição de Caso Clínico para a Febre Hemorrágica do Dengue (OMS)

4 Critérios Necessários:

  • Febre ou história recente de febre aguda
  • Manifestações hemorrágicas
  • Baixa contagem de plaquetas (100.000/mm3 ou menos)
  • Evidência objetiva de “extravasamento vaso capilar:”
    • hematócrito elevado (20% ou mais acima da linha de base)
    • baixa albumina
    • derrames cavitários ou outras efusões
defini o de caso cl nico para a s ndrome do choque do dengue
Definição de Caso Clínico para a Síndrome do Choque do Dengue
  • 4 critérios para a FHD
  • Evidência de insuficiência circulatória manifestada indiretamente por todos os seguintes:
    • Pulso rápido e fraco
    • Estreitamento da pressão diferencial (£ 20 mm Hg) OU hipotensão segundo os critérios para idade
    • Pele fria e úmida e confusão mental
  • Choque inconfundível é uma evidência direta de insuficiência circulatória
dengue classifica o da fhd de acordo com o grau de gravidade oms
Dengue:Classificação da FHD, de acordo com o grau de gravidade (OMS)

Febre acompanhada de sintomas inespecíficos, com prova do laço positiva, como única manifestação hemorrágica

Grau I

Além das manifestações do Grau I, somam-se manifestações hemorrágicas leves (epistaxe, sangramentos da pele, engivorragia, petéquias e outros)

Grau II

Colapso circulatório c/ pulso fraco e rápido, estreitamento da pressão arterial ou hipotensão, pele pegajosa e fria, irritabilidade.

Grau III

Choque profundo com ausência de pressão arterial e pulso, sangramento por CIVD, coma e morte

Grau IV

sindrome de choque por dengue em crian as
SINDROME DE CHOQUE POR DENGUE EM CRIANÇAS

Plaquetas (miles x mm3)

Antes Choque Depois

500 CONTAGENS DE PLAQUETAS DE 200 CRIANÇAS FHD/SCD

plaquetas
Plaquetas
  • Os sangramentos não necessariamente têm relação com o nível de trombocitopenia
  • As cifras mais baixas ocorrem no dia do choque
  • Normalmente não há necessidade de transfusões
  • Quando aumentam, rapidamente normalizam
poss veis fases da infec o pelo v rus do dengue
Possíveis Fases da infecção pelo Vírus do Dengue

Febre

Manifestações clínicas gerais

Sangramentos

Exantema

Fase Febril (2-7 dias)

Recuperação

Sinais de ALARME

Sindrome de Choque

Derrames

Sangramentos

Fase Crítica (Horas –2 dias)

Recuperação

Atenção para Infecções Bacterianas

apresenta es n o usuais de formas graves da febre do dengue
Apresentações Não Usuais de Formas Graves da Febre do Dengue
  • Miocardiopatia
  • Insuficiência hepática
  • Encefalopatia
  • Hemorragia gastrointestinal severa
dengue estadiamento para conduta terap utica
Dengue:ESTADIAMENTO para Conduta Terapêutica

Grupo A

Dengue clássico sem hemorragia e sem sinais de

alerta

Dengue clássico com hemorragia (peq. sangramentos:

petéquias, gengivorragias, epistaxe, hematêmese ou

melena discreta ou plaquetas >100.000mm³ ou

prova do laço positiva. Sem sinais de alerta

Grupo B

Grupo C

Dengue hemorrágico (FHD). Presença de um ou mais sinais de alerta, plaquetas <100.000mm³. Ausência de choque. Graus I e II

Grupo D

Síndrome do Choque da Dengue (SCD). Presença de sinais de choque. Graus III e IV

sinais de alarme de fhd scd36
SINAIS DE ALARMEde FHD/SCD
  • Dor abdominal - intensa e contínua
  • Vômitos persistentes
  • Desmaios
  • Mudança abrupta de temperatura com hipotermia, transpiração e prostração
  • Tosse com desconforto respiratório *
  • Hipotensão ou PA Convergente
  • Agitação ou Letargia
  • Fezes escuras (melena)
  • Hepatomegalia dolorosa

Martínez Torres E. Salud Pública Mex 37 (supl):29-44, 1995.

sinais de alarme de fhd scd exames complementares
SINAIS DE ALARMEde FHD/SCDExames Complementares
  • Aumento do Hematócrito e Hemoglobina
  • Queda acentuada de plaquetas
  • Queda de albumina
  • Imagens de Derrames e ou Edemas

Martínez Torres E. Salud Pública Mex 37 (supl):29-44, 1995.

slide43

Referencia de normalidade para pressão arterial em criançasRN até 92 horas: Sistólica = 60 a 90 mmHg Diastólica = 20 a 60 mmHgLactentes < de 1 ano : Sistólica = 87 a 105 mmHg Diastólica = 53 a 66 mmHgPressão sistólica (percentil 50) para crianças > de 1 ano= Idade em anos x 2 + 90.

Ref.: Murahovschi J, 2003.

slide47

1-Sempre que possível fazer hidratação venosa bomba de infusão2-Com a resolução do choque, há reabsorção do plasma extravasado, com queda adicional do hematócrito mesmo com suspensão da hidratação parenteral. Essa reabsorção poderá causar hipervolemia, edema pulmonar ou insuficiência cardíaca, requerendo vigilância clínica redobrada.3-A persistência da velocidade e dos volumes de infusão líquida 12 a 24 horas após a reversão do choque, poderá levar ao agravamento do quadro de hipevolemia.4-Observar presença de acidose metabólica para corrigi-la e evitar a coagulação intravascular disseminada.

slide48

IMPORTANTE- Não consumir alimentos que eliminem pigmentos escuros (exemplo: beterraba, açaí e outros) para não confundir a identificação de sangramentos gastroentestinais.

slide49

Níveis de atendimento dos Pacientes com Dengue

Atendimento terciário

5%

Atendimento secundário

25%

70% atendimento primário

slide50

Rede de atenção ao paciente com Dengue

Organização de serviço

-Pronto atendimento 24 hs

-unid.curta permanência

-unid. Internação

-laboratório 24 hs

Unidade de referencia

internação

-Processamento do HTº

e plaquetas

-envio para sorologia

coleta para casos urgentes

Laboratório

regional

-Atendimento inicial e subsequente ao paciente

-coleta de sangue e entrega de resultados

-Ações de controle da epidemia

Unidades

básicas

slide51

- As medidas propostas para EPIDEMIA.

- NO PERÍODO PRÉ-EPIDÊMICO as ações de capacitação das equipes, sensibilização da comunidade e as medidas de controle ambiental, deverão ser intensificadas