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Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter

Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter. Claudia Finardi e Vagner Dalbosco. Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter. 1. Fontes de Informação 2. Fontes de Informação na Internet 3. Redes Sociais 4. Blog 5. Micro blog 6 .Twitter 7. Confiabilidade.

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Fontes de informação: A confiabilidade do Twitter

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  1. Fontes de informação:A confiabilidade do Twitter Claudia Finardi e Vagner Dalbosco

  2. Fontes de informação:A confiabilidade do Twitter 1. Fontes de Informação 2. Fontes de Informação na Internet 3. Redes Sociais 4. Blog 5. Micro blog 6 .Twitter 7. Confiabilidade

  3. Fontes de informação:A confiabilidade do Twitter 1. Fontes de Informação

  4. 1.Fontes de informação Conceitos: • Nos bons manuais dedicados ao estudo do jornalismo as fontes são classificadas quanto em oficiais, oficiosas e independentes. • Fontes oficiais são mantidas pelo Estado, por empresas e organizações como sindicatos ou associações. • Fontes oficiosas são aquelas relacionadas de forma direta com uma instituição ou personalidade mas sem poder formal de representação. • Fontes independentes são aquelas sem vínculos diretos com o caso tratado. (Machado, 2001)

  5. 1.Fontes de informação O mau hábito de julgar as fontes oficiais como as mais confiáveis trata-se, alerta Lage (2001, p.63), de um vício no jornalismo porque a mentira ocupa lugar estratégico nas intervenções de personalidades ou instituições vinculadas aos poderes fáticos quando da defesa de interesses particulares, difundidos como manifestação da vontade coletiva. (Machado, 2001)

  6. 1. Fontes de informação • Conceitos: “Há menos de uma década, fonte de informação era sinônimo de formato impresso. Hoje a definição gira em torno do suporte eletrônico.” (KATZ, 1997 apud Tomaél et al, p. 2, 2001).

  7. 1. Fontes de informação A sobrevivência das organizações está aliada à sua capacidade de lidar com as informações coletadas, transformando-as em conhecimento. • Vários autores – Aguilar (1993), Choo (1995), Barbosa (1997) – classificam as fontes de informação em quatro categorias: · fontes externas e pessoais · fontes externas e impessoais · fontes internas e pessoais . fontes internas e impessoais (ASSIS, 2007)

  8. 1. Fontes de informação · fontes externas e pessoais: clientes, concorrentes, contatos comerciais fornecedores, analistas financeiros, distribuidores, advogados e outros; funcionários de órgãos governamentais e outras pessoas de fora da organização; · fontes externas e impessoais: jornais e periódicos, publicações governamentais, rádio, televisão, Internet, conferências, bibliotecas externas, associações profissionais, registros de companhias de pesquisa e serviços de informação eletrônica – bancos de dados on-line (boletins eletrônicos etc.); · fontes internas e pessoais: superiores, membros da diretoria, gerentes, subordinados, equipe de funcionários; . fontes internas e impessoais: circulares e memorandos internos, estudos e relatórios internos, biblioteca da organização e serviços de informação eletrônica. (ASSIS, 2007)

  9. 1.Fontes de informação Existem, na literatura, diversos critérios para organizar as fontes de informação. • Porter (1991) as classifica como publicadas ou coletadas. (ASSIS, 2007) • Informações publicadas estão disponíveis nas fontesinternas e externas. Em geral são de domínio público, facilmente encontradas nas bases de dados, revistas especializadas, teses, patentes. • Informações coletadas, geralmente, não estão publicadas, e são externas e envolvem o futuro próximo e o presente. Agregam valor à inteligência e podem ser obtidas por meio de contatos pessoais ou telefônicos com clientes, fornecedores, concorrentes e consultores em congressos, exposições, reuniões, jantares, entrevistas, ou levantamentos em listas telefônicas, folders etc. (BATTAGLIA, 1999)

  10. 1.Fontes de informação • Choo (1995) as divide em três categorias: humanas, textuais e eletrônicas • As fontes humanas podem ser internas ou externas à organização. • As textuais subdividem-se em publicadas ou documentos internos. • Por fim, as eletrônicas dividem-se em bases de dados on-line e recursos da Internet. (ASSIS, 2007)

  11. 1.Fontes de informação • A seleção conveniente das fontes de informação é fundamental e não é tarefa fácil de realizar. • As fontes vêm crescendo exponencialmente em termos de quantidade e graus de especialização. • O profissional da informação terá de identificar, para os diversos assuntos, quais as instituições de interesse para, então, definir e escolher seus veículos de informação, bem como todas as publicações disponíveis no ramo. • TOMAEL et al, 2008

  12. Fontes de informação:A confiabilidade do Twitter 2. Fontes de Informação na Internet

  13. 2. Fontes de informação na Internet • Nessa sociedade intensiva de conhecimento, que produz e consome grandes quantidades de informação, as redes de comunicação de dados e troca de mensagens têm um papel importante. • Dentre estas redes, destaca-se a Internet, em especial pela demanda para criação de novas tecnologias da informação. • Criada nos anos 60 como suporte para pesquisa na área militar, logo depois a Internet foi incorporada ao universo acadêmico, facilitando a comunicação entre pesquisadores, e, por último, foi descoberta pelo setor comercial. (FREIRE, 2000, p. 102)

  14. 2. Fontes de informação na Internet • A criação da tecnologia WWW (World Wide Web), que tornou amigável a interface entre o sistema e o usuário, utilizando a linguagem natural (ou o mais próximo possível desta), fez com que milhões de usuários fossem atraídos para a "rede das redes". • A Internet possibilita a comunicação direta entre milhões de pessoas, que passaram a compartilhar grande volume de informação, a produzir através do trabalho cooperativo e a participar de grupos de interesse virtuais. • O universo de usuários é imenso, e suas necessidades são variadas, já que a rede, de certa forma, é uma reprodução da sociedade humana globalizada, com sua diversidade cultural. (FREIRE, 2000, p. 102)

  15. 2. Fontes de informação na Internet • A década de 1990 marcou o início da expansão do volume e da variedade de informação disponível na Internet. • Com a Internet, ganharam-se qualidade, produtividade e diversidade de fontes. • Acredita-se que as informações existentes na Internet são gratuitas ou de baixo custo. • Uma organização, entretanto, não deve ficar à mercê apenas do que é disponibilizado na rede. • As informações existentes na Internet apresentam problemas, e os usuários devem ficar bem atentos. (ASSIS, 2007)

  16. 2. Fontes de informação na Internet • Aspectos técnicos de conexão • Conhecer o funcionamento dos aplicativos. • Conhecimento, em alguns casos, e outros idiomas • Acesso facilitado a informação que até então eram difíceis de conseguir • Facilidade e agilidade na obtenção de fontes impressas • Conforto e economia de tempo TOMAEL et al, 2008

  17. 2. Fontes de informação na Internet • Na organização da fonte é fundamental investigar os mecanismos de acesso e a facilidade de manipulação, como: • utilização de software cliente-servidor • oferta de vários pontos de acesso • possibilidade de consulta a cabeçalhos de assunto • disponibilidade de mecanismos de ajuda de uso • hiperlinks para informações relacionadas (STOKER;COOPER, 1995 apud Tomaél et al 2001).

  18. 2. Fontes de informação na Internet • A interface é outro recurso que permite a organização da fonte. • Na avaliação da consistência é essencial observar: • a possibilidade de acesso em níveis diferenciados (simples, intermediário, avançado); • quão amigável é a interface; • disponibilidade de auxílio on-line, ajuda e clareza nos processos de navegação (iniciar, reinicializar, sair, retornar e adiantar). (STOKER;COOPER, 1995 apud Tomaél et al 2001).

  19. 2. Fontes de informação na Internet: problemas de confiabilidade • Organização, controle e recuperação • Enorme volume e diversidade de informações que não seguem uma estrutura definida de registros e campos • Não há padrões universais para a organização dos documentos, como as bibliotecas ou arquivos. • Limitações da interface para a busca de informações TOMAEL et al, 2008

  20. 2. Fontes de informação na Internet: problemas de confiabilidade • Reputação da instituição que fornece a informação Em razão do fato de a fonte ou a reputação da instituição que a fornece ser desconhecida, pode-se ter dificuldade em avaliar a confiabilidade da informação. (Tomaél et al 2008).

  21. 2. Fontes de informação na Internet: problemas de confiabilidade • Inexistência de um mecanismo para controle de versões ou edições, e o usuário não sabe que versão está acessando. • A autenticidade na maioria das vezes não pode ser comprovada. (Tomaél et al 2008)

  22. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • Para avaliar uma fonte é fundamental identificar o indivíduo ou instituição responsável por sua compilação. • Analisar o autor e verificar suas credenciais para versar sobre o assunto é essencial, o que inclui: ser conhecido na área, ser citado por outros autores, relacionar sua especialidade com o conteúdo do trabalho, conhecer suas habilidades, identificar se houve revisão do conteúdo, procurar por críticas ao seu trabalho. • Deve-se ainda verificar a qualidade das informações dos sites para os quais os links apontam. (EDWARDS, 1998; HENDERSON, 1999; STOKER e COOKER, 1995 apud Tomaél et al 2001)

  23. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • A literatura trata dos critérios para avaliar os conteúdos das fontes, ressaltando principalmente: autoridade atualidade das informações precisão (McLACHLAN, 1999; HENDERSON, 1999; EDWARDS, 1998; STOKER e COOKER, 1995; KIRK, 2000, apud Tomaél et al 2001).

  24. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • Tradicionalmente, o que determina a precisão de uma fonte de informação é a: • conferência das referências • consistência da bibliografia • as citações • Porém, o que dificulta o exame de fontes na Internet é o fato de que elas podem se referir, da mesma forma, a outras de credibilidade questionável.

  25. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • Elementos imprescindíveis para a avaliação de uma fonte: • Clareza na apresentação • Organização da informação • Coerência com os propósitos do usuário que a busca • Atualização e revisão constantes • Além da disponibilização de endereços para contato com seu produtor/autor (McLACHLAN, 1999; HENDERSON, 1999, apud Tomaél et al 2001)

  26. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • É essencial determinar a responsabilidade intelectual da fonte, bem como identificar quem está disseminando essa informação ou quem a está disponibilizando, além da data em que a fonte foi publicada no site e atualizada. (Tomaél et al 2001)

  27. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • A comunicação pela Internet tem sido utilizada por especialistas para discutir idéias com seus pares ou disseminar resultados preliminares de pesquisa. • As vantagens deste tipo de comunicação são óbvias. Porém, torna-se mais difícil determinar a precisão e a confiabilidade das informações veiculadas. • Para que as informações disponíveis na Internet tenham credibilidade, será necessário criar formas de determinar a precisão e a confiabilidade dos resultados.

  28. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • Outro ponto para avaliação é o motivo pelo qual a fonte foi criada. Edwards (1998) e Stoker e Cooker (1995), destacam a relevância de a fonte apresentar a motivação do autor em compilá-la. Explicitando seus objetivos, identificando suas tendências e seus propósitos. • Stoker e Cooker (1995) ressaltam ainda a dificuldade de identificar este critério nas fontes eletrônicas, uma vez que as informações nestas fontes não são organizadas da mesma forma que nas impressas. (STOKER;COOPER, 1995 apud Tomaél et al 2001)

  29. 2. Fontes de informação na Internet: critérios de avaliação • Em razão da informalidade que impera na Internet, a maioria das fontes não disponibiliza informações técnicas (autoria, responsabilidade, vinculação institucional) que poderiam dar maior credibilidade ao conteúdo que veiculam. • A informalidade, se por um lado incrementa a comunicação, por outro, aumenta o número de fontes voláteis na rede.

  30. 2. Fontes de informação na Internet: riscos a qualidade • Quantidade de informações disponíveis (excesso de informações incompletas, desconexas e inexatas) • Facilidade para disponibilizar informações • Velocidade que elas podem se modificar

  31. 2. Fontes de informação na Internet: • “Nas perspectivas dos canais de comunicação de informação a Internet tem dupla função: permite ligação entre pessoas, de forma livre ou em relação a temas de interesse, ao mesmo tempo em que oferece acesso a documentos como um serviço de informação [como] uma biblioteca faria. Seria a Internet um canal formal de comunicação informal?” (ARAÚJO;FREIRE, 1996, p.53).

  32. 2. Fontes de informação na Internet: • Se a Internet é um canal formal de comunicação informal, ela condensa, talvez, os dois importantes aspectos da rede – repositório e comunicação. • Esta dupla função da Internet permite ligação entre pessoas de forma livre (nos chamados chats ou bate-papo) ou em relação a temas de interesse, ao mesmo tempo em que se torna um repositório de informações documentais acessíveis como uma biblioteca ou um sistema de informação. (ARAÚJO;FREIRE, 1996, p.53).

  33. Fontes de informação:A confiabilidade do Twitter 3. Redes Sociais

  34. 3.Redes Sociais • A rede é, antes de tudo, um instrumento de comunicação entre pessoas, um laço virtual em que as comunidades auxiliam seus membros a aprender o que querem saber. Os dados não representam senão a matéria prima de um processo intelectual e social vivo, altamente elaborado . (LEVY, 1998, p. 3).

  35. 3.Redes Sociais “Nos espaços informais, as redes são iniciadas a partir da tomada de consciência de uma comunidade de interesses e/ou de valores entre seus participantes. “ “Entre as motivações mais significativas para o desenvolvimento das redes estão os assuntos que relacionam os níveis de organização social-global; nacional, regional, estadual, local, comunitário. “ (MARTELETO, 2001, p. 72)

  36. 3.Redes Sociais • “As redes são sistemas compostos por ‘nós’ e conexões entre eles, que, nas ciências sociais, são representados por sujeitos sociais (indivíduos, grupos, organizações etc.) conectados por algum tipo de relação.” (SILVA et al, 2006, p. 77)

  37. 3.Redes Sociais Segundo MARTELETO (2001, p. 73): “Diferente das instituições, as redes não supõem necessariamente um centro hierárquico e uma organização vertical, sendo definidas pela multiplicidade qualitativa dos elos entre os seus diferentes membros, orientada por uma lógica associativa.” “Sua estrutura extensa e horizontal não exclui a existência de relações de poder e de dependência nas associações internas e nas relações com unidades externas (COLOMOS, 1995, p. 22-24)”

  38. 3.Redes Sociais Entre as diversas significações que “rede” pode assumir, Marteleto (2001) utiliza: “ Sistema de nodos e elos; uma estrutura sem fronteiras; uma comunidade não geográfica; um sistema de apoio ou um sistema físico que apareça com uma árvore ou uma rede”. (MARTELETO, 2001, p. 72) A rede social, para Marteleto, derivando deste conceito, passa a representar um conjunto de participantes autônomos, unindo idéias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados.

  39. 3.Redes Sociais na Internet • “Uma rede social é definida como um conjunto de dois elementos: atores (pessoas, instituições ou grupos) e suas conexões (Wasserman e Faust, 1994, Degenne e Forsé, 1999)” (RECUERO, 2005).

  40. 3.Redes Sociais na Internet • A Internet tornou-se o cenário de várias forças transformadoras da sociedade, como o movimento copyleft, no início da década de 90, a explosão das mídias táticas, o aparecimento de uma cultura de troca e exposição formada por blogs, fotologs, comunidades e listas de discussão, atravessada por uma ideologia P2P. • Estes são exemplos do modelo de comunicação horizontal, retroalimentável, plural que passa a marcar a ascensão de novas reflexões sobre a cultura quando imagens, músicas, palavras e idéias se desatrelam de seus suportes materiais tradicionais e passam a correr o planeta. (Pinheiro, 2007)

  41. 3. Redes Sociais na Internet • As ferramentas básicas de participação passam a ser o e-mail, os programas de buscas, os blogs e webcams que criam novas formas de elaboração e de publicização trazendo uma ruptura entre o público e o privado. • Uma comunidade de cooperação abstrata em que os lugares da produção e do consumo estão presentes uns para os outros, independentemente da localização geográfica em que a rede é o lugar da produção, da circulação e da reprodução. (PINHEIRO, 2007, p. 17)

  42. 3. Redes Sociais na Internet • Como diz o Le Monde (2006 apud PINHEIRO, p. 18 2007), “... nos fins dos anos 90, era necessário ter um e-mail, no começo dos anos 2000 era de bom tom ter um site pessoal. Agora, é necessário ter criado seu blog. É o último lugar virtual da moda”.

  43. Fontes de informação:A confiabilidade do Twitter 4. Blog

  44. 4. BLOGS • O termo weblog foi criado por Jorn Barger em dezembro de 1997, para fazer referência ao site que havia criado para publicar textos pessoais, permitindo comentários e links para outras páginas na Internet. (CAMARGO, 2008) • Em 1999 surgiu o termo blog, criado por Peter Merholz, e os primeiros serviços gratuitos de blog. (VIEIRA, 2007)

  45. 4. BLOGS • O termo blog não refere-se apenas ao conteúdo (texto e imagem), mas sim a um espaço onde blogueiros e leitores/comentaristas se encontram. (PRIMO e SMANIOTTO, 2006) • São espaços destinados à troca de informações, de idéias e de reflexões, favorecendo a interação e a comunicação entre as pessoas. • Blogosfera: rede e o fenômeno social representado pela coletividade dos blogs publicados na World Wide Web (TOMAEL et al, 2008)

  46. 4. BLOGS • “Essa ferramenta, no ciberespaço, possibilita a pluralização de vozes e o contato social se desassociando das mídias de controle, as mass media, e reeditando práticas antigas como os diários pessoais.” (LEMOS, 2002, p. 02) • Quando os primeiros blogs foram disponibilizados na Internet eles eram uma ferramenta de comentários e dicas de sites desconhecidos, funcionando como publicação eletrônica e forma de expressão (RECUERO, 2003b, p. 56)

  47. 4. BLOGS • Espetacularização do eu: Os diários virtuais nasceram com uma “vocação exibicionista, para serem vistos e lidos por milhões de olhos alheios nas infinitas telas da rede” (SIBILIA, 2005, p. 46) • A utilização das páginas da Internet como diário pessoal nos remete aos “Diários do eu”, em que muitas pessoas escreviam com o intuito de publicar opiniões pessoais, muitas vezes sobre as próprias vidas. (VIEIRA, 2007, p. 19)

  48. 4. BLOGS • Os blogs são sistemas de publicação na Internet de que qualquer pessoa pode facilmente dispor, e por meio das quais começa a emitir seu diário pessoal ou informações jornalísticas (LEMOS, 2002, p. 02) • Os blogs evoluíram para a condição de fontes de informação, pois deixaram de ser considerados de forma restritiva como meros diários pessoais para assumir uma nova função informativa. (ALCARÁ; CURTI, 2008, p. 82)

  49. 4. BLOGS • Os blogueiros emitem opiniões pessoais sobre a própria vida e também sobre assuntos de ordem política, social, ambiental ou cultural. • A Internet dá voz a essas pessoas e, quando elas são ouvidas por um número significativo de internautas, elas tornam-se celebridades. (VEIRA, 2007, p. 31)

  50. 4. BLOGS • A rapidez com que a notícia é publicada e o fato de o internauta saber de opiniões de pessoas diversas e de localidades distintas tornaram o blog de um simples diário pessoal a uma fonte de informação, muitas vezes, confiável como os meios de comunicação ou partidária de um grupo que dará a uma notícia não divulgada pela imprensa massificada. (KOVACH; ROSENSTIEL, 2004, p. 40)

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