Fundo de pens es sitese gestor sociedade gestora de fundos de pens es s a maio 2005
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. FUNDO DE PENSÕES SITESE GESTOR Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A MAIO/2005. PARCEIROS NA REFORMA. O SITESE – SINDICATO DOS TRABALHADORESDE ESCRITÓRIO,COMÉRCIO, HOTELARIA E SERVIÇOS ANUNCIA AOS SEUS SÓCIOS A CRIAÇÃO DO FUNDO DE PENSÕES SITESE

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Presentation Transcript


Fundo de pens es sitese gestor sociedade gestora de fundos de pens es s a maio 2005

.

FUNDO DE PENSÕES

SITESE

GESTOR

Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A

MAIO/2005


Parceiros na reforma

PARCEIROS NA REFORMA

O SITESE – SINDICATO DOS TRABALHADORESDE ESCRITÓRIO,COMÉRCIO, HOTELARIA E SERVIÇOS ANUNCIA AOS SEUS SÓCIOS A CRIAÇÃO DO

FUNDO DE PENSÕES SITESE

GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

SGF – SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE PENSÕES


Reformas um problema do s c xxi

REFORMAS: UM PROBLEMA DO SÉC. XXI

  • SISTEMA ACTUAL: SITUAÇÃO

    • INSTAURADO NO PÓS-GUERRA

    • INEXISTÊNCIA DE RESERVAS

    • SISTEMA POR REPARTIÇÃO

  • CONTRIBUIÇÕES + O.G.ESTADO = PENSÕES DE REFORMA

  • 60% 40% 100%


Reformas um problema do s c xxi1

REFORMAS: UM PROBLEMA DO SÉC. XXI

  • SISTEMA ACTUAL: DESEQUILÍBRIO

    • Nº DE CONTRIBUINTES EM BAIXA

      • . DESEMPREGO

      • . REFORMAS ANTECIPADAS

      • . NATALIDADE INSUFICIENTE

      • . ESTUDOS MAIS PROLONGADOS


Reformas um problema do s c xxi2

REFORMAS: UM PROBLEMA DO SÉC. XXI

  • SISTEMA ACTUAL: DESEQUILIBRIO

    • Nº DE BENEFICIÁRIOS EM ALTA

      • . AUMENTO EM 13 ANOS DA ESPERANÇA DE VIDA

  • RELAÇÃO ACTIVOS/REFORMADOS

  • 1960:4,5 ACTIVOS/1 REFORMADO

  • 2001:2,5 ACTIVOS/ 1 REFORMADO


Reformas um problema do s c xxi3

REFORMAS: UM PROBLEMA DO SÉC. XXI

  • QUEM PAGARÁ AS NOSSAS REFORMAS:

  • Os Nossos Filhos e Netos:

    • Estão dispostos a isso? (o eventual conflito de gerações)

  • O Estado: (ou seja Nós)

  • Terá dinheiro para tanto?

  • Terá dinheiro para tudo?


Reformas um problema do s c xxi4

REFORMAS: UM PROBLEMA DO SÉC. XXI

  • SISTEMA ACTUAL: SOLUÇÕES

    • AUMENTAR AS CONTRIBUIÇÕES DOS ACTIVOS

    • DIMINUIR PENSÕES DOS REFORMADOS

    • OU

    • COMPLETAR REFORMAS OFICIAIS COM

    • FUNDOS DE PENSÕES


Conclus o

CONCLUSÃO

  • AO ACTUAL SISTEMA POR REPARTIÇÃO

  • TERÁ DE SE JUNTAR

  • UM COMPLEMENTO POR CAPITALIZAÇÃO


Conclus o1

CONCLUSÃO

Colectivo (Empresas ou Associações):

Fundos de Pensões

Individual:

PPR’s


O que um fundo de pens es

O QUE É UM FUNDO DE PENSÕES

  • É UM PATRIMÓNIO COMUM PERTENCENTE AOS SEUS PARTICIPANTES/CONTRIBUINTES

    • COLABORADORES DO SITESE E SEUS FAMILIARES

    • SÓCIOS DO SITESE E SEUS FAMILIARES

    • COLABORADORES DAS EMPRESAS ASSOCIADAS E SEUS FAMILIARES

  • PROPORCIONALMENTE ÀS CONTRIBUIÇÕES DE CADA UM (EXTRACTO DE CONTA INDIVIDUAL)

  • INICIALMENTE O FUNDO DE PENSÕES SITESE ESTÁ INTEGRADO NO FUNDO SGF-EMPRESAS


  • Vantagens dos fundos de pens es

    VANTAGENS DOS FUNDOS DE PENSÕES

    • VANTAGENS SOCIAIS

    • MUNIR OS COLABORADORES DE UMA “ALMOFADA” FINANCEIRA QUE PERMITE ATENUAR OS EFEITOS DE UM SISTEMA DE SEGURANÇA SOCIAL DÉBIL

    • VANTAGENS FISCAIS

    • DIFERIMENTO DA TRIBUTAÇÃO PARA A DATA DA REFORMA

    • MOTIVAÇÃO DOS SÓCIOS

    • PODEM SER USADOS COMO INCENTIVO À REFORMA


    Investimentos do fundo sitese

    INVESTIMENTOS DO FUNDO SITESE

    TIPOS DE TÍTULOS/REPARTIÇÃO BASE

    50% DEPÓSITOS A PRAZO EOBRIGAÇÕES DO ESTADO E DE EMPRESAS

    10% IMOBILIÁRIO

    35% ACÇÕES E FUNDOS DE ACÇÕES

    5% INVESTIMENTOS ALTERNATIVOS

    100%


    Investimentos do fundo sitese1

    INVESTIMENTOS DO FUNDO SITESE

    • AVALIAÇÃO DIÁRIA DO VALOR TOTAL DO FUNDO E DA UNIDADE DE PARTICIPAÇÃO

    • PUBLICAÇÃO NOS JORNAIS PORTUGUESES

    • CÁLCULO DIÁRIO DO CAPITAL ACUMULADO:

    • Nº DE UNIDADES DE PARTICIPAÇÃO X VALOR UNIT.


    Fundo sgf empresas rentabilidades

    FUNDO SGF-EMPRESAS: RENTABILIDADES

    • FOI O FUNDO DE PENSÕES ABERTO MAIS RENTÁVEL DO MERCADO PORTUGUÊS EM 2004:

    • 8,2% LÍQUIDO


    A import ncia das rentabilidades

    A IMPORTÂNCIA DAS RENTABILIDADES


    Para que serve um fundo de pens es

    PARA QUE SERVE UM FUNDO DE PENSÕES

    • PARA GERIR (PROFISSIONALMENTE) ACTIVOS FINANCEIROS NUMA ÓPTICA DE REFORMA

    • COMO VEÍCULO COMPLEMENTAR DE REFORMA:

      • CONTRIBUIÇÕES DE EMPRESAS E PARTICULARES

      • TRANSFERÊNCIAS DE OUTROS FUNDOS (NOMEADAMENTE PPR’S)

      • ATRAVÉS DA SUA CAPITALIZAÇÃO, SERVIR DE SUPORTE FINANCEIRO À PERDA DE RENDIMENTOS APÓS REFORMA


    Para que serve um fundo de pens es1

    PARA QUE SERVE UM FUNDO DE PENSÕES

    • PARA RECOLHER POUPANÇA PROVENIENTE DE:

      • MONTANTES “INVESTIDOS” EM DEPÓSITOS A PRAZO

      • MONTANTES INVESTIDOS EM CERTIFICADOS DE AFORRO

      • MONTANTES PROVENIENTES DE CARTEIRAS DE TÍTULOS NÃO GERIDAS

      • EVENTUALMENTE MONTANTES PROVENIENTES DE CESSÕES DE IMOBILIÁRIO


    Melhoria da produtividade

    MELHORIA DA PRODUTIVIDADE

    • MODO DE FIXAÇÃO DO PESSOAL

    • CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS DEPENDENTES DE:

    • . RESULTADOS

    • . VOLUME DE VENDAS

    • . ASSIDUIDADE (PRÉMIO DE)

    • Ex: Quem não tiver faltas prémio de 100 € por trimestre para Fundo de Pensões


    Como obter ades es

    COMO OBTER ADESÕES

    • PROJECTO DE LONGO PRAZO

    • 1 – INTERNET

    • 2 – PROSPECTO SITESE/SGF

    • 3 – PROSPECTORES

    • 4 – COBRANÇA DE QUOTAS (?)

    • 5 – COLÓQUIO/REUNIÕES/APRESENTAÇÕES ESPECÍFICAS


    Esquema de funcionamento

    ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO


    Plano de pens es

    PLANO DE PENSÕES

    • O FUNDO É ALIMENTADO POR CONTRIBUIÇÕES DE:

    • SITESE;

    • ENTIDADES PATRONAIS DO SECTOR;

    • SÓCIOS E FAMILIARES.

    • CONTRIBUIÇÕES DO SITESE:

    • - FACULTATIVAS DE ACORDO COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DO SITESE OU DE VERBAS ANGARIADAS PARA O EFEITO (UE, GOVERNO, EMPRESAS, ETC.)


    Plano de pens es1

    PLANO DE PENSÕES

    • ATRIBUIÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DO SITESE:

    • EM FUNÇÃO DE:

      • ANTIGUIDADE NO SITESE ATÉ CONSTITUIÇÃO DO FUNDO

        • +

  • NÚMERO DE ANOS COMO SÓCIO E COM CONTRIBUIÇÕES FUTURAS ANUAIS SUPERIORES A €600


  • Plano de pens es2

    PLANO DE PENSÕES

    • CONTRIBUIÇÕES DAS ENTIDADES PATRONAIS:

    • FACULTATIVAS;

    • AFECTAS A CONTAS INDIVIDUAIS EM NOME DOS PARTICIPANTES.


    Tipos e montantes das contribui es

    TIPOS E MONTANTES DAS CONTRIBUIÇÕES

    • PRINCÍPIO: PARA CONTRIBUIÇÕES DE SÓCIOS E FAMILIARES

    • O QUE QUISER: QUANDO E QUANTO QUISER


    Tratamento fiscal das contribui es do sitese

    TRATAMENTO FISCAL DAS CONTRIBUIÇÕES DO SITESE

    • SÃO CONSIDERADAS COMO CONTRIBUIÇÕES PARA FUNDOS DE PENSÕES POIS RESPEITAM AS CONDIÇÕES DO ART. 40º DO CÓDIGO DO IRC.


    Disponibilidade

    DISPONIBILIDADE

    DISPONIBILIDADE DA QUOTA PARTE DAS CONTRIBUIÇÕES DO SITESE:

    -EM CASO DE REFORMA APÓS OS 55 ANOS, DESEMPREGO, INVALIDEZ, MORTE E PRÉ-REFORMA.


    Tratamento fiscal das contribui es do sitese o reembolso

    TRATAMENTO FISCAL DAS CONTRIBUIÇÕES DO SITESE – O REEMBOLSO

    • 1/3 DAS CONTRIBUIÇÕES ESTÁ ISENTO DE IRS (LIMITE DE € 11,704.70);

    • 2/3 DAS CONTRIBUIÇÕES SÃO CONSIDERADAS RENDIMENTOS DA CATEGORIA A;

    • O RENDIMENTO OBTIDO NA PARTE DO REEMBOLSO NA FORMA DE CAPITAL ESTÁ SUJEITO A RETENÇÃO NA FONTE DE 4%.


    Tratamento fiscal das contribui es dos participantes

    TRATAMENTO FISCAL DAS CONTRIBUIÇÕES DOS PARTICIPANTES

    • SÓ O RENDIMENTO ACUMULADO É SUJEITO A IMPOSTO, NO MOMENTO DO REEMBOLSO.


    Disponibilidade1

    DISPONIBILIDADE

    DISPONIBILIDADE DO VALOR ACUMULADO DAS CONTRIBUIÇÕES DOS PARTICIPANTES:

    - A DISPONIBILIDADE É TOTAL E IMEDIATA (SÃO POSSIVEIS RESGATES PARCIAIS)


    Tratamento fiscal das contribui es da entidade patronal

    TRATAMENTO FISCAL DAS CONTRIBUIÇÕES DA ENTIDADE PATRONAL

    • SÃO CONSIDERADAS COMO CONTRIBUIÇÕES PARA FUNDOS DE PENSÕES SE:

    • -RESPEITAREM CONDIÇÕES DO ART. 40º DO CÓDIGO DO IRC.

    • SÃO CONSIDERADAS COMO RENDIMENTO DO TRABALHO DEPENDENTE MAS ISENTAS DE IRS NESSE ANO SE:

    • -SE FOREM DESDE LOGO UM DIREITO DO PARTICIPANTE E NÃO ULTRAPASSAREM 15% DA MASSA SALARIAL DOS TRABALHADORES, MAS AINDA RESPEITAREM TODAS AS OUTRAS CONDIÇÕES DO ART. 40º DO CIRC.


    Tratamento fiscal das contribui es da entidade patronal1

    TRATAMENTO FISCAL DAS CONTRIBUIÇÕES DA ENTIDADE PATRONAL

    • SÃO CONSIDERADAS COMO RENDIMENTO DO TRABALHO DEPENDENTE SEM ISENÇÃO DE IRS NESSE ANO SE:

    • -FOREM DESDE LOGO UM DIREITO DO PARTICIPANTE E NÃO RESPEITAREM AS RESTANTES CONDIÇÕES DO ART. 40º DO CIRC.


    Disponibilidade2

    DISPONIBILIDADE

    DISPONIBILIDADE DA QUOTA PARTE DAS CONTRIBUIÇÕES DA ENTIDADE PATRONAL:

    -SE O PARTICIPANTE TIVER PAGO IRS AQUANDO DA SUBSCRIÇÃO PODE REEMBOLSAR A QUALQUER MOMENTO;

    - SE O PARTICIPANTE NÃO TIVER PAGO IRS NO MOMENTO DA SUBSCRIÇÃO SÓ PODERÁ SER REEMBOLSADO NAS MESMAS CONDIÇÕES QUE AS CONTRIBUIÇÕES DO SITESE.


    Tratamento fiscal das contribui es da entidade patronal o reembolso

    TRATAMENTO FISCAL DAS CONTRIBUIÇÕES DA ENTIDADE PATRONAL – O REEMBOLSO

    • SE AS CONTRIBUIÇÕES TIVEREM SIDO TRIBUTADAS EM SEDE DE IRS:

    • -APENAS O RENDIMENTO É SUJEITO A TRIBUTAÇÃO.

    • SE NÃO TIVEREM SIDO TRIBUTADAS EM SEDE DE IRS:

    • 1/3 DAS CONTRIBUIÇÕES ESTÁ ISENTO DE IRS (LIMITE DE € 11,704.70);

    • 2/3 DAS CONTRIBUIÇÕES SÃO CONSIDERADAS RENDIMENTOS DA CATEGORIA A;

    • O RENDIMENTO OBTIDO NA PARTE DO REEMBOLSO NA FORMA DE CAPITAL ESTÁ SUJEITO A RETENÇÃO NA FONTE DE 4%.


    Fiscalidade dos levantamentos reembolsos

    FISCALIDADE DOS LEVANTAMENTOS/REEMBOLSOS


    Quem gere um fundo de pens es

    QUEM GERE UM FUNDO DE PENSÕES

    • SGF – SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE PENSÕES, S.A.

    • CONTROLO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL

    • FUNDO TEM CONTABILIDADE PRÓPRIA

    • FUNDO TEM AUDITOR INTERNACIONAL: BDO BINDER

    • FUNDO TEM BANCO DEPOSITÁRIO: CGD

    • FUNDO PUBLICA VALOR DA UNIDADE DE PARTICIPAÇÃO NO BOLETIM DA BOLSA DE VALORES E NA IMPRENSA DIÁRIA


    Quem a sgf

    QUEM É A SGF

    ENTIDADE LEGALMENTE HABILITADA CRIADA EM 1987 TEM HOJE COMO PRINCIPAIS ACCIONISTAS:

    GAN – SEGURADORA FRANCESA DO GROUPAMA

    (MÚTUA DE SEGUROS DOS AGRICULTORES)

    CARNEGIE – GRUPO LÍDER DO MERCADO NÓRDICO DE FUNDOS DE PENSÕES

    SINDICATO DOS PILOTOS DA AVIAÇÃO CIVIL

    SINDICATO DOS QUADROS E TÉCNICOS BANCÁRIOS

    AVS – 2º MAIOR CORRETOR DE SEGUROS PORTUGUÊS

    FUNDAÇÃO LUSO-AMERICANA PARA O DESENVOLVIMENTO


    Quem a sgf rentabilidades ppr

    QUEM É A SGF: RENTABILIDADES PPR


    Quem a sgf rentabilidades ppr1

    QUEM É A SGF: RENTABILIDADES PPR


    Sgf os princ pios de gest o

    SGF: OS PRINCÍPIOS DE GESTÃO

    • QUATRO PRINCÍPIOS BASE:

      • A INDEPENDÊNCIA NA GESTÃO FINANCEIRA

      • - MURALHA DA CHINA

        • - “BUY-SIDE”

    • O PROFISSIONALISMO DA EQUIPA DE GESTÃO

      • - EXPERIÊNCIA

      • - ELEVADA FORMAÇÃO

  • A PRIMAZIA DO SERVIÇO AO CLIENTE

    • - TRANSPARÊNCIA

    • - CUSTO DE GESTÃO

    • A MULTIGESTÃO


  • Sgf os princ pios de gest o1

    SGF: OS PRINCÍPIOS DE GESTÃO

    • É uma preocupação diária

      • A RENTABILIDADE FINANCEIRA

      • A LONGO PRAZO

      • Tem de ser Privilegiado um Gestor que Obtenha as mais Elevadas Rentabilidades


    Sgf multigest o

    SGF: MULTIGESTÃO

    • - INVESCO (G.B)- SCHRODERS (G.B)

    • - GROUPAMA (F)- CARNEGIE (SE)

    • - PICTET (S)- COMGEST (HK)

    • - COMERZBANK(ALEM)- ROTHSCHILD (LUX)

    • STATE STREET (EUA)- BNPPARIBAS (F)

    • HSBC (G.B)- ACOFI (F)

    • - NATEXIS (F)- DEXIA (LUX)


    Condi es do xito

    CONDIÇÕES DO ÊXITO

    • PARTICIPAÇÃO ACTIVA DAS ASSOCIAÇÕES/SINDICATOS

      • . Sensibilização dos Associados para o problema das

      • Reformas

      • . Na selecção do Gestor do Fundo de Pensões em

      • função das Rentabilidades

      • . Na criação de um FUNDO DE PENSÕES “SITESE”

      • . No acompanhamento da actividade da Sociedade

      • Gestora


    Condi es do xito1

    CONDIÇÕES DO ÊXITO

    - CONSCIENCIALIZAÇÃO DOS ASSOCIADOS

    . A Reforma Oficial é Insuficiente

    . O “Trespasse” já não é o que era

    . A Reforma Prepara-se com Tempo

    (efeito de capitalização)


    Conclus o2

    CONCLUSÃO

    AS REFORMAS NÃO CONSTITUEM UM PROBLEMA INSOLÚVEL

    MAS…

    É TEMPO DE TODOS ASSUMIRMOS A GESTÃO DAS NOSSAS REFORMAS COM A AJUDA DE ESPECIALISTAS


    Sgf a transpar ncia administrativa

    SGF: A TRANSPARÊNCIA ADMINISTRATIVA

    QUANDO DE CADA PAGAMENTO LIVRE: RECIBO


    Sgf a transpar ncia administrativa1

    SGF: A TRANSPARÊNCIA ADMINISTRATIVA

    TRIMESTRALMENTE: EXTRACTO DE CONTA


    Sgf custos de gest o

    SGF: CUSTOS DE GESTÃO

    OS MAIS BAIXOS CUSTOS DE GESTÃO DO MERCADO:

    1,5%

    RETROCESSÃO AO SITESE:

    0,4%


    Os seus parceiros na reforma

    OS SEUS PARCEIROS NA REFORMA


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