Frei lu s de sousa
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<<Frei Luís De Sousa>>. Grupo F. ALMEIDA GARRETT. ALMEIDA GARRETT. Percurso biográfico. O seu nome de baptismo era João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett. Nasceu no Porto, em 4 de Fevereiro de 1799. Pertencia a uma família burguesa:

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Presentation Transcript


Frei lu s de sousa

<<Frei Luís De Sousa>>

Grupo F

ALMEIDA GARRETT


Frei lu s de sousa

ALMEIDA GARRETT

Percurso biográfico

  • O seu nome de baptismo era João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett.

  • Nasceu no Porto, em 4 de Fevereiro de 1799.

  • Pertencia a uma família burguesa:

  • Foi o iniciador do Romantismo e refundador do teatro português, criador do lirismo moderno e da prosa moderna, e ainda jornalista, político, legislador, em suma, um exemplo de aliança indissociável entre o homem político e o escritor, o cidadão e o poeta.

  • Em 1809 juntamente com a sua família refugia-se na ilha Terceira, a fim de escapar à segunda invasão francesa.

    Nos Açores, recebe uma educação clássica e iluminista (Voltaire e Rousseau, que lhe ensinam o valor da Liberdade), orientada pelo tio, Frei Alexandre da Conceição, Bispo de Angra, ele próprio escritor.

    Em 1812 tinha já escrito uma tragédia, e a sua predilecção foi naturalmente para o género dramático.

  • Em 1817, vai estudar Leis para Coimbra, foco de fermentação das ideias liberais.

  • Em 1820, finalista em Coimbra, recebe com entusiasmo e optimismo a notícia da revolução liberal.


Frei lu s de sousa

  • Em 1821, publica em Coimbra O Retrato de Vénus, ainda marcada por um estilo arcádico. Arcádicos são igualmente os poemas que escreve durante este período e que serão inseridos, em 1829, na Lírica de João Mínimo, um dos livros que publicou.

  • Em 1822, é nomeado funcionário do Ministério do Reino, casa com Luísa Midosi e funda o jornal para senhoras O Toucador.

  • Em 1823, com a reacção miguelista da Vilafrancada, é obrigado a exilar-se em Inglaterra e depois em França. Contacta então com a literatura romântica (Byron, Lamartine, Vitor Hugo, Schlegel, Walter Scott, Madame de Stael), redescobre Shakespeare e começa a preparar o Romanceiro.

  • Em 1825 e 1826, publica em Paris os poemas Camões e Dona Branca, primeiras obras portuguesas de cunho romântico e publica também o Bosquejo da História da Poesia e Língua Portuguesa, como introdução à antologia de poesia portuguesa Parnaso Lusitano.

  • É também nesta data que durante um período de tréguas, regressa a Portugal e mostra-se confiante na Carta Constitucional acordada entre D. Pedro e D. Miguel. Dedica-se ao jornalismo político, nos jornais O Português e O Cronista.

  • Em 1828, depois da retoma do poder absoluto por parte de D. Miguel, exila-se novamente em Inglaterra.

  • Em 1830 publica o tratado político Portugal na Balança da Europa, onde analisa a história da crise portuguesa e exorta à unidade e à moderação.

  • Em 1832, parte para a ilha Terceira e participa no desembarque das tropas liberais no Mindelo.

  • Em 1836, regressa a Lisboa, separa-se de Luísa Midosi e funda o jornal O Português Constitucional. No mesmo ano, é incumbido pelo governo setembrista de Passos Manuel da organização do Teatro Nacional. Nesse âmbito, desenvolverá uma acção notável, dirigindo a Inspecção Geral dos Teatros e o Conservatório de Arte Dramática, intervindo no projecto do futuro Teatro Nacional de D. Maria II e escrevendo ao longo dos anos seguintes todo um repertório dramático nacional: Um Auto de Gil Vicente, Dona Filipa de Vilhena, O Alfageme de Santarém, Frei Luís de Sousa. É por esta altura que inicia um romance com Adelaide Pastor, que morrerá em 1841, deixando-lhe uma filha (episódio que inspirará Frei Luís de Sousa).

  • Em 1838, torna-se Deputado da Assembleia Constituinte e membro da comissão de reforma do Código Administrativo. Em 1846, sai em volume o «inclassificável» livro das Viagens na Minha Terra. Nesse ano, funda o jornal A Regeneração, aceita o título de Visconde e reassume o seu papel de deputado. Em 1852, torna-se, por pouco tempo, Ministro dos Negócios Estrangeiros. Em 1853, publica o livro de poesias Folhas Caídas, recebido com algum escândalo: o poeta era, na época, uma figura pública respeitável (deputado, ministro, visconde), “que se atrevia a cantar o amor desafiando todas as convenções”. Em 1854, morre em Lisboa, aos cinquenta e cinco anos.


Frei lu s de sousa

O Romantismo foi uma corrente artística literária e filosófica.

Um modo de vida, maneira de sentir e pensar.

  • →Movimento cultural que exaltou o instinto e privilegiou

    as emoções contra a razão.

  • →Rebeldia face as normas estabelecidas.

  • →Perspectiva criadora

  • →Culto do Eu ( individualismo egocêntrico )

  • →Contestou a razão, o Neoclassicismo e a ordem clássica

  • →Valoriza tudo o que é nacional ( patriota)

  • →Defende o passado (idade média)

  • →Rebelde, prestando culto à liberdade

  • →Ataca as crenças religiosas e o poder absoluto

  • → Refugia-se na Natureza (cúmplice dos seus estados de alma)


Como surgiu o romantismo

Como surgiu o Romantismo?

Numa época em que o clima do ambiente intelectual era a rebeldia. Na política, caíam os sistemas de governo despótico e surgia o liberalismo. No campo social imperava o inconformismo e no campo artístico o repúdio às regras. A Revolução Francesa foi o clímax deste movimento, o romantismo.

 O Romantismo, em Portugal, teve como alicerce a publicação do poema “Camões”,

da autoria de Almeida Garrett, em 1825, numa situação de exílio, em Inglaterra,

(sendo o poema publicado posteriormente em França),

provocada pelos conflitos resultantes da Revolução Francesa e pelos princípios liberais

que Garrett defendia.

 Como consequência do triunfo liberal, a classe burguesa instaurou-se com maior poder em  Portugal,

acontecimento que promoveu o romantismo, pois a burguesia opunha-se à aristocracia.

Como a fidalguia era própria da cultura clássica a burguesia tornou-se o público do romantismo. Garrett, através destas

circunstâncias, parece ter compreendido a necessidade de existir um novo género de relações entre o escritor romântico e o novo público, isto é, os espectadores do escritor passam a ser o povo e

burguesia,  e a sua obra a maneira de chegar até este.

De acordo com Garrett, o novo público desejava assuntos sentimentais e assuntos que focassem a recuperação de tradições

e de quimeras nacionais, que haviam sido postos de lado pela cultura clássica, ou seja temas que compunham a fisionomia do

romantismo. Segundo Garrett, a função do escritor é comunicar ao povo o valor dos ideais e a verdade objectiva, através

das sua obras e com a ajuda de temas substanciais, patrióticos e emotivos.

Foi através da publicação de jornais de caris patriótico e literário, da renovação do teatro em Portugal e da publicação de

inúmeros romances que Garrett mobilizou o desenvolvimento do romantismo em Portugal.


Folhas ca das

<<Folhas caídas>>

Almeida Garrett


Barca bela

Barca Bela

Pescador da barca bela,

Onde vais pescar com ela,

Que é tão bela,

Ó pescador?

Não vês que a última estrela

No céu nublado se vela?

Colhe a vela,

Ó pescador!

Deita o lanço com cautela,

Que a sereia canta bela...

Mas cautela,

Ó pescador!

Não se enrede a rede nela,

Que perdido é remo e vela

Só de vê-la,

Ó pescador!

Pescador da barca bela,

Inda é tempo, foge dela,

Foge dela,

Ó pescador!

Almeida Garrett


Anjo s

Anjo és

Anjo és tu, que esse poderJamais o teve mulher,Jamais o há-de ter em mim.Anjo és, que me dominaTeu ser o meu ser sem fim;Minha razão insolenteAo teu capricho se inclina,E minha alma forte, ardente,Que nenhum jugo respeita,Cobardemente sujeitaAnda humilde a teu poder.Anjo és tu, não és mulher.

Anjo és. Mas que anjo és tu?Em tua frente anuviadaNão vejo a c'roa nevadaDas alvas rosas do céu.Em teu seio ardente e nuNão vejo ondear o véuCom que o sôfrego pudorVela os mistérios de amor.Teus olhos têm negra a cor,Cor de noite sem estrela;A chama é vivaz e é bela,Mas luz não tem. - Que anjo és tu?Em nome de quem vieste?Paz ou guerra me trouxesteDe Jeová ou Belzebu?

Não respondes - e em teus braçosCom frenéticos abraçosMe tens apertado, estreito!...Isto que me cai no peitoQue foi?... - Lágrima? - Escaldou-me...Queima, abrasa, ulcera... Dou-me,Dou-me a ti, anjo maldito,Que este ardor que me devoraé já fogo de precito,Fogo eterno, que em má horaTrouxeste de lá... De donde?Em que mistérios se escondeTeu fatal, estranho ser!Anjo és tu ou és mulher?

Almeida Garrett


Frei lu s de sousa

Este Inferno de Amar

Este inferno de amar - como eu amo! -

Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?

Esta chama que alenta e consome,

Que é a vida - e que a vida destrói –

Como é que se veio a atear,

Quando - ai quando se há-de ela apagar?

Eu não sei, não me lembra: o passado,

A outra vida que dantes vivi

Era um sonho talvez... - foi um sonho -

Em que paz tão serena a dormi!

Oh! que doce era aquele sonhar...

Quem me veio, ai de mim! despertar?

Só me lembra que um dia formoso

Eu passei... dava o sol tanta luz!

E os meus olhos, que vagos giravam,

Em seus olhos ardentes os pus.

Que fez ela? eu que fiz? - Não no sei;

Mas nessa hora a viver comecei...

Almeida Garrett


Os cinco sentidos

Os cinco sentidos

Formosos – são os pomos saborosos,É um mimo – de néctar o racimo:E eu tenho fome e sede... sequiosos,Famintos meus desejosEstão... mas é de beijos,É só de ti – de ti!Macia – deve a relva luzidiaDo leito – ser por certo em que me deito.Mas quem, ao pé de d, quem poderiaSentir outras carícias,Tocar noutras delíciasSenão em ti – em ti!A ti! ai, a ti só os meus sentidos,Todos num confundidos,Sentem, ouvem, respiram;Em ti, por ti deliram.Em ti a minha sorte,A minha vida em ti;E quando venha a morte,Será morrer por ti.

São belas – bem o sei, essas estrelas,Mil cores – divinais têm essas flores;Mas eu não tenho, amor, olhos para elas,Em toda a naturezaNão vejo outra belezaSenão a ti – a ti!Divina – ai! sim, será a voz que afinaSaudosa – na ramagem densa, umbrosa.Será; mas eu do rouxinol que trinaNão oiço a melodia,Nem sinto outra harmoniaSenão a ti – a ti!Respira – n' aura que entre as flores gira,Celeste – incenso de perfume agreste.Sei... não sinto, minha alma não aspira,Não percebe, não tomaSenão o doce aromaQue vem de ti – de ti!

Almeida Garrett


Frei lu s de sousa

GÉNERO DRAMÁTICO

  • - História do teatro

  • Características da Tragédia

  • Características do Drama Romântico


Hist ria do teatro

História do teatro

(Da antiguidade até ao presente)

Expressão…


Frei lu s de sousa

  • O teatro surgiu na Grécia, tudo começou com o desenvolvimento do homem, através das suas necessidades.

  • O homem primitivo era caçador e selvagem, sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva.

  • Eram umas espécies de danças dramáticas colectivas que abordavam as questões do seu dia a dia, uma espécie de rito de celebração, agradecimento ou perda.

  • Estas pequenas evoluções deram-se com o passar de vários anos. Com o tempo o homem passou a realizar rituais sagrados na tentativa de apaziguar os efeitos da natureza, harmonizando-se com ela.

  • Os ritos começaram a evoluir, surgem danças miméticas, os homens praticam a MIMESIS (mímica) e as mulheres cantam.


Frei lu s de sousa

  • Com o surgimento da civilização egípcia os pequenos ritos tornaram-se grandes rituais formalizados e baseados em mitos (histórias que narram o sagrado do mundo.

  • No princípio tudo acontecia nas ruas, depois tornou-se necessário um lugar, surgiram então os primeiros teatros.

  • E foi assim que o teatro foi evoluindo. Com o tempo surgiram novas formas de fazer teatro.

  • Em Portugal, destaca-se o mais notável exemplo de teatro romântico: Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett (1843).Surgirão, depois, o Realismo e o Naturalismo, em finais do século XIX.

  • O Expressionismo, de certo modo anti-realista em termos de teatro, surge no primeiro quartel do século XX, baseado na valorização cénica como modo de reprodução de ideias, na mecanização da sociedade e no repensar da importância do subconsciente e da interioridade psíquica do indivíduo.

  • No Teatro Contemporâneo, cujo início pode coincidir com a Primeira Guerra Mundial, recordamos a comédia social, com as suas figuras-tipo em confronto com as velhas e deturpadas ideias românticas da sociedade. Depois virá Elliot, com valores renovados como o heroísmo, a confiança e até a religião, ou até Miller e Tennessee Williams, nos EUA, e Garcia Lorca, em Espanha, que valorizavam a realidade social e histórica nas suas obras.

  • Em Portugal, destaquemos, depois da Segunda Guerra Mundial, Alves Redol, Jorge de Sena ou Bernardo Santareno, entre tantos outros autores da questão social do Existencialismo.

  • Entretanto, há que referir o teatro infantil, que desde sempre existiu, da China Antiga à Inglaterra, mas que ganhará relevo com a importância que a criança adquiriu no século XIX.

  • Muitas outras companhias surgiram nesse século em todo o mundo, recriando velhos clássicos como Peter Pan, Alice no País das Maravilhas e Branca de Neve, como não deixou de suceder em Portugal, onde, como no resto do mundo, surgiram autores especializados em teatro infantil.


Trag dia

Tragédia

  • Tragédia é um tipo de drama, carcterizada pela sua seriedade e dignidade, envolvendo frequentemente um conflito entre uma personagem e algum poder de instância maior, como a lei, os deuses, o destino ou a sociedade.

  • Deriva da rica poética e tradição religiosa da Grécia Antiga.


Caracter sticas da trag dia

Características da tragédia

  • Existência de poucas personagens;

  • Personagens que se inserem num estrato social elevado;

  • Acção sintética : convergência progressiva de um numero pouco significativo de acções para a acção trágica.

  • Condensação do tempo em que decorre a acção,

  • Espaços em números reduzidos

  • Cumprimento da lei das três unidades :

    - Unidade de acção;

    - Unidade de espaço ( 3 espaços)

    - Unidade de tempo ( a acção decorre em cerca de 8 dias e não em 24 horas como acontecia na tragédia clássica.

  • Solenidade clássica e ambiente trágico.

  • Momentos de retardamento (adiam o desenlace trágico)


Drama rom ntico

Drama Romântico

Modalidade do drama, que, como tal, privilegia a dinâmica do conflito, o drama romântico veicula conflitos emocionais, muitas vezes em situação do quotidiano. No romantismo, em geral, despreocupado com uma expressão realista do mundo, opunha num conflito o herói e o vilão, embora a temática se tecesse sempre em volta de acontecimentos de cariz sentimental e amoroso.Garrett, recorrendo a muitos elementos da tragédia clássica, constrói um drama romântico, definido pela valorização dos sentimentos humanos das personagens, pela tentativa de racionalmente negar a crença no destino, mas psicologicamente deixar-se afectar por pressentimentos e acreditar no sebastianismo, pelo uso da prosa em substituição do verso e pela utilização de uma linguagem mais próxima da realidade vivida pelas personagens (diferente do tom solene da tragédia clássica), sem preocupações excessivas com algumas regras, como a presença do coro ou a obediência perfeita à lei das três unidades (acção, tempo e espaço). Na peça Frei Luís de Sousa é possível identificar diversas características românticas, que justificam a classificação de "drama romântico" que lhe atribuiu o seu autor (na Memória ao Conservatório Real): o amor da Pátria (o patriotismo e o nacionalismo de Manuel de Sousa Coutinho; o idealismo patriótico de Maria); o amor pela Liberdade (quase uma nova religião); a religiosidade, as crenças, os agouros, as superstições, as visões; a apologia do individualismo (o conflito entre a sociedade e o indivíduo, entre o código moral e o desejo de ser feliz), a morte como solução para os problemas; o fatalismo (o destino comanda a vida das personagens) e a evidente intenção pedagógica (a problemática dos filhos ilegítimos, a denúncia da falta de patriotismo de alguns).


Caracter sticas do drama rom ntico

Características do drama romântico

  • Peça escrita em prosa.

  • Obra como expressão de um determinado estado social;

  • Á acção da peça está subjacente uma acção real.

  • O ser humano como alvo de uma atenção analítica,

  • Exaltação dos valores patrióticos e religiosos

  • O realismo psicológico que caracteriza os sentimentos de Telmo.

  • A projecção da experiencia pessoal do autor, que possuía uma filha ilegítima.

  • A morte de Maria em palco.


Frei lu s de sousa

FIM


Descri o do per odo conturbado 1578 1580 na hist ria de portugal

Descrição do Período Conturbado 1578/1580 na História de Portugal

Desastre de Alcácer-Quibir;

Sucessão do Trono;

Perda da Independência.


Causas que conduziram batalha de alc cer quibir

Causas que conduziram à Batalha de Alcácer-Quibir


Batalha de alc cer quibir

Batalha De Alcácer - Quibir


Trag dia n acional e real

Tragédia Nacional e Real


Sequelas da batalha

Sequelas da Batalha


Crise din stica

Crise Dinástica

  • Entretanto já se perfilavam os pretendentes ao trono.


Candidatos ao trono

Candidatos ao Trono


Sociedade dividida

Sociedade Dividida


O principal regente

O Principal Regente


Guerra pelo trono batalha de alc ntara

Guerra pelo Trono – Batalha de Alcântara


Desfecho

Desfecho


Deveres do novo rei

Deveres do Novo Rei

  • No seguinte pequeno excerto encontram-se explícitos os deveres e obrigações que o Rei Filipe I (de Portugal) deveria cumprir, patenteados nas Cortes de Tomar.


Cortes de tomar

Cortes de Tomar

  • “Sua Majestade fará juramento de manter todos os direitos, costumes, privilégios e liberdades concedidas ao reino de Portugal (…). Que havendo de se pôr neste Reino vice-rei ou outra pessoa que o haja governar, seja português. (…)

  • Que todos os cargos superiores e inferiores, assim da justiça como da Fazenda, sejam para portugueses e não para estrangeiros. (…)


Frei lu s de sousa

  • Que os negócios da Índia e da Guiné e de outras partes pertencentes ao reino de Portugal não se retirem dele (…).


Frei lu s de sousa

  • Que o ouro e a prata que se cunharem em moeda neste reino se cunhem apenas com armas de Portugal.”


Aclama o do rei

Aclamação do Rei


Resultado final

Resultado Final


Dom nio filipino sexagen rio

Domínio Filipino Sexagenário


Com rcio triangular

Comércio Triangular


S ntese

Síntese


Frei lu s de sousa

Obra Monumental: “História de São Domingos”


Bibliografia

Bibliografia

  • Manuais Escolares:

  • Novo Clube de História 8

  • História 8

  • História de Portugal (José Hermano Saraiva)

  • Sites na Internet:

  • Wikipédia


Frei lu s de sousa

  • Trabalho Realizado Por:

  • Ana Teresa Cerdeira Frazão;

  • Fernando Isaac C. S. Pinto;

  • Ana Filipa Lopes Marinho;

  • Nuno André Ferreira Ferraz.


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