PLANO DE ENSINO
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PLANO DE ENSINO CURSO: ICH – Curso Geral SÉRIE: 1 o período DISCIPLINA: Psicologia do Desenvolvimento: Ciclo Vital CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3 horas /aula CARGA HORÁRIA SEMESTRAL : 60 horas. I – EMENTA.

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I – EMENTA

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Presentation Transcript


I ementa

PLANO DE ENSINOCURSO: ICH – Curso GeralSÉRIE: 1o períodoDISCIPLINA: Psicologia do Desenvolvimento: Ciclo VitalCARGA HORÁRIA SEMANAL: 3 horas /aulaCARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas


I ementa

I – EMENTA

  • Principais fenômenos e processos do desenvolvimento humano do período pré-natal à velhice, concebidos de forma integrada (físico/motor, cognitivo, psicossocial) e dos processos de perdas, separações, morte e luto, em diferentes contextos sócio-históricos e culturais.


Objetivos gerais

– OBJETIVOS GERAIS

  • Reconhecimento e compreensão dos pressupostos epistemológicos relativos ao processo de desenvolvimento humano.

  • Identificação e compreensão dos fenômenos e processos psicológicos do desenvolvimento humano, ao longo do ciclo vital nas suas interfaces: biológica, cognitiva e psicossocial e nos diferentes contextos sócio-históricos e culturais em que se inserem.

  • Reconhecimento e compreensão dos processos de separações, perdas, morte e luto em todas as fases do ciclo vital e suas implicações psicossociais.


Objetivos espec ficos

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Tais competências serão desenvolvidas a partir das seguintes habilidades:

  • Identificar e caracterizar relações entre contextos e processos psicológicos/ comportamentais nas diferentes fases de desenvolvimento humano.

  • Identificar, descrever e explicar os processos de mudanças biológicas e psicossociais ocorridos na infância, adolescência, vida adulta e velhice.

  • Identificar e descrever os processos de separações, perdas, aquisições e os processos de luto envolvidos na infância, adolescência, idade adulta e velhice.


I ementa

  • Levantar informações a partir da observação de processos de desenvolvimento, para análise, descrição e interpretação, através do referencial teórico, estabelecendo relações entre os dados coletados e os processos psicológicos subjacentes.

  • Localizar informações bibliográficas em bases de dados, livros, periódicos e manuais técnicos através dos meios convencionais e de sítios na Internet.

  • Articular o conhecimento científico à realidade brasileira e mundial.


Conte do program tico

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • Unidade I

  • 1- As Influências pré e perinatais no desenvolvimento.

  • 2- A Primeira Infância (0 _ 3anos)

    Desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial.

  • 3- A Segunda Infância (3– 6anos)

    Desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial.

  • 4- A Terceira Infância (6– 12anos)

    Desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial.


Unidade ii

Unidade II

  5- A Puberdade e Adolescência (12 – 20anos)

Mudanças físicas, cognitivas e psicossociais.

  • 6- O Adulto- Jovem (20 – 40anos)

    Mudanças físicas, cognitivas e psicossociais.

  • 7- A Meia- Idade (40 – 65anos )

    Mudanças físicas, cognitivas e psicossociais.

  • 8- A Velhice (a partir dos 65 anos)

    Mudanças físicas, cognitivas e psicossociais.

  • 9- A Morte: visão histórica, social e cultural.

    A morte nas diferentes etapas do desenvolvimento humano. Morte, Separação, Perdas e o Processo de Luto. 


Estr t gia de trabalho

ESTRÁTÉGIA DE TRABALHO

  • Aulas expositivas com incentivo à participação dos alunos no questionamento e nas discussões.

  • Discussões pautadas em situações-problema.

  • Discussões em grupo atrelando exercícios aos textos da bibliografia básica e complementar.

  • Realização de exercícios individuais e em grupos, pautados em questões emergentes relacionadas ao mundo contemporâneo em diferentes contextos sócio-históricos e culturais.

  • Projeção de filmes e documentários.

  • Observações de crianças em escolas, creches ou outros contextos sociais, para conhecimento, análise e reflexão sobre os processos de desenvolvimento.

  • Entrevistas com pessoas nas faixas etárias adolescência, adulto-jovem, meia-idade e velhice, para conhecimento, análise e reflexão dos processos de desenvolvimento.

  • Elaboração e apresentação de seminários sobre os trabalhos de observação e as entrevistas.


Avalia o

AVALIAÇÃO

  • Primeiro Bimestre - NP1

  • A nota final de aproveitamento do aluno no primeiro bimestre será dada pela soma da notas provenientes de:

  • Prova escrita individual (8.5 pontos), contendo 60% da pontuação em questões objetivas e 40% em questões discursivas. Mínimo: 12 questões (com 2 questões discursivas)

  • Trabalho de observação (1.5 pontos).

  • Segundo Bimestre – NP2

  • A nota final de aproveitamento do aluno no segundo bimestre será dada pela soma das notas provenientes de:

  • Prova escrita individual (8.5 pontos), contendo 60% da pontuação em questões objetivas e 40% em questões discursivas. Mínimo: 12 questões (com 2 questões discursivas).

  • Entrevistas (1.5 pontos).

  • A média do semestre será calculada de acordo com o Regimento.


Trabalho de observa o do 1 bimestre

TRABALHO DE OBSERVAÇÃO DO 1º BIMESTRE

  • OBJETIVO: Introduzir o aluno na prática da observação dos fenômenos do desenvolvimento da criança. Articular teoria e prática.

  • JUSTIFICATIVA: Este trabalho tem como objetivo promover o contato do aluno com crianças de 0 - 12 anos através da técnica de observação permitindo que compreenda as dificuldades envolvidas na observação e no estudo de crianças.


I ementa

  • PROCEDIMENTO: Os alunos deverão se organizar em duplas ou trios e entrar em contato com escolas, creches, abrigos ou pais de crianças

  • Os objetivos do trabalho e obter a autorização para a execução do mesmo. É obrigatório que os pais ou responsável pela criança assinem o termo de consentimento em 2 (duas) vias, sendo que a primeira deve ficar com o responsável pelo observado e a segunda deverá ser entregue ao professor, para arquivá-la.

  • SUJEITOS: crianças entre 0 meses a 12 anos (cada dupla ou trio de alunos irá escolher uma faixa etária: 0-3 anos; 3-6 anos ou 6 a 12 anos).

  • ; esclarecer


I ementa

  •  LOCAL: A observação deverá acontecer em um “ambiente natural” (escola, creches, abrigos, parque, playground ou outra situação que seja familiar à criança), por cerca de meia hora (30 minutos).

  • ASPECTOS A SEREM OBSERVADOS: Aspecto físico, perceptual, cognitivo, linguagem, personalidade e social. (os dados serão observados, anotados e devem ser livres de interpretações).


I ementa

  • PROSSEGUIMENTO DO TRABALHO:

  • 1- Questões de ordem prática: apresentar por escrito (digitado) os dados da observação.

  • 2- Questões de ordem teórica: redigir um texto, usando os conhecimentos científicos adquiridos na disciplina. Este instrumento será usado para compreender os dados da observação (item 1).

  • 3- Questões teórico-práticas: relacionar os dados obtidos na observação (item 1) com os conhecimentos teóricos adquiridos (item 2) no curso.

  • 4- Critérios de avaliação do trabalho escrito: abrangência dos dados da observação, clareza, objetividade e coesão textual, permitindo que se identifiquem os aspectos teórico-práticos.

  • 5- Pôster interativo:os alunos poderão elaborar um pôster para apresentação aos demais alunos da turma, em data previamente agendada.

  • Obs.: o aluno não poderá faltar a esta apresentação em nenhuma hipótese.


Trabalho te rico pr tico do 2 bimestre elabora o e realiza o de entrevistas

TRABALHO TEÓRICO – PRÁTICO DO 2º BIMESTREElaboração e realização de entrevistas

  • OBJETIVOS:

  • - Introduzir o aluno na prática do planejamento e realização de entrevistas.

  • - Desenvolver a capacidade de observação e discutir o impacto da situação de entrevista, no entrevistador.

  • JUSTIFICATIVA :

  • Este trabalho possibilitará o contato do aluno com a situação de entrevista permitindo o reconhecimento de fatores de influência em seu próprio desenvolvimento e no de outros, assim como,desenvolver a capacidade de observação dos processos de mudança ocorridos na adolescência, vida adulta e velhice.


I ementa

  • PROCEDIMENTOS:

  • Discussão do roteiro da entrevista (sugerido pelo líder e adequação do mesmo, se preciso, frente à realidade local).

  • Discussão do termo de consentimento (é obrigatório que cada entrevistado assine o termo de consentimento em duas vias, a primeira fica com o entrevistado, a segunda é entregue ao professor que deve arquivá-la).

  • Realização das entrevistas:O grupo é responsável por uma determinada faixa etária: adolescência, adulto jovem, maturidade ou velhice- e deverá se subdividir em duplas para a realização das entrevistas com diferentes sujeitos dentro da mesma faixa etária. É interessante que entrevistem sujeitos de gêneros e contextos socioeconômicos diferentes.

  • Os alunos deverão entrar em contato com escolas, abrigos, Centros de Juventude, asilos ou com os próprios adolescentes, adultos e idosos; esclarecer os objetivos do trabalho e obter a autorização para a execução do mesmo.


I ementa

  • SUJEITOS: adolescentes, adultos-jovens, adultos-médios e idosos.

  • DURAÇÃO DA ENTREVISTA: por volta de trinta minuto (tempo necessário para uma entrevista dialogada).

  • LOCAL: A entrevista deverá acontecer em local previamente agendado com o entrevistado (buscar o que for melhor para ele).

  • PROSSEGUIMENTO DO TRABALHO:

  • 1- Questões de ordem prática: descrição escrita e digitada dos dados das diferentes entrevistas realizadas pelas duplas do grupo.

  • 2- Questões de ordem teórica: elaboração de um trabalho escrito, usando os conhecimentos científicos adquiridos na disciplina, que permitam compreender os dados das entrevistas (item 1).

  • 3- Questões teórico-práticas: salientar os pontos de convergência e divergência das diferentes entrevistas (item 1) sinalizando características desenvolvimentais normativas e idiossincráticas (item 2).

  • 4- Critérios para avaliação do trabalho escrito: um texto claro, objetivo e coeso que identifique os aspectos teórico-práticos.

  • 5 - Apresentação oral do trabalho para os demais alunos da turma em data previamente agendada.

  • Obs.: o aluno não poderá faltar a esta apresentação em nenhuma hipótese. 


Roteiro de entrevista

Roteiro de entrevista

  • 1-Dados de Identificação:

  • Nome (iniciais ou pseudônimo)

  • Idade

  • Sexo

  • Profissão

  • Grau de escolaridade

  • Estado Civil (com quem mora)

  • Posição na Família de origem (número de irmãos, etc.)

  • Nível sócio-econômico


I ementa

  • 2- Qual é a sua rotina de vida? O que você gosta de fazer? O que é importante? (cotidiano, hobbies, esporte...)

  • 3- Como é o seu relacionamento familiar?

  • 4- Como é o seu relacionamento social/ amizades?

  • 5- Como é o seu relacionamento com pessoas de outras faixas etárias?

  • 6- Como você acha que é a vida das pessoas de sua idade? No que a sua vida é semelhante ou diferente?

  • 7- Comparando com outro momento de vida, quais as semelhanças e diferenças que você percebe?

  • 8- Quais assuntos, temas, problemas, preocupações, medos são vitais para as pessoas de sua idade? Em relação a estes temas ou outros, quais são importantes para você? Como?

  • 9- Como as pessoas de sua idade costumam encarar a profissão/ocupação? (O que o levou a tal profissão, se for o caso).

  • 10- Como as pessoas de sua idade costumam encarar o amor, a sexualidade?

  • 11- Como você acha que as pessoas o vêem, neste momento de vida? No que você percebe que mudou? O que o levou a tais mudanças?

  • 12- Como você quer ser/fazer daqui para frente? O que você sente ser essencial a partir de agora?

  • 13- Qual é o seu maior sonho?


Plano de aulas 2013 semana 1

PLANO DE AULAS – 2013 SEMANA 1

  • - Apresentação da disciplina: objetivos gerais, específicos, conteúdo programático, cronograma, orientação geral para estudo da unidade de ensino, avaliação e bibliografia.

  • - Esclarecimento sobre os trabalhos referentes ao primeiro e segundo bimestres, bem como sobre os respectivos anexos.

  • - Exercício

  • Os alunos deverão ser subdivididos em quartetos, da seguinte forma: dois observados, um observador e um observador do trio, observador-observados. Os observados serão orientados a travar uma discussão sobre uma situação problema (caso) que envolva uma das faixas etárias a ser estudada na disciplina. Os demais deverão permanecer no papel pré-determinado. Depois de 10 minutos, o observador deverá relatar para o quarteto o que observou e em seguida, o observador do trio relatará sua observação, por fim, o grupo deverá discutir o exercício como um todo.

  • Fechamento:O professor deverá discutir a dinâmica com a classe, salientando a diferença entre observação e interpretação. (http://www.scielo.br/pdf/%0D/pe/v8n2/v8n2a08.pdf)

  • OBS: Orientação para o exercício da próxima aula. Os alunos deverão consultar sites e/ou revistas comerciais voltadas para orientação de gestantes e trazer o material para ser trabalhado em aula.


Semana 2

SEMANA 2

  • 1.º Tempo: Influências pré e perinatais no desenvolvimento.

  • Texto:

  • PAPALIA, E. D. ; OLDS, S. W.& FELDMAN,R. D. – Desenvolvimento Pré-natal In Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • 2.º Tempo: Exercíciode reflexão:

  • Os alunos utilizarão os artigos encontrados nos sites e/ou revistas comerciais e, em pequenos grupos, discutirão o material disponível, analisando-o do ponto de vista científico (validade, adequação, distinção entre ciência e senso comum, etc.).

  • Fechamento (professor):Contextualizar as questões discutidas na aula, em termos sócio-histórico e culturais, visando um aprofundamento teórico-prático.


Semana 3

SEMANA 3

1.º Tempo: A criança recém-nascida (Discussão bebê competente X visão tradicional/senso comum bebês)

  • Texto:

  • MOURA, M. L. S. de & RIBAS, A . F. P., Evidências sobre características de bebês recém-nascidos: um convite a reflexões teóricas in MOURA, M. L. S. de (org.) - O Bebê do século XXI e a psicologia em desenvolvimento.São Paulo: Casa Do Psicólogo, 2004 – cap. 1 (Coleção Psicologia e educação).

  • 2.º Tempo: Relações afetivas mães-bebês (aspectos sócio-culturais). Conhecimento das mães sobre desenvolvimento infantil (aspectos sócio-históricos e culturais).

  • Textos:

  • THOMAZ, A. C.P.et al. Relações afetivas entre mães e recém-nascidos a termo e pré-termo: variáveis sociais e perinatais. Estud. psicol. (Natal).  Natal,  v. 10,  n. 1,  2005.  Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.

  • MOURA, M. L. S.; RIBAS, R. C; PICCININI, C. A. Conhecimento sobre desenvolvimento infantil em mães primíparas de diferentes centros urbanos do Brasil. Estudos de Psicol. (Natal), 2004, 9(3), 421-429 Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/epsic/v9n3/a04v09n3.pdf

  • Fechamento (professor):Contextualizar as questões discutidas na aula, em termos sócio-histórico e culturais, visando um aprofundamento teórico-prático.

  • OBS.: Orientação sobre o trabalho de observação.

  • - A informação completa sobre os procedimentos relacionados ao trabalho de observação deve ser lida nos anexos deste Plano de Ensino.


Semana 4

SEMANA 4

  • Desenvolvimento físico, perceptual, cognitivo, linguagem, personalidade e social (0 – 3 anos)

  • Texto:

  • PAPALIA, E. D.; OLDS, S. W. &FELDMAN,R. D. Desenvolvimento Motor in Desenvolvimento Humano. 10.ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • PAPALIA, E. D.; OLDS, S. W.& FELDMAN, R. D. Questões de Desenvolvimento no primeiro Ano de Vida in Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • Texto complementar:

  • GERRIG, R,J. & ZIMBARDO, P.G.O Desenvolvimento Humano ao Longo da VidaIn A Psicologia e a Vida. 16 ed. Porto Alegre:Artmed, 2005, Cap 11.

  • Fechamento (professor):Contextualizar as questões discutidas na aula, em termos sócio-histórico e culturais,visando um aprofundamento teórico-prático.

  • OBS.: Orientação sobre o trabalho de observação (1.º bimestre)


Semana 5

SEMANA 5

  • Desenvolvimento físico, perceptual, cognitivo, linguagem, personalidade e social (3 aos 6 anos)

  • Texto:

  • PAPALIA, E. D.; OLDS, S. W.& FELDMAN,R. D. Habilidades Motoras in Desenvolvimento Humano. 10ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • PAPALIA, E. D.; OLDS, S. W. & FELDMAN, R. D .O desenvolvimento do EU e Gênero in Desenvolvimento Humano. 10ªed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • Texto complementar:

  • GERRIG, R. J. & ZIMBARDO, P. G. O Desenvolvimento Humano ao Longo da Vida InA Psicologia e a Vida. 16ed. Porto Alegre. Artmed, 2005, Cap 11.

  • Fechamento (professor):Contextualizar as questões discutidas na aula, em termos sócio-histórico e culturais, visando um aprofundamento teórico-prático.

  • OBS.: Orientação sobre o trabalho de observação (1.º bimestre)


Semana 6

SEMANA 6

  • Desenvolvimento físico, perceptual, cognitivo, linguagem, personalidade e social (6 aos 12 anos)

  • Texto:

  • PAPALIA, E. D.; OLDS, S. W. & FELDMAN, R. D. Habilidades Motoras in Desenvolvimento Humano. 10ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • PAPALIA, E. D.; OLDS, S. W. & FELDMAN, R. D .O desenvolvimento do EU e Gênero in Desenvolvimento Humano. 10ªed Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • Texto complementar:

  • GERRIG, R. J. & ZIMBARDO, P. G. O Desenvolvimento Humano ao Longo da Vida InA Psicologia e a Vida. 16ed. Porto Alegre. Artmed, 2005, Cap 11.

  • Fechamento (professor):Contextualizar as questões discutidas na aula, em termos sócio-histórico e culturais, visando um aprofundamento teórico-prático.


Semana 7

SEMANA 7

  • 1.º Tempo: Apresentação e discussão dos trabalhos de observação.

  • 2.º Tempo: REVISÃO PARA PROVA.

  • Fechamento (professor):Contextualizar as questões discutidas na aula, em termos sócio-histórico e culturais, visando um aprofundamento teórico-prático.

  • SEMANA 8

  • Avaliação Bimestral NP1


Semana 9

SEMANA 9

  • 1.º Tempo: Vista da Prova

  • 2.º Tempo:Orientação sobre as entrevistas /seminários (2º bimestre).

  • - A informação completa sobre os procedimentos relacionados aos seminários deve ser lida nos anexos deste Plano de Ensino.


Semana 10

SEMANA 10

  • Tema: Adolescência - Mudanças biológicas, cognitivas e psicossociais.

  • Puberdade e Adolescência – definição puberdade e adolescência; discussão fenômeno biológico (puberdade) X fenômeno sócio-cultural (adolescência)

  • Texto:

  • GRIFFA, M. C.Adolescência in Chaves para a psicologia do desenvolvimento, Tomo 2. São Paulo: Paulinas, 2001. Cap.6, p. 9- 50.

  • OBS.: Orientação sobre o trabalho de entrevistas (2.º bimestre)


Semana 11

SEMANA 11

  • Adolescência – relação com a família e a escolha profissional

  • Texto:

  • GRIFFA, M. C.Adolescência in Chaves para a psicologia do desenvolvimento, Tomo 2. São Paulo: Paulinas, 2001. Cap.6, p. 9- 50.

  • A adolescência como fenômeno sócio-histórico e cultural e suas implicações na concepção de pais e educadores.

  • Textos Complementares:

  • - OSÓRIO, L. C. Adolescente Hoje. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. Cap2.

  • Texto Complementar:

  • BOCK, A. M. B. A adolescência como construção social: estudo sobre livros destinados a pais e educadores.Psicologia Escola Educação., jun. 2007, vol.11, nº.1, p.63-76. ISSN 1413-8557.

  • OBSERVAÇÃO:

  • 1º Tempo: Aula expositiva-dialogada sobre a Adolescência

  • 2º Tempo: Apresentação do Seminário Adolescência

  • Fechamento (professor): Contextualizar as questões discutidas na aula com o seminário apresentado, visando um aprofundamento teórico-prático.


Semana 12

SEMANA 12

Tema: Adulto-Jovem - Mudanças biológicas, cognitivas e psicossociais.

  • Texto:

  • GRIFFA, M. C. Maturidade, Vida Adulta, VelhiceinChaves para a psicologia do desenvolvimento, Tomo 2. São Paulo: Paulinas, 2001. Cap.7 p. 73- 83.

  • Relacionamentos afetivos na fase adulta (discussão sobre a crise intimidade X isolamento).

  • Texto Complementar:

  • - FÉRES-CARNEIRO, T. Casamento contemporâneo: o difícil convívio da individualidade com a conjugalidade. inPsicologia: Reflexão e Crítica,vol.11, nº 2, Porto Alegre, 1998.

  • OBSERVAÇÃO:

  • 1º Tempo: Aula expositiva-dialogada sobre Adulto-Jovem

  • 2º Tempo: Apresentação do Seminário sobre o Adulto-Jovem

  • Fechamento (professor): Contextualizar as questões discutidas na aula com o seminário apresentado, visando um aprofundamento teórico-prático.


Semana 13

SEMANA 13

  • Tema: Meia-Idade - Mudanças biológicas, cognitivas e psicossociais. 

  • Aspectos Biopsicossociais da Meia-Idade

  • Texto:

  • GRIFFA, M. C.- Maturidade, Vida Adulta, Velhice In Chaves para a psicologia do desenvolvimento, Tomo 2. São Paulo: Paulinas, 2001. Cap.7 p.83- 95.

  • Texto Complementar:

  • MORI, M.E. E COELHO, V.L.D.. Mulheres de Corpo e Alma:Aspectos Biopsicossociais da Meia-Idade Feminina In Psicologia: Reflexão e Crítica, 2004, 17(2), pp.177-187.

  • Estresse e saúde na idade adulta

  • Texto Complementar:

  • PAPALIA, E. D. ; OLDS, S. W.& FELDMAN, R. D. Saúde e estilo de Vida: a influência do estresse in Desenvolvimento Humano 10ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

  • OBSERVAÇÃO:

  • 1º Tempo: Aula expositiva-dialogada sobre a Meia-Idade

  • 2º Tempo: Apresentação do Seminário Meia-Idade

  • Fechamento (professor): Contextualizar as questões discutidas na aula com o seminário apresentado, visando um aprofundamento teórico-prático.


Semana 14

SEMANA 14

Tema: Terceira Idade - Mudanças biológicas, cognitivas e psicossociais. 

  • Representação social da terceira idade = deterioração x inventar nova subjetividade.

  • Papel pioneiro do idoso hoje: construir seu psiquismo solitariamente.

  • Texto:

  • GRIFFA, M. C. Maturidade, Vida Adulta, Velhice in Chaves para a psicologia do desenvolvimento, Tomo 2. São Paulo: Paulinas, 2001. Cap.7p. 95-113.

  • Texto Complementar:

  • BROCHSZTAIN, C. O susto ao espelho. In Revista Kairós: gerontologiaNúcleo de Estudos e Pesquisa do Envelhecimento - PUC-SP. Ano I, nº1,1988. São Paulo: EDUC.

  • Velhice, fantasia e realidade social

  • Texto Complementar:

  • BARRETO, M. L. F.. Admirável Mundo Velho: Velhice, Fantasia e RealidadeSocial, 1a ed. São Paulo: Ática, 1992.

  • OBSERVAÇÃO:

  • 1º Tempo: Aula expositiva-dialogada sobre a Terceira Idade

  • 2º Tempo: Apresentação do SeminárioTerceira Idade

  • Fechamento (professor): Contextualizar as questões discutidas na aula com o seminário apresentado, visando um aprofundamento teórico-prático.


Semana 15

SEMANA 15

Tema: A Morte - visão histórica, social e cultural.

  • A morte nas diferentes etapas do desenvolvimento humano.

  • Morte, Separação, Perdas e o Processo de Luto.

  • Textos:

  • KOVÁCS, M. J. A Morte e o Desenvolvimento Humano. 4ª ed. São Paulo: Casa do Psicólogo,4ª. ed, 2002, Cap.1

  • KOVÁCS, M. J. A Morte e o Desenvolvimento Humano. 4ª ed. São Paulo: Casa do Psicólogo,4ª. ed, 2002,Cap.9.


Semana 16

SEMANA 16

 Tema: Ciclo Vital

  • Montar, junto com os alunos, um quadro da linha da vida, abrangendo: fecundação, nascimento, infância (0 aos 12 anos), adolescência, vida adulta (jovem e média), terceira idade e a morte.

    SEMANA 17

    - Avaliação Bimestral NP2.


I ementa

  • SEMANA 18

  • - Vista da prova NP2

  • SEMANA 19

  • - Sub/ Exame

  • SEMANA 20

  • Encerramento do semestre.


Evid ncia e interpreta o em pesquisa as rela es entre qualidades e quantidades

EVIDÊNCIA E INTERPRETAÇÃO EM PESQUISA: AS RELAÇÕES ENTREQUALIDADES E QUANTIDADES

Mariane Lima de SouzaWilliam B. Gomes

Psicologia em Estudo, Maringá, v. 8, n. 2, p. 83-92, 2003


I ementa

  • evidência e interpretação, tanto do ponto de vista lógico, quanto do ponto de vista comunicativo. O problema lógico está no modo como o pesquisador considera qualquer associação entre, digamos, A e B e o seu respectivo contexto. Já o problema comunicativo aparece no modo como o pesquisador interpreta esta relação

  • A parte central do texto é dedicada à exposição de dois modelos lógicos que examinam a relação entre evidência e interpretação, ou entre observação (experiência) e sentido (compreensão), tendo como base de comparação a rigorosa definição de contexto.


I ementa

  • Os sócio-históricos, incluindo o materialismo dialético e as teorias feministas, usualmente subdivididos em pós-estruturalistas, pós modernistasou combinações entre ambos, concentram-se no estudo de transformações decorrentes da ignorância e da má compreensão de uma realidade que pode ser reapropriada através de revisões da história, com recursos dialógicos e dialéticos. Este grupo de pesquisadores assume a existência de uma identidade ideológica entre eles e os participantes da pesquisa.


I ementa

  • O uso de métodos quantitativos ficou associado, ao longo do tempo, a ciência natural ou positivista. Por sua vez, os métodos qualitativos apresentaram-se como alternativa metodológica para as ciências humanas. Pergunta-se, então: qual a relação entre estas duas ciências? Para Lanigan (1988), as ciências humanas são incorretamente tratadas como metodologicamente diferentes das ciências naturais, ao invés de essencialmente diferentes. A diferença no plano metodológico seria, basicamente, uma questão de método e lógica ou, em termos contemporâneos, práxis e teoria, ao passo que a diferença essencial seria uma questão que envolve a relação entre experiência (expressão) e consciência (percepção).


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