1 / 15

Conhecer a Bíblia

Conhecer a Bíblia. Aula 1 A Revelação divina. Aulas previstas:. 1. A Revelação divina 2. Os livros da Bíblia 3. A integridade da Bíblia 4. Livros inspirados e verdade da Bíblia 5. O cânone das Escrituras. 6. Santidade e unidade de ambos os Testamentos

vea
Download Presentation

Conhecer a Bíblia

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Conhecer a Bíblia Aula 1A Revelação divina Aulas previstas: 1. A Revelação divina 2. Os livros da Bíblia 3. A integridade da Bíblia 4. Livros inspirados e verdade da Bíblia 5. O cânone das Escrituras 6. Santidade e unidade de ambos os Testamentos 7. A interpretação da Bíblia 8. As ideias mestras da Antiga Aliança 9. A Nova Aliança de Cristo 10. A Escritura na vida da Igreja

  2. Palavras e factos bíblicos 2/14 A Bíbia é o livro que contém a Palavra de Deus, expressa em palavras humanas escritas. É uma grande obra literária;um conjunto único de livros, inesgotável, onde se encontra tudo o que se refere a Deus e ao homem. • O termo “bíblia” procede do grego e significa etimologicamente «livros» ou «livrinhos». A Igreja usava este plural para designar a colecção completa das Escrituras Sagradas. • Desde os começos do cristianismo, a Bíblia foi a base da vida espiritual, da pregação e dos ensinamentos da doutrina cristã.

  3. A Bíblia: Antigo e Novo Testamento 3/14 A colecção dos 73 livros que formam a SAGRADA ESCRITURA tem duas partes muito diferentes, chamadas «Antigo Testamento» (AT) e «Novo Testamento» (NT), que correspondem aos escritos antes ou depois da vinda de Cristo. A palavra «testamento» equivale aqui praticamente a pacto ou aliança. • O AT é composto por 46 livros. • Chama-se NT ao conjunto dos restantes 27 livros, escritos de acordo com a «Nova Aliança» de Jesus Cristo, gravada, não sobre tábuas de pedra, mas sobre corações de carne. Todos estes escritos anunciam a «Boa Nova» proclamada por Jesus. • A divisão actual da Bíblia em capítulos e versículos remonta ao século XVI; foi feita por Roberto Stephan. • Foi, no entanto, Stephan Langton, quem primeiro, à volta do ano 1214, introduziu a divisão dos capítulos nas cópias da versão latina da Vulgata.

  4. A Bíblia: Antigo e Novo Testamento AT e NT são duas partes de uma mesma história da salvação, e embora nós, os cristãos, pertençamos já ao povo da «Nova Aliança», nem por isso podemos ignorar o que diz respeito à «Antiga Aliança», que durante tantos séculos preparará a humanidade para a chegada da «plenitude dos tempos». • A Sagrada Escritura foi, durante muito tempo , pura tradição, tradição oral. • Só depois se puseram por escrito as leis, as palavras dos Profetas, as sentenças dos Sábios, os cantos e os poemas dos Salmistas e as recordações históricas das intervenções salvíficas de Deus,..

  5. A Revelação divina Um facto central e ao mesmo tempo um dos mistérios fundamentais da religião cristã é que ela se nos apresenta como tendo origem e fundamento numa Revelação histórica. • Porque se revelou Deus? Porque quis e porque nos ama. Com que finalidade? Para se dar a conhecer de modo gratuito e nos convidar a uma íntima comunhão com Ele, através de uma relação de amizade. • A revelação divina é, pois, um grande dom, imerecido e inesperado, do amor de Deus, em forma de diálogo amoroso, «conversa» ou comunicação entre amigos. • Em suma, «revelando-se a Si mesmo, Deus quer tornar os homens capazes de Lhe responderem, de O conhecerem e de O amarem, muito para além de tudo o que seriam capazes por si próprios».

  6. Revelação por meio de palavras e de obras A revelação divina é realmente Palavra de Deus, mas é também – e inseparavelmente – acontecimento, manifestação e desenvolvimento do plano de Deus, ao longo da História. • A salvação de Deus aparece em tudo o que faz ao intervir na história dos homens e não apenas na consciência doscren- tes, quando tomam conhecimento dessa história. • Mediante a Sagrada Escritura, Deus dá a conhecer o sen- tido salvífico dos acontecimentos, e estes podem assim compreender-se como história da salvação. • Para aprofundar neste mistério da palavra divina, é preciso ter em conta que «como na Sagrada Escritura Deus falou por meio de homens e à maneira humana, o intérprete da Sagrada Escritura, para compreender o que Ele quis comunicar-nos, deve investigar atentamente o que os hagiógrafos queriam realmente significar, e o que aprouve a Deus manifestar com a palavra deles».

  7. Revelação por meio de palavras e de obras A revelação divina é realmente Palavra de Deus, mas é também – e inseparavelmente – acontecimento, manifestação e desenvolvimento do plano de Deus, ao longo da História. • O encontro de Deus com o homem realiza-se por meio da história, quer dizer, por meio de factos, acontecimentos e acções que depois são explicados por meio de palavras. • A palavra bíblica tem origem num passado real - e não só dum passado, mas ao mesmo tempo desde a eternidade de Deus -; mas passa pelo caminho do tempo, ao qual correspondem passado, presente e futuro.

  8. Etapas da revelação divina Os elos ou etapas desta revelação divina são, em síntese: 1 o proto-evangelho ou primeiro anúncio da salvação, 2 a aliança com Noé, 3 a escolha de Abraão, com a aliança e as promessas, 4 o êxodo ou a saída do Egipto, com Moisés, e a aliança do Sinai, 5 a promessa a David de um Messias descendente da sua linhagem. 6 o Exílio ou cativeiro da Babilónia e o regresso à Terra Prometida, no AT; 7 a Encarnação do Redentor, 8 a Igreja fundada por Cristo 9 a Parusia ou segunda vinda do Senhor, no NT.

  9. Etapas da revelação divina Na realidade, Deus dá-se a conhecer desde as origens em tudo o que criou, através do seu Verbo e especialmente na relação pessoal que estabeleceu com os nossos primeiros pais, a quem «convidou a uma comunhão íntima consigo, revestindo-os de graça e justiça resplandecentes». • Ao quebrar-se pelo pecado a unidade do género humano, Deus, depois do castigo do dilúvio, faz um pacto ou aliança com Noé; este pacto afecta toda a humanidade e revela o plano divino para todas as nações da terra. • Mais tarde, para reunir a humanidade dispersa, Deus escolhe Abraão, chamando-o para longe da sua terra, da sua pátria e da sua casa, e fá-lo pai de uma multidão de nações.

  10. Etapas da revelação divina • Depois dos Patriarcas, Deus formou Israel como seu povo, salvando-o da escravidão do Egipto. Concluiu com ele a aliança do Sinaie deu-lhe, por Moisés, a Sua Lei,para que Israel O reconhecesse e O servisse como úni- co Deus vivo e verdadeiro, Pai provi- dente e justo Juiz, e vivesse na expectativa do Salvador prometido». • Mais tarde, Deus formará o Seu povo através dos profetas, na esperança da salvação – o Messianismo do AT-, na espera duma Aliança nova e eterna, destinada a todos os homens, gravada nos corações e que terá o seu cumprimento no Cristo, o Messias, Jesus de Nazaré.

  11. A plenitude da revelação Por fim, a plenitude dos tempos: a Encarnação do Verbo de Deus, Jesus Cristo. • Aconclusão não pode ser mais contundente: o Filho de Deus feito homem é, pois, a Palavra única, perfeita e insuperável do Pai; • n’ Ele disse tudo, não haverá outra palavra para além desta, como afirma S. João da Cruz. • Embora a Revelaçãoesteja acabada – encerrou-se com a morte do último Apóstolo -, não está completamente explicitada; • o seu conteúdo poderá ser conhecido melhor e gradualmente no decorrer dos séculos. Esta é uma razão da própria existência da Igreja.

  12. A palavra entregue por Cristo à sua Igreja A Palavra divina de Jesus chega à Igreja de duas maneiras: oralmenteepor escrito. • Por um lado, os Apóstolos, com a sua pregação e o seu exemplo, transmitiram por palavra o que tinham aprendido das obras e palavras de Cristo e aquilo que o Espírito Santo lhes ensinou; • Por outro lado, os próprios Apóstolos – juntamente com outros homens da sua geração - inspiradospeloEspírito Santo, puseram por escrito a mensagem da salvação. • Por isso, junto à Sagrada Escritura existe também na Igreja, a Sagrada Tradição, que recebe a palavra de Deus, transmitida por Cristo e o Espírito Santo aos Apóstolos, e a transmite íntegra aos seus sucessores; «para que eles, com a luz do Espírito da verdade, a conser- vem, a exponham e a difundam fielmente na sua pregação».

  13. A palavra entregue por Cristo à sua Igreja A Palavra divina de Jesus chega à Igreja de duas maneiras: oralmente e por escrito. • A Bíblia deve ser lida na Igreja e com a Igreja. • O próprio Cristo quis que existisse nela um Magistério vivo, com a função de interpretar autenticamente a palavra divina, escrita ou transmitida oralmente, exercendo a sua autoridade em nome de Jesus Cristo, isto é, entregue aos Bispos – sucessores dos Apóstolos – em comunhão com o Papa – sucessor de Pedro -. • Tradição e Escritura foram confiadas à Igreja; dentro d’ Ela, só ao Magistério compete interpretá-las autenticamente e pregá-las com autoridade.

  14. Conclusões • A Revelação divina deu-nos o enquadramento próprio para as palavras e acontecimentos que se narram nos livros sagrados. • A causa principal de uma compreensão incorrecta e incompleta do texto sagrado deve-se com frequência mais à ignorância do que à malícia. • Para o evitarmos, o Magistério da Igreja aconselha-nos três coisas: 1.Meditar, estudar e contemplar as Escrituras meditando-as no nosso coração, e em particular os investigadores aprofundarem o conhecimento da verdade revelada; • 2.Ouvir o Papa e os Bispos em comunhão com ele, porque são os sucessores • dos Apóstolos no carisma da verdade, • e, finalmente,procurarmos compreender internamente os mistérios que vivemos. • A leitura meditada da Bíblia fez, com efeito, muitos santos. • Portanto, não basta o estudo dos textos bíblicos; se queremos crescer na inteligência do «depósito» revelado temos de pedir luzes ao Espírito Santo, para aprofundarmos, cada vez mais, na Palavra de Deus

  15. Ficha técnica • Bibliografia • Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciación Teológica de Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel) • Slides • Originais - D. Serge Nicoloff, disponíveis em www.agea.org.es (Guiones doctrinales actualizados) • Tradução para português europeu - disponível em inicteol.no.sapo.pt (Pequenas alterações, quanto à redacção, por A. Pascoal)

More Related