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Intervenção no Combate a Incêndios

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Intervenção no Combate a Incêndios - PowerPoint PPT Presentation


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Intervenção no Combate a Incêndios. Objetivos. Detetar e alertar precocemente um foco de incêndio; Facilitar a evacuação e o salvamento dos ocupantes em risco; Limitar e combater a propagação do incendio; Conhecer os meios de combate a incêndio de 1ª e 2ª intervenção e automáticos;

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Presentation Transcript
objetivos
Objetivos
  • Detetar e alertar precocemente um foco de incêndio;
  • Facilitar a evacuação e o salvamento dos ocupantes em risco;
  • Limitar e combater a propagação do incendio;
  • Conhecer os meios de combate a incêndio de 1ª e 2ª intervenção e automáticos;
  • Auxiliar os bombeiros no combate ao incêndio com segurança;
  • Adquirir conhecimentos acerca do risco de colapso do edifício em caso de incêndio.
legisla o aplic vel
Legislação Aplicável
  • Decreto-lei n.º 220/2008 de 12 de Dezembro;
  • Portaria n.º 1532/2008 de 29 de Dezembro.
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Estados Físicos das Matérias

  • SÓLIDO:

Têm forma fixa.

Não são, em geral, compressíveis.

  • LIQUIDO:

Não possuem forma fixa.

São pouco compressíveis.

  • GASOSO:

Não têm forma fixa.

São facilmente compressíveis.

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Fogo

  • O Fogo é uma reação química, designada por combustão (Oxidação), acompanhada pela libertação de calor (Exotérmica).
  • Os Combustíveis sólidos (com Carbono) e alguns metais ardem também sob a forma de incandescência.
  • A incandescência (ou brasas) resulta da reação com o oxigénio à superfície do combustível sólido.
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Triângulo de Fogo - É um conjunto dos três elementos necessários para que se inicie a combustão.

COMBUSTIVEL

COMBURENTE

ENERGIA DE ATIVAÇÃO

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A existência do triângulo do fogo, é necessária para dar inicio à combustão, não é suficiente para que esta se mantenha.

  • Para garantir a combustão contínua é necessário existir um outro fator.

A reação em cadeia.

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COMBUSTIVEL

COMBURENTE

Reação

em cadeia

ENERGIA DE ATIVAÇÃO

  • Tetraedro do fogo é o conjunto do triângulo do fogo mais a reação em cadeia.
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Combustíveis

Características mais importantes:

  • Condutividade térmica: É a maior ou menor capacidade de uma dada substância conduzir o calor;
  • Estado de divisão: Quanto maior é o estado de divisão de um combustível maior é a sua capacidade de arder;
  • Densidade;
  • Imiscibilidade (líquidos): Capacidade de se misturarem entre si ou com a água;
  • Temperaturas caraterísticas: Temperatura mínima à qual uma substância emite vapores combustíveis em quantidade suficiente para formar com o comburente, na presença de fonte de ignição a combustão;
  • Tendência para libertar vapores (líquidos).
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Combustíveis

O combustíveis líquidos Classificam-se quanto ao risco de incêndio, em três grupos:

Muito perigosos – Quando o ponto de temperatura de inflamação é igual ou inferior a 210 c;

Perigosos - Quando o ponto de temperatura de inflamação está entre os 210 c e os 55 0 c;

Não perigosos - Quando o ponto de temperatura de inflamação é superiora 55 0 c.

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Classes do Fogo

  • Classe A – Fogos secos: Envolvem combustíveis sólidos, em geral de natureza orgânica e com formação de brasas. São exemplos, a madeira, o carvão, o papel, os plásticos comuns, os tecidos e a palha.
  • Classe B – Fogos em líquidos inflamáveis ou sólidos liquefeitos: As gasolinas, o álcool, o petróleo, alcatrão, cera, parafina, são exemplos desta classe de fogos.
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Classes do Fogo

  • Classe C – Fogos em gases ou gases liquefeitos sobre pressão, tais como o metano, propano, butano, gás natural, acetileno e hidrogénio, entre outros.
  • Classe D – Fogos envolvendo metais, tais como os metais leves (lítio, sódio, potássio, magnésio, alumínio), certas ligas, o titânio e materiais compósitos.
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Propagação do Incêndio

Irradiação - A combustão viva, ao produzir chama, leva à dissipação de energia sob a forma de radiação, sendo que a energia transmite-se através do ar, em todas as direções, tal como acontece com a luz e a radiação solar.

É particularmente importante em relação a exposições exteriores.

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Propagação do Incêndio

Condução - Transmissão do calor diretamente no interior de um corpo ou através de corpos em contacto, sem deslocação de matéria, através da agitação molecular. É tanto mais rápida nos materiais melhores condutores do calor. Ex.: paredes e estruturas metálicas (pilares e vigas).

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Propagação do Incêndio

Convecção - A menor densidade dos gases aquecidos provoca correntes ascendentes dos mesmos e correntes descendentes do ar circulante, mais frio, deslocando-se desta forma a matéria aquecida para outros pontos.

As correntes de convecção são, normalmente, ascendentes.

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Propagação do Incêndio

Projeção e deslocamento de matéria inflamada

Devido a dilatações bruscas dos materiais inflamados e/ou a correntes de ar fortes, é frequente dar-se a projeção de partículas aquecidas ou mesmo inflamadas (incandescentes), tais como pinhas, caruma, folhas, pequenos ramos, cortinados, etc.

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Métodos de Extinção

Carência de Combustível: Em teoria é o mais eficaz, pois retira-se o combustível à combustão.

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Métodos de Extinção

Limitação do Comburente: Impede o acesso do comburente à superfície do combustível por: Asfixia: quando a limitação resulta do seu consumo na combustão onde não há renovação de ar. Abafamento: quando a limitação do comburente resulta de uma ação exterior que faz com que não haja renovação de ar.

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Métodos de Extinção

Arrefecimento: Consiste em eliminar a energia libertada na forma de calor provocando-se um abaixamento de temperatura no sistema, diminuindo a energia de ativação e, consequentemente, extinção do incêndio.

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Métodos de Extinção

Inibição: Consiste em impedir a transmissão de energia (calor) de umas partículas do combustível para outras limitando, assim, a formação de radicais livres e/ou consumindo-os à medida que se formam.

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Agentes Extintores

Água

  • Fogos Classe A: Aplica-se em jacto (ideal em chuveiro ou em nevoeiro).
  • Fogos Classe B: Aplica-se apenas nos casos em que a densidade do combustível é inferior à da água, como exemplos, o benzeno, a gasolina e o álcool.
  • Fogos Classe C: Aplica-se no arrefecimento dos depósitos.
  • Fogos Classe D: Não utilizar.
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Agentes Extintores

Espumas

  • A espuma são bolhas constituídas por uma atmosfera gasosa (ar), que se encontra confinada numa parede formada de uma película fina de agente emulsor.
  • Utilizam-se para extinguir, por abafamento, incêndios com combustíveis líquidos mais densos que a água e também sólidos.
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Agentes Extintores

GasesInertes

  • Azoto (N2): Atua por abafamento e a sua utilização principal é na prevenção de combustões. Usado em fogos de classe B (que envolvam líquidos e equipamento eléctrico), incompatível com lítio e titânio.
  • Dióxido de Carbono (CO2): Gás que permite a extinção da combustão por abafamento, utilizado em fogos com maior teor de O2.
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Agentes Extintores

Pós Químicos

Classificam-se segundo as classes de fogos:

  • Pó BC
  • Pó ABC (polivalente)
  • Pós especiais para fogos da Classe D
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Equipamentos

de Combate

a Incêndios

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Equipamentos de Combate a Incêndios

Hidratantes ou Marcos de Água e Bocas de Incêndio

  • São normalmente instalados junto ao lancil dos passeios que marginam as vias públicas e estão ligados à rede pública de abastecimento de água.
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Equipamentos de Combate a Incêndios

Mangueiras e agulhetas

  • Transportam a água dos hidratantes para os locais de aplicação da água. Mas pode também ser transportada para motobombas, auto-tanques, colunas secas, etc...
  • Mangueiras para serviço de incêndios;
  • Agulhetas.
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Equipamentos de Combate a Incêndios

Rede de Incêndio Armada (RIA)

  • RIA é composta no mínimo por duas bocas de incêndio, normalizadas e armadas, canalizações e alimentação de água em pressão.
  • Uma boca de incêndio armada compreende:
  • Boca de incêndio normalizada de preferência com volante fixo à válvula (45 ou 70 mm);
  • Lanço de mangueira com junções (45 ou 70mm);
  • Agulheta;
  • Chave de Manobra;
  • Disjuntor (facultativo se a boca de incêndios for de 70 mm).
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Equipamentos de Combate a Incêndios

Coluna seca

As colunas secas são instalações hidráulicas de uma rede privativa dos serviços de incêndio de um edifício ou unidade industrial. A alimentação é feita pelos bombeiros através dos veículos de combate a incêndios.

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Classificação

dos

Extintores

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Classificação dos Extintores

  • O Extintor é um aparelho que contém um agente extintor, que pode ser projetado e dirigido sobre fogo, por ação de uma pressão interna.
  • Essa pressão pode ser exercida por:

- Uma compressão prévia permanente

- Pela libertação de um gás, no momento da utilização

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Classificação dos Extintores

  • Os extintores podem classificar-se quanto à sua mobilidade em:
  • Transportáveis
  • (sobre rodas)

Portáteis

  • Manuais
  • (até 20 kg)
  • Puxados manualmente
  • Rebocáveis
  • Dorsais
  • (até 30 kg)
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Classificação dos Extintores

Extintores à base de água em jacto:

  • Atua por arrefecimento;
  • Alcance de 6 a 8 metros;
  • Uma lenta velocidade de extinção;
  • Descarga de 30s a 1.30min;
  • Diversos aditivos;
  • Não é tóxico;
  • Não usar em electricidade;
  • Muito eficaz em incêndios de Classe A.
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Classificação dos Extintores

Extintores à base de água pulverizada:

  • Atua por arrefecimento;
  • Alcance de 2metros;
  • Uma lenta velocidade de extinção;
  • Descarga de 30s a 1min;
  • Diversos aditivos (opcional);
  • Não é tóxico;
  • Não usar em eletricidade de alta tensão;
  • Muito eficaz em incêndios de Classe A.
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Classificação dos Extintores

Extintores à base Espuma:

  • Atua por abafamento e arrefecimento;
  • Alcance de 3 a 4 metros;
  • Uma lenta velocidade de extinção;
  • Descarga de 1min;
  • Diversos aditivos;
  • Não é tóxico;
  • Não usar em electricidade de sob tensão;
  • Muito eficaz em incêndios de Classe A e B.
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Classificação dos Extintores

Extintores à base CO2:

  • Atua por abafamento e arrefecimento;
  • Alcance de 1 a 2 metros;
  • Rápida extinção;
  • Descarga de 8 a 30 segundos;
  • Não é tóxico;
  • Não expor o extintor a temperaturas superiores a 50ºC;
  • Muito eficaz em incêndios de Classe B e C.
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Classificação dos Extintores

Extintores de pó químico:

  • Atua por Inibição;
  • Alcance de 3 a 5 metros;
  • Rápida extinção;
  • Descarga de 6 a 20 segundos;
  • Não é tóxico;
  • Perda de visibilidade;
  • Pó normal: Extingue incêndios de Classe B e C;
  • Pó Polivalente: Eficaz nas Classes ABC;
  • Pó especial: Eficaz na Classe D.
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Distribuição

dos

Extintores

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Atuação

com

Extintores

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Atuação com Extintores

  • Garantir que o agente extintor é o adequado para o tipo de incêndio;
  • Conhecer perfeitamente o modo de funcionamento e utilização;
  • Identificar prontamente todos os tipos de extintores;
  • Atuar rapidamente;
  • Tentar atuar em grupo;
  • Extinguir o incêndio de acordo com os procedimentos.
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Atuação com Extintores

  • A aproximação ao incêndio tem que ser progressiva;
  • Deve avançar-se tendo a certeza que não se ficará cercado pelo incêndio;
  • Em espaços interiores, deve atuar-se sempre com aparelhos de proteção respiratória;
  • Ao ar livre, não se deve expor ao fumo e gases libertados.
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Atuação com Extintores

Remover a cavilha de segurança.

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Atuação com Extintores

Pressurizar caso não seja de pressão permanente.

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Atuação com Extintores

Premir o manipulo existente na válvula do exterior, antes de avançar, para comprovar a operacionalidade do extintor.

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Vento

Atuação com Extintores

No exterior o combate deve ser sempre realizado a favor do vento.

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Atuação com Extintores

Só em casos especiais, o combate contra o vento deve ser realizado com equipamento especial.

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Atuação com Extintores

  • Avançar até se aproximar do incêndio;
  • Dirigir o jacto extintor para o incêndio, avançando à medida que este vai perdendo alcance ou o incêndio se for extinguindo.
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Atuação com Extintores

  • Movimentar o jato na horizontal, fazendo movimentos laterais, de forma a abranger toda a superfície ou volume de chama.
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Atuação com Extintores

  • Em incêndios de combustíveis líquidos contidos em recipientes, não incidir o jacto na vertical do fogo pois corre-se o perigo de espalhar o combustível para fora do recipiente.
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Atuação com Extintores

  • Com extintores de espuma, o jacto deve ser direcionado para a parede interior do recipiente, de forma a que o agente extintor se espalhe uniformemente pela superfície do liquido em combustão.
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Atuação com Extintores

  • Com Extintores de Água (pulverizada), esta é projetada por cima das chamas em movimentos circulares.
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Atuação com Extintores

  • Se o incêndio se desenvolver na vertical, este deve ser combatido, iniciando-se na parte inferior e progredindo seguidamente de baixo para cima.
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Atuação com Extintores

  • Num incêndio com gases inflamáveis em saída livre, o agente extintor deve ser dirigido junto à saída, pela retaguarda ou lateralmente num ângulo de 45.º a 90.º
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Atuação com Extintores

  • A atuação com um extintor de CO2 difere dos outros extintores, pois deve aproximar-se o mais perto possível da chama.
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Utilização

de

Agulhetas

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Utilização de Agulhetas

As agulhetas são equipamentos adaptados na extremidade das mangueiras, que servem para formar e dirigir a água, na forma de jacto ou pulverizada.

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Utilização de Agulhetas

  • Jato – A água é projetada em grande quantidade, à distância, na vertical e na horizontal.
  • Pode utilizar-se no arrefecimento de estruturas, pois de for aplicada diretamente no foco de incêndio pode espalhar o combustível.
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Utilização de Agulhetas

  • Cone - Em cone de ataque a água é projetada a média distância, sendo eficaz para reter os avanços e retrocessos das chamas.
  • Nesta posição absorve grandes quantidades de calor.
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Utilização de Agulhetas

  • Cortina de Proteção ou Nevoeiro – Tem grande eficácia a deter os avanços e recuos das chamas.
  • Deve utilizar-se quando se está muito próximo das chamas, fumo ou quando o calor radiado se tornar insuportável.
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Incorreto

Correto

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Utilização de Agulhetas

Para uma boa utilização de uma linha de água é importante manter uma posição de equilíbrio: Os elementos que combatem o incêndio têm de ter em conta a força originada na mangueira pela pressão da água.

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Utilização de Agulhetas

Formarângulo inferior a 90º.

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SADI

  • DETETORES

Automáticos;

Manuais.

  • CENTRAL DE COMANDO

Alimentação;

Supervisão;

Sinalização.

  • ALARME

Acústico;

Ótico;

Transmissão à distância.

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SAEI

CO2

ventila o t tica
Ventilação Tática

É a remoção sistemática de ar quente, fumos e gases do interior de uma edificação, substituindo-os por ar limpo ou ar não contaminado.

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Vantagens Ventilação Tática

Quando corretamente executada contribui para atingir os objetivos do combate ao incêndio, tais como:

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Vantagens Ventilação Tática

  • Operações de busca e salvamento;
  • Operações de extinção;
  • Limitação de danos;
  • Controlo da propagação;
  • Redução do risco de inflamação generalizada;
  • Redução do risco de explosão de fumos.
ventila o t tica1
Ventilação Tática

TER SEMPRE EM ATENÇÃO

Mesmo com uma correta ventilação, se o incêndio não for extinto passado pouco tempos, o aumento do comburente vai alimentar o fogo e permitir o seu crescimento ou reativação.

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Estratégias

de Combate

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Estratégias de Combate

Nos incêndios estruturais podem empregar-se duas estratégias:

Ofensiva

  • Defensiva
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Estratégias de Combate

O Ataque ofensivo é feito no INTERIOR do edifício, a partir da parte que não está a arder...

Tem por finalidade

circunscrever e dominar o incêndio

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Estratégias de Combate

O Ataque defensivo é feito do EXTERIOR, por impossibilidade dos bombeiros penetrarem e permanecerem dentro do edifício...

Tem por finalidade, circunscrever e

dominar o incêndio.

Tem como prioridade defender exposições exteriores, de seguida o domínio do corpo principal do incêndio.