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Fisiologia Cardiovascular. Auto-regulação e Dinâmica Capilar. Introdução. O fluxo sanguíneo para os tecidos é controlado intrinsecamente em resposta às necessidades do tecido Auto-regulação Quando o sangue chega aos capilares ocorrem trocas entre estes e as células. Objetivos.

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Presentation Transcript
fisiologia cardiovascular

Fisiologia Cardiovascular

Auto-regulação e Dinâmica Capilar

introdu o
Introdução
  • O fluxo sanguíneo para os tecidos é controlado intrinsecamente em resposta às necessidades do tecido
    • Auto-regulação
  • Quando o sangue chega aos capilares ocorrem trocas entre estes e as células
objetivos
Objetivos
  • Explicar a importância da auto-regulação
  • Listar os fatores físicos e químicos que funcionam como estímulos auto-regulatórios
  • Descrever como os solutos são transportados através das paredes capilares
  • Explicar os fatores que determinam a direção dos fluídos através da parede capilar
auto regula o conceito
Auto-Regulação(Conceito)
  • É o processo pelo qual os vários tecidos do corpo regulam o fluxo sanguíneo para ele mesmo
analogia
Analogia
  • Estação de bombeamento de uma cidade distribui água para todas as casas
  • Cada casa consome uma quantidade de água de acordo com as necessidades dos moradores
  • Dentro da casa cada pessoa regula o consumo de água de acordo com suas necessidades
  • Se a pressão de bombeamento é normal todos podem ter água à vontade
leito capilar
Leito Capilar
  • A regulação ocorre no leito capilar
  • Uma arteríola nutridora conduz o sangue até o leito
  • Um capilar shunt conecta a arteríola nutridora diretamente na vênula de drenagem
  • As trocas de substâncias ocorrem nos capilares verdadeiros
  • Nos capilares verdadeiros há esfíncteres de musculatura lisa, chamados de pré-capilares
    • Funcionam como válvulas
sinais para o esf ncter pr capilar
Sinais Para o Esfíncter Pré-Capilar
  • Oxigênio
  • Gás Carbônico
  • pH
  • Nutrientes
  • Temperatura
  • Pressão arterial
oxig nio
Oxigênio
  • Oxigênio tecidual baixo abre o esfíncter pré-capilar
  • Oxigênio tecidual alto fecha o esfíncter pré-capilar
g s carb nico
Gás Carbônico
  • CO2 tecidual alto abre o esfíncter pré-capilar
  • CO2 tecidual baixo fecha o esfíncter pré-capilar
slide13
pH
  • pH tecidual ácido abre o esfíncter pré-capilar
  • pH tecidual alcalino fecha o esfíncter pré-capilar
nutrientes
Nutrientes
  • Glicose, AA, Gorduras, Eletrólitos, etc
    • Em quantidade elevada fecham o esfíncter pré-capilar
    • Em quantidade baixa abrem o esfíncter pré-capilar
temperatura
Temperatura
  • Temperatura corporal alta abre o esfíncter pré-capilar
  • Temperatura corporal baixa fecha o esfíncter pré-capilar
press o arterial
Pressão Arterial
  • Diminuição local da pressão arterial abre o esfíncter pré-capilar
  • Aumento local da pressão arterial fecha o esfíncter pré-capilar
histologia capilar por onde saem as subst ncias
Histologia Capilar(Por Onde Saem as Substâncias)

Fenestrações celulares (poros)

Cobertas por uma delicada membrana

Fendas entre as células

Vesículas citoplasmáticas

Transporte transcelular

histologia
Histologia

Vesículas

Fenestrações

Fendas

Membrana

Celular

LEC

Endotélio

M.Basal

difus o
Difusão
  • Substâncias lipossolúveis se difundem facilmente, dos meios de maior pressão (concentração), para os meios de menor pressão
    • Oxigênio
    • CO2
  • Não há gasto de energia
exocitose
Exocitose
  • Endocitose do lado luminal
  • Movimento através do citoplasma para a membrana basal
  • Exocitose e liberação
    • Proteínas
fenestra es e fendas
Fenestrações e Fendas
  • Substâncias hidro-solúveis
    • AA
    • Açúcares
    • Etc
fluxo de flu dos
Fluxo de Fluídos
  • Líquidos deixam o capilar pela extremidade arterial do capilar
  • Retornam ao capilar pela extremidade venosa do capilar
    • O fluxo é importante na determinação da quantidade relativa de fluidos no sangue e nos tecidos
linf ticos
Linfáticos
  • Fluído intersticial excessivo e alguma proteína plasmática que escape para o interstício, entram nos linfáticos e retornam para a circulação
    • Bomba de aspiração
fluxo de flu dos1
Fluxo de Fluídos
  • A quantidade de fluídos nos espaços intersticiais determinam a distância que os solutos devem percorrer entre o sangue e as células
    • Mais fluído (edema), maior distância
    • Menos fluído, menor distância
press es no leito capilar
Pressões no Leito Capilar
  • Hidrostática capilar (Pressão de filtração)
  • Hidrostática intersticial
  • Osmótica capilar
  • Osmótica intersticial
press o hidrost tica capilar hpc
Pressão Hidrostática CapilarHPc
  • Em função do atrito com as paredes é menor na extremidade venosa
    • Arterial HPc = 35 mm Hg
    • Venosa HPc = 15 mm Hg
press o hidrost tica intersticial hpif
Pressão Hidrostática IntersticialHPif
  • Se opõe à pressão hidrostática capilar
    • HPif = 1 mm Hg
  • Normalmente há muito pouco líquido no espaço intersticial devido à drenagem linfática, por isto é tão baixa
gradiente de press o hidrost tica net hp
Gradiente de Pressão Hidrostática(Net HP)
  • É igual à pressão hidrostática capilar menos a pressão hidrostática intersticial
    • Net HP = HPc - HPif
    • Força os fluídos para fora do capilar
  • Na extremidade arterial
    • Net HP = 35 – 1 = 34 mmHg
  • Na extremidade venosa
    • Net HP = 15 – 1 = 14 mmHg
press o osm tica capilar opc
Pressão Osmótica CapilarOPc
  • É a pressão exercida no plasma pela somatória dos solutos não difusíveis (proteínas)
    • Mais solutos, maior osmolaridade, maior atração pela água
    • Normal = 25 mmHg
  • A água passa do ambiente com mais água para o de menos água (osmose)
press o osm tica intersticial opif
Pressão Osmótica IntersticialOPif
  • O fluído intersticial tem pouca proteína, portanto baixa pressão osmótica
    • São moléculas grandes e saem pouco
    • Rapidamente aspiradas pelos linfáticos
      • OPif = 3 mm Hg
gradiente de press o osm tica net op
Gradiente de Pressão OsmóticaNet OP
  • É igual à pressão osmótica capilar menos a pressão osmótica intersticial
    • Net OP = OPc – OPif
    • Net OP = 25 – 3 = 22 mmHg
gradiente de for as net f
Gradiente de ForçasNet F
  • Na extremidade arterial o gradiente de pressão hidrostática é maior que o gradiente de pressão osmótica
    • Fluídos deixam os capilares
  • Na extremidade venosa o gradiente de pressão hidrostática é menor que o gradiente de pressão osmótica
    • Fluídos voltam para os capilares
gradiente de for as net f1
Gradiente de ForçasNet F
  • Na extremidade arterial
    • Net F = 34 – 22 = 12 mm Hg
  • Na extremidade venosa
    • Net F = 14 – 22 = menos 8 mm Hg