1 / 17

REVOLTA DE 1383 – 1385: Crise e Guerra da Independência .

REVOLTA DE 1383 – 1385: Crise e Guerra da Independência. INTERREGNO. ─ Espaço de tempo que o país fica sem rei. ─. REI D. FERNANDO:. O rei D. Fernando governou Portugal numa época em que o nosso país e toda a Europa sofriam graves problemas. Foi um período de fomes, epidemias e guerras.

rey
Download Presentation

REVOLTA DE 1383 – 1385: Crise e Guerra da Independência .

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. REVOLTA DE 1383 – 1385:Crise e Guerra da Independência . INTERREGNO ─ Espaço de tempo que o país fica sem rei.─

  2. REI D. FERNANDO: O rei D. Fernando governou Portugal numa época em que o nosso país e toda a Europa sofriam graves problemas. Foi um período de fomes, epidemias e guerras. Uma das mais terríveis epidemias foi a Peste Negra que causou a morte a milhares de pessoas.

  3. O rei português envolveu-se com guerras com Castela. Após várias derrotas, assinou, em 1383, um tratado de paz, Tratado de Salvaterra. Neste tratado, a sua única filha e herdeira do trono, a infanta D. Beatriz, foi dada em casamento ao rei de Castela. Para que este rei não viesse a governar, o rei D. Fernando procurou salvaguardar a independência de Portugal com a assinatura do Tratado de Salvaterra. O TRATADO DE SALVATERRA: “(…) porque a vontade d’el Rei Dom Fernando era que os Reinos de Portugal nunca fossem juntos aos Reinos de Castela, (…) foi outorgado que, até que a Infanta (D. Beatriz) houvesse filho e fosse de idade de catorze anos, a regência dos ditos Reinos de Portugal pertencesse à Rainha D. Leonor (…)” Fernão Lopes, Crónica de D. Fernando. (adaptado).

  4. PROBLEMA DE SUCESSÃO: O problema de sucessão na monarquia portuguesa pôs-se no mesmo ano, quando D. Fernando morreu. Como não tinha outros filhos, D. Beatriz era herdeira do trono. Mas de acordo com o tratado celebrado, a rainha viúva, D. Leonor Teles, ficou a governar o país como regente.

  5. Quando assumiu o Reino, mandou aclamar D. Beatriz como rainha de Portugal. A nobreza e clero apoiaram a decisão. O povo revoltou-se pois receava que com D. Beatriz rainha, o seu marido, rei de Castela, passasse a governar Portugal e o país perderia assim a sua independência. Por outro lado o povo não gostava da relação duvidosa que D. Leonor mantinha com um fidalgo galego, o conde Andeiro, mesmo antes de ficar viúva. D. LEONOR TELES:

  6. NOBREZA / CLERO Aclamaram D. Beatriz como rainha de Portugal, porque: Receavam perder os seus privilégios; Não aceitavam o Mestre de Avis por ser filho ilegítimo de D. Pedro I. BURGUESES / POVO Revoltaram-se em Lisboa e outros lugares do Reino contra a aclamação de D. Beatriz, pois não queriam ser governados por um rei estrangeiro e temiam a perda de independência de Portugal. GRUPOS EMCONFRONTO:

  7. Álvaro Pais, rico burguês, planeou uma conspiração para matar o conde Andeiro. Para executar o plano, convenceu D. João, Mestre de Avis, pois como era meio-irmão do rei D. Fernando e cunhado de D. Leonor Teles, tinha fácil acesso aos Paços da Rainha. O Mestre de Avis matou o conde com a sua própria espada, vingando assim a honra do rei morto. A MORTE DO CONDE ANDEIRO:

  8. ACLAMAÇÃO DO MESTRE DE AVIS: • Temendo uma invasão Castelhana, o povo de Lisboa pediu ao Mestre que tomasse o cargo de Regedor e Defensor do Reino, que passaria a organizar a defesa e governar como se fosse rei. • Para o ajudar nessas funções, nomeou homens da sua confiança, o comando militar ficou entregue a um nobre ▬ D. Nuno Álvares Pereira ▬

  9. Em resposta ao pedido de D. Leonor, o rei de Castela invadiu Portugal, entrando ela Guarda e dirigindo-se a Santarém, que apoiava D. Beatriz. Mas as tropas portuguesas, comandadas por D. Nuno Álvares Pereira, vão ao seu encontro e vencem os Castelhanos no Alentejo, em 1834, na Batalha de Atoleiros. D. NUNO ÁLVARES PEREIRA:

  10. BATALHA DE ATOLEIROS:

  11. Depois de terem vencido osCastelhanos, foi necessário eleger um rei. Assim, em 6 de Abril de 1385, as Cortes reuniram-se em Coimbra para decidir quem deveria reinar. O Dr. João das Regras, jurista e por isso conhecedor das leis, argumentou a favor de D. João, Mestre de Avis, que foi aclamado rei de Portugal. Com D. João I inicia-se a 2ª dinastia – Dinastia de Avis. CORTES DE COIMBRA:

  12. Depois de aclamado rei de Portugal, D. João I nomeou D. Nuno Álvares Pereira “Condestável do Reino” – chefe supremo de todos os exércitos portugueses. Pouco tempo depois, os castelhanos invadiram de novo Portugal, com um poderoso exército de 32 mil homens. Apesar de não serem mais de 10 mil homens, os portugueses derrotaram os castelhanos, na Batalha de Aljubarrota, para a qual foi usada a táctica do quadrado. Dinastia de Avis:

  13. BATALHA DE ALJUBARROTA.

  14. TÁCTICA DO QUADRADO:

  15. Para comemorar esta vitória, D. João I mandou construir o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido por Mosteiro da Batalha.

  16. Apesar de os Portugueses terem eleito um novo rei nas Cortes de Coimbra e terem vencido os Castelhanos na Batalha de Aljubarrota, mantinha-se o receio de uma nova invasão castelhana. D. João fez um tratado de amizade com a Inglaterra, no qual os dois países se comprometiam ajudar-se mutuamente. Para reforçar este tratado, D. João casou com D. Filipa de Lencastre, na Igreja de S. Francisco no Porto. CASAMENTO DE D. JOÃO

  17. Grande parte do que se conhece sobre esta época foi-nos transmitido por Fernão Lopes, que teve a seu encargo narrar a história do reinado de D. João I. Fernão Lopes procurou a verdade dos factos em documentos e testemunhos. A descrição das personagens e das situações, nas crónicas que escreveu, permite-nos “reviver” todos acontecimentos passados. FERNÃO LOPES – CRONISTA.

More Related