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O Ateneu. Raul Pompéia . INTRODUÇÃO.

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Presentation Transcript
o ateneu

O Ateneu

Raul Pompéia

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“O Ateneu” é considerado um dos maiores romances da literatura brasileira. Escrito em 1888, é baseado em uma fase da vida do próprio autor, Raul Pompéia. Fase que iniciou em 1873, quando ingressou no colégio interno Abílio, deixando para trás o ambiente familiar para entrar em um “novo mundo”. Trata-se de uma narrativa na primeira pessoa, em que o personagem Sérgio, já adulto, conta sobre seu tempo de aluno interno no Colégio Ateneu. A historia transcorre no ambiente fechado e corrupto do internato, onde convivem crianças, adolescentes, professores e empregados. É uma obra de desabafo do autor, faz amarga crítica a esse ambiente e aos seus personagens, e tem como subtítulo “crônica de saudades”. Raul Pompéia ficou famoso na Literatura Brasileira, consagrado definitivamente como escritor exatamente com O Ateneu (1888), que a crítica elegeu como sua obra-prima, esta obra apresenta uma diversidade de estilos, possui características do Realismo e Naturalismo, e também algumas ligações com o Impressionismo. Inicialmente foi publicado em folhetins, na Gazeta de Notícias, e, logo a seguir, em livro.
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Raul D’ávila Pompéia
  • Nasceu em 12 de abril de 1863 em Jacuencanga, Rio de Janeiro
  • Filho de Antônio de Ávila Pompéia.
  • Transferiu-se 1870, com a família, para a Corte, em Botafogo (RJ) e foi internado em 1873 no Colégio Abílio.
  • Em 1879, transferiu-se para o Colégio Pedro II, para fazer os preparatórios, onde tornou-se orador e publicou o primeiro livro, Uma tragédia no Amazonas (1880).
  • Em 1881 começou o curso de Direito em São Paulo.
  • Engajou-se nas campanhas abolicionista e republicanas
  • Tornou-se amigo de Luís Gama.
  • Escreveu em jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro.
  • Foi em São Paulo que publicou, no Jornal do Commercio, as "Canções sem metro”.
  • Reprovou no 3º ano (1883).
  • Voltou para o Rio de Janeiro.
  • Impôs-se como escritor.
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Voltou para o Rio de Janeiro, iniciou-se no jornalismo profissional escrevendo crônicas,contos.
  • Impôs-se como escritor.
  • Em 1888, deu início à publicação de um folhetim na Gazeta de Notícias (novela As jóias da Coroa) e no mesmo ano publicou o romance "O Ateneu", uma "crônica de saudades”.
  • Publicação de “O Ateneu”
  • A posição de Raul Pompéia na literatura brasileira é controvertida.
  • Decretada a abolição.
  • Proclamação da República
  • No jornalismo, revelou-se um florianista exaltado.
  • Combatia o cosmopolitismo.
  • Morte de Floriano, em 1895..
  • Suicídio no dia de Natal de 1895.
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Sérgio: Personagem central,tem 11 anos, conta sua trajetória durante passagem pelo Ateneu.

Aristarco: diretor do internato, autoritário, arrogante, hipócrita, prepotente, insensível e vaidoso.

D. Ema: esposa de Aristarco, figura de mãe e mulher.

Ângela: empregada do colégio, materialização do sexo e da classe social inferior.

Egbert: verdadeiro amigo de Sérgio.

Rebelo: aluno modelo, para ele os demais são inferiores e insignificantes.

Franco: vítima, indivíduo sobre qual se descarrega toda violência e humilhação do colégio.

Sanches: “sedutor”, oferece proteção e ajuda nos estudos aos mais novos.

Bento: “estimou-o femininamente, porque era grande, forte, bravo;” , responsável pela biblioteca, “amigo” de Sérgio.

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“Vais encontrar o mundo, disse-lhe o pai à porta do Ateneu.Coragem para a luta”;
  • Sérgio foi para o Ateneu aos 11 anos;
  • Em certas festividades,o garoto já havia visitado o colégio;
  • Foi apresentado ao diretor Aristarco e sua esposa D.Ema;
  • Conheceu Rebelo;
  • Tornaram-se colegas, mas Sérgio não estava satisfeito com a sociedade que Rebelo descrevia por isso afastou-se;
  • Após um acidente na piscina, conheceu Sanches, que começou a tratá-lo de forma nada comum;
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Aristarco que era como um pai revela-se um cruel e hipócrita;
  • Sérgio conhece aquele que era alvo de várias chacotas e humilhações,Franco;
  • Os alunos do Ateneu eram catequizados, Sérgio por influência de sua prima já falecida era devoto de Santa Rosália, que por muito lhe acompanhou;
  • Houve uma aproximação com o vizinho de sala ;
  • Ângela, uma empregada do internato, foi motivo de um homicídio;
  • Nearco, chega ao Ateneu e torna-se uma peça indispensável no grêmio do colégio “Amor ao Saber”;
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O grêmio possui vários integrantes e é liderado por um professor, Dr. Cláudio;
  • Bento, que impediu a fuga do culpado pelo homicídio nutri uma amizade com Sérgio;
  • Mesmo nas férias de 2 meses, a amizade entre Sérgio e Bento permaneceu;
  • Houveram vários transtornos, confusões, indisciplinas, neste início de ano. Dentre esses ocorreu a separação dos dois amigos;
  • Sérgio conhece uma amizade verdadeira, Egbert;
  • Acontece algo muito intenso e puro entre Sérgio e Egbert;
  • Desde de que Sérgio reencontra D.Ema nota que seu sentimento por Egbert “esfria”, e seus pensamentos o levam a todo instante para D. Ema;
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O garoto passa para a terceira classe;
  • Dr. Cláudio adiciona no horário de aula, uma aos sábados;
  • Franco morre e gera desconforto, “produzira uma penumbra de pânico” entre todos que integravam o Ateneu;
  • Solenidade da distribuição bienal dos prêmios;
  • A família de Sérgio partiu para a Europa,deixando-o sob os cuidados de Aristarco;
  • Sérgio se depara com a enfermidade, Sarampo. Fica por um longo tempo isolado, recebendo apenas os cuidados de D.Ema e raramente a visita de Aristarco;
  • FOGO!FOGO!FOGO!
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“Aqui suspendo a crônica das saudades. Saudades verdadeiramente? Puras recordações, saudades talvez se ponderarmos que o tempo é a ocasião passageira dos fatos, mas sobretudo – o funeral para sempre das horas.

Rio de Janeiro, março de 1888.”

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Análise de Teotônio Marques Filho

A narrativa de O Ateneu é dominada por traços satíricos e caricaturescos. É com essa visão amarga e caricatural que o narrador vê o mundo retratado: a escola, os colegas, os professores, as instituições sociais. O retrato maior, entretanto, é o de Aristarco, o diretor, fulminado, no final do livro, pelo incêndio devorador, que destrói a sua arrogância, a sua vaidade e a sua empáfia.A análise empreendida pelo autor é profunda e dissecante – vem de dentro, das entranhas. O Ateneu, o microcosmo apresentado, é bem um retrato da sociedade. Como se viu, é um mundo que se revela podre por dentro, carcomido nas suas entranhas pelo cancro da hipocrisia e do apego às aparências. O livro de Raul Pompéia é uma crítica às instituições humanas, destruídas de valor e mascaradas por superficialidades. A escola, em “O Ateneu”, é vista como um reflexo da sociedade, conforme já ficou observado neste trabalho (“Não é o internato que faz a sociedade; o internato a reflete”). Nela sobressaem os casos de corrupção, deslealdade, amizades perigosas, homossexualismo e outras degenerescências sociais.Esse antro de perdição, contudo, vem mascarado por aparências e exterioridades que camuflam a verdade. Desviada da sua verdadeira função – formar e instruir – a escola acaba-se tornando um meio de se exteriorizar a vaidade e a empáfia daqueles que detêm o poder, como nos filmes criados neste estudo – “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Perfume de Mulher”.

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Por outro lado, O Ateneu mostra o doloroso e pungente aprendizado da vida pela criança. A cena inicial, em que o pai deixa o filho à porta do Ateneu, é bem um símbolo do ingresso da criança no mundo adulto: “Vais encontrar, disse-me meu pai, à porta do Ateneu.Coragem para a luta”.Assim, arrebatada da “estufa de carinho que é o regime do amor doméstico”, a criança se vê frágil e indefesa diante das hostilidades do mundo, à mercê de “educadores” que lhe impõem a camisa-de-força das convenções sociais, marcadas pela mentira e superficialidade. Violentada, desses embates quase sempre restam lágrimas, dor e sofrimento. Dessa forma, o sentimento de vingança acaba-se instalando, sub-reptidamente, nas cabeças em formação. A necessidade de libertação desse mundo de opressão, que rouba a liberdade de ação e a espontaneidade dos gestos, é uma conseqüência natural e lógica: a catarse é uma válvula que descomprime, liberta e alivia.E é assim que termina O Ateneu – com vingança do ser violentado contra o mundo que o oprime: o incêndio, ao final, é bem um protesto contra a violência a hipocrisia e esse mundo de aparências construído pelos homens da Terra.
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Análise de Camil Capaz – Os infernos de Raul Pompéia

Se a posteridade reservou a Raul Pompéia, caprichosamente, um lugar aquém do seu talento de escritor, resta-nos o consolo de saber que a posteridade não é eterna, e sempre há chance de corrigir os seus enganos. Agora, os menos versados neste grande prosador brasileiro podem conhecê-lo melhor, com a leitura de “Raul Pompéia — Biografia”, de Camil Capaz, pela qual se pode vislumbrar o percurso do literato que se enquadra na definição, feita por Hermann Broch, do verdadeiro artista: é o homem contrário à totalidade do seu tempo — e não contra esse ou aquele aspecto adventício, mas contra o todo simbólico representado pela mentalidade da sua época, imagem unitária que só ele possui do tempo. E acrescentemos que, colocando-se invariavelmente contra o tempo presente, o artista é, a fortiori, contrário a todos os tempos históricos, e isto não implica dizer que seja um panfletário, em absoluto. Seu olho foi vazado pelas sombras da eternidade. 

Da pena do atormentado escritor fluminense saiu uma das obras-primas da nossa literatura, “O Ateneu”, cuja estrutura alguns críticos (como Massaud Moisés, por exemplo) compararam aos círculos do Inferno dantesco. Ressalte-se, porém, a diferença de perspectiva: Dante observa os condenados como visitantes do mundo das trevas, conduzido pela mão do cicerone-poeta Virgílio; já o menino Sérgio, espécie de alter-ego de Pompéia, sofre ele próprio as dores do inferno onde é abandonado pelo pai. Dante testemunha a dor infinita dos pecadores, e indica o primeiro passo para nos elevarmos: enxergar o mal que nos habita; Pompéia sofre e mostra que, pelo sacrifício, a purificação é possível. Não é à toa que o Ateneu arde em chamas no fim do livro, queimado por um fogo sacrificial. Mas o que emana desse fogo do internato é, paradoxalmente, o calor medonho da esfera mais baixa da maldade e, também, o aconchego do espírito iluminado pela vida. Um espírito liberto. 

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Camil Capaz revela em seu livro facetas de Raul Pompéia pouco conhecidas da maior parte do público, como o trabalho de caricaturista, desenhista e chargista, as contribuições nos periódicos da imprensa carioca, a preocupação com a pedagogia então imperante nas escolas brasileiras (de palmatória e outros castigos mais cruéis), a defesa do abolicionismo, os pruridos da hipersensibilidade que acabou por levar Pompéia ao suicídio. Além de ser bem escrito e ter como base uma acurada pesquisa em jornais de época, livros de crítica literária e biografias precedentes, o trabalho de Capaz mostra o quanto é falsa a contradição entre distanciamento crítico e amor pelo objeto estudado: em sua escrita, o biógrafo não esconde a admiração pelo biografado, e o resultado final é um ótimo livro. 

Biógrafo conta a rocambolesca história do duelo com Olavo Bilac.Como não poderia deixar de ser, Capaz nos conta a rocambolesca história do duelo entre Raul Pompéia e Olavo Bilac, que também não passara despercebida de Raimundo Magalhães Jr. (em sua biografia sobre Bilac) e de Eloy Pontes, autor de “A vida inquieta de Raul Pompéia”, hoje difícil de ser encontrado mesmo em sebos. A desavença teve início após um artigo em que o príncipe dos poetas parnasianos criticava severamente Pompéia, a quem acusava de estar sendo cooptado pelo governo florianista, ao aceitar emprego como professor de mitologia da Escola de Belas Artes, num momento de muitas incertezas políticas. Nesse texto cruel, Bilac parte para as agressões pessoais e diz que Pompéia “se masturba e gosta de, altas horas da noite, numa cama fresca, à meia-luz de veilleuse mortiça, recordar, amoroso e sensual, todas as beldades que viu durante o seu dia”. 

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A reação violenta de Pompéia ao que considerou uma infâmia veio no desafio feito a Bilac, depois de se esbofetearem um dia, sob juras de vingança; para resolver a questão, duelariam. O episódio de capa & espada teve um fim bufo. Afiados os floretes, em vez de lavarem a honra com sangue, conforme o prometido, após lisonjeiro discurso do árbitro da luta, os escritores consentem em se dar um constrangido aperto de mãos, sob o olhar de várias testemunhas — privadas de ver dois espadachins medíocres em ação. E diga-se que, na véspera do encontro, Pompéia treinara alguns rudimentos da esgrima, interrompendo os floreios a toda hora em que lhe caía o pincenê do nariz. Capaz informa ainda que, de índole trágica, Pompéia saiu deprimido com o final daquela encenação ridícula, deixando preocupadas a mãe e as irmãs, conhecedoras das suas habituais crises nervosas. Numa dessas crises, tempos depois ele matou-se com um tiro no peito. 

O pano de fundo de “Raul Pompéia — Biografia” são os fatos da política nacional, dos estertores da monarquia às sublevações e às imprevistas conturbações do primeiro período republicano. Nesse contexto, o autor de “O Ateneu” participa ativamente dos debates sobre os principais acontecimentos do país, pela imprensa. O panorama descrito leva-nos a conhecer mais de perto a relação de Pompéia com o seus confrades escritores, com intelectuais e homens públicos — entre eles Capistrano de Abreu, Pardal Mallet, Raimundo Correia, Lúcio de Mendonça, Joaquim Nabuco, Luís Murat e outros. Há também no livro referências às obras esparsas de Raul Pompéia, como a composição juvenil “Uma tragédia no Amazonas”, a sátira “As jóias da Coroa” e as “Canções sem metro”, estas últimas tidas como precursoras do verso livre no Brasil, onde o rigor da métrica parnasiana dominava por completo a cena poética.

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Raul Pompéia além de expor seus dilemas, sentimentos, pensamentos, trouxe com o Ateneu um lado real e obscuro da sociedade, onde esta valoriza primeiramente uma boa aparência.

Descreve toda essa conturbada fase de sua vida atravéz do personagem Sérgio, que ainda uma criança se depara com a dificil realidade da vida, ao partir para um mundo mais adulto, longe da proteção de seu lar, onde necessita fazer suas escolhas, ter limites e manter seu carater. Raul demostra sua forma de interagir e pensar tambem atraves do professor Cláudio.

Pompéia descreve em cada integrante do seu livro uma personalidade, um traço marcante, mostrando as diversidades, que formam um único grupo.

Sua obra possui caracteristicas do Realismo (denuncia política social, idéias de fatos), Naturalismo (observação fiel da realidade e na experiência, mostrando que o indivíduo é determinado pelo ambiente e pela hereditariedade), e também algumas ligações com o Impressionismo (a busca pelos elementos fundamentais de cada arte), mas esta principalmente liga ao Simbolismo (subjetivo, transcedentalismo, usa alegorias, e os temas são místicos).

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1. Sobre o texto de Raul Pompéia, NÃO podemos afirmar que:

(A) o ambiente familiar da infância aparentemente protege a criança do mundo.

(B) a entrada no Ateneu marca o fim de uma etapa.

(C)o Ateneu foi baseado em uma fase da vida do próprio autor

(D) o tempo vivido no Ateneu não é, em essência, diferente das demais fases da vida.

(E) todas as fases da vida são semelhantes.

2. Só NÃO podemos dizer que o texto:

(A) apresenta uma visão melancólica e dolorosa sobre a vida.

(B) destrói a ingênua ilusão romântica de tempos felizes passados.

(C) sofre influência do Realismo e Naturalismo, e também do Impressionismo e Simbolismo.

(D) estabelece com o leitor um pacto de cumplicidade através da utilização da primeira pessoa do plural.

(E) A narrativa de O Ateneu é denominada por traços satíricos e caricaturescos.

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3. Em “O Ateneu”, Raul Pompéia não apresenta uma única escola literária definida como base. É possível notar a presença de características, que se remetam as diversidades, cite as escolas presentes nesta obra e comente sobre cada uma.

R: Realismo: denuncia política social, idéias de fatos;

Naturalismo: observação fiel da realidade e na experiência, mostrando que o indivíduo é determinado pelo ambiente e pela hereditariedade;

Impressionismo: a busca pelos elementos fundamentais de cada arte;

Simbolismo: subjetivo, transcendentalismo usa alegorias, e os temas são místicos.

4. Aponte fatores polêmicos trazidos pelo livro O Ateneu.

R: Ateneu mostra o doloroso aprendizado da vida pela criança. A necessidade de libertação desse mundo de opressão, que rouba a liberdade de ação e a espontaneidade dos gestos. Trás a polemica do homossexualismo, o preconceito, as punições, a liderança (de Aristarco).

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5. Qual o objetivo de Raul Pompéia em nomear o diretor do colégio como "Aristarco"?

R: Seu nome significa “governante de melhores”. Revela-se, ao longo do livro, prepotente, autoritário, arrogante e vaidoso. Representa bem o educador tradicional com seus métodos rígidos de disciplinas e com sua empáfia: “Acima de Aristarco, Deus. Deus tão-somente; abaixo de Deus, Aristarco”.

Aristarco, sem dúvida, representa bem, com seu colégio, o mundo social com seus valores, bajulações, discriminações e convenções. Afinal, o internato era um espelho da sociedade.

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Colégio Salesiano Itajaí

Alunos:

Amanda, nº 04

Ana Luiza, nº 05

Bárbara, nº 06

Professora: Vânia

Disciplina: Língua Portuguesa/Literatura