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TÓPICOS DA CRISE

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TÓPICOS DA CRISE

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  1. TÓPICOS DA CRISE

  2. CENÁRIO POSITIVO 2004 Exportações maiores que as importações; Auto-suficiência brasileira em lácteos; -Grãos tomando áreas do leite; -Taxa de Câmbio favorável; -Mercado assimilando preços mais altos; -Início de estiagem projetando falta de leite.

  3. Situação a partir abril de 2005 • Estiagem em níveis maiores que esperados; • Queda da taxa de Câmbio; • Preços Baixos das rações concentradas; • Compra de matrizes ( leite como alternativa de receita a curto prazo); • Crises causando desemprego ( Calçados, Máquinas agrícolas, Setor primário); • Fim da estiagem com bom retorno das chuvas e pastagens, no final de março; • Atraso do inverno reduzindo perspectiva de consumo; • Disputa acirrada pela Matéria Prima

  4. Premissas Dez04/Mar05 • Seca Dez 04 – Jan/Fev 05

  5. Realidade 20 abril 2005 • Aquecimento do período Instituto Nacional de Meteorologia

  6. Conseqüências destes fatores • Inversão da Balança Comercial de Lácteos; • Super-produção de leite, não ocorrendo entressafra; • Aumento desproporcional dos estoques; • Despencada dos preços;

  7. Brasil – Leite Adquirido pelas Indústrias – período de 2003 a 2005

  8. Outros fatores que influenciaram • Taxa de Câmbio da Argentina super-valorizada; • Queda drástica do dólar sem tempo para adaptação; • Baixo Consumo Nacional; • Fraudes; • Importações desnecessárias de soro em pó.

  9. Preços médios corrigidos dos meses de agosto de 1999 a 2005

  10. Distribuição de Amostras Analisadas por Produto 2003 Áreasna cor preto representam amostras com resultados positivos para SORO.

  11. Importações de soro de leite/queijo

  12. O que os governantes podem fazer • É necessário disponibilizar o EGF todo ano em pelo menos R$ 300.000.000,00; • Criar mecanismos que facilitem as Exportações nos momentos críticos; • Manter a Instrução Normativa 51; • O Governo (federal, estadual e municipal) deve comprar somente produtos comprovadamente de origem nacional de empresas que não importaram nos últimos 12 meses; • Identificação e controle do destino das importações de soro de leite/queijo; • Punição drástica para os fraudadores; • Criação de fundo para campanha institucional de consumo.

  13. BRASIL Definido pela IN 51: CCS >1.000.000/ml UFC >1.000.000/ml Gordura < 3,00% Proteína < 2,90% UNIÃO EUROPÉIA Média: CCS >250.000/ml UFC > 25.000/ml Gordura < 4,20% Proteína < 3,35% PADRÕES DE QUALIDADE

  14. O Leite é a 4ª Força no setor primário brasileiro, responsável por R$ 7.000.000.000,00 só perdendo pela carne, soja e milho. O Leite Representa para o Rio Grande do Sul: 2,44% do PIB 2,4% dos Empregos = + - 118.000 empregos diretos O leite emprega direta e indiretamente 3.600.000 de pessoas no Brasil, 733.000 no Rio Grande do Sul, ou seja, 6% da população e tem 74.000 produtores de leite no RS. O Brasil produz 23.900.000.000 Litros por ano e representa 4,5% da produção mundial. O leite valoriza a mulher, visto que é no RS uma atividade operada em sua maioria pelas mulheres.

  15. Na geração de empregos a cada R$ 1.000.000,00 nas vendas em setores selecionados: Produto Empregos Gerados Leite e derivados 197 Calçados 191 Peças de Veículos 129 Construção Civil 128 Máquinas e Equipamentos 122 Indústria Têxtil 122 Material Elétrico 122 Siderurgia 116 Automóveis/Camin/Ônibus 102 Eletrônicos 91

  16. Osteoporose

  17. OBRIGADO Av. Mauá, 2011 – Sala 801 Centro – Porto Alegre – RS Tel. 051-3211-1111 sindilat@sindilat.com.br