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Colóquio Internacional O Capitalismo com Dominância Financeira:

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Colóquio Internacional O Capitalismo com Dominância Financeira:

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  1. Colóquio Internacional O Capitalismo com Dominância Financeira: Uma análise comparada dos países avançados e emergentes A Integração Produtiva Prof. Fernando Sarti fersarti@eco.unicamp.br NEIT-IE-UNICAMP Campinas, 02 de outubro de 2009

  2. sumário Estrutura da Apresentação • Padrão de Integração passiva (“financeira”) • Padrão de Integração “produtiva/financeira” • Cenários pós-crise: • “regressiva” X “desenvolvimentista”

  3. padrão de integração “financeira” • Brasil: Padrão de Integração passiva (“financeira”) • Liberalização comercial e financeira • Aumento dos fluxos financeiros e comerciais • Internacionalização produtiva assimétrica: IDE x IBDE • Desnacionalização da base produtiva • Elevação do conteúdo e coeficiente de importação (estratégia das filiais de ETN´s e de Empresas Nacionais) • Padrão de especialização exportadora: • Commodities agrícolas, minerais e metálicas: Ásia e Europa • Manufaturados: Aladi e Nafta • Drive-exportador e baixo crescimento econômico

  4. padrão de integração “financeira” • Brasil: Padrão de Integração passiva (“financeira”) • Demanda interna restringida: • Consumo, investimento e gasto público • fragilização dos setores voltados ao mercado doméstico: sobretudo bens salários • Perda de capacidade de agregação de valor: • Participação constante no MVA global; • Decrescente no MVA dos “emergentes” • Asiáticos: padrão de integração diferenciada • Inserção na rede de produção global: passiva/ativa • Produtores e fornecedores de bens de consumo e bens finais para os EUA (e resto do mundo); • Upgrade na estrutura produtiva e de exportação; • Maior dinamismo e agregação de valor

  5. Países selecionados: Participação no MVA dos PED e MVA Global (%), 1995, 2000 e 2005 Fonte: UNIDO. Elaboração NEIT-IE-UNICAMP.

  6. integração produtiva/financeira • 2. Brasil:Padrão de Integração Produtiva/financeira • Mudançano Vetor e na Dinâmica de crescimento: • Demanda externa => Demanda doméstica • Mercado interno: crescente dinamismo • Consumo doméstico (renda, emprego e crédito) • Ciclo de Investimento 2006-08 • Papel do setor externo: geração de superávit comercial, MAS contribuição negativa para o crescimento do PIB; • Aumento dos preços e das exportações de commodities agrícolas, minerais e metálicas; • Surgimento de empresas líderes (Vale, JBS); • Brasil: fornecedor de alimentos, insumos e matérias-primas para o sistema de produção/consumo asiático; • Ásia/China: consolidação como ofertantes globais MAS também como demandantes globais

  7. Massa Salarial e Consumo Brasil: Taxa de Crescimento da Massa Salarial 2003-2008 Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de IPEADATA

  8. Ciclo de investimento 2006-08 Ciclo de Investimento 2006-2008: • Indústria Extrativa e de insumos básicos • Petróleo, minério de ferro, siderurgia, papel e celulose; • Demanda externa e preços das commodities • Infraestrutura, Construção residencial e bens de consumo duráveis • PAC • Financiamento público • Autofinanciamento

  9. Ciclo de investimento 2006-08 Fontes de Financiamento das Empresas Brasileiras (em %) Fonte: BNDES

  10. Ciclo de investimento 2006-08 Brasil: Oferta Total de Crédito antes da Crise Internacional Em US$ bilhões Oferta de Crédito: participação majoritária do crédito doméstico e público Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de BACEN

  11. Ciclo de investimento 2006-08 Brasil: variação anual do PIB e da FBKF, 1992-2008 (2º trimestre) Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de IBGE-DCN

  12. Ciclo de investimento 2006-08 Brasil: Formação Bruta de Capital Fixo Índice Encadeado, 1991-2008 Média 1995 = 100 Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de IPEADATA

  13. Ciclo de investimento 2006-08 Brasil: Contribuição do Investimento para o PIB, 1991-2008 Em (%) Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de IPEADATA

  14. Ciclo de investimento 2006-08 Países selecionados: taxa de crescimento da FBKF acumulada nos últimos quatro trimestres, 2006 (IV)-2008 (II) Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de IBGE-DCN e OCDE

  15. integração produtiva/financeira • Com o padrão de crescimento sustentado na demanda doméstica e no investimento: • Indústria recuperou sua capacidade de acumulação e voltou a ser o motor de crescimento da economia brasileira

  16. Ciclo de investimento 2006-08 Brasil: variação mensal da produção física, indústria e bens de capital, 1995 (jan)-2008 (jun), em índices (média 2002=100) Fonte: elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de IBGE-PIMPF

  17. Evolução do Produto Industrial Países da OCDE e Brasil: produção industrial anual, 1995-2008 Crescimento 1995-2000: OCDE: 3,9% a.a. Brasil: 1,9% a.a. Crescimento 2005-2008: OCDE: 1,6% a.a. Brasil: 4,0% a.a. Fonte: Elaboração NEIT-IE-UNICAMP a partir de OCDE

  18. integração produtiva/financeira • 3. Brasil: Cenários de Padrão de Integração Pós-Crise • Brasil: consolida-se como maior exportador global de “alimentos” e importante produtor e fornecedor de “energia” e, em especial para os mercados emergentes (mais dinâmicos); • Intensificação das exportações de commodities agrícolas, minerais e metálicas para a Ásia/China; • Geração de crescentes e expressivos superávits comerciais e pressão sobre o câmbio; • China e Índia: crescentes demandantes/clientes MAS também ofertantes/concorrentes; • Vetor dinâmico de crescimento: Demanda doméstica • Investimento: Infra-estrutura, Pré-sal e Indústria • Consumo: transferência e renda e emprego (?) • Pré-sal: geração, apropriação e distribuição do excedente (?) • Portanto: Maior Crescimento MAS que Padrão de Crescimento?

  19. Brasil: Cenários de Padrão de Integração Pós-Crise • Riscos (“integração e especialização regressiva”): • Excedente e tendência de forte valorização cambial; • Maior atração de IDE, bolha no mercado acionário e desnacionalização da base produtiva; • Padrão de especialização regressivo e de baixo dinamismo industrial; • Setores de Insumos Básicos e Agronegócio: elevada competitividade e crescente exportação; • Complexos eletrônico, mecânico e de bens salários: concentrados na etapa de montagem final, com elevado conteúdo importado e voltados para o mercado doméstico; • Consumo mais dependente das transferências do excedente do Pré-sal e do crédito que do emprego e da renda; • Acirramento da competição asiática no mercado doméstico e nos mercados de exportação (Aladi e Nafta) para eletrônico, mecânico e de bens salários.

  20. Acirramento da Competição Chinesa • Análise desagregada Setorial: MERCOSUL • Elevação da presença chinesa em todos 18 setores analisados • Brasil: perde participação em Couro e Calçados, Madeiras e móveis, Produtos de metal, Eletrônica e telecomunicações e Equipamentos de instrumentação. • Exceção: automotivo, químico e máquinas e equipamentos

  21. Acirramento da Competição Chinesa • Análise desagregada Setorial: ALADI • China: Intensificou a presença em setores tradicionais (Couro e Calçados, Madeiras e móveis e Têxtil e vestuário e ganhou participação em novos setores (produtos de metal, Eletrônica e telecomunicações e Equipamentos elétricos e Equipamentos de instrumentação. • Exceção: automotivo

  22. Brasil: Cenários de Padrão de Integração Pós-Crise • Oportunidades: • Funding: Excedente do Pré-sal e parte das reservas internacionais: • Financiamento dos processos de consolidação e internacionalização das empresas nacionais; • Empresas nacionais “líderes” com comando e/ou melhor inserção na cadeia global/regional de valor); • Investimento em P&D&I e funções corporativas das filiais de ETN´s • Maior adensamento e capacidade de encadeamento dos complexos mecânico, eletrônico e de bens salários; • Fortalecimento do mercado doméstico: transferências sociais do excedente do pré-sal MAS com geração de renda e emprego; • Crescimento econômico com Desenvolvimento social