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Ensaio de irritação primária de pele (efeito agudo) - Avaliação da toxicidade dérmica

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Ensaio de irritação primária de pele (efeito agudo) - Avaliação da toxicidade dérmica - PowerPoint PPT Presentation


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Ensaio de irritação primária de pele (efeito agudo) - Avaliação da toxicidade dérmica do óleo de Copaíba. Medicina. Tainiely Barbosa Fernandes 1 , Karina Valerim Teixeira Remor 2 .

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Ensaio de irritação primária de pele (efeito agudo) - Avaliação da toxicidade dérmica

do óleo de Copaíba. Medicina

Tainiely Barbosa Fernandes1, Karina Valerim Teixeira Remor2.

1 Acadêmica do curso de Medicina da UNISUL, campus Tubarão, bolsista do PUIC. 2 Professora do curso de Farmácia da UNISUL, campus Tubarão.

Trabalho de Iniciação Científica

INTRODUÇÃO

A utilização de plantas como alternativa terapêutica é uma importante característica cultural brasileira, essa prática tem ganhado cada vez mais espaço uma vez que a população freqüentemente recorre ao uso da medicina popular para tratar alterações patológicas. O óleo de copaíba é extraído do tronco da Copaífera sp., planta existente na região amazônica, popularmente utilizado como antiinflamatório, bactericida, expectorante e diurético.

Devido ao óleo de copaíba ser empregado em sua forma pura é importante determinar a existência ou não de níveis de toxicidade dérmica, assim como levantar informações em relação a outros possíveis riscos para a saúde, sinais tóxicos de caráter geral e identificar concentrações seguras para a utilização racional desta planta.

Em função da aplicação dos extratos de Copaíba assumir formas farmacêuticas caseiras como compressas e bálsamos, ensaios com a Copaíba (copaífera sp.) são imprescindíveis para garantir sua utilização segura na pele, como antisséptico e anti-inflamatório, pela população. Para tal, avaliou-se a atividade tóxica dérmica da aplicação tópica em ratos. Somente através de testes toxicológicos que novos fármacos produzidos a partir desta planta terão parâmetros de segurança estabelecidos.

RESULTADO E DISCUSSÃO

Ao longo dos 14 dias não foram observadas alterações nos hábitos alimentares, no consumo de água ou na respiração. A curva de sobrevivência dos dois grupos não mostrou diferença significativa. As 5 mortes ocorridas podem estar relacionadas ao próprio anestésico, comum aos dois grupos.

Outro achado importante foi que no grupo experimental a área abrasada, que recebeu o óleo de copaíba, apresentou irritação dérmica classificada como 3,06, comparada ao grupo controle que em área abrasada apresentou também um grau de irritação grave de 2,81. Assim, pode-se sugerir que a abrasão por si só já caracteriza irritação cutânea.

Na área de pele intacta dos animais do grupo experimental, foi verificado novamente um grau de irritação grave de 2,56, enquanto que o grupo controle na superfície intacta apresentou um score 0 (zero), ou seja, não-irritante.

Classificação utilizada no estudo como indica a classificação da Federal Hazardous Substances Act of the USA: 0,0 – 1,0 = não-irritante; 1,1 – 2,0 = irritante moderado; 2,1 – 3,0 = irritante grave e 3,1 – 4,0 = corrosivo.

CONCLUSÕES

De maneira geral, considerando a pele abrasada e íntegra como um todo, sugere-se que o Óleo de Copaíba pode ser considerado um agente irritante grave, com score médio final de 2,81, comparado como o score médio final de 1,4 do grupo controle que recebeu Tween e foi classificado como irritante-moderado, talvez em função da própria abrasão.

A atribuição de irritante grave dá-se ao Óleo de Copaíba em sua forma pura, diretamente extraído do tronco da copaífera sp.

METODOLOGIA

Foram utilizados 20 ratos Wistar machos, sendo 10 para o grupo experimental e os outros 10 para o grupo controle. Todos os animais foram anestesiados e submetidos à tricotomia do dorso e demarcação da área de teste de 4 cm, em ambos os grupos a área foi dividida igualmente em seu limite mediano, com um bisturi nº10 foi realizado leve escarificação homogênea na porção superior, permanecendo íntegra a porção inferior.

Em seguida, no grupo experimental, realizou-se a aplicação do óleo de copaíba no local da abrasão e no local não lesionado, para controle, em uma única exposição, manteve-se um breve espaço sem qualquer aplicação entre as duas áreas a fim de destacar as diferenças dérmicas dos efeitos tóxicos a partir desta marcação limítrofe.

O grupo controle recebeu Tween, em diluição de 5%, e foi submetido aos mesmos padrões de aplicação e demarcação que o primeiro grupo.

As diferenças dérmicas e comportamentais foram observadas ao longo dos dias e anotações dos resultados correspondentes à área de abrasão e a área intacta foram efetuadas após 60 minutos, 24 e 72 horas, 7 e 14 dias da aplicação, para avaliar o caráter reversível ou irreversível dos resultados, que foram submetidos à análise pelo programa Statisc®, possibilitando uma interpretação comparativa dos resultados individuais.

  • REFERÊNCIAS
  • 1. BRITO, A. S. Manual de ensaios toxicológicos in vivo /. Campinas, SP : Editora da UNICAMP, 1994 (Coleção Ciências Médicas).
  • CARVALHO, JCT. Fitoterápicos anti-inflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e aplicações terapêuticas. Ribeirão Preto, SP. Tecmedd, 2004. ISBN 85-8665-308-X.
  • CARVALHO, M. S. et al . Síntese e avaliação da toxicidade aguda de um novo derivado imidazolidínico. Química Tecnológica. 2007. Disponível em http://www.abq.org.br/cbq/2007/trabalhos/9/9-374-461.htm. Acesso em 26 abril de 2009.
  • 4. FREIRE DCB, BRITO-FILHA CRC, CARVALHO-ZILSE GA. Efeito dos óleos vegetais de andiroba (Carapa sp.) e Copaíba (Copaifera sp.) sobre forídeo, pragas de colméias, (Diptera: Phoridae) na Amazônia Central. Acta Amazônica 36(3): 365-368, 2006.
  • 5. ISBRUCKER RA, EDWARDS JA, WOLZ E, DAVIDOVICH A, BAUSCH J. Safety studies on epigallocatechin gallate (EGCG) preparations. Part 2: dermal, acute and short-term toxicity studies. Food Chem Toxicol. 2006 May;44(5):636-50.
  • 6. TESHOME K, GEBRE-MARIAM T, ASRES K, PERRY F, ENGIDAWOR E. Toxicity studies on dermal application of plant extract of Plumbago zeylanica used in Ethiopian traditional medicine. J Ethnopharmacol. 2008 May 8;117(2):236-48.

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